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Autores analisam 12 economias da América do Sul no período
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Minha Meta: traçar paralelo entre análise dos autores e comércio
internacional do estado do Espírito Santo.
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Evidências relacionadas ao setor externo podem ser utilizadas para
defender intervenção governamental, através d...
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Dez Principais Produtos da Pauta de Exportação
Espírito Santo, 1997/2011
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Pauta de Exportação
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Indicadores de Concentração
Pauta de Exportações
Espírito Santo, 1996/2010
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Exportações

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Exportações e Importações
Classificação por Categoria de Uso
Espírito Santo, 1997/2010
Bens de capital

Bens de c...
Proposta

14.0

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Indústria de alta tecnologia

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Indústria de alta tecnologia

Indústria de Médias-alta tecnolo...
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Curvas de Especialização de Exportações e Importações
Espírito Santo, 1997/2011
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Referências Bibliográficas

EATON, J.; KORTUM, S.; KRAMARZ, F. Dissecting trade: firms, industries, and
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Discussão do Artigo "O Comércio Exterior dos Países Sul-Americanos: uma investigação 20 anos após o Consenso de Washington", de Tomás Torezani, Denise Piper e Jucélio Kretzer.

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Matheus Albergaria de Magalhães - Terceiro Encontro de Economia do Espírito Santo (III EEES). Quality Hotel Aeroporto Vitória, Vitória, 18 de Outubro de 2012.

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Discussão do Artigo "O Comércio Exterior dos Países Sul-Americanos: uma investigação 20 anos após o Consenso de Washington", de Tomás Torezani, Denise Piper e Jucélio Kretzer.

