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real ao V” i9": 
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pessoal,  e a commhão   ç 
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Conclusão

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sentimentais que proveem ç
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Conclusão

Eles são presentes  ,  "
divinos aos jovens
que permanecem  
fiéis ao Senhor j «, - _g_-
(Sl 119.9).
Hora  Revisão

1. Como o homem 
   ensionou o reflexo da ,   i

 

  
 
  

imagem de Deus em si “'47 u
mesmo?  í
2. Como ...
Hora  Revisão

3. Por que a paixão 
tende a ser egoísta e
coisiñcar o cimo?   % u

4. Descreva os *mês tipos  
básicos de ...
.    Referências

http: //www. eaep. org. br/ os-quatro-tipos-de-amor/ 

httpz/ /porlzalebdnrgbn/  Í '
http: l/atitudedeap...
ÃÍPOTÉmImS  [Í

   

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Lição 06- Relacionamento Sentimental

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Lições Bíblicas Jovens 4º trimestre de 2015.
Tema: Estabelecendo Relacionamentos Saudáveis- Vivendo e Aprendendo a Viver
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    1. 1. a ê . às. n: L »sas " as s? 433 a x Aqui a rat. ,- &a; a s. : -7 : e j. , «ar _ t. , _ g , kg gçaggaresrâsjaà s * i VÍVehdoÍé' Áñrendendg a vivi? " - r ' r . e , . x. ~ r - ~: _ ' r "k *l : v. À Lp-
    2. 2. Reoapituiando. .. , X , Oque são a i õ ~ pessoas difioeis? v . “ <.7 . g1 Cite quano tipos de pessoas dificeis.
    3. 3. Reoapituiando. .. O que é halitose de personali de? N? .cr Cite 'mês tipos de relacionamentos ççjciifíoeis na Bíblia.
    4. 4. w» , ç 04k. , F 4 m. : r . . m. . ._ r r _ . à , .. a . . _ , l. zlihw_ . .i f, ai. l Pi. . n l« . _ e r , Li. . 1.a. , l Liu. or; , ir. ”
    5. 5. Lição O6- Relacionamento Sentimentale p? TEXTO DO/ DIA “[. ..] soflteirocuida dasooisas do Senhor, em como há de agradar ao or. ” (1 Co 7 32h)
    6. 6. SÍNTESE -~ n** N, Relacionamentos corretos e saudáveis são bênçãos do &Senhof sobre o cristão que 'decide a a Deus ainda jovem.
    7. 7. TEXTO BÍBLICO 1 Coríntios 13.1-7 1 Ainda_ que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. 2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
    8. 8. TEXTO BÍBLICO 1 Coríntios 13.157 3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece,
    9. 9. é 6 não folga TEXO BÍBLCO tic-Inmetro 5 não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, ,_ an. . w- . wÇ-ru** nao suspeita mal; vo* corrâinjustiça, mas folga ~. t. ; com a vedade; 'Ê do sofre, tuo cr^do espera,
    10. 10. No episódio de hoje. .. I- “O amor é lindo! ” _ _ _ _ _ H- Apaixonado, não iluãido N? .cr esperanças j . .,, ,,, ,, d1,espedacadas a a
    11. 11. INTRODUÇÃO Nos dias de hoje, "l ha uma pro i ' i ba " crise de identidade, V ( agavada pela falta i i de maturidade e o c responsabilidade afetiva.
    12. 12. INTRODUÇÃO t' O que você sabe u , sobre afetividade, " sentimento e amor? ç g , c _
    13. 13. INTRODUÇÃO Quais os exemplos que você tem de masculinidade/ lidade? N? .cr
    14. 14. .SK (1 Co 13) i /
