Jornal escolar 20.ª ed.

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Jornal escolar 20.ª ed.

  1. 1. EBI DE GINETES Volume 20, Edição 20 Maio de 2014 N E S T A E D I Ç Ã O : Coordenador:Coordenador:Coordenador:Coordenador: Max Teles Colaboradores: José DomingosColaboradores: José DomingosColaboradores: José DomingosColaboradores: José Domingos Fonte; Luís Alves; Fátima Peixoto;Fonte; Luís Alves; Fátima Peixoto;Fonte; Luís Alves; Fátima Peixoto;Fonte; Luís Alves; Fátima Peixoto; Sofia Monteiro; departamentos;Sofia Monteiro; departamentos;Sofia Monteiro; departamentos;Sofia Monteiro; departamentos; clubes.clubes.clubes.clubes. Alunos: Mafalda Pavão; Outros.Alunos: Mafalda Pavão; Outros.Alunos: Mafalda Pavão; Outros.Alunos: Mafalda Pavão; Outros. PALAVRAS D’ENCANTAR Editorial 2 Palestra Dia Mundial da Poesia 3 Dez anos de caminha- das 4-5 Corso de carnaval 6 Conhecer a Europa com selos 7 Palhaço Pezinho 8 Convívios 8-10 Hastear da bandeira da Eco-Escola 11 Festa final 2.ºPeríodo 12 Procrastinação 13-15 10 dicas para melho- rar a memória e con- centração 16 Plantas medicinais 17 Ciclo de palestras de Matemática 18-20 Clube Proteção Civil 21 Dependências não Químicas 22 CDEG — Atletismo 23-29 Desporto Adaptado 30-31 Mega sprint/Mega salto 32-33 EB 2,3 DE GINETES Palestra Dia Mundial da Poesia Dez anos de caminhadas Corso de carnaval Convívios desportivos 1.º ciclo e pré Hastear da bandeira da Eco-Escola Ciclo de palestras de Matemática CDEG — Atletismo: Max Teles e Rui Viveiros Campeões de Corta-Mato e Estrada da Associação de Atletismo de S. Miguel.
  2. 2. Volume 20, Edição 20Página 2 A ESCOLA “AZUL” Já lá vão dez anos! Como o tempo corre! Hoje, recordo o processo que levou à constru- ção desta escola “azul”. A ideia de se construir uma escola na costa sul do concelho de Ponta Delga- da apareceu nas eleições autárquicas de 1986. Assim, se pensou em resolver o grande problema dos estu- dantes que, desta zona, após o 2.º ano da Telescola, se deslocavam diariamente para Ponta Delgada, obri- gando-os a levantar bastante cedo (nas Sete Cidades pelas 6:00 horas) e muitas das vezes só regressavam a casa às 20:00 horas. Apesar destes contratempos muitos dos nossos jovens, foram heróis e singraram na vida estudantil, outros nem tanto. No entanto, a boa nova não passou de uma mera publicidade política com o intuito de angariar votos. O próprio partido que lançou a ideia (partido no poder) comprometia-se, em panfletos de propaganda eleitoral, construí-la em duas freguesias: Feteiras e Ginetes. Pelo que nasceu um conflito de interesses entre as duas freguesias. Pela localização da escola nas Feteiras, para além da sua população, muitos dos intelectuais residentes em Ponta Delgada que viam na proximidade da cidade uma mais-valia para os profes- sores nas suas deslocações diárias. A favor da cons- trução da escola nos Ginetes estavam as populações desta e das freguesias situadas a sul e alegavam que a escola deveria ficar centralizada para melhor servir os alunos, como a parte mais interessada. Este conflito de interesses levou a que nas eleições autarquias de 1989, o partido em questão já não apresentou esta proposta eleitoral alegando que, devido à redução da natalidade, deixou de se justificar a construção de mais uma escola. No entanto, a pro- posta de se construir a escola nos Ginetes passou a fazer parte nos prospetos dos outros partidos, nomea- damente a coligação PS, CDS, PRD. Com a vitória do PS em 1997, a proposta elei- toralista começou a ganhar forma. Ainda em 1998 o projeto para a escola foi a concurso. A firma do arqui- teto Farelo Pinto (o mesmo que projetou a escola das Laranjeiras) ganhou o concurso e o projeto da escola foi apresentado publicamente, em agosto de 2000, na sede da Banda Filarmónica Minerva dos Ginetes. Dois terrenos reuniam as condições para a construção da escola: a Lomba da Correia e o terreno das “Quintas” no Caminho Novo. Foi escolhido o terre- no do Caminho Novo porque e uma vez que a maioria dos frequentadores da escola (professores) viriam de Ponta Delgada ao obrigá-los a passar pelo centro da freguesia, os cafés e casas comerciais poderiam bene- ficiar com possíveis paragens. Pelo que foram adquiridos 25.865 m2 ao senhor José de Melo e nele se construiu a Escola “Azul” que, na altura, orçou em 7. 273. 288.93€. A empreitada de construção foi atribuída por concurso à sociedade Engil SA, Sanibetão e Luis Gomes Lda. A empresa Tavares Vieira, lda foi a responsável pela fiscalização. As obras tiveram o seu início em setem- bro de 2001 Em 15 de setembro de 2003 procedeu-se, com toda a pompa e circunstância, à inauguração do EB 2,3 de Ginetes. Recordo ainda um facto humorístico ocorrido durante uma visita à obra do então presidente do Governo Regional Carlo César. Ao pedi - lhe a ilumina- ção para o campo de relva sintética, um engenheiro, introduzindo-se na conversa, fez o seguinte reparo.” O senhor professor! Sabe que o Eusébio foi o melhor jogador do mundo e não teve as instalações des- portivas que aqui vemos!” Ao que lhe respondi de pronto “Saiba senhor engenheiro, que, nas horas em que pensamos utilizar este espaço, já o Eusébio esta- ria dentro da palhota com o medo do leão.” houve gargalhada geral com parabéns e tudo, mas de iluminação nada. O Presidente do Conselho Executivo Prof. José Domingos Fonte
