Apresentação final

5.474 visualizações

Publicada em

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.474
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
68
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
484
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação final

  1. 1. ERP: SAP R/3 Integração de Sistemas Organizacionais Trabalho realizado por: Ricardo Soares Francisco Machado Nadine Sousa Universidade do Algarve
  2. 2. Introdução Universidade do Algarve
  3. 3. O que são sistemas ERP ? <ul><li>O ERP é um pacote de software de negócios que permite a uma companhia: </li></ul><ul><li>automatizar e integrar a maioria dos seus processos de negócio, </li></ul><ul><li>compartilhar práticas e dados comuns através de toda a empresa, </li></ul><ul><li>produzir e aceder a informações num ambiente de tempo real. </li></ul>Universidade do Algarve
  4. 4. Evolução dos ERP’s Universidade do Algarve Extended ERP Enterprise Resource Planning (ERP) Manufacturing Resource Planning (MRP II) Material Requirements Planning (MRP) Inventory Control Packages 2000s 1990s 1980s 1970s 1960s
  5. 5. Características dos ERP <ul><li>São pacotes comerciais de software. </li></ul><ul><li>Incorporam modelos – padrão de processos de negócio. </li></ul><ul><li>São integrados. </li></ul><ul><li>Utilizam uma base de dados comum a todos os módulos. </li></ul><ul><li>Têm uma grande abrangência funcional. </li></ul><ul><li>Requerem procedimentos de ajuste. </li></ul>Universidade do Algarve
  6. 6. Arquitectura de um sistema ERP
  7. 7. Arquitectura de um sistema ERP <ul><li>Exemplos de alguns módulos: </li></ul><ul><li>Gestão da cadeia de abastecimento (SCM). </li></ul><ul><li>Gestão da relação com os clientes (CRM). </li></ul><ul><li>Gestão financeira. </li></ul><ul><li>Gestão de produção. </li></ul><ul><li>Gestão de transportes. </li></ul><ul><li>Gestão de vendas e distribuição. </li></ul><ul><li>Gestão de RH. </li></ul><ul><li>Gestão contabilística. </li></ul><ul><li>E – Business. </li></ul>Universidade do Algarve
  8. 8. Arquitectura de um sistema ERP <ul><li>Nos sistemas mais recentes, é utilizada uma arquitectura do tipo C/S </li></ul><ul><li>A tipologia mais utilizada é a de 3 camadas, onde: </li></ul><ul><li>Client – Tier : Acesso às funções do sistema. </li></ul><ul><li>Enterprise – Tier : Regras de negocio, funções, lógica e programas que actuam sobre a informação. </li></ul><ul><li>Resourse – Tier : Camada de SGBD, recorre á utilização de SQL para manipular informação. </li></ul>Universidade do Algarve
  9. 9. Arquitectura de um sistema ERP
  10. 10. Ciclo de vida DECISÃO E SELECÇÃO IMPLEMENTAÇÃO UTILIZAÇÃO Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase 1 Fase 2 Fase 3 Pacote seleccionado Plano de implementação Módulos parametrizados, personalizados, Dados migrados Formação dos utilizadores Conhecimento acumulado Novas necessidades Parâmetros já estabelecidos Universidade do Algarve
  11. 11. Etapa de Decisão e Selecção Pressões Competitivas PLANEAMENTO DECISÃO SELECÇÃO DO FORNECEDOR E IMPLEMENTADOR Possibilidades e Limitações dos Produtos Plano de Implementação Objectivos do Projecto, Requisitos da Organização Requisitos da Organização, Metodologia do Implementador Uma das armadilhas dos pacotes de software resulta do cuidado insuficiente em verificar a adequação do pacote à empresa. Subtilezas não percebidas na pressa da compra podem aparecer mais tarde, quando se transformarão em severos problemas de manutenção Universidade do Algarve
  12. 12. Etapa de implementação <ul><li>Depois desta etapa, chegamos à etapa de utilização, altura em que o sistema entra no dia-a-dia das operações. É nesta fase os utilizadores começam a aperceber-se dos benefícios e das potencialidades do sistema </li></ul>Plano Detalhado de Implementação Adaptação do Módulo 1 Adaptação do Módulo 2 Adaptação do Módulo n Plano Geral de Implementação Universidade do Algarve Formação Conversão Início da Operação do Modulo 1 Formação Conversão Início da Operação do Modulo 2 Formação Conversão Início da Operação do Modulo n
