CIBERCULTURA E REDES SOCIAIS             3ª turma       Aula 1 – 05/05/2012
Conteúdo Programático1. Revisão de teóricos, fundamentação e   contextualização2. Cibercultura e Comunidades em Rede3. Cib...
Antes de falar sobre Cibercultura, vamosconhecer algumas pessoas que valem a penaserem lidos e ouvidosExistem muito outros...
Pierre Lévy (Tunísia, 1956)                 Pierre Lévy nasceu numa família                 judaica. Fez mestrado em Histó...
Pierre Lévy – alguns livros em português•   As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na    era da informátic...
Pierre Lévy – alguns livros em português• A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço.• Filosofia world: ...
Pekka Himanen (Finlândia, 1973)                Pekka Himanen é um filósofo finlandês                conhecido pela sua obr...
Pekka Himanen – livro em português
Steven Johnson (Estados Unidos, 1968)                Formado em Semiótica e Literatura                Inglesa, tem-se dest...
Steven Johnson – livros em português•   De onde vem as boas idéias.•   A invenção do ar: uma saga de ciência, fé, revoluçã...
Steven Johnson – livros em português• O mapa fantasma: como a luta de dois homens contra a  cólera mudou o destino de noss...
André Lemos (Brasil, 1965)                Formado em Semiótica e Literatura                Inglesa, tem-se destacado como ...
André Lemos – livros em português•   @re_vira_volta. Uma experiência em Twitteratura.•   O Futuro da Internet. Em direção ...
André Lemos – livros em português•   Cibercidade II. Ciberurbe. A cidade na sociedade da    Informação.•   Cibercultura. T...
André Lemos – livros em português•   Olhares sobre a Cibercultura.•   Globalização e Educação.
Silvio Meira (Brasil, 1955)                  Sílvio Meira é professor titular do                  centro de informática da...
Silvio Meira – publicações em portuguêsSilvio Meira não tem necessariamente livros publicados, porémé autor de diversos ar...
Juliano Spyer (Brasil, 1971)                  Mestre pelo programa de antropologia                  digital da University ...
Juliano Spyer – publicações em portuguêsAs publicações e livros de Juliano Spyer podem ser vistas em doissites seus:•http:...
O QUE PODE A TECNOLOGIA SEGUNDO          SILVIO MEIRA
O que é a Tecnologia?• Tecnologia é a possibilidade de resolver problemas• Se puder ser feito, de alguma forma a tecnologi...
Ciência X Tecnologia• Cientista desenvolve teorias• O cientista tenta entender o mundo, sistematizar o  conhecimento a nos...
História da Informação
O homem e a tecnologia“Não existe uma oposição natural entre nóse a tecnologia. Existe uma diferença noespaço e no tempo, ...
O CONCEITO DE VIRTUAL SEGUNDO         PIERRE LÉVY
E o que é o Virtual?“Que existe como potência, mas nãorealmente.”“Com possibilidade de realizar-se.”
VirtualizaçãoA constituição do “nós” transformou-seem comunidades virtuais.
E o que é o Virtual?         VIRTUAL = FALSO ?
E o que é o Virtual?• O virtual abre portas.• Questiona processos.• Amplia horizontes.
Virtual > Virtualis > VirtusO virtual existe ainda que não seja real ou palpável.
E o que é o Virtual?             VIRTUAL ≠ ATUAL
Virtualização• Substituição da presença física.• Mais cooperação.• Fim de departamentos e início de processos  de coordena...
Virtualização e tempo• Aumento dos meios de comunicação.• Transportes mais rápidos.
O Efeito MoebiusO Efeito Moebius é a passagem do interior aoexterior, e do exterior ao interior. Conceito dePierre Lévy.  ...
As três virtualizações que fizeram o humano• A Linguagem• A Técnica• O Contrato
A Linguagem•   É por meio dela que o tempo existe.•   A linguagem humana virtualiza o tempo real.•   A linguagem abstrai o...
A Técnica• Consiste em materializar ações e movimentos  humanos.• As ferramentas são virtualizações das ações.
