Lição 03- O Terrorismo Marca o Novo Século

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Lições Bíblicas Jovens 3º trimestre de 2015.
Tema: Novos Tempos, Novos Desafios- conhecendo os desafios do século XXI
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  • @Onofre_Rocha Obrigado! Fico muito feliz em contribuir com os irmãos. :)
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  • Show de bola. Muito bom... Sou professor da sala de jovens e esta apresentação vai contribuir muito para o enriquecimento da aula
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Lição 03- O Terrorismo Marca o Novo Século

  1. 1. LIÇÕES BiBLIcAs DVB-I IIS : E o ü 'a _ . IIIII: ÍZ: :- , /': IÃ'/ ”/í/ ,E ' ü L Í! - v I _Í-: É " 4^Lsséfmb1e1adç: gÇDeus em _ *ÍíFlorânia-IÊN; i *. a já; Q I II “Maxsuel Aquino , I I l_ ___ . .A raia E undo Novo Ço ndo os esafios do Século XXI
  2. 2. que é. globalizaçãó? QUaJfQiLaI. primeira tsetàüfãrkI g19l? ;31kaç5L° II registrada ç ççnaBíblià? . Ç Ç'
  3. 3. I Í~'›_r_¡_Ir~ : Iagfcl ^ ií*_. =a'_i_r_i~^ ; i~i_lr~i›fl›filñl_i_lll*i I I r 1 : prvi: 1 VII# ; tçjjjjiê-jíl 'CII/ at. . mu* ; Invalid 'I fill* Iàjjííi n77 I
  4. 4. < ? life ; male _ ISIJPILIJI” R, 'à' uwñ dll/ JM** fr: .Icijii-: il I _¡! l', ~J; r;I_I bl ~ ÍIJCÀLLLIIÍ *Im 'çII'~"1_i“-It: .w77*
  5. 5. iIíiJI p IIHIJJ “rx Io* ; ig-HLLIII' n* LIQiCi HI Í i IJ "i5 ¡ÍIIÍ if 'I 7 I * 3,¡ I. I: !LEI ; ii hi1. ! Ill 6h33 í*_, =a'I_iL~' R? ? I
  6. 6. . - I Recapitulando Í Quai eram Q Tribos do Reino do @E li Qual ; a relação que _ a globalização m com a Escaologia? _”
  7. 7. Lição O3- O Terrorismo Marca o Novo Século ' TEXTO DO DIA * “fE, quando ouvirdes de guerrasne sedições, não vos assusteislíPsrque é ' Illlllll 'I'll Ill'“, *.. 'necessário que' isso aconteça pr1me1r , Iíí . 4"' I "' I"' h I- 'un' ›. :- l. ... ..'°. " + › ? Til ' : na . ~ , 47:5# aÃ. Ç mas O fim nao sera logo. ” (Lc 21I.9)
  8. 8. LNA: ÉLJMML mar_ “l/ .qnlluxll _ . lt_ . ._; :IWx_; : II . . . mp . . . .. . _ , . 4 fuuÍuuwo: : . l »»» . . I. . , . . i l LuUQQU-COCCCJJ›UI. P -_-. ;:, ;.. _ ryrvrgr . I.. .-- . ... ... ... _.. ... _.. ..". ñ . : 31W". annr. .vr. ar. .vr. (v“rT-'›k? vr;7rí-¡ m L. . _ _o
  9. 9. :TA- . nr TEXTO BíBLIcO l Lucas 21.9,1O 'e 9 E, quando ouvirdes de guerras e se- dições, não VOS assusteis. Porque é necessário que isso aconteça primeiro, mas o_f1m não será logos» . .I IIIIII , 10 Então, mês disse: Leiraiita -Ise-á x-¡Q_C . ~ , _d ”' O 'lllllllllrllll i rvtlu . _. "L3 _. :.. _ç_ . ° . I' _ . _ re1n0.çm%g q- . à . . nação contra nação, É I re1no, contragj-; a