    15. 15. 1. Os sentimentos constituem o ser à D Completai o meu j 'l gozo, para que sintais o " mesmo, tendo o mesmo u ' amor, o mesmo ânimo, sentindo a mesma , a< ° . só, coisa. ” (Filipenses 2:2) N~§X
    16. 16. kiGnxgjlpzõ-ZS; 2.18-25)j 1. Os sentimentos constituem o ser / O ser h foi criado por Deus constituído de 5, l ba um conjunto de i u j sentimentos saudáveis e i corretos que espelhavam a natmeza santa do próprio or
    17. 17. no a morte, assim "ü i: como por um homem ennou o pecado e pelo pecado í a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram? ” (Romanos s: 12) _g7 t; iwhqytã x/ , É. ? 24-' #iii
    18. 18. 2, A corrupção dos sentimentos , I 1.1832). test] í Cobiça e medo j u, (Gn 16,10) i í Culpa e vergo J j a < v (Gn 3. l l) í Egoísmo e desconfiança! í Sentimentos confli
    19. 19. 2, A corrupção dos sentimentos u D “Porque todos pecaram i u ç e destituídos estão da " glória de Deusg” q * . 7 . g1 (Romanos 3 :23) , Nx e ““°-- _x Lis-sz).
    20. 20. 2, A corrupção dos sentimentos , I 1.1832). u D irtifiiiir, , , Somente retornando a o Deus por meio de Cristo . 'i (Cl 1,15; Rm 8,29; “r Hb 1,3), o homem pode refletir o caráter e l a <~° . sz sentimentos originários «tp M em Deus q: *xa . à sua. "
    21. 21. 2, A corrupção dos sentimentos L/ D irtifiiiir, , , “E vos revistais do novo o homem, que segundo 'i Deus é criado em u ' verdadeira justiça e santidade” i t” s. : «X M (Efésios 4:24) q": ix «e Lis-sz).
    22. 22. 3. Maturidade afetiva O que você entende por dade afetiva? N? .cr
    23. 23. 3. Maturidade afetiva Arnaturidade , t bi? afetiva é no u, processo da “ educação e vida humana. l iq 7 j”
    24. 24. nos relacionamentos 3. Maturidade afetiva Á-Iá pessoas avançadam em idade que nao i b” _ alcançar a l u afetiva, e ainda que raro, Í pessoas jovens que d ÍÍÍ i f i 7 'V' nas decisões pessoais e xxãàh e A k afetivos. [J, p_
    25. 25. 3 . Maturidade afetiva à A maturidade afetiva designa um ponto de referência na i b” , ç educação integral do ser ” u humano que nunca é atingido i de maneira plena e conclusiva, mas que, embora ii ° si” observavel em algumas pessoas, se consüói na , “c » ; l ada da vida. _ ,
    26. 26. 3. Maturidade afetiva 0 amor deve animar e guiar todos os relacionamentos, principalmente os sentimentais (1 Co 13 7). N? .cr
    27. 27. 3. Maturidade afetiva f É o amor que nos conduz a maturidade A l ~ de nossas emoções, i u , sentimentos e i relacionamentos corretos ç (1 Co 13.45)- X313 “nunca falha (VÂ/ N? .cr
    28. 28. Os cristãos, re generados em Cristo, devem refletir a imagem de Cristo. N? .cr
    29. 29. .SK H ÍXONADO, ” NÃo IL ~ IDO '" 14.13; 2 Tm 2.22) i i
    30. 30. 1. Paixão e razão (2 Sm 13) t; ' : '- x/ , É** 24-' #ia N? .cr
    31. 31. 1. Paixão e razão (2 Sm 13) A paixão se , r b” . , caracteriza por é t: i u ç forte sentimento à que se manifesta na j o 0 pessoa pelo desejo irreñeavel de algo.
    32. 32. 1. Paixão e razão (2 Sm 13) Quando alguém , ç r b” . , esta apaixonado, i q ç experimenta i mudanças ç ç orgânicas e de i " S": comportamento. xxx. ,
