Técnicas de Produção e Estratégias de Conteúdo Digital Aula 1 08 e 09/07/2011 Ms. Luciane M. Stahl
Conteúdo Programático <ul><li>1. A era da informação </li></ul><ul><li>2. A cultura do excesso </li></ul><ul><li>3. Format...
A Era da Informação <ul><li>Século XVIII e XIX </li></ul><ul><ul><li>industrialização </li></ul></ul><ul><ul><li>explosão ...
Times Square em 1909
Times Square hoje
 
A Cultura do Excesso <ul><li>Se não entendermos como são as dinâmicas de comunicação de nosso tempo, não seremos capazes d...
Hiperestimulação <ul><li>Hoje, temos seis contas de e-mail, temos perfil no Orkut, Facebook, Twitter, MySpace, Second Life...
Cultura do excesso <ul><li>Mudanças nas formas de se comunicar </li></ul><ul><ul><li>Antes nossas notícias do dia, sobretu...
Cultura do Excesso <ul><li>Velocidade das Interações: a quantidade de mensagens enviadas diariamente pelos meios digitais ...
Cultura do Excesso <ul><li>Simultaneidade das ações: a comunicação acontece em várias plataformas midiáticas ao mesmo temp...
Cultura do Excesso <ul><li>Ambientes Imersivos: games, ARGs, cinema sensorial, instalações artísticas nos colocam imersos ...
Cultura do Excesso <ul><li>Mudança do modelo: não é cultura de massa, nem de nicho, é cultura fragmentada um para um. </li...
Características da Cultura do Excesso <ul><li>Excesso de curiosidade </li></ul><ul><li>Excesso de entretenimento </li></ul...
Atividade 1 <ul><li>http://vai.nitrum.com.br/atividade1 </li></ul>
Formatos de Conteúdo <ul><li>Texto:  Ainda é o formato mais usado. Porque não exige muitos conhecimentos técnicos para ope...
Formatos de Conteúdo <ul><li>Vídeos:  O Youtube é a ferramenta de entrada de 85% de crianças e adolescentes em todo o mund...
 
 
 
Formatos de Conteúdo <ul><li>Games:  Jogo é conteúdo? Sim, pode ser o conteúdo de uma marca, ou o conteúdo de uma idéia. A...
 
Formatos de Conteúdo <ul><li>Realidade aumentada:  Os QRCode começam a se difundir por ai oferecendo conteúdo adicional. O...
 
 
Formatos de Conteúdo <ul><li>Geolocalização:  Com as ferramentas de geolocalização (google, yahoo, firefox, twitter) sendo...
 
Formatos de Conteúdo <ul><li>Música:  Para muitos portais, música é conteúdo. O que seria a Last.fm sem música? Além de co...
Formatos de Conteúdo <ul><li>Imagem:  Uma galeria de imagens pode ajudar a descrever qualquer cena ou ação.  </li></ul>
Hábitos de Leitura na Cibercultura <ul><li>Tempos medievais </li></ul><ul><ul><li>Os livros manuscritos eram ditados e os ...
Hábitos de Leitura na Cibercultura <ul><li>A arte da escrita foi designada para um grupo de profissionais </li></ul><ul><l...
Hábitos de Leitura na Cibercultura <ul><li>mesmo sendo pontuada por erros ortográficos e por emoticons, ela funciona! Como...
A Leitura na tela do computador <ul><li>79% dos usuários somente varrem a página (“scan”); </li></ul><ul><li>Só 16% leem p...
O Mito do desconforto da leitura na tela
Modelo Nuclear x Modelo Linear <ul><li>Leitura tradicional (linear) </li></ul><ul><li>Leitura nuclear (SKIM e SCAN) </li><...
Modelo Nuclear <ul><li>SKIM:  quando os olhos do leitor percorrem a tela tentando identificar as principais ideias apresen...
Scan
Scan F
Modelo nuclear <ul><li>Ao escrever, o webwriter deve ter em mente que o  conteúdo deve ser consumido na velocidade da leit...
Modelo nuclear <ul><ul><li>o conteúdo deve estar organizado numa estrutura intuitiva (hiperlinks, tags, relacionados, rece...