  10. 10. TEXTO BíBLIcO ¡ Gênesis 6.5-7,11,l2 i 5 E Viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda imaginação dos pensamentos de seu , coração era só má continuamente. e IIIIIIIIIII. ' 6 Então, arrependeu-se oçsENHORde , i . “w ufv-"I à l| ||l| lIl"IIII| I riilia haver fe1to o homem sobre auterra, e n - e ' -'I*~ _ ~ pesou_-__lhe em seu coraçao. . __ , íIrÍll°-3líii'. l . ..__ s* ~
  11. 11. TEXTO BÍBLICO ¡ Gênesis 6.5-7,11,l2 ¡ 7 E disse o SENHOR: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei; desde o homem até ao ÍaÍI-iünaülàí até e e , mu I . ao réptil e atéarà ave dos ceus; porque , 'f f 'Fl' ! WWW 'J' 'M' Êiilii me arrependo de os haver fe1toÍÊs. I¡ "aÃ/ M "e " 7JJ3í***â. “-'*'mJ' ' “*“ r. " qu¡ . "w . ' : ug ' z- H É' ÍÁ . __s". ' ' e ? íííküâ ' . ___ sí . F9
  12. 12. .. M RF; .. í. ? V o . . v_ Keil. -. . H il Wfk . _. A.. .._ . .La , :4.. . . -. . z . :". .V. '.~_“'. !V. RY, ~~IYV, _, _.. ._, ~.. -._. . . _É . z. _üvwcÍL . ;_____. m.___. _ív. _»I. ;.[. _,_. ... Av . .._: :.1Ê, ___. _.: ¡É_z . ,. . .uhÚtu . .v1.7, WH . 1311 __. .;_Fb% _HÍÍH Jwvvym . ._ f. . . .. ÍÍIÇ . . _- T . _ . .LLFL . . . .Jisfrzi/ H um y . .u n E* LW_ if, . . í Lo, . _ . ru. l¡ . Í›. .., .Í. ›r| ~__ . .l 5]_ I v.
  13. 13. Eiquei tconiuso! à? ÁeBiíbliêodiz-s Deusnã°éuh9mems t» pgaquçimiñta; geá* filho do líomenfl; qu? Ssêgependêíl-f--J (Númerõsrpñr2iãíl9) z Deus se arrepende?
  14. 14. ser _tulíítímv »a Tldííiiiitig; *url'r. ~r. fci 41. apita; I ; '61 LÊ? n; :e w III Wir' ma; Em s** E fik JIJ: Lia: m¡ F2_ 'ff-. Piiijjij @AÇU e! U ? sure : noiva xenon¡ rey-HJ
  15. 15. v» u. ? xe ; fazer * ~L1;r= _LJ *íiiiiílfjíe »Ã ' ft» ; ct 'L“r_('~! [;_l: :1._Í'i“/ L~RL_ jun» a *ÍHIJ“_UÍÍ“ telí. fi"ikiíí~e n* 'i1 ; IJJÍILÇKí "(22. 'iJJÉNVÍt Liu* ' L : u,r. ;"°~a r mui? H ; H1 b « w xenegg
  16. 16. "E11 @e deixaste, diz e Senhora: : tornaste-te _ m _ÊÍÍ para &es; peliisso estêndetei a contra ti; ete destruirei; já estou eansagÊíeme epçndÊít a l i % : :1 V x' 7 D;
  17. 17. 'f g- - Yeeê lembra @ea algumgentado terrorista que 00911799* e recentemente? . ~ ' o u 1 e <ÍP= s:
  18. 18. LJ Lv” nftrtvzí» "71I; IJ_IYRF ? LÉÍLWÊL “lljjg çmgplxagi~^ v1, kar n'est . 5 . .. t¡ A ' , _ . _n_ mr, tvrvxwn, , 'Ivmnuixa. t1~t)_r_¡_r*', '1u: rjiqiwdij; '? Ííifí*¡wfjf,1ÍnÍÊ'
  19. 19. A*Palarl; a de Deus já aos alerta paraosi Tr rrrú= < perigosdõinosso Sabe; perene, istgr i quenesífzíltimes dias* ”sobre, t:iIuã0 tempos ftrabalhoses- “(2 Timóteo 3 . 1) 0.6x › . $ c'
  20. 20. O naundointeiro viradas torres desmoronarem diante das cameras, es-jmpoteàems, i quàoit . ' ñageis seios, i V 1 e <ÍP= s:
