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Ser professor ... Ser Avaliado

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Esta é uma apresentação que prepara os docentes de STP para um futuro de Avaliação de desempenho, explicando o que se espera de um docente. A obra consultada e adaptada é de Vitor Manuel Trindade, Universidade Aberta, páginas 110 a 143. - capitulo V.

Esta é uma apresentação que prepara os docentes de STP para um futuro de Avaliação de desempenho, explicando o que se espera de um docente. A obra consultada e adaptada é de Vitor Manuel Trindade, Universidade Aberta, páginas 110 a 143. - capitulo V.

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  1. 1. SER PROFESSOR Ser Avaliado - Auto-avaliação Trindade, V. M. (2007). Práticas de Formação: Métodos e Técnicas de Observação, Orientação e Avaliação (em Supervisão). Lisboa: Universidade Aberta. p. 131-140
  2. 2. Em países de grande tradição investigativa em Educação – Estados Unidos da América e Canadá – a avaliação do desempenho dos professores é parte integrante do sistema há, aproximadamente, meio século. Ela não tem sido, contudo, sempre encarada do mesmo modo; tem sofrido uma evolução acentuada que vai desde: 1. O “perfil do professor conhecedor” (domínio dos conteúdos científicos a ensinar), 2. “professor ideal” (características e personalidade do bom professor), 3. “professor interacionista” (aquele que consegue fomentar as interacções professor-alunos e aluno-aluno), 4. professor “gestor da sala de aula” 5. “professor eficaz” (aquele que possui comportamentos específicos, tais como: a habilidade de fazer perguntas, a capacidade de manter a motivação dos alunos e a gestão do tempo).
  3. 3. A partir dos anos 90, do século passado, o reconhecimento e difusão dos trabalhos de Schön (1983, 1987) e dos seus colaboradores, sobre o “profissional reflexivo”, modificaram ligeiramente esta situação, pois mostraram a importância da reflexão sobre as práticas realizadas, como factor fundamental para o desenvolvimento profissional. Quase em simultâneo, um outro investigador, Zeichener (1983), publicava um artigo reforçando o papel da reflexão sobre as práticas pedagógicas para a formação de professores. De facto, estes investigadores trouxeram para o centro do debate a praxiologia, a “teoria das práticas”, como factor essencial para o desempenho profissional. Assim, não poderia considerar-se como bom profissional aquele que não fosse capaz de reflectir sobre as práticas que executava; daí a reflexividade ter-se constituído como parâmetro do referente de avaliação de desempenho.
  4. 4. Deste modo, a noção de referente evoluiu, passando a englobar não só os aspectos do “trabalho de sala de aula”, mas também todo aquele outro que o antecede e aquele outro que é sua “consequência”. Deste modo definiram-se dimensões que, embora variando ligeiramente de país para país, mantêm em comum aspectos nucleares à profissão de professor, tal como é modernamente entendida, englobando uma dimensão profissional, social e ética, ou seja: • a dimensão de desenvolvimento do ensino e da aprendizagem; • a dimensão de participação na escola e de relação com a comunidade • a dimensão de desenvolvimento profissional ao longo da vida.
  5. 5. Na verdade falar do desempenho dos professores, não pode limitar-se a verificar se os profissionais da educação fornecem uma instrução adequada aos alunos, ou à qualidade das práticas de ensino e à institucionalização de procedimentos de responsabilização (prestação de contas) perante a comunidade educativa. É preciso ir mais além, na medida em que é necessário fundamentar esses procedimentos em algo mais abrangente e sustentável. Estamos a falar da auto- avaliação do professor e num prisma futuro numa dimensão da Avaliação de desempenho dos professores, não nos podemos esquecer no entanto que “a avaliação de professores, por si só, só excepcionalmente melhora a qualidade de ensino ou aumenta as aprendizagens dos alunos” (Peterson, 2000; p. 127).
  6. 6. No processo de auto-avaliação o professor deverá ir mais além, ser capaz de verificar se enquanto professor : • Domina os conteúdos a ensinar, • Se o consegue demonstrar em várias situações pedagógicas – na aula (numa aula expositiva e numa aula por inquérito), num teste utilizado para a avaliação dos seus alunos, num trabalho de projecto, etc.,... – e não apenas numa daquelas situações. Nunca nos parece demais recordar que existem muitas espécies de “bons” professores. Considerar apenas uma delas, é cometer uma falta de rigor e uma injustiça para com as outras.
