SlideShare uma empresa Scribd logo

Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha

natureza humana de cristo

Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha

1 de 19
Baixar para ler offline
Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha
Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha
Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha
A Doutrina de Cristo
Como Jesus pode ser plenamente Deus e
plenamente homem, e ainda assim uma
pessoa?
As Duas Naturezas de Cristo
Divina Humana
A Humanidade de Cristo
O nascimento virginal.
Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Que estando Maria, sua mãe,
desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito
Santo.
Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la
secretamente.
E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo:
José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está
gerado é do Espírito Santo;
Mateus 1:18-20
E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te
ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
Gênesis 3:15
Anúncio

Recomendados

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Panorama do NT - Introdução
Panorama do NT - IntroduçãoPanorama do NT - Introdução
Panorama do NT - IntroduçãoRespirando Deus
 
Teologia sistematica - Cristologia
Teologia sistematica - CristologiaTeologia sistematica - Cristologia
Teologia sistematica - CristologiaGcom digital factory
 
Historia da igreja i aula 1
Historia da igreja i  aula 1Historia da igreja i  aula 1
Historia da igreja i aula 1Moisés Sampaio
 
Aula de pneumatologia
Aula de pneumatologiaAula de pneumatologia
Aula de pneumatologiaAlberto Nery
 
O Espírito Santo de Deus
O Espírito Santo de DeusO Espírito Santo de Deus
O Espírito Santo de DeusJosé Silva
 
hamartiologia - Doutrina do pecado.
hamartiologia - Doutrina do pecado.hamartiologia - Doutrina do pecado.
hamartiologia - Doutrina do pecado.RODRIGO FERREIRA
 
Lição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua Deidade
Lição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua DeidadeLição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua Deidade
Lição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua DeidadeÉder Tomé
 
Epístolas gerais - aula 1
Epístolas gerais - aula 1Epístolas gerais - aula 1
Epístolas gerais - aula 1Moisés Sampaio
 
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.Márcio Martins
 
Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.
Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.
Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.RODRIGO FERREIRA
 

Mais procurados (20)

Panorama do NT - Introdução
Panorama do NT - IntroduçãoPanorama do NT - Introdução
Panorama do NT - Introdução
 
Teologia sistematica - Cristologia
Teologia sistematica - CristologiaTeologia sistematica - Cristologia
Teologia sistematica - Cristologia
 
Panorama do NT - João
Panorama do NT - JoãoPanorama do NT - João
Panorama do NT - João
 
Doutrina de deus
Doutrina de deusDoutrina de deus
Doutrina de deus
 
Quem é jesus power point
Quem é jesus power pointQuem é jesus power point
Quem é jesus power point
 
Doutrina do Pecado
Doutrina do Pecado Doutrina do Pecado
Doutrina do Pecado
 
Historia da igreja i aula 1
Historia da igreja i  aula 1Historia da igreja i  aula 1
Historia da igreja i aula 1
 
Apocalipse
ApocalipseApocalipse
Apocalipse
 
Aula de pneumatologia
Aula de pneumatologiaAula de pneumatologia
Aula de pneumatologia
 
O Espírito Santo de Deus
O Espírito Santo de DeusO Espírito Santo de Deus
O Espírito Santo de Deus
 
hamartiologia - Doutrina do pecado.
hamartiologia - Doutrina do pecado.hamartiologia - Doutrina do pecado.
hamartiologia - Doutrina do pecado.
 
Lição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua Deidade
Lição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua DeidadeLição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua Deidade
Lição 2 - A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua Deidade
 
Epístolas gerais - aula 1
Epístolas gerais - aula 1Epístolas gerais - aula 1
Epístolas gerais - aula 1
 
3. O Evangelho Segundo Mateus
3. O Evangelho Segundo Mateus3. O Evangelho Segundo Mateus
3. O Evangelho Segundo Mateus
 
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
Escatologia o Estudo das Últimas Coisas.
 
