ApresentaçãO Rodrigo 1 A

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Trabalho de Literatura - Augusto dos Anjos

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ApresentaçãO Rodrigo 1 A

  1. 1. <ul><li>Nasceu No Engenho Pau d’Arco,Município De Cruz do Espírito Santo,Paraíba,No Dia 20 De Abril De 1884 </li></ul><ul><li>Em 1904,Publica no Jornal o comercio o soneto “Vandalismo”,o que Desperta a Atenção De Todos </li></ul>Augusto De Carvalho Rodrigues Dos Anjos
  2. 2. <ul><li>Na Paraíba Foi chamado De “Doutor Tristeza” .Formou-se em 1907 ,Mas Nunca Advogou </li></ul><ul><li>Muda-se Para João Pessoa,Em 1908,Onde é Professor De Literatura Brasileira,No Liceu Paraibano e da Aulas Particulares </li></ul><ul><li>Casou-se ,Em 04 De Julho de 1910,Com Ester Fialho.Com Ela,Teve 3 Filhos </li></ul><ul><li>O Primeiro filho morreu aos seis meses de gestação(1911).Gloria nasceu em 1912 e Guilherme Augusto ,o terceiro filho em 1913 </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Em 1911 ,Augusto Consegue ser Nomeado Professor De Geografia , Coreografia Do Brasil e Cosmografia No Ginásio Nacional </li></ul><ul><li>Augusto e o seu Irmão Odilon Custeiam o impressão de 1.000 exemplares do seu único livro “Eu”.Um conjunto de 58 poemas,divido em sonetos e poemas mais longos;vários escritos em versos rimados e decassílabos </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Alem Da Linguagem Cientifica E Extravagante ,sua temática mais comum gira em torno da MORTE,da decomposição da matéria,dos vermes e de uma visão trágica da existência </li></ul><ul><li>Os cenários de suas poesias são cemitérios,prostíbulos e tavernas quase sempre povoados por doentes,marginais,vitimas de uma sociedade voltada para o lucro. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>O livro provocou escândalo: o publico estava acostumado a elegância parnasiana,poemas que se declaravam em salões.. Mas o “Eu” era um livro malcriado,de “mau gosto”,de “poeta soldado de policia”,teria dito Manuel bandeira. A critica,embora reconhecendo talento do poeta,fazia-lhe serias restrições </li></ul><ul><li>Morre em 12 De Novembro de 1914,após dez dias de sofrimento,com pneumonia dupla.Ele Tinha 30 anos de idade </li></ul>
  6. 6. <ul><li>A ÁRVORE DA SERRA </li></ul><ul><li>Augusto dos Anjos </li></ul><ul><li>- As árvores, meu filho, não têm alma! </li></ul><ul><li>E esta árvore me serve de empecilho... </li></ul><ul><li>É preciso cortá-la, pois, meu filho, </li></ul><ul><li>Para que eu tenha uma velhice calma! </li></ul><ul><li>- Meu pai, por que sua ira não se acalma?! </li></ul><ul><li>Não vê que em tudo existe o mesmo brilho?! </li></ul><ul><li>Deus pôs almas nos cedros... no junquilho... </li></ul><ul><li>Esta árvore, meu pai, possui minha’alma!... </li></ul><ul><li>- Disse - e ajoelhou-se, numa rogativa: </li></ul><ul><li>&quot;Não mate a árvore, pai, para que eu viva!&quot; </li></ul><ul><li>E quando a árvore, olhando a pátria serra, </li></ul><ul><li>Caiu aos golpes do machado bronco, </li></ul><ul><li>O moço triste se abraçou com o tronco </li></ul><ul><li>E nunca mais se levantou da terra! </li></ul>

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