A PEDAGOGIA DA MUDANÇA: REVISITANDO A
PEDAGOGIA DO OPRIMIDO DE PAULO FREIRE PARA
SONDAR CAMINHOS PARA A MUDANÇA EM ANGOLA
REGIME AUTORITÁRIO
Gandhi:
“existem em nosso planeta recursos suficientes para atender às
necessidades de todos, mas, em compensação, eles nã...
FILOSOFIA DO FRACTAL:
O TODO ESTÁ PARA A PARTE
COMO A PARTE ESTÁ PARA O
TODO
Humanização e desumanização dentro da história, num contexto real,
concreto, objectivo, são possibilidades dos seres human...
A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exige uma
permanente busca. Busca permanente que só existe no acto res...
Apesar do oprimido reconhecer a contradição que o opõe
ao opressor ele é levado por várias circunstâncias a
desenvolver me...
A libertação, por isto, é um parto. E um
parto doloroso. O homem que nasce
deste parto é um homem novo que só é
viável na ...
Colóquio sobreReflexões Multidisciplinares no Contexto Angolano do Pós-guerra
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Colóquio sobreReflexões Multidisciplinares no Contexto Angolano do Pós-guerra

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Palestra apresentada no colóquio sobre reflexões multidisciplinares no contexto angolano do pós-guerra que teve lugar no dia 1º de fevereiro 2014 no Instituto Superior Joao Paulo Segundo em Luanda

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Colóquio sobreReflexões Multidisciplinares no Contexto Angolano do Pós-guerra

  1. 1. A PEDAGOGIA DA MUDANÇA: REVISITANDO A PEDAGOGIA DO OPRIMIDO DE PAULO FREIRE PARA SONDAR CAMINHOS PARA A MUDANÇA EM ANGOLA
  2. 2. REGIME AUTORITÁRIO
  3. 3. Gandhi: “existem em nosso planeta recursos suficientes para atender às necessidades de todos, mas, em compensação, eles não bastarão se o objectivo for satisfazer o desejo de posse, a avidez, a cobiça, mesmo que seja de alguns.” PATRICK VIVERET “a miséria material de uns está directamente relacionada à miséria ética, afectiva e espiritual de outros” (VIVERET, 2013)
  4. 4. FILOSOFIA DO FRACTAL: O TODO ESTÁ PARA A PARTE COMO A PARTE ESTÁ PARA O TODO
  5. 5. Humanização e desumanização dentro da história, num contexto real, concreto, objectivo, são possibilidades dos seres humanos como seres inconclusos e conscientes da sua inconclusão. (E diz mais) se ambas são posssibilidades, só a primeira nos parece ser o que chamamos de vocação dos homens. Vocação negada na injustiça, na exploração, na opressão, na violência dos opressores. Mas afirmada no anseio de liberdade, de justiça, de luta dos oprimidos, pela recuperação de sua humanidade roubada (FREIRE, 2005, pág. 32).
  6. 6. A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exige uma permanente busca. Busca permanente que só existe no acto responsável de quem a faz. Ninguém tem liberdade para ser livre: pelo contrário, luta por ela precisamete porque não a tem. Não é também a liberdade um ponto ideal, fora dos homens, ao qual inclusive eles se alienam. Não é ideia que se faça mito. É condição indispensável ao movimento de busca em que estão inscritos os homens como seres inconclusos (FREIRE, 2005, pág. 37).
  7. 7. Apesar do oprimido reconhecer a contradição que o opõe ao opressor ele é levado por várias circunstâncias a desenvolver medo da liberdade, resignando-se. É por isso necessário, por meio de acção pedagógica apropriada, levar o oprimido a reconhecer dentro de si as forças, enfim, a potência que carrega para empreender a conquista da liberdade.
  8. 8. A libertação, por isto, é um parto. E um parto doloroso. O homem que nasce deste parto é um homem novo que só é viável na e pela superação da contradição opressores-oprimidos, que é a libertação de todos. A superação da contradição é o parto que traz ao mundo este homem novo não mais opressor; não mais oprimido, mas homem libertando-se. Paulo Freire

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