O Contrato• Leis que regem as relações humanas.• Fatores que normatizam a sociedade.• Contratos virtualizam a violência
O que podemos concluir?• a virtualização humanizou muito mais as  relações e isso aparece em diferentes  ferramentas e háb...
O que podemos concluir?• a virtualização acarreta em um processo de  materialização.• ela não precisa ser acompanhada por ...
O que podemos concluir?   NO FIM, TUDO É VIRTUAL
A ÉTICA HACKER SEGUNDO     PEKKA HIMANEN
O ethos hacker consiste basicamente em:• Acreditar que o compartilhamento de informações beneficia  a sociedade como um to...
O ethos hacker consiste basicamente em:• Acreditar que penetrar em sistemas por diversão e exploração  é eticamente aceitá...
Mas qual o significado do termo hacker paraPekka Himanen?• Himanen, em sua obra A ética do hacker e o espírito da era da  ...
Os princípios da ética hackerNo prefácio do seu livro Hackers: Heroes of the ComputerRevolution, Steven Levy registrou os ...
Os princípios da ética hackerAlém desses princípios, Steven Levy também detalhou a éticahacker no capítulo 2, The Hacker E...
Os princípios da ética hackerToda a informação deve ser livre.•Na sociedade de consumo de hoje, tudo é transformado em mer...
Os princípios da ética hackerDesacredite a autoridade e promova a descentralização.•Um hacker não aceita os famosos argume...
Os princípios da ética hackerHackers devem ser julgados segundo seu hacking, e nãosegundo critérios sujeitos a vieses tais...
Os princípios da ética hackerVocê pode criar arte e beleza no computador.•Hacking é equivalente a arte e criatividade. Uma...
Os princípios da ética hackerComputadores podem mudar sua vida para melhor.•Hackers olham os computadores como a lâmpada d...
DEFININDO O QUE É A CIBERCULTURA
Cibercultura• Para definir Cibercultura é necessário definir primeiro  Ciberespaço.• Ciberespaço é um espaço de comunicaçã...
Cibercultura• Apesar da internet ser o principal ambiente do ciberespaço,  devido a sua popularização e sua natureza de hi...
Cibercultura               • O termo ciberespaço foi criado em 1984                 por William Gibson, um escritor norte-...
Cibercultura• O termo Cibercultura especifica um conjunto de técnicas,  materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes...
Cibercultura• A evolução tem como base as novas tecnologias intelectuais,  que originaram alterações no imaginário do ser ...
Cibercultura• A inteligência coletiva jamais irá prescindir da inteligência  pessoal, do esforço individual e do tempo nec...
Cibercultura• É universal porque promove a interconexão generalizada de  computadores que formam a grande rede, mas cada n...
DE ONDE VEM AS BOAS IDÉIAS                VÍDEOhttp://vai.nitrum.com.br/boasideias
ATIVIDADE – LEITURA E ANÁLISE CRÍTICA       CIBER-CULTURA-REMIX           ANDRÉ LEMOS
Cibercultura – alguns pontos•   Criação coletiva desterritorializada•   Ferramentas Wiki•   Open Source•   Copyleft e Crea...
Criação coletiva desterritorializadaErick´s Whitacre Virtual Choir – Lux Aurumque• O compositor norte-americano Eric Whita...
Lux Aurumque – Vídeo de orientaçãohttp://vai.nitrum.com.br/luxaurumque
Lux Aurumque – Lux Soprano IIIhttp://vai.nitrum.com.br/luxsoprano3
Lux Aurumque – Lux Bass IIhttp://vai.nitrum.com.br/luxbass2
Lux Aurumque – Todas as vozeshttp://vai.nitrum.com.br/luxaurumquetodos
Ferramentas Wiki• O conceito é realmente simples - textos publicados na web  que podem ser modificados por qualquer usuári...
Ferramentas Wiki• O conceito é realmente simples - textos publicados na web  que podem ser modificados por qualquer usuári...
Open Source• Qualquer licença de software livre é também uma licença de  código aberto (Open Source), a diferença entre as...