  13. 13. Como comunicam os módulos num sistema ERP <ul><li>Os padrões mais utilizados nesta comunicação são: </li></ul><ul><ul><li>XML </li></ul></ul><ul><ul><li>Linguagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Protocolo </li></ul></ul><ul><ul><li>SOAP </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>eXtensible Markup Language. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Controlada pelo W3C. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Linguagem baseada em tags como o (HTML). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Troca informação entre aplicações. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Entendida por qualquer SOp. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Simple Object Access Protocol </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As definições dos métodos e argumentos, são apresentados num arquivo XML. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Verificação das alterações no objecto servidor efectuadas antes da chamada do método. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A ligação é feita apenas no momento da chamada do método especifico. </li></ul></ul></ul>Universidade do Algarve
  14. 14. Alguns fornecedores… Universidade do Algarve
  15. 15. SAP R/3 <ul><li>Os módulos mais utilizados são: Controlo e Finanças (FICO), Recursos Humanos (HR), Gestão de materiais (MM), Distribuição e vendas (SD) e Planeamento da Produção (PP) </li></ul>Universidade do Algarve
  16. 16. SAP R/3 - Tecnologia <ul><li>O SAP R/3 é baseado numa aplicação C/S e utiliza o modelo de 3 camadas </li></ul><ul><li>Utiliza uma linguagem de programação proprietária que se chama ABAP. </li></ul><ul><li>ABAP (Advanced Business Application Programming) é uma linguagem de 4ª geração e permite criar facilmente programas “poderosos”. </li></ul><ul><li>A interacção do ABAP com a base de dados é feita através de instruções do Open SQL. </li></ul><ul><li>O SAP R/3 oferece também um ambiente de desenvolvimento onde os programadores poderão modificar código SAP existente ou criar novos códigos. </li></ul>Universidade do Algarve
  17. 17. Solução: ERP. Porquê? <ul><li>Contexto Actual </li></ul><ul><li>mercado global </li></ul><ul><li>ambiente de negócio complexo </li></ul><ul><li>aumento do risco em transações financeiras </li></ul><ul><li>existência de grandes multinacionais </li></ul><ul><li>busca por vantagem competitiva </li></ul>Universidade do Algarve
  18. 18. Vantagens <ul><li>SGBD comum; </li></ul><ul><li>Evita redundância da informação; </li></ul><ul><li>Economiza tempo: melhora a análise e o controlo das decisões organizacionais; </li></ul><ul><li>Adaptação e reestruturação dos processos de negócio; </li></ul><ul><li>Desenho estruturado e modular; </li></ul><ul><li>Suporte; </li></ul><ul><li>Possibilidade de upgrades; </li></ul><ul><li>e-commerce, e-business; </li></ul>Universidade do Algarve
  19. 19. Desvantagens <ul><li>Dispendioso (tempo e investimento); </li></ul><ul><li>Conformidade dos módulos; </li></ul><ul><li>Alguma dependência do fornecedor; </li></ul><ul><li>Demasiadas funcionalidades => maior dificuldade de adaptação; </li></ul><ul><li>Integração com outros aplicativos (Gartner Group); </li></ul><ul><li>Extrema complexidade dos pacotes => inviabiliza grandes alterações; </li></ul><ul><li>Capacidade pode ser limitada... </li></ul>Universidade do Algarve