  3. 3. Volume 20, Edição 20Página 3 Palestra Dia Mundial da Poesia com Ruben Correia No dia 21 de março de 2014, comemorou-se o dia da Poesia na EB 2,3 de Ginetes, um evento organizado pela coordenadora da Biblioteca, profes- sora Fátima Perestrelo. O grande convidado foi o jovem escritor aço- riano Ruben Correia que levou à nossa escola o gosto pela leitura e escrita. Este jovem talento, já premiado e elogiado pela crítica, falou sobre os seus três livros já editados e o quarto que está na forja. A acompanhar o seu discurso passou um desenho animado, bastante conseguido, tudo “made in azores”. Houve também lugar a perguntas e respostas sobre a obra do jovem escritor, por par- te dos alunos dos segundo e terceiro ciclos. Por fim, a professora Fátima Perestrelo encerrou a palestra recomendando a todos os dis- centes boas leituras e quiçá possa surgir um novo jovem escritor dos presentes. A palestra finalizou com a oferta de uma tela, pintada pelo Senhor Presidente do Conselho Executivo, José Domingos Fonte, entregue pelo Vice-Presidente do Conselho Executivo, Max Teles, ao jovem escritor Ruben Correia. Prof. Max Teles
  4. 4. Volume 20, Edição 20Página 4 DEZ ANOS DE CAMINHADAS Comemora-se este ano o décimo aniversá- rio das caminhadas por mim organizadas. Mais precisamente, foi no dia 06-03-2004, na Rocha da Relva que aconteceu o primeiro passeio, designa- do por “Passeio de Abertura”, contando com 11 participantes, que percorreram 11,6 quilómetros. Este ano já iniciámos a 11º temporada que já con- ta com dois passeios realizados. Como balanço, apresento aqui alguns dados de dez anos de atividades pedestres: 61 caminhadas no total, o que dá uma média de 6 caminhadas por ano; 603 participantes - média de 9,89 participantes por caminhada; 753 quilómetros percorridos - média de 12,34 qui- lómetros por caminhada; A caminhada mais participada contou com 49 par- ticipantes; A caminhada menos participada contou com 2 par- ticipantes; A caminhada mais longa foi de 20,8 quilómetros; A caminhada mais curta foi de 5.4quilómetros. O ano com mais caminhadas 2004 – 9 caminha- das; O ano com menos caminhadas 2011 – 2 caminha- das; Os lugares onde decorreram as caminha- das foram, dos mais visitados para os menos: Sete Cidades - 9 vezes; Lagoas Empadadas- 8 vezes; Lagoa do Fogo - 7 vezes; Lagoa das Fur- nas- 7 vezes; Mosteiros - 6 vezes; Lombadas - 4 vezes; Monte Escuro - 4 vezes; Pico da Vara- 3 vezes; Relva - 3 vezes; Salto do Cabrito - 3 vezes; Cumeeiras - 2 vezes; Ribeira Quente - 2 vezes; Água de Pau - 1 vez; Serra Gorda - 1 vez; Tron- queira - 1 vez. Outros locais visitados, próximos dos tri- lhos dos passeios: Vista do Rei, Lagoas das Sete Cidades, Seara, Caldeira do Alferes, Cumeeiras, Mosteiros, Pico de Mafra, Lomba do Vasco, Torrão Branco, Rocha Queimada, Beira-mar/ Porto dos Mosteiros, Muro do carvão, Lagoa do Carvão, Santos de Cima, Pico das Éguas, Lagoa do Canário, Mira- douro dos Sombreiros, Praia de Água de Alto, Ribeira da Praia, Pico da Praia, Clemente da Cos- ta Caldeiras da Ribeira Grande, Mata das Lomba- das, Lombadas, Sanguinhal, Ribeira Seca, Espi- gão do Pau, Espigão da Ovelha, Monte Escuro, Ribeira das Tainhas, Pico Dona Guiomar, Lagoa do Areeiro, Pico da Roça Velha, Salto do Cavalo, Espigão de Oveiras, Planalto dos Graminhais, Ser- ra da Tronqueira, Pico da Vara, Miradouro da rel- va, Rocha da Relva, Miradouro das Feteiras, Represa da Ribeira Grande, Central da Fajã do Redondo, Salto do Cabrito, Pico Vermelho, Fonte da Serra, Pico da Cruz, Porto da Ribeira Quente, Ponta do Garajau, Agrião, Bode1, Aguilhões, Ribeira do Lance, Ribeira das Barrelas, Serra de Água de Pau, Ribeira das Três Voltas, Pico da Barrosa, Fajã de Baixo, Caminho do Torreão, Pinhal da Paz, Fajã de Cima, Pico da Contenda, Serra Gorda, Miradouro da Tronqueira. Foram dez anos de bom convívio, boa camaradagem, muito exercício físico e observação da natureza. Espero desenvolver esta atividade enquanto puder e desde que haja adesão e inte- ressados. Todos são bem-vindos e podem partici- par, apareçam! Junto ainda duas fotos, uma do primeiro passeio realizado, e outra, do passeio mais recen- te. Um abraço, Prof. Luís Alves
  5. 5. Volume 20, Edição 20Página 5
  6. 6. Volume 20, Edição 20Página 6 Corso de Carnaval 2014 EBI de Ginetes Uma vez mais, a EBI de Ginetes parti- cipou no Corso Carnavalesco realizado em Ponta Delgada, no dia 28 de fevereiro, em que várias escolas do concelho de Ponta Delgada deram um enorme colorido a esta festa. Partiram da EBI de Ginetes várias escolas do 1.º ciclo e jardim de infância, bem como algumas turmas da Escola Básica 2,3. Não existia um tema comum para todos, pois foi deixado livre arbítrio aos foliões, mascaran- do-se conforme lhes era mais conveniente. Desfilaram pelas ruas de Ponta Delga- da num imenso emaranhado de cores, alegria contagiante e brincadeiras próprias da época festiva, em que ninguém leva a mal, pois é Carnaval. Regressaram às suas escolas cansa- dos, mas bem dispostos e prontos para reno- varem as energias gastas na folia. Prof. Max Teles
  7. 7. Volume 20, Edição 20Página 7 CONHECER A EUROPA COM SELOS No passado mês de fevereiro esteve patente na nossa escola uma exposição intitulada “Conhecer a Europa com selos”. A exposição convidava toda a comunidade escolar a ini- ciar uma “viagem” para conhe- cer, através do “pequeno retân- gulo”, curiosidades e um pouco da história dos diferentes países europeus. Paralelamente foi comemorado, o dia de S. Valentim, com a entrega de cartas de amor e amizade. Muitos foram os alunos, e também alguns professores, que quiseram deixar uma mensagem espe- cial para aquela pessoa queri- da. Esta atividade foi executa- da, com grande empenho e entusiasmo, pelos alunos que frequentam o Clube Europeu e contou com a colaboração do departamento de Filatelis- mo dos CTT. Clube Europeu