  21. 21. , _ JP* e tre r ›~' I" : Lai 'Lei 'r _ _L elü ervÍiÇÉfÉtrr-_Ig e» ittasaau_ eng; irei» z 'ÉÉrÍiIIL'HLLÍKEPIT »w ; preta 21'! ) e» ezti. ;í; rç_tr~zeuitiertv : ter '
  22. 22. Í ~ ã : É V li* 7- . s. Z-i É” t' I 4' É: u: ' JJ? '_ _J -: : a . --n e ': -. E E' «iii ê : V: --1 . -. ?p . ._-" ' . u. -. . - . -.. -.. '.. .;' . -.. .u. ;_t§___h'. "<'; ê = !' ' *Unaí nmnnnansnnv. .zamv. nv. ay. ay, ¡y. .amç. '§ " ~ ç ~ . .u, a : _ - _ mv_ . - ; :' ' ; Zztt «bo-. A. t. ;
  23. 23. 1. "A terra está chieia de violência" 0.6x › n¡ . ' . J -
  24. 24. 1. "A terra está cheia de violência"
  25. 25. 1. "A terra está cheia de violência"
  26. 26. 1." "A terra está cheia de violência" ÍOdOS pecaram C deítituídos estão da gloria de Q9159 (Romanos 323) i x Q_
  27. 27. *r _ ; xr ir" “F l _ à): i 'Vai 't3 ' J›_&_ÍÍ'_L'¡ÃÍ HV “ euuafüuruunva *rara= araru»ea "na 'itÍlr iíãsiíottíie.
  28. 28. 1. "A terra está cheia de violência" 0.6x › ç 'Á A' l? n
  29. 29. ZJA antiga insanidade humana de guerrear
  30. 30. ZJA antiga insanidade humana de guerrear 0.6x › n¡ . ' . J -
  31. 31. ZJA antiga insanidade humana de guerrear
  32. 32. 3. A falência doÍproj eto de paz à parte de Deus 0.6x › n¡ . ' . J =
  33. 33. 3. A falência doÍproj eto de paz à parte de Deus ç<u 'Qi
  34. 34. 3. A falência doÍproj eto de paz à parte de Deus 0.6x › n¡ . ' . J =
  35. 35. 3. A falência doÍproj eto de paz à parte de Deus ç<u 'Qi
  36. 36. ._i ; í l” t r , M_ n l _il _ P_ Jg É; .ta. @Maleta r l* «J : Liíiigg . JUL/ i : a: pita_ *a er; ›L» t~› a'Ls l ›rsxl, » Jo D_ _ s , _ 7 g . r4c«i: JLu4tla “; x5seu; ;cnlau: ;v* ~ 'Lvl , íplíretlle &fil; Ien"1!_í; ¡gj: :t vela l. n41; ; ;;1r_ : nai « lgiajnx na «u» 11:! atual ~ a 'irrrrlalriv L! F
  37. 37. ._i ; í l” t r n l _il _ P_ Jg É; .ta. @Maleta r l* «J : Liíiigg . JUL/ i : a: pita_ *a »em te Vie l muy _r _ _ o _ 7 lia_t_i_i; li, r- Mn* (lfárvw justa», wanna» _ _ r . _ : Nie HlJ; LUÍ1J'Fü1iüÃRVLHüj 'H~1íuumi*ÍHfHF*üÊHWÚH§: ; :uRV#ü1laFv1L1:: UQ1u_HU t'^~¡_r_r; _” e : 'mí; p_r¡[l» L ›. i &Jrnjwja ll Fx ,
  38. 38. 3. A falência doÍproj eto de paz à parte de Deus _Deere-Vos a paz, a minha pag , vos idou; Irão voelsa «lota Fogo o mondo a da; Não o ~ ~ , l turbo o , vosso ooraeao, a nem se iatemorize; . " s_ e_ _ u l J 05914127
  39. 39. Pense! Apesar; de sabermos que o e 70%. 007 : :à mundo Perfeito só” sara possíYeLefom o imeríreneão do Criador, a isso : ao signüoaqne não devemos todas, as áreas da forma mais e* competente possível. 0.6x › l n <Í? ; . ,Cp