Audiência <ul><li>Afinal, o que é conteúdo relevante pra você? </li></ul><ul><li>É o que é útil? </li></ul><ul><li>É o que...
Audiência <ul><li>Todo conteúdo é relevante para algum público.  </li></ul><ul><li>Por isso entenda o que o SEU público qu...
Audiência digital <ul><li>No mundo digital não há um controle de circulação. A audiência pode ir diretamente ao conteúdo q...
Audiência Digital <ul><li>A nova audiência demanda interatividade e o produtor de conteúdo deve sempre incluir recursos de...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>1º passo: Defina a sua audiência principal </li></ul><ul><ul><li>Uma forma de...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>1º passo: Defina a sua audiência principal </li></ul><ul><ul><li>Tente defini...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>2º passo: Pesquise informações sobre as audiências </li></ul><ul><ul><li>Um b...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>2º passo: Pesquise informações sobre as audiências </li></ul><ul><ul><li>O id...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>3º passo: Liste as características de cada audiência </li></ul><ul><li>Pergun...
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5 passos para entender sua audiência <ul><li>3º passo: Liste as características de cada audiência </li></ul><ul><li>Entend...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>3º passo: Liste as características de cada audiência </li></ul><ul><li>Conheç...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>4º passo: Acumule as expectativas e histórias da audiência </li></ul><ul><li>...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>4º passo: Acumule as expectativas e histórias da audiência </li></ul><ul><li>...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>5º passo: Elabore cenários para seu site </li></ul><ul><li>Tente imaginar em ...
5 passos para entender sua audiência <ul><li>5º passo: Elabore cenários para seu site </li></ul><ul><li>Elabore o cenário ...
Webwritting <ul><li>Estrela de maior grandeza </li></ul><ul><li>Diversas habilidades </li></ul><ul><li>Ambiente democrátic...
Usabilidade <ul><ul><li>A usabilidade é definida como “a efetividade, eficiência e satisfação com que um grupo de usuários...
Usabilidade <ul><li>Se a informação do website é difícil de ler ou não responde as perguntas-chave dos usuários, eles o ab...
Usabilidade do texto <ul><li>original (cheia de linguagem promocional),  </li></ul><ul><li>concisa (também com linguagem p...
Usabilidade do texto <ul><li>Uma conclusão que se pode tirar dos trabalhos de Nielsen é que  a forma de estruturar os text...
Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Redação promocional (Condição controle =padrão de referência...
Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Linguagem objetiva Usa linguagem neutra em vez do texto exag...
Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Design escaneável Usa o mesmo texto que a condição controle,...
Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Texto conciso Cerca da metade das palavras usadas na condiçã...
Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Versão combinada Usa as três melhorias no estilo de redação:...
 
Origem do uso desta estratégia <ul><li>invenção do telégrafo, em 1837, e à preocupação de que a transmissão pudesse ser co...
 
 
 
Exemplo <ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo1 </li></ul><ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo2 </li></ul><ul><li>ht...
Conteúdo não-linear <ul><li>a não-linearidade  é a possibilidade oferecida ao usuário de alterar a ordem de acesso ao cont...
Títulos na web <ul><li>Cuidado com a titulação: </li></ul><ul><li>“ Nas páginas iniciais, resultados de buscas, canais RSS...
Há ainda o problema da repetição... <ul><li>Até meados da década passada era comum encontrar notícias assim: </li></ul><ul...
Hoje os jornais e revistas na internet já estão adaptados... <ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo6 </li></ul><ul><li>h...
Quando não é possível usar a pirâmide invertida <ul><li>Crônicas </li></ul><ul><li>Colunas de opinão </li></ul><ul><li>Edi...