Open Source• Esta nomenclatura e discurso foram cunhados por Eric  Raymond e outros fundadores da Open Source Initiative c...
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Copyleft e Creative Commons        • Creative Commons é uma organização não          governamental sem fins lucrativos loc...
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Redes Sociais - Tipos de Redes           REDE CENTRALIZADA   REDE DESCENTRALIZADA   REDE DISTRIBUÍDA
Redes Sociais - Definições• Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas  ou organizações, conectadas por u...
Redes Sociais - Definições• Muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e  porosidade, por ser uma ligação so...
Redes Sociais - Definições• As Redes Sociais podem operar em diferentes níveis, como,  por exemplo, redes de relacionament...
Redes Sociais - Definições• A criação de uma comunidade no meio digital não difere  muito das comunidades que criamos fora...
Redes Sociais – qual o perfil dos usuários?
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Cibercultura e Redes sociais - aula 01 - turma 03

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Slide da 1ª aula de Cibercultura e Redes Sociais, ministrada para a 3ª turma do MBA em Marketing Digital e Gestão de Projetos Web da Faculdade Pitágoras de Londrina em 05/05/2012 pelo prof.º Giuliano R. de Souza.

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    1. 1. CIBERCULTURA E REDES SOCIAIS 3ª turma Aula 1 – 05/05/2012
    2. 2. Conteúdo Programático1. Revisão de teóricos, fundamentação e contextualização2. Cibercultura e Comunidades em Rede3. Ciberativismo e Cibermilitância4. Inovações em Mídia5. Tecnologias, linguagens e suas interfaces com a comunicação em sociedade6. Redes pessoais, identidade cultural e inovação7. Métricas em Redes Sociais
    3. 3. Antes de falar sobre Cibercultura, vamosconhecer algumas pessoas que valem a penaserem lidos e ouvidosExistem muito outros ótimos autores de temas relacionados acibercultura (Manuel Castells, Francisco Rüdiger, RaquelRecuero, etc.).
    4. 4. Pierre Lévy (Tunísia, 1956) Pierre Lévy nasceu numa família judaica. Fez mestrado em História da Ciência e doutorado em Sociologia e Ciência da Informação e da Comunicação, na Universidade de Sorbonne, França. Trabalha desde 2002 como titular da cadeira de pesquisa em inteligência coletiva na Universidade de Ottawa, Canadá. É membro da Sociedade Real do Canadá (Academia Canadense de Ciências e Humanidades).
    5. 5. Pierre Lévy – alguns livros em português• As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática.• O que é o virtual?• A máquina universo: criação, cognição e cultura informática.• Cibercultura.
    6. 6. Pierre Lévy – alguns livros em português• A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço.• Filosofia world: o mercado, o ciberespaço, a consciência.• A Conexão Planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência.
    7. 7. Pekka Himanen (Finlândia, 1973) Pekka Himanen é um filósofo finlandês conhecido pela sua obra A Ética Hacker e o espírito da era da informação, em que discute a ética hacker. Nasceu na Finlândia. Torna-se doutor em filosofia pela Universidade de Helsinki aos 20 anos. Antes de completar 30 anos, já trabalhava na Universidade de Berkeley com Manuel Castells, de origem catalã.
    8. 8. Pekka Himanen – livro em português
    9. 9. Steven Johnson (Estados Unidos, 1968) Formado em Semiótica e Literatura Inglesa, tem-se destacado como um dos maiores estudiosos da tecnologia digital. É crítico cultural e professor na New York University, destacou-se como colunista dos jornais The New York Times e The Wall Street Journal e das revistas The New Yorker e Harpers Magazine.
    10. 10. Steven Johnson – livros em português• De onde vem as boas idéias.• A invenção do ar: uma saga de ciência, fé, revolução e o nascimento dos Estados Unidos.• De cabeça aberta: conhecendo o cérebro para entender a personalidade humana.• Emergência: a dinâmica de rede em formigas, cérebros, cidades e softwares.