  40. 40. h_~. ... ..-l 02.' ' . ,E . Z. X|"IIIHIIUIHII' « iwgnvvyvlllf < -. .a “ = =' izaia', -, .L. -. . _ . BYJVuEyAU-_rg q' ¡hônnunnr Za' v. 'A nn- lmnninu S “« v 4 . ___ f: . . kar _É_ u L " " ' V' "J .4.__. .:. ~ _ _' ~' 'U-. . _ ? Bfnàx
  41. 41. . V i 1. Definindo à terrorismo K “Terrorismo etoda e qualquer forma deinfundir tenor a um Povo, seia através da : ioleneia ñzsiefai ou; simbólicaavisamio O que é terrorismo? . . a «ter exprimir umarepresália ao se= u súiâsrteínglde §overno, § : ê " umaideoiogia, um credo religigso, ,que são gmsidefados intgleráveisj _ p, ç_ . p pá. ,
  42. 42. 73_ Ji P** 1 I ; l , Írlxiàlíítíüiüítí) '_í'Í~. f'Í'i)_ll§tEIÍIEEÉJJÍÍD Ls- f: : anti¡ fr r'r›r: i§_ri: _xç; › i; aní«ai. i ÍlÍlÉÍv r”nit_r“kç-z”kç» "mn aa: aL_Lkr› iiiílifailiiíil, ¡ktit ntiiãçaxglçg rmmçl, gi; i:an_efíÍihairçe _Urigueiiiíigx ame›gni_-; =i. <it§ia, iq. iiañ? ã'lflífLüi'il. i> ¡anfku¡raiñmizasr s 5Q*§Íi: > tiara fiíiír; o irritar; a 'ífs~i'riiiifrânrr? firm lrkêirifisxrjíirrrrrxgdkry iliÊiiJjli7É> i i lsiiiiiifillliri_ CiÉLÍÍJÍJCJ e fi¡ LÉIPÍÊÊÊÍLUÍI. lFIÍT; [ Íl Fifilrñlgjãl O ir* i___ ir : raw kw ao Llrixiigzí > « ie a #3111633 rn ; r rui *an: i;ioiic, ;ir &a; xe _É «lenta < F intro dia *; ›i«*›: ›i: :›: i En: fíiní : t J.
  43. 43. As principais formas de classificar o terrorismo Terrorismo de estado - De acordo com o mestre em*História'Leandro Carvalho, e o terrorismo "praticado pelosrEstados nacionais. Seus atos integram duas ações: a primeira seria o terrorismo praticado contra a sua própria população. Exemplos: osrEstados totalitários FÊÍÊFaEÊ ÊI-arzistas, a didura militar. brasileira e a ditadura de Pinochet no Chile. A segunda forma se constituiu como a' luta contra a população estrangeira (xenofobismo)
  44. 44. eai 'TBÉÍ”1[EH_E: T'¡]1) . i1 : :njifggrífvííexgzíij j; í§í): rji'j"í'í¡i1“TlI§Y-Í_§ a "Vjjl T *re* à "n" T *"Í~Í ': « 4' f* : :J 'Ta r* 'L " _'ZT¡"-ÉN, '*Í'" . ÊKRT 5 ñ 7 *-Í~; V›Ê_1J_IMÍ_IF; F »ou Luma? ! Jjêi : cfJLíEs 51 '*rí.7ll~wr'['ljlíu'r IILErQíIJÉL_ Pink _ea_ Ííüififigâj. ~ímz : :films LÚHF_ -_tí›a~x« a, " A | g' _. - g glgq- 2"? , . . . m N _ , " * ; LJ 5;: J LJ. . u; :Fülgfm uso; :É L HJ_ _lewlLi J; W Jg_ _e_ 'cv u a» *f i ma; t* ; me “arms eight. - LFHJxLii-: aíâamiíar : :a u ii: ;›; i:ii› mí entar liêiáiífüisãl. a: : : e LͧÂl<Í! ÇíÊIÍÊ› iii rm r nxogaíig: «Tie E; f: -ai- _s_ e- . a a _ r¡'“ J¡ '“*: "j u, .. -m _a_ e usãalagemí n: É» ; giruaúj : um: em: : : m: 3
  45. 45. " FÍ, ;"'L*i '(7 o r'. * ka 'c tít ) rjjziLnic r É *V* «lia u. . a. V- *zh 1
  46. 46. . Y_ 'i 1. Defmindo b terrorismo Apesêrde apenas o terrori§n!0 ÍÍSico ser enfatizado, e terrorismo psicológico éiê1g0 eítrçmáenteceoõivo edanossíàvída em* seciedcade. 0.6x › . p pá. .