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Técnicas de produção e estratégias de conteúdo digital - aula 01 - 08 e 09-07-2011

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    1. 1. Técnicas de Produção e Estratégias de Conteúdo Digital Aula 1 08 e 09/07/2011 Ms. Luciane M. Stahl
    2. 2. Conteúdo Programático <ul><li>1. A era da informação </li></ul><ul><li>2. A cultura do excesso </li></ul><ul><li>3. Formatos de conteúdo </li></ul><ul><li>4. Hábitos de leitura na cibercultura </li></ul><ul><li>5. Audiência </li></ul><ul><li>6. Técnicas de webwriting </li></ul><ul><li>7. Preparação de e-mails </li></ul>
    3. 3. A Era da Informação <ul><li>Século XVIII e XIX </li></ul><ul><ul><li>industrialização </li></ul></ul><ul><ul><li>explosão do crescimento populacional </li></ul></ul><ul><ul><li>rápida urbanização </li></ul></ul><ul><ul><li>o surgimento de novas tecnologias de comunicação e de novos meios de transporte </li></ul></ul><ul><ul><li>uma nova cultura de consumo. </li></ul></ul>
    4. 4. Times Square em 1909
    5. 5. Times Square hoje
    6. 7. A Cultura do Excesso <ul><li>Se não entendermos como são as dinâmicas de comunicação de nosso tempo, não seremos capazes de produzir conteúdo que se destaque na economia de atenção hiper-inflacionada pela mídia e pelo excesso de informação. </li></ul>
    7. 8. Hiperestimulação <ul><li>Hoje, temos seis contas de e-mail, temos perfil no Orkut, Facebook, Twitter, MySpace, Second Life, Linkedin, Youtube, Videolog, Amazon, Digg, estamos no msn, no Skype, no gtalk, temos dois aparelhos de telefone celular, telefone fixo, nextel, temos uma rede de computadores em casa para falarmos com nosso filho no quarto ao lado. As pessoas saem da frente do computador no trabalho, para ficar na frente do computador ou da TV em casa e cada vez mais acessam a internet por dispositivos móveis. </li></ul>
    8. 9. Cultura do excesso <ul><li>Mudanças nas formas de se comunicar </li></ul><ul><ul><li>Antes nossas notícias do dia, sobretudo no Brasil e no mundo, eram condensadas em quatro blocos às 20 horas, agora todo e qualquer conteúdo do mundo pode ser acesso de qualquer lugar, a qualquer hora. </li></ul></ul>
    9. 10. Cultura do Excesso <ul><li>Velocidade das Interações: a quantidade de mensagens enviadas diariamente pelos meios digitais supera a quantidade de habitantes do mundo </li></ul><ul><li>Instantaneidade da comunicação: a comunicação é instantânea, aconteceu de um lado do mundo e o outro lado já está avisado. </li></ul>
    10. 11. Cultura do Excesso <ul><li>Simultaneidade das ações: a comunicação acontece em várias plataformas midiáticas ao mesmo tempo (telefones, televisão, rádio, portais, blogs, mídias sociais). </li></ul><ul><li>Envolvimento Sensorial: queremos ter experiências cada vez mais reais com as mídias: apuro visual, auditivo e tátil. </li></ul>
    11. 12. Cultura do Excesso <ul><li>Ambientes Imersivos: games, ARGs, cinema sensorial, instalações artísticas nos colocam imersos num ambiente virtual quase paralelo ao universo real. </li></ul><ul><li>Arranjos entre as mídias: mídias se complementam e se arranjam criando novos ambientes midiáticos. </li></ul>
    12. 13. Cultura do Excesso <ul><li>Mudança do modelo: não é cultura de massa, nem de nicho, é cultura fragmentada um para um. </li></ul><ul><li>Mobilidade o homem: com as tecnologias midiáticas portáteis tornou-se muito mais móvel. As tecnologias derrubaram a questão de tempo e espaço e instituíram ubiquidade e onipresença. </li></ul>
    13. 14. Características da Cultura do Excesso <ul><li>Excesso de curiosidade </li></ul><ul><li>Excesso de entretenimento </li></ul><ul><li>Excesso de tecnologias </li></ul><ul><li>Excesso de mídias de comunicação, ou também conhecidas como Multi-plataformas midiáticas </li></ul><ul><li>Excesso de narrativas </li></ul><ul><li>Excesso de memória virtual </li></ul>
    14. 15. Atividade 1 <ul><li>http://vai.nitrum.com.br/atividade1 </li></ul>
    15. 16. Formatos de Conteúdo <ul><li>Texto: Ainda é o formato mais usado. Porque não exige muitos conhecimentos técnicos para operação de softwares e porque qualquer pessoa pode produzir. Ainda assim, usar apenas o recurso do texto é o mesmo que produzir uma peça publicitária para a TV somente com som. Ainda exploramos muito superficialmente as vantagens da mídia digital. </li></ul>