    33. 33. 1. Paixão e razão (2 Sm 13) A paixão altera o i ' " metabolismo e V r_ provoca reações diversas - boas a o . g1 e ruins.
    34. 34. 1. Paixão e razão (2 Sm 13) Quando não i ' " correspondida, “j r_ tornasse perigosa, podendo gerar a< v . g1 desespero,
    35. 35. 1. Paixão e razão (2 Sm 13) Tende a ser egoísta, i u ç coisificar e i i entalizar o N? .cr
    36. 36. 2. Os desatinos da paixão pec Armani estava obcecado por Tamar, sua meia- (v. 1,4). N? .cr
    37. 37. i P. .. i i, F. . , l _ là l_ . i, iK i . il l; ,l 4 171 ha _ . à. ipi. l n# i7 lr _ _ RCL. .l. *l Jú. . l . l, r , É . li ak. l F_ l. il _ l, l i i . ñ t . , , . . i. . a rt_ l, l_ i ›[,4 Wii_ . , A. . j¡ HK , r a _À i» i4. l . _ rñt. , l hi , br. . __ , , LT_ LF. , _ _ ai. m iii i _ li Ç _l _ . il, i , li _ l ; i l _ , i , .. i Mi», n i i . it, _f_ rm _HL i l_ , É i t u i , HL a. , . _ ai_ , l rwC. iv › t . m . hi1.
    38. 38. 3. Discernindo o amor e suas fonnas Nem sempre é fácil , ç r b” . discernir o x_/ , verdadeiro de uma o mera anação, da ç * . 7 . g1 paixão, da amzade ou do desejo.
    39. 39. 3. Discernindo o amor e suas fonnas t; ' : " x/ ç É** 24-' dia N? .cr Temos quado tipos de
    40. 40. 3. Discernindo o amor e suas fonnas t; iwhqã Philia ç E É** 24-' dia x/ ç
    41. 41. Philia Desiya a amzade : 'r sincera, na qual age V -ç o amor interpessoal e o respeito de uma a <_› , ç pessoa para com a ouna (Hb 13.1),
    42. 42. Storge f É o amor conjugal, liar, doméstico, Longe de ser interesseiro, esse amor é lde, objetivo e sacriñcial. É o ç s? ,_, amor que une o marido à , N sua mulher bem como os pais aos ñlhos. / f
    43. 43. Eros H , . ft-_ççççãp Refere-se ao amor u ç como desejo, na ~ qual pode estar “ <.7 . g1 presente ou não o “desejo sexual",
    44. 44. Eros ir'ffiíâii“rtst, Contudo tende a , ser egoísta e i r u j' desregado, í principalmente quando coisiftca e a** os: ÉIÉ' entaliza a outra pessoa
    45. 45. “ &gççççççíçlçíimóteo 2:22) Eros / “Fo ge também daSN paixões da mocidade; l ba « e segue a justiça, a fé, i u , _ o or, e a paz com os " que, com coração puro, invocam o or. ” N? .cr
    46. 46. iQ1a, n,, cI, °, ”“°(J°15'12)J , 33W fTrata-se do amor com que Deus ama, sendo Ele l ba próprio Amor i u , (1 Jo 416-21). i É o amor sacrifical de Cristo (Jo 15.13; 2 Co 5,14) e o novo
    47. 47. incondicional. Ou i* u 'i seja, não espera í nada em Doca. Não preciso esperar que a t” os: alguém me para amado.
    48. 48. Pensemi , X , t' O amor deve ser i' r u j' vivido em suas í ensões afetivas: “philia”, r< ° os: “eres” e “ágape
    49. 49. d' I_I__I CORAó-ÃÊRTIG, EsPÊgÃ-'NÇAS ' N. 'ç a. v DESPEDAÇADAS (Mt;7.ç9ç_-l1)
    50. 50. 1. Abração fatal (Pv 7 6-27; 2 Sm 13; Jz 16) , X , f 5M ce A ° Q ' Estas uses coisas me maravilham; e quauo há que não conheço? ” i 1° t” §$~.
    51. 51. . _ i_ l_ . l__ a r _ a- l i l . K, JC l, ., A l r. .. LL. . i x í l, l . , _ x1 l f . , TK 4 n i_ . ilx _ i la l i , i7 . l. ; , l l_ alt rñt. _ _l_ Flw¡ . _ _l , _ pl. .. _ Ju lJ . _ . .ln _ i i , IC, i i . rñt. _ ai_ _TI_ l LR ri_ _ _i_ ai_ , i _ i ai, l . IJ il_ , g _ _l_ ll_ . l , ,i ¡ i. l. . l . .IL . mi m Li. , . _ . c. . . _ . l u. , ›l uu. . , .In . i7. li i, .m ri, _i . u , i , JC u¡ i_ ÍJ a _ , .i _i_ i_ i_ l. A . l , 1. . , , l , , fiz_ l_ t v. im Il( ,4 . f* Miu! i _ Jc . ._ . t si_ . 1 n XL, . t,