  47. 47. u 5 2. 'O terrorismo sai 'ido anonimato 0 termri§m9 *cisto 091119 ação isplada e excênúica, de mm nora para etnias ncgostrõu-se qomo algo meticploso; g iàlaneiadoe eítreníamente : ameaçador. à-. vx › _ ç#
  48. 48. ,V1 / ,x ¡FLW / 416' ua! ? v shit” yr? ” _, ¡[, y pre u Ml -L / i/ ~rl“" , ai* v» 1 7! ? id/ í Kat/ FJ j; avi/ w). «Ka/ VÁ »fíi/ 'ÍF/ íi; l a¡ , t w “ty _Ver x : V 1x ¡ik IN e ' : i4 / »NUM . , ; L f 411/ , u/ í , f L' 31K/ I , i Eri/ iii k di»
  49. 49. 3.0 mundo* ein alerta Se aaigaoão mais poderosa do a Planeta não ñeou imune aataques* suicidas, pque : sea 7:. aq; T pdirájdas demais? p e <Í? ; 0.6x › . p pá. ,
  50. 50. , . _A_ a» mrx~ikx ' 'aii íajtã» iuknçrlf : i7 p» Cia? *i ü 11131* Í Hifi Inf Em 1113:» ; Àvàxu/ kitvíkxvj ka agxg 'KHJIJJJV via Ç; nta; «'-›. xv-›: r m» ›_L; Lr^1í°rr°kvx» nr a : fia "Í”_F_T; ¡ÍT 15111: mix* x Flv; w ; rc »gçtgz ui n. p; @iu/ WW s
  51. 51. 3.0 mundo* ein alerfâ 0 íxlioarê QágÇa* Ç a intólçrâpíia sã9 ? LS pügcipgs maírcaãídóiziãdas pelo terrorismo; À ñ <Í? ; 0.6x › . Ç'
  52. 52. 3 nlundoçem aleríà Bois qugqgagdo disserÉm: !Hápag Ae segurançawntão 111168 Sõbreyírárepentina destruição, corria gs dores de país! àquela qu6 ? rstá gírávidayce de Iíloêo _7 __ _ _ñenhum esqaparãgí. T _ aiíessaxomceases 5:3) 4 c-. wx › . $ c'
  53. 53. #mA z : ÍQQÀ-Ê qãíã, ,'nêí'd, ... . ¡ - 7 '- "m. ' . ..C : _____¡V____ O. __ Jvà_ 1-7 o 'A ___›”›HL H4! A4 '- _-arixrfa'ffv%§i"üññññüñn7ñ¡VÍÚK¡VÍW? T:'Í; VÍL“Í"ÊNÉYÊHÉVCIÊÍ '_ '“"u-›«', *"-ír~ç. ... .qu-. _ _í_, .. - . _.. ; '44 l í_ a ¡ _ ~ _ ' ; x1 a l _u . -› - -- ~ , L _ 1 _u , ' '_ , _ . : '-7' . .. .. v . . . . . . 'l H_ _h _ _ _, _t_ .