    16. 17. Formatos de Conteúdo <ul><li>Vídeos: O Youtube é a ferramenta de entrada de 85% de crianças e adolescentes em todo o mundo. Porque gostamos tanto de ver os vídeos pela internet? Primeiro porque gostamos de imagens, fazemos parte de uma cultura visual, em que a imagem vale mais que mil palavras. Depois porque conta a história com ilustrações, mostra o que aconteceu. E por último porque podemos compartilhar nossa atenção com outras mídias enquanto vemos e ouvimos ou vemos ou ouvimos. Você pode tanto ilustrar o conteúdo com um conteúdo em vídeo, quanto produzir o conteúdo em vídeo. </li></ul>
    17. 21. Formatos de Conteúdo <ul><li>Games: Jogo é conteúdo? Sim, pode ser o conteúdo de uma marca, ou o conteúdo de uma idéia. A Coca-Cola, em parceria com o PanMedia Lab, da ESPM, desenvolveu um game que avaliava o grau de conhecimento dos participantes a respeito da marca. A Petrobras, quando quis falar dos seus 10 anos na fórmula 1 escolheu o formato de game </li></ul>
    18. 23. Formatos de Conteúdo <ul><li>Realidade aumentada: Os QRCode começam a se difundir por ai oferecendo conteúdo adicional. O quadradinho aparece em revistas, encartes de cd´s e tem até QRCode em postes na Avenida Paulista. Pode ter formato de informação ou de entretenimento. </li></ul>
    19. 26. Formatos de Conteúdo <ul><li>Geolocalização: Com as ferramentas de geolocalização (google, yahoo, firefox, twitter) sendo difundidas, será possível entregar ao consumidor informações da localidade em que ele se encontra. O modelo para isso será o de marketing de permissão. </li></ul>
    20. 28. Formatos de Conteúdo <ul><li>Música: Para muitos portais, música é conteúdo. O que seria a Last.fm sem música? Além de conteúdo de música há ações que exigem a criação de conteúdo em forma de música. Um exemplo foi o funk da Coca-Cola, que determinou tema, palavras-chaves e o gênero musical, convidando consumidores a comporem um funk a partir dessas informações. </li></ul>
    21. 29. Formatos de Conteúdo <ul><li>Imagem: Uma galeria de imagens pode ajudar a descrever qualquer cena ou ação. </li></ul>
    22. 30. Hábitos de Leitura na Cibercultura <ul><li>Tempos medievais </li></ul><ul><ul><li>Os livros manuscritos eram ditados e os estudantes o decoravam </li></ul></ul><ul><li>A prensa de Gutenberg e a fotografia </li></ul><ul><ul><li>tornou o jornal o principal meio de comunicação e popularizou revistas ilustradas </li></ul></ul><ul><ul><li>a escrita passou a atuar como instrumento de aproximação cultural e social </li></ul></ul><ul><ul><li>ainda não havia a figura do redator </li></ul></ul>
    23. 31. Hábitos de Leitura na Cibercultura <ul><li>A arte da escrita foi designada para um grupo de profissionais </li></ul><ul><li>Com a internet esse modelo mudou completamente, pois somos todos produtores de conteúdo </li></ul><ul><li>Criamos uma nova gramática para trocar mensagens com agilidade </li></ul>
    24. 32. Hábitos de Leitura na Cibercultura <ul><li>mesmo sendo pontuada por erros ortográficos e por emoticons, ela funciona! Como? Primeiramente pela urgente escassez de tempo. É mais fácil abreviar as palavras, incluir um emoticon ou um símbolo do que ficar dedilhando o teclado. </li></ul><ul><li>Ñ eh msm? :D </li></ul>
    25. 33. A Leitura na tela do computador <ul><li>79% dos usuários somente varrem a página (“scan”); </li></ul><ul><li>Só 16% leem palavra-por-palavra </li></ul><ul><li>A leitura direta da tela do computador é 25% mais lenta do que a leitura do papel; </li></ul><ul><li>“ Ler textos na tela é como olhar fixamente para uma lâmpada, ainda que com uma luz tênue” </li></ul>
    26. 34. O Mito do desconforto da leitura na tela
    27. 35. Modelo Nuclear x Modelo Linear <ul><li>Leitura tradicional (linear) </li></ul><ul><li>Leitura nuclear (SKIM e SCAN) </li></ul>
    28. 36. Modelo Nuclear <ul><li>SKIM: quando os olhos do leitor percorrem a tela tentando identificar as principais ideias apresentadas </li></ul><ul><li>SCAN: quando os olhos percorrem a tela e encontram palavras e sentenças específicas, tanto as que chamam atenção quanto as que o leitor efetivamente procura. </li></ul>