26 Quem é Jesus Cristo?
26   Quem é Jesus Cristo?26   Quem é Jesus Cristo?
26 Quem é Jesus Cristo?
 
Inspiração e interpretação bíblica 3
Inspiração e interpretação bíblica 3Inspiração e interpretação bíblica 3
Inspiração e interpretação bíblica 3
 
2. introdução ao novo testamento
2.  introdução ao novo testamento2.  introdução ao novo testamento
2. introdução ao novo testamento
 
Panorama do NT - Mateus
Panorama do NT - MateusPanorama do NT - Mateus
Panorama do NT - Mateus
 
Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.
Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.
Epístolas Gerais - I e II Pedro, I II e III João, Judas.
 

Destaque

MINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIA
MINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIAMINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIA
MINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIALeonam dos Santos
 
Introdução 1 cristologia
Introdução 1 cristologiaIntrodução 1 cristologia
Introdução 1 cristologiafrpoverello
 
Cristología 101 - Básica
Cristología 101 - BásicaCristología 101 - Básica
Cristología 101 - BásicaJose Juan Valdez
 
Tratado de Cristologia
Tratado de CristologiaTratado de Cristologia
Tratado de Cristologiaclasesteologia
 
Cristologia básica(apresentação)
Cristologia básica(apresentação)Cristologia básica(apresentação)
Cristologia básica(apresentação)Nome Sobrenome
 
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
Elementos fundamentais de cristologia   frei otonElementos fundamentais de cristologia   frei oton
Elementos fundamentais de cristologia frei otonZé Vitor Rabelo
 
Cristologia posição da iasd
Cristologia  posição da iasdCristologia  posição da iasd
Cristologia posição da iasdC. Soares
 
Cristologia - Introdução
Cristologia - IntroduçãoCristologia - Introdução
Cristologia - IntroduçãoDilean Melo
 
La vida de jesús viii ibe callao
La vida de jesús viii ibe callaoLa vida de jesús viii ibe callao
La vida de jesús viii ibe callaoLuis Melendez
 
Cristologia leccion1
Cristologia leccion1Cristologia leccion1
Cristologia leccion1Jose Otero
 
Curso de la persona de Jesús, Cristologia.
Curso de la persona de Jesús, Cristologia.Curso de la persona de Jesús, Cristologia.
Curso de la persona de Jesús, Cristologia.Alberto Motta Ochoa
 
Introducción a la Cristología
Introducción a la CristologíaIntroducción a la Cristología
Introducción a la Cristologíafaropaideia
 
Teologia moral frei oton - aula 4 cristologia
Teologia moral   frei oton - aula 4 cristologiaTeologia moral   frei oton - aula 4 cristologia
Teologia moral frei oton - aula 4 cristologiaZé Vitor Rabelo
 

Destaque (20)

MINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIA
MINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIAMINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIA
MINI-CURSO DE TEOLOGIA - CRISTOLOGIA
 
Cristología
CristologíaCristología
Cristología
 
Introdução 1 cristologia
Introdução 1 cristologiaIntrodução 1 cristologia
Introdução 1 cristologia
 
Cristología 101 - Básica
Cristología 101 - BásicaCristología 101 - Básica
Cristología 101 - Básica
 
Cristologia
CristologiaCristologia
Cristologia
 
Tratado de Cristologia
Tratado de CristologiaTratado de Cristologia
Tratado de Cristologia
 
A NATUREZA HUMANA DE CRISTO
A NATUREZA HUMANA DE CRISTOA NATUREZA HUMANA DE CRISTO
A NATUREZA HUMANA DE CRISTO
 
Cristologia básica(apresentação)
Cristologia básica(apresentação)Cristologia básica(apresentação)
Cristologia básica(apresentação)
 
Cristologia básica 2
Cristologia básica 2Cristologia básica 2
Cristologia básica 2
 
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
Elementos fundamentais de cristologia   frei otonElementos fundamentais de cristologia   frei oton
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
 
Cristologia posição da iasd
Cristologia  posição da iasdCristologia  posição da iasd
Cristologia posição da iasd
 