    11. 11. Steven Johnson – livros em português• O mapa fantasma: como a luta de dois homens contra a cólera mudou o destino de nossas metrópoles.• Cultura da interface: como o computador transforma a nossa maneira de criar e comunicar.• Tudo que é ruim é bom para você: como os games e a TV nos tornam mais inteligentes.
    12. 12. André Lemos (Brasil, 1965) Formado em Semiótica e Literatura Inglesa, tem-se destacado como um dos maiores estudiosos da tecnologia digital. É crítico cultural e professor na New York University, destacou-se como colunista dos jornais The New York Times e The Wall Street Journal e das revistas The New Yorker e Harpers Magazine.
    13. 13. André Lemos – livros em português• @re_vira_volta. Uma experiência em Twitteratura.• O Futuro da Internet. Em direção a uma ciberdemocracia planetária. (junto com Pierre Lévy)• Caderno de Viagem. Comunicação, Lugares e Tecnologias.• Comunicação e Mobilidade.• Cidade Digital.• Narrativas Midiáticas Contemporâneas.
    14. 14. André Lemos – livros em português• Cibercidade II. Ciberurbe. A cidade na sociedade da Informação.• Cibercultura. Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea.• Mídia.BR / Livro da XII COMPÓS – 2003.• Janelas do Ciberespaço. Comunicação e Cibercultura.• Cibercidade. As cidades na cibercultura.
    15. 15. André Lemos – livros em português• Olhares sobre a Cibercultura.• Globalização e Educação.
    16. 16. Silvio Meira (Brasil, 1955) Sílvio Meira é professor titular do centro de informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde leciona Engenharia de Software e História e Futuro da Computação; é cientista-chefe do C.E.S.A.R, onde coordena o grupo de inovação e os esforços de gestão de conhecimento e redes sociais, métricas e estimativas em projetos de software e compartilhamento de informação P2P.
    17. 17. Silvio Meira – publicações em portuguêsSilvio Meira não tem necessariamente livros publicados, porémé autor de diversos artigos e participa de diversos vídeos noYoutube, nas mais diversas áreas e programas de TV.•Escreve regularmente para jornais, revistas e no seu blog emhttp://terramagazine.terra.com.br/silviomeira/blog/
    18. 18. Juliano Spyer (Brasil, 1971) Mestre pelo programa de antropologia digital da University College London em 2011. Obteve o grau de distinção por sua pesquisa sobre aprendizado informal no YouTube. Autor de Conectado (Zahar, 2007), primeiro livro brasileiro sobre mídia social, do manual Tudo o que Você Precisa Saber sobre Twitter (2009) e organizador da coletânea Para Entender a Internet (2009).
    19. 19. Juliano Spyer – publicações em portuguêsAs publicações e livros de Juliano Spyer podem ser vistas em doissites seus:•http://www.julianospyer.com.br•http://www.naozero.com.br
    20. 20. O QUE PODE A TECNOLOGIA SEGUNDO SILVIO MEIRA
    21. 21. O que é a Tecnologia?• Tecnologia é a possibilidade de resolver problemas• Se puder ser feito, de alguma forma a tecnologia fará
    22. 22. Ciência X Tecnologia• Cientista desenvolve teorias• O cientista tenta entender o mundo, sistematizar o conhecimento a nosso redor• Engenheiros / tecnólogos criam possibilidades
    23. 23. História da Informação
    24. 24. O homem e a tecnologia“Não existe uma oposição natural entre nóse a tecnologia. Existe uma diferença noespaço e no tempo, de entendermos, nosapropriarmos da tecnologia e fazer o melhoruso dela”. Silvio Meira
    25. 25. O CONCEITO DE VIRTUAL SEGUNDO PIERRE LÉVY
    26. 26. E o que é o Virtual?“Que existe como potência, mas nãorealmente.”“Com possibilidade de realizar-se.”
    27. 27. VirtualizaçãoA constituição do “nós” transformou-seem comunidades virtuais.
    28. 28. E o que é o Virtual? VIRTUAL = FALSO ?