    29. 37. Scan
    30. 38. Scan F
    31. 39. Modelo nuclear <ul><li>Ao escrever, o webwriter deve ter em mente que o conteúdo deve ser consumido na velocidade da leitura: </li></ul><ul><ul><li>palavras chaves são consumidas mais rápida e facilmente (isso também serve para estratégias de SEO, como veremos adiante) </li></ul></ul><ul><ul><li>a informação mais importante deve estar no começo do texto, evite rodeios - use apenas uma ideia por sentença e use parágrafos com três linhas no máximo </li></ul></ul>
    32. 40. Modelo nuclear <ul><ul><li>o conteúdo deve estar organizado numa estrutura intuitiva (hiperlinks, tags, relacionados, recentes) </li></ul></ul><ul><ul><li>cada parágrafo deve ser tratado como individual, porque os leitores veem o texto como um conjunto de blocos com informação e não como um bloco de informação </li></ul></ul><ul><ul><li>faça ganchos cuidadosos entre um parágrafo e outro para manter o leitor no texto </li></ul></ul>
    33. 41. Audiência <ul><li>Afinal, o que é conteúdo relevante pra você? </li></ul><ul><li>É o que é útil? </li></ul><ul><li>É o que informa? </li></ul><ul><li>É o que ensina? </li></ul><ul><li>É o que entretém? </li></ul>
    34. 42. Audiência <ul><li>Todo conteúdo é relevante para algum público. </li></ul><ul><li>Por isso entenda o que o SEU público quer. </li></ul>
    35. 43. Audiência digital <ul><li>No mundo digital não há um controle de circulação. A audiência pode ir diretamente ao conteúdo que procura ou podem encontrá-lo acidentalmente enquanto busca outras informações. </li></ul><ul><li>A mídia digital é dinâmica e a audiência também. </li></ul><ul><li>Ela é ativamente engajada, preenche formulários, comenta, se cadastra para receber e compartilhar informações de seu interesse e participa de grupos de discussões. </li></ul>
    36. 44. Audiência Digital <ul><li>A nova audiência demanda interatividade e o produtor de conteúdo deve sempre incluir recursos de interação para seus leitores coautores. </li></ul>
    37. 45. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>1º passo: Defina a sua audiência principal </li></ul><ul><ul><li>Uma forma de definir sua audiência é perguntar: “Como as pessoas se identificariam com o conteúdo do meu site de maneira envolvente?” Por exemplo: Meu site sobre doenças cardíacas é para Pacientes, médicos ou pesquisadores? Meu site sobre psicopedagogia é para pais, professores ou estudantes? Meu blog sobre aviões é para pilotos, mecânicos ou operadores? </li></ul></ul><ul><ul><li>acompanhe o histórico de visitantes, seus comentários e participações </li></ul></ul>
    38. 46. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>1º passo: Defina a sua audiência principal </li></ul><ul><ul><li>Tente definir o mais precisamente possível quem é a sua audiência, quem gostaria de consumir o seu conteúdo. Você poderá concluir que a sua audiência é composta por um ou mais perfis de pessoas. Essa conclusão é que vai direcionar: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>seu estilo editorial e narrativo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>o vocabulário a ser usado </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a interação permitida ao usuário e o modelo de resposta a essa interação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a organização do conteúdo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>a variação de conteúdo de acordo com os perfis. </li></ul></ul></ul>
    39. 47. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>2º passo: Pesquise informações sobre as audiências </li></ul><ul><ul><li>Um bom começo para entender a sua audiência é tentar pensar como eles. </li></ul></ul><ul><ul><li>converse com pessoas da idade, do gênero ou da área e tente descobrir como eles pensam, como é essa realidade, se há especificidades regionais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não produza conteúdo a partir de achismos. </li></ul></ul>