  20. 20. Benefícios <ul><li>Acesso fiável à informação; </li></ul><ul><li>Minimiza a redundância de operações; </li></ul><ul><li>Reduz os tempos de entrega da informação; </li></ul><ul><li>Reduz o tempo da cadeia de valores; </li></ul><ul><li>Reduz os custos associados à cadeia de valores; </li></ul><ul><li>Efeito “flat” – achatamento da pirâmide estrutural; </li></ul><ul><li>Globalização; </li></ul><ul><li>Boas arquitecturas => maximização da escalabilidade; </li></ul><ul><li>Oferta de contratos de suporte a longo prazo => melhor manutenção; </li></ul><ul><li>Capacidade global (e-commerce, e-business); </li></ul>Universidade do Algarve
  21. 21. Caso de estudo: EEM <ul><li>A Empresa de Electricidade da Madeira (EEM)  tem como missão fundamental a produção, transporte, distribuição e comercialização de energia na Região Autónoma da Madeira. </li></ul><ul><li>Actualmente possui um sistema ERP que visa facilitar as tarefas do dia-a-dia da empresa. </li></ul>Universidade do Algarve
  22. 22. EEM: Razões para a mudança <ul><li>As principais necessidades prenderam-se com questões de: </li></ul><ul><ul><ul><li>Uniformização/integração entre as plataformas desenvolvidas à medida, existentes. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Automatizar diversas tarefas, concretizadas até então, de um modo obsoleto. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Melhor distribuição de poder/responsabilidades dentro da empresa </li></ul></ul></ul>Universidade do Algarve
  23. 23. EEM: Escolha do fornecedor <ul><li>A escolha do fornecedor foi feita com base em vários critérios, sendo estes os principais: </li></ul><ul><li>Adequação do pacote aos requisitos da empresa </li></ul><ul><li>Qualidade e acessibilidade do serviço de suporte </li></ul><ul><li>O sistema escolhido foi o R/3 da SAP , pois é o que melhor se adequa aos requisitos da empresa, tem melhor suporte por parte do fornecedor, e capacidade para posteriores evoluções. </li></ul><ul><li>Consultadorias: </li></ul><ul><li>Indra – para auxiliar na parte funcional </li></ul><ul><li>KPMG – para auxiliar na Gestão de Risco </li></ul>Universidade do Algarve
  24. 24. EEM : Pormenores da implementação Os primeiros módulos que instalados foram: FI, CO, SD e MM, depois o HR e por último o IS-U. Universidade do Algarve FI, CO, SD, MM, HR e IS-U Módulos implementados InforMix Base de Dados 1 ano e meio Tempo de implementação Windows 2000 Server Plataforma Implementação por fases Estratégia de implementação SAP R/3 Sistema implementado
  25. 25. EEM: Principais dificuldades/benefícios <ul><li>Dificuldades: </li></ul><ul><li>Gestão da mudança (a nível organizacional) </li></ul><ul><li>Definição de regras de migração de dados das aplicações existentes; </li></ul><ul><li>Mapeamento das especificidades dos processos da empresa que não são exactamente suportados pelo standard </li></ul><ul><li>Benefícios: </li></ul><ul><li>utilização de uma plataforma única para a gestão dos recursos da empresa, </li></ul><ul><li>completa integração entre módulos. </li></ul>Universidade do Algarve
  26. 26. EEM: Ambiente do módulo RH
  27. 28. Conclusão <ul><li>Motivação: </li></ul><ul><li>Necessidade de controlo do investimento </li></ul><ul><li>Fragmentação dos SI </li></ul><ul><li>Realização: </li></ul><ul><li>Aprox 30 anos de evolução dos SI </li></ul><ul><li>Base tecnológica robusta e standardizada </li></ul><ul><li>Módulos que cobrem as áreas funcionais da organização </li></ul><ul><li>Verticalidade VS. Dificuldades de implementação </li></ul>05/26/09 Universidade do Algarve
  28. 29. Conclusão <ul><li>Futuro: </li></ul><ul><li>Cobrir necessidades das PME’s </li></ul><ul><li>Novos módulos orientados à web: B2B, B2C... </li></ul><ul><li>Advento do c-commerce </li></ul><ul><li>Software ERP open source </li></ul>05/26/09 Universidade do Algarve
  29. 30. FIM !!! Muito Obrigado pela vossa atenção! http://www.tugasystems.blogspot.com Universidade do Algarve

×