    29. 29. E o que é o Virtual?• O virtual abre portas.• Questiona processos.• Amplia horizontes.
    30. 30. Virtual > Virtualis > VirtusO virtual existe ainda que não seja real ou palpável.
    31. 31. E o que é o Virtual? VIRTUAL ≠ ATUAL
    32. 32. Virtualização• Substituição da presença física.• Mais cooperação.• Fim de departamentos e início de processos de coordenação.
    33. 33. Virtualização e tempo• Aumento dos meios de comunicação.• Transportes mais rápidos.
    34. 34. O Efeito MoebiusO Efeito Moebius é a passagem do interior aoexterior, e do exterior ao interior. Conceito dePierre Lévy. O virtual quebra limites e fronteiras.
    35. 35. As três virtualizações que fizeram o humano• A Linguagem• A Técnica• O Contrato
    36. 36. A Linguagem• É por meio dela que o tempo existe.• A linguagem humana virtualiza o tempo real.• A linguagem abstrai o presente• Com a linguagem contamos histórias e fazemos planos
    37. 37. A Técnica• Consiste em materializar ações e movimentos humanos.• As ferramentas são virtualizações das ações.
    38. 38. O Contrato• Leis que regem as relações humanas.• Fatores que normatizam a sociedade.• Contratos virtualizam a violência
    39. 39. O que podemos concluir?• a virtualização humanizou muito mais as relações e isso aparece em diferentes ferramentas e hábitos.• as relações físicas, de contato, não deixam de existir.• além delas, ainda existem as relações a distância por outros meios de comunicação.
    40. 40. O que podemos concluir?• a virtualização acarreta em um processo de materialização.• ela não precisa ser acompanhada por um desaparecimento.• o virtual é um espaço real e não necessariamente ligado à tecnologia. Mas sim, potencializado por ela.
    41. 41. O que podemos concluir? NO FIM, TUDO É VIRTUAL
    42. 42. A ÉTICA HACKER SEGUNDO PEKKA HIMANEN
    43. 43. O ethos hacker consiste basicamente em:• Acreditar que o compartilhamento de informações beneficia a sociedade como um todo. Portanto os hackers compartilham suas experiências e programam software livre, facilitando o acesso à informação e os recursos disponíveis para computadores sempre que possível. A máxima hacker é "A informação quer ser livre".A verdadeira riqueza é a informação e saber como utilizá-la.
    44. 44. O ethos hacker consiste basicamente em:• Acreditar que penetrar em sistemas por diversão e exploração é eticamente aceitável, desde que não cometa roubo, vandalismo ou quebre a confidencialidade. (Esse princípio não é unânime, alguns consideram a simples invasão como uma ação não ética.)
    45. 45. Mas qual o significado do termo hacker paraPekka Himanen?• Himanen, em sua obra A ética do hacker e o espírito da era da informação (que contém um prólogo de Linus Torvalds e um epílogo de Manuel Castells), propõe resgatar o sentido original do termo hacker.• Segundo Himanen, um hacker não é (como se acredita comumente) um delinqüente, vândalo ou um pirata da informática com grandes conhecimentos técnicos (este é o cracker), mas sim todo aquele que trabalha com grande paixão e entusiasmo pelo que faz. Podendo o termo hacker ser utilizado para outras áreas, por exemplo, a da ciência.
    46. 46. Os princípios da ética hackerNo prefácio do seu livro Hackers: Heroes of the ComputerRevolution, Steven Levy registrou os princípios da ética hacker:•Compartilhamento•Abertura•Descentralização•Livre acesso aos computadores•Melhoria do mundo
    47. 47. Os princípios da ética hackerAlém desses princípios, Steven Levy também detalhou a éticahacker no capítulo 2, The Hacker Ethic:O acesso a computadores - e qualquer outro meio que sejacapaz de ensinar algo sobre como o mundo funciona - deve serilimitado e total.•Esse preceito sempre se refere ao imperativo "mão na massa". Isto é, se umhacker precisa enviar várias mensagens para celulares sem pagar, ao invés deentrar várias vezes na interface web e enviar uma mensagem por vez, eledescobrirá como a interface web funciona e fará um programa automáticopara o envio de mensagens de forma mais ágil e com menos desperdício detempo.