    40. 48. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>2º passo: Pesquise informações sobre as audiências </li></ul><ul><ul><li>O ideal é acompanhar suas atividades na internet, sobretudo nas redes sociais para saber: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>o que pode ser útil e relevante para o público </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>como eles participam do mundo digital </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>como navegam e como gostariam de navegar (salas de espelhos) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>se existir a oportunidade, leve a pesquisa a um local físico </li></ul></ul></ul>
    41. 49. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>3º passo: Liste as características de cada audiência </li></ul><ul><li>Pergunte a elas o que elas gostariam de ter em mente enquanto você produz conteúdo e observe as respostas. Se for, por exemplo: “não tenho tempo pra ler”, “sou muito ocupado”, “eu não ligo pra apresentação, só quero a informação”, “eu gosto de informação mas se você não fisgar minha atenção vou para outro site”, você já sabe que a sua audiência abomina textos longos. </li></ul>
    42. 50. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>3º passo: Liste as características de cada audiência </li></ul><ul><li>Perceba as diferenças entre experiência e expertise de cada grupo. Você pode ter uma audiência que conheça bem o seu conteúdo (ou produto) ou pessoas que estão entrando em seu site em busca de informações. </li></ul>
    43. 51. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>3º passo: Liste as características de cada audiência </li></ul><ul><li>Entenda as emoções da sua audiência, o que os poderia deixar zangados? O que eles fariam se o conteúdo não fosse útil? Você sabia que um dos motivos pela primazia da exigência de conteúdos simples e claros é justamente para atender pessoas com as síndromes da era do excesso: estressadas, frustradas e ansiosas. Pessoas calmas e menos ansiosas são capazes até de responder pesquisas de telemarketing. </li></ul>
    44. 52. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>3º passo: Liste as características de cada audiência </li></ul><ul><li>Conheça o tipo de tecnologia que a audiência utiliza: aparelho, tipo de conexão, softwares (Google Trends, Analytics) </li></ul><ul><li>Veja de onde vem a sua audiência e quais são os horários de pico. Por exemplo: se sua audiência maior é das 10h às 17h, pode ser que a maioria dos acessos seja proveniente de locais de trabalho (Google Trends, Analytics ). </li></ul>
    45. 53. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>4º passo: Acumule as expectativas e histórias da audiência </li></ul><ul><li>Observe que tipo de observações e comentários a sua audiência faz sobre o seu conteúdo, seja no seu site ou nas redes sociais, em blogs e outros sites. </li></ul><ul><li>Faça constantemente esse acompanhamento e ele lhe servirá como métrica de acerto do seu conteúdo. Além disso, você também pode aproveitar para conhecer melhor o vocabulário usado pela audiência e adaptar o seu próprio. </li></ul>
    46. 54. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>4º passo: Acumule as expectativas e histórias da audiência </li></ul><ul><li>Sempre que for requisitado, ou que achar necessário, dê uma resposta aos comentários, esteja atento ao vocabulário da audiência. </li></ul><ul><li>A partir do julgamento da audiência, você terá condições de produzir conteúdo definitivamente relevante para esse público determinado. </li></ul>
    47. 55. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>5º passo: Elabore cenários para seu site </li></ul><ul><li>Tente imaginar em que circunstâncias o usuário procura pelo seu conteúdo. </li></ul><ul><li>” Por esses dados que eu tenho aqui eu vejo que as pessoas costumam visitar meu site entre os horários de 18h e 22 horas. Então imagino o seguinte cenário: o cara chega em casa, cansado depois de um dia de trabalho duro, afrouxa a gravata, pega um uísque com gelo, senta confortavelmente em frente ao computador e diz ‘agora eu vou navegar por esse belíssimo site de seguros’? Não, né gente!” </li></ul>