  8. 8. Volume 20, Edição 20Página 8 O palhaço Pezinho ensina truques de magia No dia catorze de fevereiro de 2014, durante a aula de Cidadania, no anfiteatro da Escola Básica 2,3 de Ginetes, o palhaço Pezinho veio ensi- nar aos alunos da Assembleia de tur- mas a fazerem truques de magia. O palhaço Pezinho veio demonstrar as suas técnicas de magia porque os professores de Cidadania dos 5ºB, 6ºB e C, 8ºC e Sala fixe con- vidaram-no para demonstrar as suas habilidades e incentivar os discentes a serem estudiosos e persistentes. Para terminar foi-lhe oferecida uma tela com uma caricatura, como forma de agradecimento pela sua presença. Turmas 6ºC Convívio No dia 3 de Abril, na EB1/JI Dr. Carlos Bettencourt Leça (Ginetes) realizou-se um con- vívio. Contou com a participação dos alunos e professores. Os alunos mostraram o que apren- deram nas aulas de expressão físico-motora, divertiram-se, conviveram com todos os colegas da sua escola e praticaram muito desporto! Prof.ª Fátima Peixoto
  9. 9. Volume 19, Edição 19Página 9 Convívio No dia 20 de Março, no Pinhal da Paz, na EB1/JI Comendador Ângelo José Dias (Mosteiros) realizou-se um convívio. Contou com a participação dos alunos e professores. Os alunos mostraram o que aprenderam nas aulas de expressão físico-motora, divertiram- se, conviveram com todos os colegas da sua escola e praticaram muito desporto! Prof.ª Fátima Peixoto Convívio No dia 2 de abril, na EB1/JI de Mosteiros reali- zou-se um convívio. Contou com a participação dos alunos e professores. Os alunos mostraram o que aprenderam nas aulas de expressão físi- co-motora, divertiram-se, conviveram com todos os colegas da sua escola e praticaram muito desporto! Prof.ª Fátima Peixoto
  10. 10. Volume 20, Edição 20Página 10 Convívio No dia 1 de abril, na EB1/JI Carlos Pavão de Medeiros (Várzea) realizou-se um convívio. Contou com a participação dos alunos e professores. Os alunos mostraram o que aprenderam nas aulas de expressão físico- motora, divertiram-se, conviveram com todos os colegas da sua escola e praticaram muito desporto! Prof.ª Fátima Peixoto Amor É uma palavra com significado, É uma palavra sem explicação. É ter medo de fazer algo errado Quando bate forte no coração. Amar também é sofrer, Amar também é chorar, Sentir o mundo a ceder Quando sentimos que tudo está a acabar. Por vezes, o amor é traiçoeiro. Confiamos em quem nos desilude, Entregamo-nos a um feiticeiro Que no fim nos ilude. Não te desvies da realidade, Deves estar sempre em cima. Conta com os amigos de verdade, Pensa que tens muita coisa que te amina. Francisca Bento Sónia Martins Profij – Operador de jardinagem (2º ano)
  11. 11. Volume 20, Edição 20Página 11 Cerimónia do hastear da ban- deira da Eco-Escola No dia 02 de abril, no auditório da EBI de Ginetes e posteriormente no exterior, realizou-se a entrega do diploma e bandeira da Eco-Escola. Alguns alunos e o Sr. Presidente do Con- selho Executivo, José Domingos Fonte recebe- ram a bandeira e diploma da Eco-Escola, ambos símbolos do bom trabalho efetuado no ano letivo transato, no que diz respeito à limpeza, recicla- gem , gastos de energia, enfim à sustentabilida- de ecológica da nossa escola. Após um pequeno discurso por parte do Presidente da Escola, seguimos para o exterior, onde foi hasteada a bandeira da Eco-Escola e cantado o seu hino. Prof. Max Teles
  12. 12. Volume 20, Edição 20Página 12 Festa da Páscoa Final do 2.º Período A habitual festa de encerramento do 2.º período, levou alunos, funcionários e professores a mais um concurso de talentos. O nosso auditório encheu-se de música e arte, em que cada participante deu o melhor de si no seu género artístico: música, dança e outros. Após as brilhantes atuações dos partici- pantes, o júri teve a difícil tarefa de eleger o ven- cedor. Logicamente, todos são vencedores, já que deram o melhor de si, num concurso que se vai enraizando nos hábitos dos alunos, em finais de período. De destacar a excelente organização do evento por parte do grupo de Educação Musical e seus colaboradores. Esperamos que continuem a aparecer novos talentos na nossa escola. Prof. Max Teles
  13. 13. Volume 20, Edição 20Página 13 “Agora não, leio mais tarde …!”“Agora não, leio mais tarde …!”“Agora não, leio mais tarde …!”“Agora não, leio mais tarde …!” PROCRASTINAÇÃOPROCRASTINAÇÃOPROCRASTINAÇÃOPROCRASTINAÇÃO pro—cras—ti—na—ção (latim procrastinatio, -onis) substantivo feminino Ato ou efeito de procrastinar. = ADIAMENTO in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa A procrastinação consiste em atrasar ou adiar sistematicamente a realização de atividades importantes. Procrastinar implica deixar que as tarefas de baixa prioridade antecipem as de alta prioridade. Por exemplo, socializar com os colegas quando temos um trabalho para entregar na próxima semana, ver televisão ou jogar computador em vez de estudar, falar acerca de coisas superficiais com a namorada em vez de aprofundar os assuntos e preocupações relacionados com a relação, ou arrumar o quarto e orga- nizar tudo até ao mais ínfimo pormenor, mas acabar por não estudar. O conceito de tarefa abrange assim uma vasta ampli- tude de domínios. Qualquer tipo de pro- crastinação envolve a decisão de adiar. Esta decisão pode levar a um alívio tem- porário imediato, mas a médio ou longo prazo pode conduzir a uma baixa sensação de auto-eficácia, sentimentos de culpa, inadequação, autodepreciação, depressão, incerteza, ansiedade, para além das consequências adversas que advêm da não realização das tarefas (oportunidades desperdiça- das, fraco desempenho; notas baixas, aumento do stress, sensação de falta de domínio ou controlo, deixar de conseguir acompanhar as cadeiras, etc.). Os resultados da procrastinação podem facilmen- te interferir com sucesso académico/profissional e pessoal das pessoas.
