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Invasão do Iraque em 2003Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.           Este artigo ou secção contém uma lista de font...
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Fatos historicos

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Fatos historicos

  1. 1. A Crise de 1929 No dia 24 de outubro de 1929, a "Quinta-feira negra", 16 milhões de títulos foram colocados à venda sem que aparecessem compradores. Os preços dos títulos desabaram. A queda se acelerou e, no começo de novembro, os títulos perderam mais de um terço de seu valor. Acreditava-se que a crise era passageira. Opresidente norte-americano, Hoover, afirmava tratar-se de uma simplesrecessão: "Comprem, a prosperidade está na próxima esquina". No começo de1930, ocorreu uma melhora nas cotações. Os grandes especuladoresaproveitaram para despejar no mercado os títulos que possuíam. Novo pânicose instaura arruinando milhares de pequenos investidores, que pegavamprestações de empréstimos pela compra de ações de que eram portadoresmas que não tinham mais valor. A queda nas cotações disparava: as ações daUS Steel, de 250 passaram a valer 22 pontos. As ações da Chrysler, de 135passaram a 5 pontos, segundo os índices de valores da Bolsa de Nova Iorque.Bombardeamentos de Hiroshima e NagasakiOs Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki foram ataques nucleares ocorridos no finalda Segunda Guerra Mundial contra o Império do Japão realizados pela Força Aérea dos EstadosUnidos da América na ordem do presidente americano Harry S. Truman nos dias 6 de agosto e 9 deagosto de 1945.[1] Após seis meses de intenso bombardeio em 67 outras cidades japonesas,a bomba atômica "Little Boy" caiu sobre Hiroshima numa segunda-feira.[2] Três dias depois, no dia 9,a "Fat Man" caiu sobre Nagasaki. Historicamente, estes são até agora os únicos ataques onde seutilizaram armas nucleares.[3] As estimativas do primeiro massacre por armas de destruição maciçasobre uma população civil apontam para um número total de mortos a variar entre 140 mil emHiroshima e 80 mil em Nagasaki,[4] sendo algumas estimativas consideravelmente mais elevadas
  2. 2. quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação.[5] A maioria dosmortos era civil.[6][7][8]As explosões nucleares, a destruição das duas cidades e as centenas de milhares de mortos empoucos segundos levaram o Império do Japão à rendição incondicional em 15 de agosto de 1945,com a subsequente assinatura oficial do armistício em 2 de setembro na baía de Tóquio e o fim da IIGuerra Mundial.O papel dos bombardeios atômicos na rendição do Japão, assim como seus efeitos e justificações,foram submetidos a muito debate. Nos EUA, o ponto de vista que prevalece é que os bombardeiosterminaram a guerra meses mais cedo do que haveria acontecido, salvando muitas vidas que seriamperdidas em ambos os lados se a invasão planejada do Japão tivesse ocorrido. No Japão, o públicogeral tende a crer que os bombardeios foram desnecessários, uma vez que a preparação para arendição já estava em progresso em Tóquio.Mostra Che GuevaraPublicado em outubro 16, 2012 por ujc UJC ParaíbaNo dia 08 de outubro de 1967 um grande coração revolucionário parou de bater, éassassinado na Bolívia, a mando da CIA, Ernesto Guevara de La Sierna.Nós da União da Juventude Comunista – UJC – e do Partido Comunista Brasileiro – PCB –consideramos como tarefa revolucionária manter viva a memória histórica daqueles quelutaram pela liberdade. Acreditamos que esta memória é o motor da nossa luta, através daqual passamos a não naturalizar as coisas e percebemos com convicção de que nada deveparecer impossível de mudar.É através do exemplo revolucionário de Che Guevara, e de tantos outros, que reafirmamosnosso posicionamento de que a revolução é algo necessário e por ela lutamos diariamente.Falar de Che não é falar do mito que ele se tornou, é falar do homem real e concreto, queem seu último ato em vida deixou um legado que continua na ordem do dia a todos aquelesque se colocam na luta pelo fim da exploração do homem pelo próprio homem.A morte é a última revolução que um homem pode fazer, e é por isto que insistimos emmanter viva na memória de todos o exemplo que foi o Che. Relembrá-lo é trazer a tona a