    48. 56. 5 passos para entender sua audiência <ul><li>5º passo: Elabore cenários para seu site </li></ul><ul><li>Elabore o cenário pensando em que tipo de cenário o seu site está incluído e tenha essa informação em mente quando for produzir conteúdo. </li></ul>
    49. 57. Webwritting <ul><li>Estrela de maior grandeza </li></ul><ul><li>Diversas habilidades </li></ul><ul><li>Ambiente democrático </li></ul><ul><li>Uma coisa é muito importante lembrar: internet não é mídia de massa . </li></ul><ul><li>Flexibilidade para se adequar as diversas audiências e formatos de conteúdo </li></ul>
    50. 58. Usabilidade <ul><ul><li>A usabilidade é definida como “a efetividade, eficiência e satisfação com que um grupo de usuários específicos pode realizar um conjunto específico de tarefas num ambiente particular” (International Standards Organization – ISO). </li></ul></ul><ul><ul><li>Ou seja: </li></ul></ul><ul><ul><li>“ palavra que descreve a facilidade de uso” </li></ul></ul>
    51. 59. Usabilidade <ul><li>Se a informação do website é difícil de ler ou não responde as perguntas-chave dos usuários, eles o abandonam – Jakob Nielsen </li></ul><ul><li>A seguir os tipos de textos identificados por Nielsen </li></ul>
    52. 60. Usabilidade do texto <ul><li>original (cheia de linguagem promocional), </li></ul><ul><li>concisa (também com linguagem promocional, mas mais curta), </li></ul><ul><li>escaneável (com linguagem promocional, mas organizando os itens em listas para romper a uniformidade do texto, para facilitar o escaneamento ou leitura superficial da página), </li></ul><ul><li>objetiva (que evitava a linguagem promocional) </li></ul><ul><li>combinada (sem linguagem promocional, mais curta, com listas). </li></ul>
    53. 61. Usabilidade do texto <ul><li>Uma conclusão que se pode tirar dos trabalhos de Nielsen é que a forma de estruturar os textos na Internet está determinada mais por razões funcionais do que por simples razões estéticas, literárias ou artísticas. </li></ul><ul><li>Vamos aos resultados do estudo: </li></ul>
    54. 62. Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Redação promocional (Condição controle =padrão de referência) Usa o ‘marquetês’ – o estilo de redação promocional – encontrado em muitos websites comerciais. Nebraska está repleta de atrações internacionalmente reconhecidas, que atraem multidões a cada ano, sem falta. Em 1996, alguns dos destinos mais populares foram Fort Robinson State Park (355.000 visitantes), Scotts Bluff National Monument (132.166), Arbor Lodge State Historical Park & Museum (100.000), Carhenge (86.598), Stuhr Museum of the Prairie Pioneer (60.002) e Buffalo Bill Ranch State Historical Park (28.446). 0% melhor (esta era a condição controle= padrão de referência).
    55. 63. Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Linguagem objetiva Usa linguagem neutra em vez do texto exagerado, subjetivo e promocional (o estilo da condição controle) Nebraska tem várias atrações. Em 1996, alguns dos lugares mais visitados foram o Fort Robinson State Park (355.000 visitantes), o Scotts Bluff National Monument (132.166),o Arbor Lodge State Historical Park & Museum (100.000), Carhenge (86.598), Stuhr Museum of the Prairie Pioneer (60.002) e Buffalo Bill Ranch State Historical Park (28.446). 27% melhor
    56. 64. Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Design escaneável Usa o mesmo texto que a condição controle, mas num design que facilita o escaneamento Nebraska está cheia de atrações internacionalmente reconhecidas, que atraem multidões a cada ano, sem falta. Em 1996, alguns dos destinos mais populares foram: - Fort Robinson State Park (355.000 visitantes). - Scotts Bluff National Monument (132.166) - Arbor Lodge State Historical Park & Museum (100.000) - Carhenge (86.598) - Stuhr Museum of the Prairie Pioneer (60.002) - Buffalo Bill Ranch State Historical Park (28.446) 47% melhor
    57. 65. Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Texto conciso Cerca da metade das palavras usadas na condição controle Em 1996, seis das mais visitadas atrações em Nebraska foram Fort Robinson State Park, Scotts Bluff National Monument, Arbor Lodge State Historical Park & Museum, Carhenge, Stuhr Museum of the Prairie Pioneer e Buffalo Bill Ranch State Historical Park. 58% melhor