  14. 14. Volume 20, Edição 20Página 14 Quando é que a procrastinação se torna um problema? A procrastinação torna-se um problema quando o comportamento atinge uma gravidade e extensão que afeta negativamente a autoestima, o valor-próprio, o autocontrolo e a autoeficácia. Revela-se igualmente um problema quando inter- fere com a qualidade do trabalho (a qual resulta significativamente mais baixa do que as capacida- des do individuo), influenciando consequentemen- te a confiança na responsabilidade dada ao indivi- duo e o aumento de relações conflituosas. Este adiamento de tarefas proporciona uma sensação de bem-estar temporário, o que reforça a própria procrastinação, tornando difícil agir no sentido inverso. Estamos, por isso, peran- te um ciclo de funcionamento que se autoalimen- ta, com tendência a se perpetuar, alastrar e inten- sificar para diferentes áreas da nossa vida. O primeiro passo para a mudança, para inverter o sentido deste ciclo autossustentável, é a O que causa e desencadeia a Pro- crastinação? A procrastinação desencadeia-se devido a vários fatores, entre os quais: má gestão de tem- po; condições ambientais e dificuldades de con- centração; condições físicas; ansiedade nas situações de avaliação; ansiedade relativamente às expectativas que os outros têm de nós; cren- ças e pensamentos disfuncionais; obrigações, deveres e sentimento de culpa; falta de motiva- ção; modelo de perfeição; expectativas irrealistas e perfeccionismo; medo de falhar; baixa tolerân- cia à frustração; falta de recompensas; ambigui- dade e falta de informação; medo do desconheci- do; dificuldades em lidar com a tarefa; pouca assertividade; excesso de tarefas; entre outras causas. Depois de se ter consciencializado dos teus pro- cessos, causas e mecanismos subjacentes à pro- crastinação, é de esperar que esteja melhor pre- parado para enfrentar a mudança. Posteriormen- te, pretende-se ajudar nessa tomada de decisão e Como Parar de Procrastinar? DEFINIR A TAREFA EM CAUSA, TOMAR UMA DECISÃO INFORMADA, ANTECIPAR OBS- TÁCULOS E SOLUÇÕES (Comece por definir bre- vemente a tarefa que tem estado a adiar. Faça uma lista das vantagens desse adiamento e depois, faça uma lista das desvantagens. Faça uma lista das razões para começar hoje a execu- ção dessa tarefa, bem como as razões para não começar hoje. Se concluir que não quer começar hoje, então não estará necessariamente a procras- tinar uma vez que tomou uma decisão informada. Se concluir que quer começar hoje, defina a hora em que está disposto a começar. Posteriormente invista algum tempo a refletir sobre os passos necessários para a execução da tarefa e antecipe possíveis obstáculos, preveja soluções para ultra- passar esses obstáculos. Tenha em atenção que esses obstáculos podem ser os seus pensamen- tos, sentimentos (conforto, segurança, controlo), comportamentos, etc ) IDENTIFICAR AS ESTRATÉGIAS DE EVI- TAMENTO (São elas que alimentam a procrastina- ção, é importante estar atento à sua forma, ao quando e onde é que as utiliza e consequentemen- te, reflita sobre a forma como pode diminuir e con- trolar progressivamente estas estratégias). ESTABELER OBJETIVOS CLAROS, ESPECÍFICOS, REALISTAS E PRÓXIMOS NO TEMPO (Por exemplo, fazer três exercícios, traba- lhar todos os dias durante 45 minutos e descansar 15 minutos, etc..) IDENTIFICAR AQUILO QUE É NECESSÁ- RIO PARA COMPLETAR A TAREFA EM DETER- MINADO TEMPO (é importante ter uma visão glo- bal do trabalho a realizar e dos meios que precisa para o alcançar)
  15. 15. Volume 20, Edição 20Página 15 (Continuação) ESTABELECER PRIORIDADES (Faça uma lista de todas as tarefas que tem a fazer de acordo com a sua importância, deixando as mais agradáveis ou fáceis para o final) DIVIDIR AS TAREFAS (Alguns trabalhos/projetos podem parecer impossíveis de alcançar. Divide-os em partes pequena e executá-los passo a passo pode ser útil com as tarefas que podem parecer (ou ser) desagradáveis). AUTO-AVALIAÇÃO (Registe visualmente os seus progresso nos passos que vai conseguindo reali- zar, é igualmente importante avaliar os problemas que vão surgindo e procurar ultrapassá-los rapida- mente) ORGANIZAÇÃO (Tente ter todo o material neces- sário antes de começar a tarefa e criar uma área de trabalho minimamente organizada e livre de distrações. Tenha também em atenção as condi- ções de luminosidade, de temperatura, alimenta- ção, sono e fadiga. AUTO-CONHECIMENTO (Procure conhecer qual a altura do dia em que és mais produtivo para poder executar as tarefas de maior prioridade nas alturas de maior produtividade. Certifique-se de que a tarefa a realizar é importante para si, reven- do, se necessário, as suas intenções. Lembre-se de se auto-reforçar! AFASTAR SENTIMENTOS DE CULPA (Procure não se rotular nem fazer juízos de valor negativos em relação a si próprio) CALENDARIZAR (O uso de calendários Anuais, Mensais, Semanais e Diários são úteis para pla- nificar as tarefas a realizar, permitindo ter uma visão global do progresso das tarefas já realiza- das. É importante que esta planificação seja flexí- vel.) RESPEITAR O SEU RITMO DE MUDANÇA (Quando tentar mudar, lembre-se que está a inter- ferir com os seus hábitos – muitas vezes difíceis de alterar! - pelo que é natural que tenha alguma recaída. Valorize o seu esforço e persistência, valorize os seus erros, crie as suas rotinas e dedi- que algum tempo do dia ou da semana para ser o seu espaço sem planos. PENSAMENTOS NEGATIVOS DISFUNCIONAIS versus PENSAMENTOS POSITIVOS FUNCIO- NAIS (“Quanto mais depressa terminar, mais depressa me vou divertir”; “Se na fizer agora, mais tarde os custos e o desconforto serão ainda maiores” Não é a motivação que faz o trabalho, mas a ação, depois de agir é natural surja a motivação à medi- da que domínio e interesse pela tarefa). DELEGAR (quando se torna humanamente impossível cumprir todas as tarefas, torna-se fun- damental saber delegar). PEDIR AJUDA (Se a tarefa se revelar muito desa- gradável para si tendo mesmo de a executar ajuda e orientação de alguém mais experiente na tarefa que tens a realizar). DIMINUIR OS CRITÉRIOS DE DESEMPENHO PERFECCIONISTAS (Lembre-se que não fazer um determinado trabalho pode ser pior do que fazê -lo de uma forma menos que perfeita. Não deixe que o medo de não fazer um trabalho perfeito interfira com a sua produtividade . REDUZIR OS NÍVEIS DE ANSIEDADE (Se se preocupa com o que os outros poderão pensar do seu desempenho, tenta avaliar qual o impacto que essa eventual reação por parte dos outros terá na tua vida. Questione-se: daqui a uma semana ainda se lembrará dessa avaliação negativa?) RECOMPENSAR (O auto-reforço tem um efeito poderoso no desenvolvimento de uma atitude anti- procrastinação. Celebre, orgulhe-se, sorria, relaxe, divirta-se após a realização de uma tarefa ou de um conjunto de tarefas. Comprometa-se consigo mesmo e valorize as suas realizações!) Psicóloga Sofia Monteiro