  3. 3. luta, é educação a partir do exemplo, é a luta pela libertação das amarras que sufocam a nóstodos,Em função da tão necessária memória revolucionária, é que nós da UJC e PCB/ PB noslançamos na tarefa de fazer uma mostra sobre Che Guevara, na Universidade Federal daParaíba. Nossa mostra contou com diversos livros, fotos, imagens, vídeos, sons, todo umcenário pensado para que nunca nos esqueçamos dos nossos camaradas que deram a vidapelo Comunismo.O Golpe Militar & A América LatinaOs golpes militares na América Latina encontraram seu auge na Guerra Fria, emespecial no governo Nixon, quando ele e seu Secretário de Estado, Henry "Arautoda Realpolitik" Kissinger, não apenas patrocinaram uma série de golpes comofinanciaram as ditaduras decorrentes. Para além da colaboração americana, o GolpeMilitar era visto sempre como uma possibilidade concreta e aceitável pelas eliteslatino-americanas histéricas com as transformações sociais do século 20º.Os golpes apresentavam como padrão uma conjugação de elementos: Quase semprehavia um governo de promovendo reformas mais ou menos radicais que irritavam frente populartanto as elites locais quanto Washington e, em decorrência disso, as ForçasArmadas desses países eram manipuladas e mobilizadas para, sob a prerrogativa deum inflado perigo vermelho, botarem as tênues e atrofiadas instituições liberaisabaixo com a violência que fosse necessária; as ditaduras resultantes eram amigasde Washington e buscavam mudar tudo para que nada mudasse.Com o fim da Guerra Fria e o aparente Fim da História, o Golpe Militar deixa de servisto como instrumento funcional na medida em que era muito mais fácilsimplesmente eleger políticos confiáveis e alinhados ao Consenso de Washington.Veio o século 21º, a decadência americana, as inúmeras mudanças no continente eo controle estadunidense desaba na região, o que, somado a força dos movimentossociais faz com que governos de esquerda cheguem ao poder por via eleitoral e aselites tenham de ceder os anéis para não perderem os dedos.Há um resfriamento na prática golpista. Ainda assim, houve a quartelada quetentou derrubar Chávez na Venezuela com apoio da Administração Bush. Deuerrado. O governo golpista ficou isolado no continente. Também houve a recentetentativa de golpear o presidente Evo Morales que esbarrou numa respostadiplomática mais sofisticada dos países da região - via recém-criada UNASUR. Nodomingo, como os senhores devem saber, houve um Golpe Militar em Honduras.
  4. 4. Invasão do Iraque em 2003Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Este artigo ou secção contém uma lista de fontes ou uma única fonte no fim do texto, mas esta(s) não são citad o que compromete a confiabilidade das informações. (desde dezembro de 2009) Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.Helicópteros do Exército dos Estados Unidosindo em direção ao Iraque durante o começo da invasão em 2003.A Invasão do Iraque em 2003 iniciou-se a 20 de Março através de uma aliança entre os EstadosUnidos, Reino Unido e muitas outras nações, numa aliança conhecida como a Coalizão. A ofensivaterrestre foi iniciada a partir do Kuwait, depois de uma série de ataques aéreos com mísseis ebombas a Bagdad e arredores ter aberto o caminho às tropas no terreno.Os efetivos, assim como os meios materiais do exército iraquiano, haviam sofrido forte deterioração,desde a Guerra do Golfo (1991), contando então com 17 divisões do exército regular (contra as 40que possuíam na guerra de 1991), além das seis divisões da Guarda Republicana.Apesar de alguma resistência por parte dos iraquianos, as forças terrestres da coligação norte-americana e britânica avançaram bastante até terem um abrandamento no dia 25 de Março por faltade provisões. A 26 de Março foi aberta a frente norte de ataque com a chegada de forçasaerotransportadas à região norte controlada pelos curdos.Encontrando menor resistência do que a inicialmente previsto, as tropas norte-americanas, a 4 deAbril ocupam o aeroporto internacional de Bagdad, situado a poucos quilómetros da capital. No diaseguinte alguns tanques norte-americanos fizeram incursões no centro de BagdadeBagdá caiu a 9 de Abril e a 1 de Maio declarou o presidente norte-americano George W. Bush o fimdas operações militares, dissolvendo o governo do partido Baath, depondo o presidente SaddamHussein. As forças da Coligação capturaram Saddam Hussein a 14 de Dezembro de2004, dandoinício ao processo de transição de poderes à população iraquiana. A invasão procedeu segundouma doutrina militar de intervenção rápida ao estilo Blitzkrieg e ao custo de apenas 173 mortos daColigação (dos quais 33 britânicos).

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