  54. 54. 1. O terrorismo popularizou o . A : damentalismo A mídia tomar qualqusr @que K paêsí de! «iara › ç 'Á A' _ü n
  55. 55. H H wiiñígí r HLLÊI? :L. ?'21 *L P, V : :t “AIH/ Ci” : reinar: É A¡ TÊÍKH r: l : a u» te» Q t1» « "Blair : IL Hit): _í"~“"ÇkVÍP-. !:JJJ “R” : lt: lú! í;lf~›: % 411* a» arteriais» Íkui 'iptufrfixapí [ir = LF *rsf'ri“r_r°~illj'wfs _nafrnniraíríi
  56. 56. 1. O terrorismo spopularizou o . A damentalrsmo 9 E5 qusndg oyvirdgs de guerrêê s §edições; I1ãtóV9s * &Ésystçis- Porqúe ãgecsssário que inseto gcongeõa primeiro, mais* o tim nãsí sâáilogo. 10 Eetãoillges disse: estagiar ' . “ S3'á1ío1§Çã_0°o0BLÍê9êÇã:0s e V ; reino contrareinogi ' - <ð= .g L;
  57. 57. 1. O terrorismo popularizou o . A damentalismo fítafraliisnno mogfivadg pgr qnastõâs religiosas Sana então fundamentalista «six › ç_
  58. 58. O que é fundamentalismo religioso? Mas
  59. 59. l. O terrorismo popularizou o . A damentalismo É o termo usado pagse reãalir a 03311931131 ° 0 '#5 0 rrrterpretaçao literal l @ar «ins livrnsisoagradnso: a ' . V" 7 . q 'Í ,
  60. 60. .urA1lah”i(Surar2Í19u0-3), . . a_ Textos do Aleorão l “naatai- os onde quer que os enconuardes _. . ; m à ' í+ T $: ' [áuluo 1utai o9n1rra o1os até que não haja mais . ¡_~. , 'T7 í tunníulto e opressão; quo provaleçaar jüstiõa e a : éefrrr . ag. g- 0.6x › . o pá. .
  61. 61. . ai_ T extós drolxAlcorãol KE se referes _assassinado o¡ morreruno caminho de Allah, o ~_. .a, ' . __. perdão ea misericórdia de: W'T= =;_; ~T ' ; É í* Allah serão muito melhores do que rodaseas recompensas que= g- r. , 0 e aS_* j 1hv se morferesmp fores assassinado, 0.6x › __ _. _.= V7 ó, ;_êparajnmo de 14111311119? e serás levado” (Sura 3:15 748)/ o n <Í? ; . o pá. . . g : r
  62. 62. . V Textos drolxAlcorãol W “Feri- os do peseoeo ParaX cima, e &arrancái as põptas dos seus dedos. Isto pÍor terem . resistindo taAllal! e seu MgnsageirosuSe nouver quaalquefirelutâncigconttra 77 §'_: :g 77:, ,É Allalre seu Mensageiros : allan serállsevegro em! suã punição” "r" (suraiarz-s) k, / g- 0.6x › o n <Í? ; . o pá. , . g : r
  63. 63. o Ç - Nu l Textos do Alcorao W “quando encontrardes os . __. ~àn%rTr 7 iñeré7dulos, - feri os seus pesooçois; então, ?mando os tiverdeis subjugado pporegnnpleto, » os comltrmeze” g- 0.6x › . o pá. ,
  64. 64. Textos do Alcorão' l Segundo o Alçorão, os judeus e os cristãos devem ââllêâíllwso f “Lutai conta_ aqueles quo não acreditaín em w *W “Í” n0- m ía Allah , nem ng) Último Dia [. ..] e qu: não conhecem W' 7?; =-'; r› . ›== ! ' “T a ReligiãoldaNeLérade, dentre os quasoslmzos kda Livro” (Sura 9.29) «La › 4 ç:
  65. 65. 1 'Lt 'r tt. ti» . j t. reuse* . j t. ter : ter “n xr: rr= .lr'arrara 'íHllãgíílÍil R', p; IHj": :l_f-_(1l_l; l')~ mu* n, a 'JIJÊI iran; l;r~ Lui *íl/ Llüli* apurar úllli* I , , l_ . , 1 vb' euros: ;I : rf: um: tee?