  16. 16. Volume 20, Edição 20Página 16 10 DICAS PARA MELHORAR A SUA10 DICAS PARA MELHORAR A SUA10 DICAS PARA MELHORAR A SUA10 DICAS PARA MELHORAR A SUA CONCENTRAÇÃO E MEMÓRIA.CONCENTRAÇÃO E MEMÓRIA.CONCENTRAÇÃO E MEMÓRIA.CONCENTRAÇÃO E MEMÓRIA. MEMÓRIA - CONCENTRAÇÃO - APRENDIZAGEM, três conceitos frequentemente relacionados. A memória e concentração são essenciais para a aprendizagem. Quando temos uma boa capacidade de concentração, exercitamos a nossa memória que, por sua vez, quanto melhor for mais conteúdos nos permiti- rá absorver. Durma bem: A falta de sono tem um impacto direto sobre a capacidade de concentração. O sono tem sido referido em diversos estudos como um pro- cesso importante para consolidar e guardar memó- rias formadas. Descanse: Contemple no seu dia-a-dia pequenas pau- sas nas quais se permita esvaziar a mente, de for- ma a promover momentos de consolidação e evi- tando assim gerar preocupações excessivas e ansiedade. Alimente-se: mantenha uma alimentação variada e equilibrada, rica em alimentos naturais. Faça exercício físico: praticar atividade física leve, moderada e regularmente mantém o seu cérebro oxigenado e nutrido. Regule o stress: níveis elevados de stress vêm sido referenciados como prejudiciais ao processo de aprendizagem e memória há muito tempo. Senti- mentos e emoções negativas como o medo e a angústia influenciam negativamente a capacidade de reflexão e julgamento. Procure aprofundar o seu auto-conhecimento, aprendendo quais as melhores estratégias para o seu autocontrolo e gestão emocional. Organize-se: estabeleça rotinas, no sentido de organi- zar o dia-a-dia, planifique. Faça associações: Procure relacionar novos conheci- mentos com os que já possui. Desafie-se: Procure realizar atividades diferentes das habituais da sua rotina, ou seja, saia do “piloto automático”, estas atividades (tão simples como, por exemplo, ir por um caminho diferente para o trabalho, experimentar uma aula de dança, pintura, ler sobre um tema do qual não tem muito conheci- mento, entre outras) estimulam a atenção ativa. Exercite os seus neurónios: Estimular as células cerebrais, mantendo uma mente ativa através da estimulação das funções cognitivas superiores (memória, linguagem, velocidade de processamen- to, entre outras) ajuda a amenizar os efeitos do envelhecimento. Além disso, porque contribuem para a qualidade do seu desempenho, pode melhorar a sua produtividade, logo a sua satisfa- ção pessoal. Inclua no seu dia-a-dia atividades cognitivamente estimulantes, alguns exercícios simples e acessíveis podem ser bastante úteis como, por exemplo, palavras cruzadas; sopa de letras; sudoku; jogos de diferenças; resolver enig- mas; montar quebra-cabeças; ver um filme ou ler um livro e depois contar a alguém a síntese do que viu/leu; escrever a lista de compras mas evitar usá -la durante as compras (no entanto, confira no final de as realizar!); alterne o seu lado dominante, por exemplo, escove os dentes ou abra a porta de casa com a outra mão; entre outros. Ponha em práticas estas dicas! Psicóloga Sofia Monteiro
  17. 17. Volume 20, Edição 20Página 17 Plantas medicinais. Historia das plantas medicinais O uso de plantas como medicamentos antecede a história huma- na escrita. Muitas das ervas e temperos usados por seres huma- nos para temperar comida também produzem compostos medici- nais úteis. O uso de ervas e especiarias na culinária desenvolveu- se em parte como uma resposta à ameaça de agentes patogéni- cos de origem alimentar. Em todas as culturas os vegetais são menos temperados do que as carnes, presumivelmente porque são mais resistentes à deterioração. Para que servem as plantas medicinais? As plantas medicinais servem para com- plementar o tratamento de diversas doenças mas não devem ser utilizadas sem o conheci- mento do médico pois podem ocasionar alguma interação e interferir no processo de cura da doença. O que são plantas medicinais ? As plantas medicinais são todas aquelas que possuem princípios ativos e que ajudam no tratamento de doenças. Elas são utilizadas sob a forma de chás ou infusões que devem ser ingeridos diariamente, enquanto durar o tratamento, mas é preciso ter cuidado ao consumi-las pois algumas são tóxicas e potencialmente abortivas, como por exemplo alguns tipos de babosa. A maior concentração de plantas medicinais encontra-se na Amazónia devido ao clima típico da região, mas a maioria delas pode ser encontrada nas lojas de produtos naturais e nas farmácias de manipulação. Elaborado por: Mafalda Pavão 5º A, no âmbito da disciplina de Ciências da Natureza.
  18. 18. Volume 20, Edição 20Página 18 Ciclo de Palestras de Matemática O Departamento de Matemática e Infor- mática da Escola Básica Integrada de Ginetes (DMIEBIG) em colaboração com o Departamento de Matemática da Universidade dos Açores (DMAç) decidiu, no decorrer do presente ano leti- vo, e no âmbito do Plano Anual de Atividades (PAA) proporcionar um ciclo de palestras que visassem demonstrar que a Matemática é uma disciplina fundamental e transversal a todas as áreas do conhecimento humano e que vai muito para além do que eles aprendem nos bancos da escola. Neste sentido, entendeu-se que este ciclo deveria ser constituído por cinco palestras, uma por cada ano de ensino lecionado na nossa esco- la. De entre as várias possibilidades apre- sentadas pelos investigadores do DMAç, os docentes do DMIEBIG selecionaram as palestras que a seguir se indicam, por considerarem que focavam aspetos interessantes para o público- alvo em questão. Assim, para os alunos dos 5.º e 6.º anos de escolaridade selecionaram-se as palestras Fascínio e Magia dos Números Natu- rais e Jogos Matemáticos do mundo que serão proferidas pela professora Helena Sousa Melo, nos dias 23 de abril e 2 de maio, respetivamente. No que concerne ao 3.º ciclo, para os discentes do 7.º ano e Profij do 1.º ano foi selecionada a palestra Truques e magia com Aritmética e Geo- metria proferida, também, pela professora já refe- rida e que se realizou no dia 14 de março. Para os alunos do 8.º ano e Profij do 2.º ano optou-se pela palestra intitulada Matemática, matemática minha diz-me se há alguém mais belo do que eu que será apresentada pela professora Maria do Carmo Martins no dia 24 de abril. Finalmente, para o 9.º ano e OP III foi apresentada pelo pro- fessor Ricardo Teixeira a palestra Números de identificação e algarismos de controlo: dos códi- gos de barras às notas de euro, no dia 26 de março. Departamento de Matemática e Informática