Cristologia - Introdução
Cristologia - IntroduçãoCristologia - Introdução
Cristologia - Introdução
 
A Doutrina de Cristo
A Doutrina de CristoA Doutrina de Cristo
A Doutrina de Cristo
 
Cristología I
Cristología ICristología I
Cristología I
 
A humanidade de cristo
A humanidade de cristoA humanidade de cristo
A humanidade de cristo
 
La vida de jesús viii ibe callao
La vida de jesús viii ibe callaoLa vida de jesús viii ibe callao
La vida de jesús viii ibe callao
 
Cristologia leccion1
Cristologia leccion1Cristologia leccion1
Cristologia leccion1
 
Curso de la persona de Jesús, Cristologia.
Curso de la persona de Jesús, Cristologia.Curso de la persona de Jesús, Cristologia.
Curso de la persona de Jesús, Cristologia.
 
Introducción a la Cristología
Introducción a la CristologíaIntroducción a la Cristología
Introducción a la Cristología
 
Teologia moral frei oton - aula 4 cristologia
Teologia moral   frei oton - aula 4 cristologiaTeologia moral   frei oton - aula 4 cristologia
Teologia moral frei oton - aula 4 cristologia
 

Semelhante a Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha

Lição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editado
Lição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editadoLição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editado
Lição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editadoPr Neto
 
Teo do n t slide do dia 27 de janeiro
Teo do n t slide do dia 27 de janeiroTeo do n t slide do dia 27 de janeiro
Teo do n t slide do dia 27 de janeiroJose Ventura
 
Jovens Obras de Jesus
Jovens Obras de JesusJovens Obras de Jesus
Jovens Obras de Jesusuriank
 
A verdade presente folheto livro
A verdade presente folheto livroA verdade presente folheto livro
A verdade presente folheto livrorogermoon
 
Qual a diferença entre deus
Qual a diferença entre deusQual a diferença entre deus
Qual a diferença entre deusNayara Ladeia
 
Cristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdf
Cristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdfCristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdf
Cristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdfjoabedasilvasouza1
 
Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter
 Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter
Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de CaráterI.A.D.F.J - SAMAMABAIA SUL
 
A Divindade de Cristo.pptx
A Divindade de Cristo.pptxA Divindade de Cristo.pptx
A Divindade de Cristo.pptxDavidMacedo36
 
1 trindade - 08-09-2013 (1)
1   trindade - 08-09-2013 (1)1   trindade - 08-09-2013 (1)
1 trindade - 08-09-2013 (1)judju
 
4- A igreja primitiva.pptx
4- A igreja primitiva.pptx4- A igreja primitiva.pptx
4- A igreja primitiva.pptxPIB Penha - SP
 
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
Elementos fundamentais de cristologia   frei otonElementos fundamentais de cristologia   frei oton
Elementos fundamentais de cristologia frei otonZé Vitor Rabelo
 
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
Elementos fundamentais de cristologia   frei otonElementos fundamentais de cristologia   frei oton
Elementos fundamentais de cristologia frei otonZé Vitor Rabelo
 
LIÇÃO_04 Jesus cristo
LIÇÃO_04 Jesus cristoLIÇÃO_04 Jesus cristo
LIÇÃO_04 Jesus cristoPr Neto
 
Discipulado lição 3 - jesus cristo
Discipulado   lição 3 - jesus cristoDiscipulado   lição 3 - jesus cristo
Discipulado lição 3 - jesus cristoAlexandro Oliveira
 

Semelhante a Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha (20)

Lição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editado
Lição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editadoLição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editado
Lição 13 jesus cristo o modelo supremo de caráter_editado
 
Teo do n t slide do dia 27 de janeiro
Teo do n t slide do dia 27 de janeiroTeo do n t slide do dia 27 de janeiro
Teo do n t slide do dia 27 de janeiro
 
Jovens Obras de Jesus
Jovens Obras de JesusJovens Obras de Jesus
Jovens Obras de Jesus
 