  1. 1. Discussão do Artigo “O Comércio Exterior dos Países SulAmericanos: uma investigação 20 anos após o Consenso de Washington”, de Tomás Torezani, Denise Piper e Jucélio Kretzer Matheus Albergaria de Magalhães (IJSN) Vu Pham
  2. 2. Organização Contribuição Limitações Proposta Referências Bibliográficas Vu Pham
  3. 3. Contribuição Autores analisam 12 economias da América do Sul no período posterior ao Consenso de Washington (1990-2010). Apontam limitações de aplicação do receituário do Consenso a distintas realidades socioeconômicas. Ênfase sobre indicadores de comércio internacional (coeficientes de abertura e razões de concentração). Além de interessante, tema é relevante pelas implicações geradas em termos de políticas de comércio exterior e desenvolvimento. Vu Pham
  4. 4. Limitações Autores apresentam algumas evidências empíricas relacionadas ao tema... ...mas, ainda é possível utilizar outros indicadores relacionados ao comércio internacional. Novos indicadores podem apontar fragilidades na estrutura do comércio exterior do Brasil e demais países selecionados. Vantagem: autores teriam base mais sólida para seu argumento. Vu Pham
  5. 5. Proposta Minha Meta: traçar paralelo entre análise dos autores e comércio internacional do estado do Espírito Santo. Qual é a vantagem de uma estratégia nestes moldes? Espírito Santo (assim como Brasil) corresponde a um bom exemplo de pequena economia aberta (alto grau de abertura + pauta exportadora concentrada em commodities). Sugestão: autores deveriam calcular indicadores semelhantes para países de sua amostra. Vu Pham
  6. 6. Proposta Evidências relacionadas ao setor externo podem ser utilizadas para defender intervenção governamental, através de ativas políticas industriais (e.g., Hausmann e Rodrik 2006). Por outro lado, ocorrência de padrões de concentração nas exportações pode fazer com que políticas industriais não façam sentido (e.g., Easterly e Reshef 2009). Fato: poucas firmas exportam, com estas firmas sendo, em média, mais produtivas que firmas não-exportadoras (Eaton, Kortum e Kramarz 2004; Gomes e Ellery 2007). Vu Pham
  7. 7. Proposta Dez Principais Produtos da Pauta de Exportação Espírito Santo, 1997/2011 Valores Participação (US$ Bilhões) (%) Mercadoria NCM Minérios de ferro aglomerados e concentrados 32,27 41 Produtos semimanufaturados de ferro e aço 11,86 15 Pasta química de madeira (Celulose) 10,20 13 Café em grão 4,39 6 Outros granitos trabalhados e suas obras 3,61 5 Produtos semimanuf., de outras ligas de aços 1,89 2 Óleos brutos de petróleo 1,65 2 Combustíveis e Lubrificantes para embarcações 1,23 2 Outros laminados de ferro e aço 1,18 2 Outros tubos flexíveis de ferro e aço 1,07 1 Total 69,35 89 Fonte: Magalhães e Toscano (2012c, Tabela 2). Vu Pham
  8. 8. Proposta Pauta de Exportação Espírito Santo, Períodos Selecionados 1996-2000 Mercadoria NCM 2001-2005 2006-2010 Valores Participação Valores Participação Valores Participação (US$ Bilhões) (%) (US$ Bilhões) (%) (US$ Bilhões) (%) Minérios de ferro aglomerados 3,3 26 6,3 35 19,2 45 Outros produtos semi.de ferro e aço 3,7 29 3,0 16 5,5 13 Pasta química de madeira (Celulose) 2,4 19 3,1 17 4,6 11 Outros granitos trabalhados 0,2 1 0,5 3 2,7 6 Café em grão 1,5 12 0,9 5 2,0 5 Óleos brutos de Petróleo 0,0 0 0,0 0 0,9 2 Outros laminados de ferro e aço Outros Tubos Flexiveis de Ferro ou Aço 0,0 0 0,3 2 0,8 2 0,0 0 0,2 1 0,8 2 Minérios de ferro não aglomerados 0,0 0 0,2 1 0,7 2 Subtotal 11,1 87 14,5 80 37,2 88 Total 12,6 100% 18,2 100% 42,5 100% Fonte: Magalhães e Toscano (2012b, Tabela 3). Vu Pham
  9. 9. Proposta Indicadores de Concentração Pauta de Exportações Espírito Santo, 1996/2010 Indicador Razão 1º e o 10º (R1/10) Razão 1º e o 100º (R1/100) Bens Valor 31 7.286 2.118 Fonte: Magalhães e Toscano (2012b, Tabela 4). Índice Herfindahl-Hirschman Espírito Santo e Brasil, 1997/2011 Indicador Espírito Santo Brasil (1)/(2) (1) (2) Exportações 2.184,8 152,2 14,4 Importações 127,6 83,5 1,5 Fonte: Cálculos de Victor Toscano, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (SECEX/MDIC). Vu Pham
  10. 10. Exportações 45.00% 45.00% 40.00% 40.00% 35.00% 35.00% 30.00% 30.00% 25.00% 25.00% 20.00% 15.00% 10.00% 5.00% 0.00% Fonte: Magalhães e Toscano (2012c, Gráfico 1). Vu Pham 87032310 27011900 74031100 27011200 87042190 87032410 11071010 40112090 27011100 84295219 04022110 85171231 54075210 40111000 74081100 87021000 84733029 87033390 10019090 87051010 84733025 84272090 22042100 54023300 85252022 87032100 54076100 85177010 31042090 84439929 38013010 72083910 39173900 18069000 08072000 72253000 72083890 72072000 25161200 26011100 72083990 27090010 68029390 47032900 26011200 Proposta Histogramas Exportações e Importações Espírito Santo, 1997/2011 Importações 20.00% 15.00% 10.00% 5.00% 0.00%
  11. 11. Proposta Exportações e Importações Classificação por Categoria de Uso Espírito Santo, 1997/2010 Bens de capital Bens de consumo duráveis Bens de consumo não-duráveis Bens de consumo semiduráveis Bens intermediários Consumo de Bordo 1.2 1.3 25.7 3.9 4.0 0.0 2.4 0.0 0.3 1997 97.6 0.0 1.1 2010 Exportações Fonte: Magalhães e Toscano (2012a, Gráfico 6). Vu Pham 41.1 4.8 4.3 14.4 25.2 96.2 53.5 23.0 1997 2010 Importações
  12. 12. Proposta 14.0 Bilhões Indústria de alta tecnologia 14.0 Indústria de alta tecnologia Indústria de Médias-alta tecnologia Indústria de Médias-alta tecnologia 12.0 12.0 Indústrias de Média-baixa tecnologia Indústrias de Média-baixa tecnologia Indústrias de baixa tecnologia 10.0 Indústrias de baixa tecnologia 10.0 Produtos sem conteúdo tecnológico Produtos sem conteúdo tecnológico 8.4 8.0 8.0 5.5 1.8 6.0 6.0 1.1 3.2 4.0 1.3 1.2 0.9 1.2 1.0 0.7 2.0 2.0 2.3 3.0 2.0 2.7 0.0 0.4 Fonte: Magalhães e Toscano (2012a, Gráfico 8). Vu Pham 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 0.0 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 0.4 2010 3.3 2009 4.0 1.4 1997 Bilhões Conteúdo Tecnológico de Exportações e Importações Espírito Santo, 1997/2010
  13. 13. Proposta Curvas de Especialização de Exportações e Importações Espírito Santo, 1997/2011 100% % acumulado do valor exportado 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Percentil do número de mercadorias Exportações Importações Fonte: Magalhães e Toscano (2012c, Gráfico 2). Vu Pham 70% 80% 90% 100%
  14. 14. Referências Bibliográficas EATON, J.; KORTUM, S.; KRAMARZ, F. Dissecting trade: firms, industries, and export destinations. American Economic Review (Papers and Proceedings), v.94, n.2, p.150-154, May 2004. EASTERLY, W.; RESHEF, A. Big hits in manufacturing exports and development. New York University (NYU), manuscrito, Oct.2009, 49p. GOMES, V.; ELLERY, R.G., Jr. Perfil das exportações, produtividade e tamanho das firmas no Brasil. Revista Brasileira de Economia, v.61, n.1, p.33-48, Jan.Mar.2007. HAUSMANN, R.; RODRICK, D. Doomed to choose: industrial policy as predicament. Harvard University, manuscrito, Sept.2006, 64p. Vu Pham
  15. 15. Referências Bibliográficas MAGALHÃES, M.A.; TOSCANO, V.N. Abertura, Concentração e Volatilidade: uma análise do comércio exterior do Espírito Santo ao longo do período 19962010. In: In: Magalhães, M.A.; Toscano, V.N. (Orgs.). A Economia do Espírito Santo: novas visões. Vitória: CORECON-ES, 2012, p.1-20 (2012a). MAGALHÃES, M.A.; TOSCANO, V.N. Distribuições em cauda longa e comércio internacional: uma investigação empírica de padrões de concentração na pauta de exportações do Espírito Santo, 1996-2010. Ensaios FEE, 2012, a sair (2012b). MAGALHÃES, M.A.; TOSCANO, V.N. Exportações versus Importações no Espírito Santo, Nota Técnica n.36, IJSN, Out.2012, 18p. (2012c). MAGALHÃES, M.A.; TOSCANO, V.N. Quais foram os efeitos da crise financeira de 2007-2008 sobre o estado do Espírito Santo? In: Terceiro Encontro de Economia do Espírito Santo (III EEES), Vitória, Out.2012, 17p. (2012d). Vu Pham
  16. 16. OBRIGADO! Matheus Albergaria de Magalhães matheus.albergaria.magalhaes@gmail.com www.sites.google.com/site/malbergariademagalhaes Vu Pham

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