  19. 19. Volume 20, Edição 20Página 19 Truques e magia com aritmética e geometria Decorreu no dia 14 de março, pelas 13 horas e 35 minutos, no anfiteatro desta escola a palestra Truques e magia com Aritmética e Geo- metria proferida pela professora Helena Melo docente do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores, tendo por participantes os alunos do 7.º ano de escolaridade desta uni- dade orgânica. De acordo com o resumo da palestra é referido que “os números e as formas geométri- cas encontram-se por todo o lado” e que, conse- quentemente, “vivemos num mundo repleto de Matemática”. Assim, “para além da sua clara e necessária utilização e aplicação, a matemática também pode ser divertida”. Com o intuito de mostrar a vertente recreativa da Matemática foram apresentados, alguns truques e magias que tiveram por base determinados conceitos matemáticos, quer de aritmética, quer de geometria. A assistência viu-se envolvida no fascinante mundo mágico da Matemática e vibrou com alguns dos truques apresentados. A grande maioria dos alunos presentes mostrou grande interesse e entusiasmo na palestra, participando de forma efusiva e algo surpreendente. Departamento de Matemática e Informática
  20. 20. Volume 20, Edição 20Página 20 Número de identificação e algarismos de controlo: dos códigos de barras às notas de euro Decorreu no dia 26 de março, pelas 10 horas e 30 minutos, no anfiteatro desta escola a palestra Números de identificação e algarismos de controlo: dos códigos de barras às notas de euro proferida pelo professor Ricardo Teixeira, docente do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores, tendo por participantes os alunos do 9.º ano de escolaridade e das tur- mas OP III e Profij 2ºano da nossa escola. Tendo por base o resumo da palestra pode-se constatar que “as conexões matemáti- cas desempenham um papel nuclear na aprendi- zagem dos alunos e devem estar presentes ao longo de todo o seu percurso escolar. Os progra- mas e orientações curriculares, nacionais e inter- nacionais, apontam precisamente nesse senti- do”. Deste ponto de vista, durante a palestra, exploraram-se algumas aplicações da Aritmética Modular na vida do dia a dia, nomeadamente como funcionam os códigos de barras, os núme- ros de série das notas de euro e o número de identificação civil. Em todos os sistemas de iden- tificação modulares analisados, os conceitos matemáticos utilizados foram simples, mas fun- damentais na deteção de erros comuns que podem surgir na utilização quotidiana destes números. Os discentes presentes mostraram inte- resse e curiosidade pelos assuntos abordados, uma vez que não tinham conhecimento que a Matemática estava intimamente ligada às situa- ções descritas. Departamento de Matemática e Informática
  21. 21. Volume 20, Edição 20Página 21 Clube de Proteção Civil No dia 19 de março de 2014, alguns dos elementos do Clube de Proteção Civil, da Escola Básica Integrada de Ginetes, deslocaram-se à EB1/JI Dr. Carlos Bettencourt Leça e realizaram uma pequena sessão de sensibilização sobre a Proteção Civil a todos os alunos da referida esco- la. Após a sessão, procederam à distribuição de uma pequena sacola, que continha uma esfero- gráfica, uma régua e alguns panfletos alusivos a algumas catástrofes naturais (como proceder). Os alunos foram muito recetivos, participaram ativa- mente na sessão de sensibilização e ficaram muito contentes com a recordação. Clube Proteção Civil Dia do Pai ( 19 de março) Quando for grande quero ser pai! Estou na escola e só tenho dez anos mas, penso um dia ser pai, porque dou muito valor ao meu. Acho que ser pai é ter uma responsabilidade muito grande para educar os filhos, alimentá-los e dar-lhes tudo quanto precisam. Sinto que é muito bonito dar carinho a um filho, como vejo o meu pai com um grande sorriso quando me vê chegar e sinto que ele, por isso, fica muito feliz. Assim, um dia, sinto que vou ser um bom pai e sempre presente, para poder fazer os meus filhos felizes como eu sou e para eles receberem a educação necessária para serem alguém na vida. E é por tudo isto que um dia quero ser pai. Gonçalo Câmara 5º A
  22. 22. Volume 20, Edição 20Página 22 Dependências não Químicas Hoje em dia, cada vez mais, as dependên- cias não químicas são uma realidade entre nós! Estas dependências estabelecem-se sem que haja uma íntima relação do dependente com uma substância, mas sim com um determinado comportamento, atitude ou atividade. A pessoa é incapaz de resistir ao desejo de realizar esse com- portamento, que se pode tornar o centro da sua existência. A internet, os telemóveis, os jogos de vídeo e o consumismo são alguns exemplos de dependências não químicas. Estas dependências, quando instaladas, rapidamente começam a ter impactos negativos na vida familiar, escolar e saúde da pessoa. Para ultrapassar ou evitar este comportamento devemos dedicar mais tempo aos amigos, família e ao estudo/trabalho. Paralelamente desenvolver outras atividades, como por exemplo des- porto! Cidadania - 7º A
  23. 23. Volume 20, Edição 20Página 23 Corrida do Operário O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na Corrida do Operário realizado no dia 12 de janeiro de 2014, na Lagoa, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes pódios: Rui Viveiros 2.º lugar Infantis M; Rui Ferreira 2.º lugar Iniciados M; Laudalino Vasconcelos 2.º lugar Juniores; Rogério Brandão 1.º lugar Veteranos II. E ainda Artur Vasconcelos 10.º lugar em Sénio- res M; Vasco Teles 4.º lugar Benjamins M e Bru- no Ferreira 5.º lugar Benjamins M. Prof. Max Teles
  24. 24. Volume 20, Edição 20Página 24 II Corta-Mato AASM O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na II Corta-Mato AASM realizado no dia 19 de janeiro de 2014, em Ponta Delgada, no Parque Urbano, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Corta-Mato AASM, num con- junto de três provas. O CDEG obteve os seguintes resultados: Vasco Teles 4.º lugar Benjamins; Rui Viveiros 3.º lugar Infantis; Rui Ferreira 2.º lugar Inicia- dos; Laudalino Vasconcelos 1.º lugar Junio- res; Francisco Rolo 5.º lugar Veteranos I; Rogério Brandão 1.º lugar e Max Teles 2.º lugar Veteranos II. Prof. Max Teles Campeonato Corta-Mato AASM Max Teles Campeão de corta-mato AASM O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na Final de Corta-Mato AASM 2014, realizado no dia 01 de fevereiro de 2014, no Par- que Urbano, Ponta Delgada, pelas 15h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Corta-Mato AASM. O CDEG obteve os seguintes pódios: Rui Viveiros 2.º lugar Infantis M; André Vasconce- los 2.º lugar Iniciados M; Luís Vasconcelos 3.º lugar Juvenis M; Laudalino Vasconcelos 3.º lugar Juniores M; Francisco Rolo 2.º lugar Veteranos I; Max Teles 1.º lugar Veteranos II; Rogério Brandão 3.º lugar Veteranos II. Pódio por equipas: 2.º lugar em absolutos (Jun. e Sen.). E ainda Vasco Teles Benjamins M 4.º lugar.