  7. 7. Práticas Pedagógicas exigidas aos professores na dimensão do desenvolvimento do ensino e da aprendizagem 1. Promover aprendizagens significativas, no âmbito do projecto da escola, e da turma. 2. 2. Utilizar de forma integrada, saberes próprios da sua especialidade. 3. Organizar o ensino e promover as aprendizagens no quadro dos paradigmas epistemológicos da sua área de conhecimentos e de opções pedagógicas e didácticas fundamentadas, recorrendo à actividade experimental sempre que a mesma se revele pertinente. 4. Utilizar correctamente a língua portuguesa, nas suas diversas vertentes. 5. Utilizar linguagens diversas e suportes variados, adequados, em função de diferentes situações.
  8. 8. 6. Promover a aprendizagem dos processos do trabalho intelectual, bem como de formas de o organizar e comunicar. 7. Promover o envolvimento dos alunos nos processos de aprendizagem e da gestão do currículo. 8. Desenvolver estratégias pedagógicas, mobilizando valores e saberes dos percursos pessoais, culturais e sociais dos alunos. 9. Assegurar a execução de actividades educativas de apoio aos alunos e cooperar na detecção e acompanhamento de jovens com necessidades educativas especiais. 10. Incentivar a construção participada de regras de convivência democrática e gerir situações problemáticas e conflitos de natureza diversa. 11. Utilizar a avaliação nas suas diferentes modalidades e áreas de aplicação, como elemento regulador e promotor da qualidade de ensino, da aprendizagem e da sua própria formação.
  9. 9. Parâmetros para a verificação do desempenho. CARACTERÍSTICAS PARÂMETROS DO PROFESSOR COMO REALIZA O 1. Planificação das aulas; ENSINO 2. Organização das actividades lectivas; 3. Qualidade (clareza e legibilidade) dos materiais utilizados; 4. Respeito pelos momentos da lição (motivação e apresentação, direcção, ritmo e síntese). 5. Interpretação clara dos materiais; 6. Integração da teoria na prática; 7. Cuidado com o ambiente da sala de aula (espaços-luz-disposição das carteiras-...); 8. Utilização de vários métodos e técnicas de ensino; 9. Flexibilidade na leccionação (ser capaz de adaptar as aulas às necessidades dos alunos).
  10. 10. CARACTERÍSTICAS PARÂMETROS DO PROFESSOR Ser capaz de: COMO REALIZA AS INTERACÇÕES: 1. Motivar a turma, o grupo ou os indivíduos. 2. Equilibrar as interacções entre professor-aluno PROFESSOR-ALUNO, e aluno-professor. ALUNO-PROFESSOR 3. Equilibrar as perguntas abertas com as perguntas fechadas. ALUNO-ALUNO 4. Fornecer “feedback” atempado e adequado aos seus alunos. 5. Conseguir o envolvimento dos alunos no processo de aprendizagem. 6. Considerar as diferenças dos alunos (origens, experiências, problemas, ideias prévias, ...) nas suas acções de ensino. 7. Promover a aprendizagem cooperativa.
  11. 11. Perfil Geral de Desempenho dos Professores, orientado para a concretização de competências. O Professor deverá demonstrar que: 1. Possui conhecimento pedagógico do conteúdo a ensinar 2. Elabora planificações apropriadas para os alunos e consistentes com o currículo 3. Implica os alunos na aprendizagem e promove um conhecimento profundo do conteúdo 4. Faz avaliação formativa com os seus alunos, lhes dá feedback e utiliza os resultados dessa avaliação para planificar as lições seguintes 5. Cria um clima de aula positivo, organizado e propiciador da aprendizagem do aluno
  12. 12. 7. Atende à diversidade dos seus alunos, incluindo as diferenças culturais e as necessidades específicas de cada um. 8. Está empenhado na aprendizagem ao longo da vida, que procura reflectir na sua prática pessoal e procura crescer profissionalmente 9. Interage profissionalmente, de forma positiva, com os pais, os colegas e os restantes membros da comunidade educativa 10. Contribui para melhorar a escola, enquanto organização
  13. 13. Trindade, V. M. (2007). Práticas de Formação: Métodos e Técnicas de Observação, Orientação e Avaliação (em Supervisão). Lisboa: Universidade Aberta. p. 131-140

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