A verdade presente folheto livro
A verdade presente folheto livroA verdade presente folheto livro
A verdade presente folheto livro
 
Jesus cristo
Jesus cristoJesus cristo
Jesus cristo
 
Qual a diferença entre deus
Qual a diferença entre deusQual a diferença entre deus
Qual a diferença entre deus
 
JESUS - O Homem Deus
JESUS - O Homem DeusJESUS - O Homem Deus
JESUS - O Homem Deus
 
Doutrinas biblicas
Doutrinas biblicasDoutrinas biblicas
Doutrinas biblicas
 
Cristologia_slides.pptx
Cristologia_slides.pptxCristologia_slides.pptx
Cristologia_slides.pptx
 
Cristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdf
Cristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdfCristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdf
Cristologia- INSTRODUÇÃO TEOLOGICA.pdf
 
Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter
 Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter
Lição 13 - Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter
 
A Divindade de Cristo.pptx
A Divindade de Cristo.pptxA Divindade de Cristo.pptx
A Divindade de Cristo.pptx
 
1 trindade - 08-09-2013 (1)
1   trindade - 08-09-2013 (1)1   trindade - 08-09-2013 (1)
1 trindade - 08-09-2013 (1)
 
4- A igreja primitiva.pptx
4- A igreja primitiva.pptx4- A igreja primitiva.pptx
4- A igreja primitiva.pptx
 
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
Elementos fundamentais de cristologia   frei otonElementos fundamentais de cristologia   frei oton
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
 
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
Elementos fundamentais de cristologia   frei otonElementos fundamentais de cristologia   frei oton
Elementos fundamentais de cristologia frei oton
 
Jesus é Deus cr brasil
Jesus é Deus   cr brasilJesus é Deus   cr brasil
Jesus é Deus cr brasil
 
LIÇÃO_04 Jesus cristo
LIÇÃO_04 Jesus cristoLIÇÃO_04 Jesus cristo
LIÇÃO_04 Jesus cristo
 
História de São José
História de São JoséHistória de São José
História de São José
 
Discipulado lição 3 - jesus cristo
Discipulado   lição 3 - jesus cristoDiscipulado   lição 3 - jesus cristo
Discipulado lição 3 - jesus cristo
 