  25. 25. Volume 20, Edição 20Página 25
  26. 26. Volume 20, Edição 20Página 26 VI Corrida da Candelária O Clube Desportivo Escolar de Ginetes par- ticipou na VI Corrida da Candelária realizado no dia 26 de janeiro de 2014, na Candelária, Ponta Delgada, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes pódios: Rui Viveiros 1.º lugar Infantis M; Rui Ferreira 2.º lugar Iniciados M; Luís Vasconcelos 3.º lugar Juvenis M; Laudalino Vasconcelos 2.º lugar Juniores M ; Rogério Brandão 1.º lugar Vetera- nos II. Pódio por equipas: 3.º lugar em Absolu- tos (Jun. e Sen.). E ainda Vasco Teles Benjamins M; Marcelino Vasconcelos Juniores M; Artur Vas- concelos e Paulo Miranda em Seniores M; Francis- co Rolo Veteranos I M. Prof. Max Teles
  27. 27. Volume 20, Edição 20Página 27 I Corrida do Livramento O Clube Desportivo Escolar de Ginetes parti- cipou na I Corrida do Livramento realizado no dia 16 de janeiro de 2014, na Candelária, Ponta Delga- da, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e a que fechou o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes pódios: Rui Viveiros 2.º lugar Infantis M; Laudalino Vascon- celos 2.º lugar Juniores M ; Rogério Brandão 1.º lugar Veteranos II. Pódio por equipas: 2.º lugar em Absolutos (Jun. e Sen.). E ainda Artur Vascon- celos e Tiago Ferreira em Seniores M; Francisco Rolo Veteranos I M. Prof. Max Teles
  28. 28. Volume 20, Edição 20Página 28 Final do Campeonato de Estrada Rui Viveiros e Max Teles Cam- peões de Estrada AASM O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na Final do Campeonato de Estrada obtendo os seguintes pódios: Rui Viveiros 1.º lugar Infantis M; Laudalino Vasconcelos 2.º lugar Juniores M ; Max Teles 1.º lugar e Rogé- rio Brandão 3.º lugar Veteranos II. Por equi- pas 2.º lugar em Iniciados. Prof. Max Teles
  29. 29. Volume 20, Edição 20Página 29 Torneio de Abertura de Pista No dia 08 de março, o CDEG participou no Torneio de Abertura, na pista das Laranjeiras, em Ponta Delgada. Os nossos atletas obtiveram bons resultados nas provas em que participaram, nos saltos, lança- mentos e corridas. Os atletas participantes Foram: Artur Vasconcelos (seniores); Laudalino Vasconce- los (juniores); Luís Vasconcelos (juvenis); Rafael Pereira; André Vasconcelos; Mário Sebastião; João Ben-David; Rui Ferreira (iniciados) e Rui Viveiros (infantis). Prof. Max Teles III Dupla Légua PDL No 23 de março, o CDEG participou na III Dupla Légua, em Ponta Delgada. Os atletas participantes foram os seguintes: Diogo Piedade 3.º lugar juvenis M; Tiago Ferreira 7.º lugar e Álvaro Bastos 15.º lugar seniores M; Rogério Brandão 4.º lugar veteranos II. Por equipas 5.º lugar em absolutos. Prof. Max Teles
  30. 30. Volume 20, Edição 20Página 30 Desporto Adaptado O núcleo de Desporto Adaptado do CDEG, coordenado pela Prof.ª Fátima Pei- xoto, participou numa atividade: - Atividades de Exploração e Natureza. Assim, foram visitados dois lugares pertencentes à Freguesia de Ginetes, nomeadamente o sítio Pico do Cavalo, onde existe um moinho desativado, de onde se pode avistar em toda a seu esplendor a Fre- guesia de Ginetes. Também foram visitar o Pico das Camari- nhas, Ponta da Ferraria, avistando as Ter- mas e o vasto oceano Atlântico. Prof. Max Teles
  31. 31. Volume 20, Edição 20Página 31 Desporto Adaptado O núcleo de Desporto Adaptado do CDEG, coordenado pela Prof.ª Fátima Peixo- to, participou em várias atividades: - Boccia e Patinagem. O Boccia tem influências do jogo tradi- cional, petanca, oriunda das civilizações gre- gas e romanas, tornando-se uma modalidade Paralímpica em 1984, nos jogos de Nova Ior- que. Esta é a modalidade principal para atle- tas portadores de paralisia cerebral. A patinagem é uma atividade que implica um deslocamento, ou deslizar sobre uma superfície. Esta inclui diversas modalida- des que tanto podem ser praticadas no gelo, com patins de lâmina, como também modali- dades que se praticam sobre pavimento sinté- tico, ou de madeira, com patins com rodas. Prof. Max Teles
  32. 32. Volume 20, Edição 20Página 32 MegaSprint e o MegaSalto No dia 29 de janeiro realizou-se o MegaSprint e o MegaSalto na pista das Laranjeiros, em Ponta Delga- da. A Escola Básica Integrada de Ginetes participou na Prova de Atletismo com meia centena de atletas de vários escalões. Obtendo bons resultados, destacando -se, o 1.º lugar do atleta/aluno Bruno Silva, no Mega- Salto, em Iniciados M, com a marca de 5,39 m (1.º lugar no Ranking Regional). Assim, os resultados do Ranking Regional é o seguinte: Infantis A M - 5.º lugar Simão Tavares; 8.º lugar Samuel Pereira; 11.º lugar Diogo Ferreira. Infan- tis B F – 8.º lugar Micaela Costa. Iniciadas F – 19.º lugar Neuza Silva; 27.º Inês Alves; 28.º Juliana Pavão. Iniciados M – 1.º lugar Bruno Silva; 6.º lugar Arnaldo Realejo; 11.º lugar Rafael Realejo. Estes 10 atletas/alunos foram selecionados para participarem no Campeonato Regional, a realizar nos dias 21 e 22 de fevereiro, na pista das Laranjeiras, em Ponta Delgada. Prof. Max Teles