    58. 66. Linguagem do site Amostra de parágrafo Melhora na usabilidade Versão combinada Usa as três melhorias no estilo de redação: texto conciso, design escaneável e linguagem objetiva Em 1996, seis dos lugares mais visitados em Nebraska foram: - Fort Robinson State Park - Scotts Bluff National Monument - Arbor Lodge State Historical Park & Museum - Carhenge - Stuhr Museum of the Prairie Pioneer - Buffalo Bill Ranch State Historical Park 124% melhor
    59. 68. Origem do uso desta estratégia <ul><li>invenção do telégrafo, em 1837, e à preocupação de que a transmissão pudesse ser cortada. </li></ul><ul><li>Uma lógica similar funciona na Web: a idéia é que, no instante (menos de um segundo, segundo o EyeTrack III) em que um título captar a atenção do usuário, ele deve ser suficientemente eloquente para dizer de que trata a informação ou matéria </li></ul>
    60. 72. Exemplo <ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo1 </li></ul><ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo2 </li></ul><ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo5 </li></ul>
    61. 73. Conteúdo não-linear <ul><li>a não-linearidade é a possibilidade oferecida ao usuário de alterar a ordem de acesso ao conteúdo. “Se o usuário pode alterar a ordem de acesso – a ordem em que a matéria é contada –, o conteúdo é não-linear. O conteúdo não-linear pode ser acessado da maneira que o usuário desejar. </li></ul><ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo3 </li></ul><ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo4 </li></ul>
    62. 74. Títulos na web <ul><li>Cuidado com a titulação: </li></ul><ul><li>“ Nas páginas iniciais, resultados de buscas, canais RSS, boletins enviados por e-mail ou até no menu de favoritos de um navegador, os títulos aparecem descolados do contexto – ou seja, não têm material no entorno para facilitar sua interpretação. Por exemplo, outros textos em forma de resumo, textos destacados, fotos ou gráficos. Por esse motivo, propõe Nielsen, devem adquirir sentido e explicar-se por si próprios.” (FRANCO, p. 70) </li></ul>
    63. 75. Há ainda o problema da repetição... <ul><li>Até meados da década passada era comum encontrar notícias assim: </li></ul><ul><li>Linha fina: IRAQUE NO PÓS-GUERRA </li></ul><ul><li>Título: Pentágono conclui que seus soldados mataram Couso em “legítima defesa” </li></ul><ul><li>Lead: Investigação do Pentágono sobre a morte do cinegrafista espanhol José Couso conclui que o tanque que disparou sobre o Hotel Palestina, onde Couso estava hospedado, o fez em “legítima defesa”. </li></ul>
    64. 76. Hoje os jornais e revistas na internet já estão adaptados... <ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo6 </li></ul><ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo7 </li></ul><ul><li>Mas as vezes ainda encontramos textos que poderiam estar melhor: </li></ul><ul><li>http://vai.nitrum.com.br/exemplo8 </li></ul>
    65. 77. Quando não é possível usar a pirâmide invertida <ul><li>Crônicas </li></ul><ul><li>Colunas de opinão </li></ul><ul><li>Editoriais </li></ul><ul><li>Resenhas </li></ul><ul><li>Nesses casos, é recomendado fazer um parágrafo de síntese, ou ‘lead’, que contenha a ideia ou tese principal do texto, para publicar na página inicial. </li></ul>
    66. 78. Atividade 2 <ul><li>Em duplas (http://vai.nitrum.com.br/atividade2) </li></ul><ul><ul><li>Escolha um tema de interesse mútuo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Escreva um texto (artigo/post) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Selecione uma imagem que ilustre o texto (link) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Faça agora uma chamada deste texto para divulgar no Facebook, junto com um link (um lead) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Faça também uma chamada para twitter </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Adapte o conteúdo deste texto para um roteiro de vídeo (explique como seria o vídeo) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Utilizando o mesmo tema, pense em como seria um game para internet/redes sociais </li></ul></ul></ul>

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