Cristologia - Natureza humana de Cristo - Matheus Rocha

  • 4. A Doutrina de Cristo Como Jesus pode ser plenamente Deus e plenamente homem, e ainda assim uma pessoa?
  • 5. As Duas Naturezas de Cristo Divina Humana
  • 6. A Humanidade de Cristo O nascimento virginal. Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Que estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo. Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo; Mateus 1:18-20 E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15
  • 7. Jesus possuía um corpo humano. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; Mateus 4:2 Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Lucas 24:39
  • 8. Jesus possuía uma mente humana. E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens. Lucas 2:52 Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai. Marcos 13:32 Isaías 11:2
  • 9. As pessoas próximas de Jesus consideravam-no apenas humano. E aconteceu que Jesus, concluindo estas parábolas, se retirou dali. E, chegando à sua pátria, ensinava-os na sinagoga deles, de sorte que se maravilhavam, e diziam: De onde veio a este a sabedoria, e estas maravilhas? Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto? Mateus 13:53-56 Porque nem mesmo seus irmãos criam nele. João 7:5
  • 10. Foi o mesmo corpo que Jose de Arimateia pediu para sepultar: “Este foi ter com Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que o corpo lhe fosse dado. E Jose, tomando o corpo, envolveu-o num fino e limpo lençol” (Mt 27.58,59). Quando as mulheres chegaram ao jardim onde Ele fora sepultado, “entrando [no sepulcro], não acharam o corpo do Senhor” (Lc 24.3). Livro Teologia Sistemática Pentecostal, pág. 121
  • 11. “O trabalho da sua alma ele vera, e ficara satisfeito...” (Is 53.11,12). Neste texto, vemos que não somente o corpo de Cristo, mas a sua alma e toda a extensão do seu Ser foram entregues pelos pecados da humanidade. Durante a sua vida terrena, o Senhor Jesus tinha uma alma — que e o centro das emoções humanas — ligando ao seu corpo tanto a parte psíquica como a somática. Por isso, Ele sentiu pavor e angustia (Mc 14.33), indignação (Mc 10.14), compaixão (Mt 9.36) e agonia (Lc 22.44), além de chorar (Jo 11.35) e se perturbar (Jo 12.27). Livro Teologia Sistemática Pentecostal, pág. 122
  • 12. O espirito de Cristo Ha na Biblia a expressao “Espirito de Cristo”, que nao se refere ao espirito humano do Senhor — diz respeito a um dos nomes do Espirito Santo. Contudo, ao se fazer Homem, Jesus passou a ter, evidentemente, um espirito, como lemos em Lucas 23.46: “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas maos entrego o meu espirito”.
  • 13. A dupla natureza de Cristo Isto e, Jesus, ao andar na Terra, era verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. O conceito de que Ele era 50% homem e 50% Deus não tem fundamento bíblico. Filho do homem e Filho de Deus são a mesma pessoa. Jesus na eternidade estava com Deus e era Deus (Jo I.I). Ao humanizar-se, não deixou de ser divino, pois atributos exclusivos da deidade foram manifestos por Ele entre os homens. Ao abrir mão, voluntariamente, de sua gloria junto ao Pai, limitou-se, esvaziou-se, aniquilou-se a si mesmo, a fim de sofrer pela humanidade (Fp 2.6-8). No ventre de Maria, pois, uniram-se duas naturezas: a divina e a humana. Por amor de nos, para nos salvar, Deus se fez Homem.
  • 14. Por que era necessário que Jesus fosse plenamente humano? • Possibilitar uma obediência representativa. • Ser um sacrifício substitutivo. (Rm 6.23) • Ser o único mediador entre Deus e os homens. • Cumprir o propósito original do homem de dominar a criação. • Ser nosso exemplo e padrão na vida.
  • 15. Cristo humanizou-se para aniquilar o que tinha o império da morte, o Diabo. O autor de Hebreus mostra isso de maneira sublime e sem igual: “E, visto que os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto e, o diabo” (Hb 2.14). Esse triunfo de Cristo sobre o Inimigo e seu império anulou a “cédula” que era contra nos (Jo 5.24; Ap 2.11). Por isso, o apostolo Paulo, inspirado por Deus, afirmou: “Havendo [Cristo] riscado a cedula que era contra nos nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contraria, e a tirou do meio de nos, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expos publicamente e deles triunfou em si mesmo” (Cl 2.14,15). Livro Teologia Sistemática Pentecostal.
  • 17. Ensinamentos falsos sobre a dupla natureza de Cristo Gnósticos. E provável que o gnosticismo tenha surgido como um segmento cristão, no Egito, entre o fim do século I e o inicio do século II. Muitos escritos do gnosticismo do segundo século foram encontrados, incluindo o chamado Evangelho Segundo Tome.
  • 18. Os gnósticos formularam três conceitos diferentes: 1) Negavam a realidade do “corpo humano” de Cristo. Ensinavam que Cristo apareceu na pessoa de Jesus, mas que este nunca foi realmente um ser humano. Tal “Cristologia” e conhecida por docetismo (gr. dokeo, “aparecer” ou “parecer”). Para eles, Jesus apenas se parecia com o homem. Toda a sua existência na terra teria sido uma farsa; Ele teria fingido ser carne e sangue, visando ao bem dos discípulos. 2) Afirmavam que Cristo tinha um “corpo real”, mas negavam que fosse material. 3) Ensinavam uma “Cristologia” dualista, pela qual “Cristo” teria entrado em “Jesus” no batismo e o abandonado pouco antes de sua morte. “Cristo” teria, por exemplo, usado as cordas vocais de “Jesus” para ensinar os discípulos, porem nunca foi realmente um ser humano. Afirmava, portanto, que “Jesus” e “Cristo” eram duas pessoas distintas.