  33. 33. Volume 20, Edição 20Página 33 MegaSprint e MegaSalto Fase Regional No dia 21 e 22 de fevereiro, na pista das Laranjeiras, em Ponta Delgada realizou-se o MegaSprint e o MegaSalto. A Escola Básica Integrada de Ginetes partici- pou na Prova de Atletismo com 6 de atletas de vários escalões. Obtendo bons resultados, desta- cando-se, o 1.º lugar do atleta/aluno Bruno Silva, no MegaSalto e 2.º lugar no MegaSprint, em Iniciados M, sagrando-se Campeão Regional Escolar. Prof. Max Teles MegaSprint e MegaSalto Fase Nacional No dia 28 e 29 de março de 2014, no Parchal (Lagoa – Algarve), realizou-se o MegaSprint e o MegaSalto Fase Nacional. O aluno da nossa escola, Bruno Silva, em representa- ção da Seleção Açores, obteve bons resultados: Megasprint, com 5,74”, 7.º classificado da 2.ª meia-final (46 atletas) e Megasalto, com 5,54, 8.º classificado (23 participantes). Parabéns ao atleta pelos resultados obtidos e pelo exemplar comportamento, tanto desportivo, como cívico que demonstrou na sua participação neste Campeonato Nacional Escolar, como salienta o Sr. Diretor Regional de Desporto. Prof. Max Teles
  34. 34. Volume 20, Edição 20Página 34 DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS E NÃO QUÍMICASDEPENDÊNCIAS QUÍMICAS E NÃO QUÍMICASDEPENDÊNCIAS QUÍMICAS E NÃO QUÍMICASDEPENDÊNCIAS QUÍMICAS E NÃO QUÍMICAS DrogaDrogaDrogaDroga TabacoTabacoTabacoTabaco ÁlcoolÁlcoolÁlcoolÁlcool TelemóvelTelemóvelTelemóvelTelemóvel ComputadorComputadorComputadorComputador VideojogosVideojogosVideojogosVideojogos InternetInternetInternetInternet HeroínaHeroínaHeroínaHeroína EcstasyEcstasyEcstasyEcstasy CannabisCannabisCannabisCannabis ToxicodependênciaToxicodependênciaToxicodependênciaToxicodependência JogoJogoJogoJogo CocaínaCocaínaCocaínaCocaína DDDD RRRR OOOO GGGG AAAA DDDD FFFF GGGG AAAA GGGG HHHH JJJJ TTTT KKKK PPPP SSSS DDDD RRRR TTTT YYYY UUUU IIII OOOO LLLL MMMM NNNN BBBB OOOO VVVV CCCC YYYY CCCC PPPP MMMM TTTT AAAA BBBB AAAA CCCC OOOO EEEE RRRR XXXX MMMM AAAA HHHH OOOO LLLL NNNN QQQQ OOOO FFFF LLLL OOOO TTTT YYYY UUUU IIII EEEE CCCC RRRR CCCC KKKK ZZZZ JJJJ UUUU GGGG KKKK OOOO VVVV QQQQ ZZZZ CCCC AAAA OOOO GGGG AAAA JJJJ XXXX OOOO TTTT HHHH JJJJ LLLL BBBB DDDD XXXX OOOO BBBB MMMM VVVV IIII HHHH VVVV GGGG RRRR JJJJ HHHH GGGG XXXX FFFF PPPP DDDD CCCC PPPP DDDD NNNN GGGG EEEE OOOO WWWW EEEE GGGG HHHH CCCC BBBB CCCC EEEE DDDD UUUU QQQQ AAAA FFFF IIII QQQQ QQQQ RRRR ZZZZ IIII VVVV NNNN AAAA PPPP EEEE TTTT PPPP OOOO IIII UUUU WWWW AAAA PPPP AAAA JJJJ BBBB MMMM NNNN EEEE FFFF AAAA VVVV IIII DDDD EEEE OOOO JJJJ OOOO GGGG OOOO SSSS LLLL NNNN NNNN OOOO DDDD QQQQ NNNN UUUU QQQQ EEEE RRRR AAAA SSSS KKKK IIII PPPP AAAA DDDD KKKK OOOO AAAA TTTT OOOO AAAA TTTT WWWW FFFF DDDD LLLL OOOO QQQQ BBBB EEEE MMMM RRRR ZZZZ EEEE YYYY ZZZZ HHHH EEEE RRRR OOOO IIII NNNN AAAA IIII NNNN PPPP FFFF XXXX RRRR PPPP XXXX PPPP LLLL TTTT YYYY NNNN PPPP SSSS SSSS CCCC BBBB GGGG CCCC NNNN EEEE CCCC SSSS TTTT AAAA SSSS YYYY UUUU DDDD PPPP IIII VVVV HHHH VVVV EEEE UUUU BBBB OOOO KKKK UUUU IIII MMMM YYYY FFFF OOOO AAAA CCCC JJJJ BBBB TTTT EEEE LLLL EEEE MMMM OOOO VVVV EEEE LLLL GGGG IIII TTTT XXXX KKKK NNNN RRRR IIII MMMM IIII JJJJ PPPP OOOO VVVV RRRR HHHH UUUU RRRR SSSS LLLL MMMM TTTT OOOO BBBB UUUU HHHH QQQQ AAAA WWWW GGGG JJJJ YYYY EEEE DDDD OOOO PIADAS ESCOLARES CURTAS A professora perguntou aos seus alunos que elemento químico eles queriam ser, a primeira a responder foi a Mariazinha e ela diz: - eu queria ser prata, porque ela é valiosa e muito bonita. Depois foi a vez do Pedrinho res- ponder: - eu queria ser ouro, porque além de ser muito mais valioso de que a prata e bem mais bonito. Aí, chegou a vez do Joazinho responder: - eu queria ser o silicone, porque com dois peitos de silicone a minha mãe ganha todo ouro e prata que ela quer . PIADAS ESCOLARES CURTAS Na aula de Ciências, a professora diz: — Anotem a lição de casa, crianças. Vocês vão ter que pesquisar o habitat natural das 70 espécies de animais que estão na página 23, também vão ter que dizer qual o país de origem de cada animal, quais seus predadores, suas presas, seus costumes e fazer uma redação sobre cada um falando em animais, Martinha, o que dão as ovelhas? — Lã, professora. — Muito bem! Pedrinho, o que dão as galinhas? — Ovos, Professora! — Parabéns! Joãozinho, o que dão as vacas? — Lição de casa professora! Alexandra Arruda, Andreia Alves, Beatriz Ferreira, Érica Botelho, Nelson Sousa e Pedro CabralAlexandra Arruda, Andreia Alves, Beatriz Ferreira, Érica Botelho, Nelson Sousa e Pedro CabralAlexandra Arruda, Andreia Alves, Beatriz Ferreira, Érica Botelho, Nelson Sousa e Pedro CabralAlexandra Arruda, Andreia Alves, Beatriz Ferreira, Érica Botelho, Nelson Sousa e Pedro Cabral ---- 7ºD7ºD7ºD7ºD ---- CidadaniaCidadaniaCidadaniaCidadania
  35. 35. Volume 20, Edição 20Página 35 Curiosidades: diz o nome das cidades Cidade de _______________________________________Cidade de _______________________________________Cidade de _______________________________________Cidade de _______________________________________ Cidade de _______________________________________Cidade de _______________________________________Cidade de _______________________________________Cidade de _______________________________________
  36. 36. Volume 20, Edição 20Página 36 Curiosidades: diz o nome dos monumentos _____________ ______________ ___________ _____________________ ___________________ _____________________ ___________________

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