    52. 52. 1. Abração fatal (Pv 7 6-27; 2 Sm 13; Jz 16) Não são poucos , ç i aqueles que tiveram i u seus corações partidos e as esperanças despedaça devido os enconbros marcados “rs às çççescondidas dos pais/ a 7Hs. . ~'-›. ›.›, ,
    53. 53. 1. Abração fatal (Pv 7 6-27; 2 Sm 13; Jz 16) forma de impureza sexuali Seu corpo é templo ç do Espírito Santo Co 6.1840), ç i
    54. 54. 1. Abração fatal (Pv 7 6-27; 2 Sm 13; Jz 16) Não caia no laço do Diabo í , A ba 'r (1 Tm 3,7; V »ç S1 116,3; 141.91). r *xççççççç uma fantasia perigosa.
    55. 55. 2. Reconsuruindo o coração r “O ofendido é mais dificil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como os ferrolhos de um palácio. ” N. ñ. QÍPmVé-Iíbím 18:; 9)/ a a- N? .cr
    56. 56. 2. Reconsuruindo o coração r Reconstruir um coração pmtido não é imediato. N? .cr
    57. 57. 2. Reconsuruindo o coração r A cura das feridas i , A i " emocionais leva V r_ tempo e as cicabrizes s? t. ; permanecem por toda vida.
    58. 58. 2. Reconsuruindo o coração r Deixemos essas í i u ç aventuras r somente para a arte, a literatura e i O 5': para a ficção.
    59. 59. Pensemi , , E possivel ser < ç ~ curado das u , feridas i emocionais, mas ç , _, t_ o que fazer com as cicabizes?
    60. 60. 3, Propósitos para além de um relacionamento f Nas buscas por um namoro a qualquer b” , custo a possibilidade u ç de magoarem-se e se r ferirem é muito maior ç do que a de i < S: conquistarem amor duradouro e ' k verdadeiro» J r ,
    61. 61. 3, Propósitos para além de um relacionamento K , , Na maioria das vezes, 'l as fotos dos perfis são i " melhores do que o “origina ", e as palavras vntuais doces , «v e românticas são laços , ççç e redes que escondem &numa; ma intenção, / i
    62. 62. ATENÇÃO! i z Dê preferência a i* u t' um . relacionamento real ao V” i9": fantasioso.
    63. 63. pessoal, e a commhão ç k com Cristo. _ Conclusão f Os relacionamentos N sentimentais que proveem ç bênção do i i u ç sobre a vida do jovem ' cristão são consbutivos e Levam a maturidade afetiva, ao crescimento N? .cr , _.. ... --7'
    64. 64. Conclusão Eles são presentes , " divinos aos jovens que permanecem fiéis ao Senhor j «, - _g_- (Sl 119.9).
    65. 65. Hora Revisão 1. Como o homem ensionou o reflexo da , i imagem de Deus em si “'47 u mesmo? í 2. Como o homem pode ç r . 7 . g1 refletir mais uma vez os sentimentos originários emDeus?
    66. 66. Hora Revisão 3. Por que a paixão tende a ser egoísta e coisiñcar o cimo? % u 4. Descreva os *mês tipos básicos de amor. A Í** Asa 5. É pecado sentireserkanfaídífobj» pelo sexo opostoíiluàtiñqueàá»
    67. 67. . Referências http: //www. eaep. org. br/ os-quatro-tipos-de-amor/ httpz/ /porlzalebdnrgbn/ Í ' http: l/atitudedeaprend¡z. blogspot. eom. br/ * BOYER, Enciclopédia Bíblica. GPAD, 2012. MEEHJLCIEHQ? m / edweb. eom. br/ 'Ó
    68. 68. ÃÍPOTÉmImS [Í . .u e u. . q** óre

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