  66. 66. 2, A religião cristã acusada de - damentalista O monoteísmo islâmico proâessado 777m' pelos palestinos níalvisto no mundo todo; : «imã › n¡ . ' . J =
  67. 67. 2, A religião cristã acusada de - damentalista AproVeñando o clima, histórico, o monoteísmo eriStãÍo tambémfoi lPÊÍU/ íd? como um dos alvos das críticas dos diversos setores pensantes. «imã › ç 'l A' l? n
  68. 68. 'Vê-Kill “'r ? tro seu: l; :ar= tn; iíal n; try», ¡vat_'pr2_rnw 1. mu: n¡ Llljlgíilj t» : a_L; Ii: Ir t: H lt t. : ki “U; t:: :!_tllí ir o l r, _ _ Hifi_ Lrf§I; Jtt;1-: l
  69. 69. É possível ser rsreínte sem ser fundamenüsta? ° 0.6x › ç n <Í? ; . _Co
  70. 70. 3 . ' 0 conservadorismo cristão con dido com intolerância Amaro pescador, e eonolenâ pegado Jénãtz eríslais aceitável, pois não emste etírtoou enado. «iara › n¡ . ' . J -
  71. 71. 3 . ' 0 conservadorismo cristão con digg com intolerância Estejames preparados, pois ehegarñosão tempo em que, e semellmnea dos apóstolos, podemos ser moitos não 50m termo de “sorriso parajDieus°° (Jolie-Z), própria o sociedade. «iara › ç 'l A' l? n
  72. 72. 3 . ' 0 conservadorismo cristão con dido com intolerância Isso, lcontudo; não @ete §e . p ~ e desímo e; iÍmu-ito menosoo inc o o «iara › n¡ . ' . J -
  73. 73. 3 . ' 0 conservadorismo cristão con dido com intolerância O quelse requer de cada uÍn élque ãeja como* Jesusiqüe vitíeu em um* mundo decadente sem se (l (Mtl_l›lo: “l_9: . g Lcl73l-34); _
  74. 74. . V a w _ Para refletir ; desse tempo oditíicrl, ser como , _. g m Cristo celso à) irá. ,_. . inadiável. : «six › . o Ç'
  75. 75. . Y_ u' ' . Conclusao m3 possível concluir que, se a preservação dos svjalores judaico-cristãos e ttdefesa da ftrndamentalisnro e intolerância, inúmeras barreiras serão impostas a pregação do k Evangelho. hoJ' e, confunde se com 42-_ ética, na mentalidade liberal de . o _Co
  76. 76. . a_ ' . Conclus Longe ele fewer-nes parargitalconstatacão deve levar-nos a estar preparados para &gti; tempo, *ipo i s ainda 7:; 7 7 há muito põr fazer (Lc r2l~9)i- o 5477 u' ão «da › . o _CP
  77. 77. 'tal; n_'r_iirâ_r_n_i à «ir›_i_r_3jk5l= ›_cavílrs ! true-l 'l I]›= .an_ni6l~i~ para ; xrssírval : primor c» “gnteviírní> t. u¡ emitir: tr' it» _ leila: _ill _IJ IJ: !lili i: t5 le' 7 ' g. Eur-tre, :Em : em 'g›_rijI; n_u-›lçr. iirs _'I; r_r= _l_r"tt. !›** ~ lHl; ;:*-_rrÍ late* çleil! o “ Kerry JÍJKÚLRV n ; me 'iLÍICiÊ1tlL| Ãl§iiir_lfo VelÍ35tÃÊLr o ' E! _turÍ iil_'l_t_l7 "il Ít1!lí't: i 'ff-til'
  78. 78. tar ; rue . miafe rar-instinto A# *Çltml a ; r;n_if~l›fi; r;n_irv Í* alto¡ title "iríl tiro n77* atlanta** "Latão 'meio 'unkrilar; 'aniir. eevl
  79. 79. Till . f Día: V. Curta¡
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