    48. 48. Os princípios da ética hackerToda a informação deve ser livre.•Na sociedade de consumo de hoje, tudo é transformado em mercadoria evendido.•Isso inclui a informação. Mas a informação, só existe na mente das pessoas.Como não se possui a mente de outra pessoa, não podemos comercializarinformações. Uma analogia semelhante é a do velho índio Chefe Touro-Sentado ao dizer "a terra não pode ser possuída".•O hacker busca a informação diariamente e tem prazer em passá-la paraquem quer "pensar" e "criar" coisas novas.
    49. 49. Os princípios da ética hackerDesacredite a autoridade e promova a descentralização.•Um hacker não aceita os famosos argumentos de autoridade e não acreditana centralização como forma ideal de coordenar esforços.
    50. 50. Os princípios da ética hackerHackers devem ser julgados segundo seu hacking, e nãosegundo critérios sujeitos a vieses tais como graus acadêmicos,raça, cor, religião ou posição.•Essa é a base da meritocracia. Se você é bom mesmo, faça o que você sabefazer e os demais o terão em alta conta. Não apareça com diplomas ecertificados que para nada mais servem além de provar que você não sabe doque está falando e tenta esconder esse fato. Isso também pode ser visto numdos documentos de maior expressão das cultura hacker de todos os tempos:o "Manifesto Hacker", publicado no e-zine Phrack 7, em 1986, por TheMentor, logo após ele ter sido preso: "[...] Sim, eu sou um criminoso. Meucrime é o da curiosidade. Meu crime é o de julgar as pessoas pelo que elasdizem e pensam, não pelo que elas parecem ser. [...]"
    51. 51. Os princípios da ética hackerVocê pode criar arte e beleza no computador.•Hacking é equivalente a arte e criatividade. Uma boa programação é umaarte única, que possui a assinatura e o estilo do hacker.
    52. 52. Os princípios da ética hackerComputadores podem mudar sua vida para melhor.•Hackers olham os computadores como a lâmpada de Aladim que eles podemcontrolar. Acreditam que toda a sociedade pode se beneficiar seexperimentar esse poder e se todos pudessem interagir com oscomputadores da forma como os hackers fazem, a ética hacker penetrariatoda a sociedade e os computadores melhorariam o mundo. O primeiroobjetivo do hacker é ensinar à sociedade que o computador abre um mundoilimitado.
    53. 53. DEFININDO O QUE É A CIBERCULTURA
    54. 54. Cibercultura• Para definir Cibercultura é necessário definir primeiro Ciberespaço.• Ciberespaço é um espaço de comunicação que descarta a necessidade do homem físico para constituir a comunicação como fonte de relacionamento, dando ênfase ao ato da imaginação, necessária para a criação de uma imagem anônima, que terá comunhão com os demais.
    55. 55. Cibercultura• Apesar da internet ser o principal ambiente do ciberespaço, devido a sua popularização e sua natureza de hipertexto, o ciberespaço também pode ocorrer na relação do homem com outras tecnologias: celular, pagers, comunicação entre rádio- amadores e por serviços do tipo “tele-amigos”, por exemplo.
    56. 56. Cibercultura • O termo ciberespaço foi criado em 1984 por William Gibson, um escritor norte- americano que mudou-se para o canadá, que usou o termo em seu livro de ficção científica, NEUROMANCER. Este livro trata de uma realidade que se constitui através da produção de um conjunto de tecnologias, enraizadas na sociedade, e que acaba por modificar estruturas e princípios desta e dos indivíduos que nela estão inseridos.
    57. 57. Cibercultura• O termo Cibercultura especifica um conjunto de técnicas, materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço, resumindo as progressivas transformações a que a sociedade digitalmente incluída assiste.
    58. 58. Cibercultura• A evolução tem como base as novas tecnologias intelectuais, que originaram alterações no imaginário do ser humano, na forma como as pessoas se relacionam entre si e com a própria tecnologia. Surgem novos espaços e meios de sociabilidade que, apesar de diferentes dos tradicionais, são estruturalmente semelhantes. O que se verifica é uma reinvenção ou apropriação dos códigos convencionais.• Pontos principais da Cibercultura são a participação e criação de uma inteligência coletiva.
    59. 59. Cibercultura• A inteligência coletiva jamais irá prescindir da inteligência pessoal, do esforço individual e do tempo necessário para aprender, pesquisar, avaliar e integrar-se nas diversas comunidades, mesmo que virtuais.• A cibercultura expressa uma mutação fundamental da própria essência da cultura. De acordo com a tese defendida por Levy, a chave da cultura do futuro é o conceito de universal sem totalidade.
    60. 60. Cibercultura• É universal porque promove a interconexão generalizada de computadores que formam a grande rede, mas cada nó é fonte de heterogeneidade e diversidade de assuntos, abordagens e discussões, em permanente renovação.
    61. 61. DE ONDE VEM AS BOAS IDÉIAS VÍDEOhttp://vai.nitrum.com.br/boasideias
    62. 62. ATIVIDADE – LEITURA E ANÁLISE CRÍTICA CIBER-CULTURA-REMIX ANDRÉ LEMOS
    63. 63. Cibercultura – alguns pontos• Criação coletiva desterritorializada• Ferramentas Wiki• Open Source• Copyleft e Creative Commons• Redes Sociais• Colaboração• Engajamento• Capital Social• Reconhecimento
    64. 64. Criação coletiva desterritorializadaErick´s Whitacre Virtual Choir – Lux Aurumque• O compositor norte-americano Eric Whitacre reuniu pessoas de 12 países diferentes num coro virtual para cantar Lux Aurumque. O resultado traduz-se em 185 vozes misturadas. Ok, e daí? Pois, a particularidade é que cada uma dessas 185 pessoas gravou o seu vídeo em casa apenas assitindo as instruções do compositor no Youtube.
    65. 65. Lux Aurumque – Vídeo de orientaçãohttp://vai.nitrum.com.br/luxaurumque
    66. 66. Lux Aurumque – Lux Soprano IIIhttp://vai.nitrum.com.br/luxsoprano3
    67. 67. Lux Aurumque – Lux Bass IIhttp://vai.nitrum.com.br/luxbass2
    68. 68. Lux Aurumque – Todas as vozeshttp://vai.nitrum.com.br/luxaurumquetodos
    69. 69. Ferramentas Wiki• O conceito é realmente simples - textos publicados na web que podem ser modificados por qualquer usuário, via browser, sem a necessidade de autorização prévia, aliados a um sistema que registra todas as alterações e as exibe, de forma transparente, tornando a construção do conhecimento muito mais fluída.• Na Wikipédia, usuários altamente qualificados pelo produção de conteúdo bem referenciado tornam-se avaliadores de conteúdo das áreas que dominam.• Wiki corporativo - http://wiki.locaweb.com.br
    70. 70. Ferramentas Wiki• O conceito é realmente simples - textos publicados na web que podem ser modificados por qualquer usuário, via browser, sem a necessidade de autorização prévia, aliados a um sistema que registra todas as alterações e as exibe, de forma transparente, tornando a construção do conhecimento muito mais fluída.• Na Wikipédia, usuários altamente qualificados pelo produção de conteúdo bem referenciado tornam-se avaliadores de conteúdo das áreas que dominam. http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_softwares_wiki
    71. 71. Open Source• Qualquer licença de software livre é também uma licença de código aberto (Open Source), a diferença entre as duas nomenclaturas reside essencialmente na sua apresentação.• Enquanto a Free Software Fundations usa o termo "Software Livre" envolta de um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a Open Source Iniative usa o termo "Código Aberto" sob um ponto de vista puramente técnico, evitando (propositadamente) questões éticas.
    72. 72. Open Source• Esta nomenclatura e discurso foram cunhados por Eric Raymond e outros fundadores da Open Source Initiative com o objetivo de apresentar o software livre a empresas de uma forma mais comercial evitando o discurso ético.
    73. 73. Open Source – Vantagens e benefícios• Custo reduzido (nem tudo que é open source sai de graça);• Grande comunidade de desenvolvimento (correções de bugs, plugins, integrações e novas versões);• Versões estáveis lançadas mais rápido que um software de código fechado;• Melhorias e personalizações podem ser feitas pelo próprio usuário se o mesmo tiver conhecimento técnico para realizá- las.
    74. 74. Open Source – Exemplos• Linux – sistema operacional (várias distribuições); – http://br-linux.org/• Open Office – pacote de softwares para escritório; – http://www.broffice.org/• Mozilla Firefox – Nagevador para web – http://br.mozdev.org/• Wordpress – plataforma para blogs / gestão de conteúdo; – http://br.wordpress.org/• Magento – plataforma para e-commerce – http://www.magentocommerce.com/
    75. 75. Copyleft e Creative Commons • Copyleft é uma forma de usar a legislação de proteção dos direitos autorais com o objetivo de retirar barreiras à utilização, difusão e modificação de uma obra criativa devido à aplicação clássica das normas de propriedade intelectual, exigindo que as mesmas liberdades sejam preservadas em versões modificadas. O copyleft difere assim do domínio público, que não apresenta tais exigências. "Copyleft" é um trocadilho com o termo "copyright" que, traduzido literalmente, significa "direitos de copia".
    76. 76. Copyleft e Creative Commons • Uma das razões mais fortes para os autores e criadores aplicarem copyleft aos seus trabalhos é porque desse modo esperam criar as condições mais favoráveis para que mais pessoas se sintam livres para contribuir com melhoramentos e alterações a essa obra, num processo continuado.
    77. 77. Copyleft e Creative Commons • O copyleft funciona como um termo adicional a uma licença. Por exemplo, uma licença livre visa garantir a quem receba uma cópia da obra licenciada as seguintes liberdades: – a liberdade para usar o trabalho, – a liberdade para estudar o trabalho, – a liberdade para copiar e compartilhar o trabalho com os outros, – a liberdade para modificar o trabalho e também para distribuir os trabalhos modificados e derivados.
    78. 78. Copyleft e Creative Commons • Creative Commons é uma organização não governamental sem fins lucrativos localizada em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos, voltada a expandir a quantidade de obras criativas disponíveis, através de suas licenças que permitem a cópia e compartilhamento com menos restrições que o tradicional todos direitos reservados. Para esse fim, a organização criou diversas licenças, conhecidas como licenças Creative Commons.
    79. 79. Copyleft e Creative Commons • As licenças Creative Commons foram idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a égide de uma filosofia copyleft.
    80. 80. Vídeo Creative Commons – Seja Criativohttp://vai.nitrum.com.br/creativecommons
    81. 81. Redes Sociais - Tipos de Redes REDE CENTRALIZADA REDE DESCENTRALIZADA REDE DISTRIBUÍDA
    82. 82. Redes Sociais - Definições• Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes.
    83. 83. Redes Sociais - Definições• Muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão fundamental entre as pessoas se dá através da identidade. Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações.
    84. 84. Redes Sociais - Definições• As Redes Sociais podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (Facebook, Orkut, Myspace, Twitter), redes profissionais (Linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade, como os indivíduos alcançam os seus objetivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
    85. 85. Redes Sociais - Definições• A criação de uma comunidade no meio digital não difere muito das comunidades que criamos fora delas – sempre é a respeito de pessoas que se unem em torno de um tema que interessa a todos, e que deve ser cultivado para que não se perca.
    86. 86. Redes Sociais – qual o perfil dos usuários?
    87. 87. Contato com Giuliano Rodrigues de Souza• E-mail e G-Talk – relacionamento@mbamktdigital.com.br• Celular – 43 9988-2820• Outros contatos – http://www.meadiciona.com/giuliano

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