Desafios da União Europeia na Atualidade

1.595 visualizações

Publicada em

Apresentação do trabalho sobre Desafios da União Europeia na Atualidade, realizado no âmbito da disciplina de Economia A do 11º ano.

Publicada em: Economia e finanças
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.595
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
36
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Desafios da União Europeia na Atualidade

  1. 1. Desafios da UE na Atualidade Trabalho realizado por: 📚 Carlos Cavaco nº 3 📚 Lia Rosa nº 8 📚 Marta Augusto nº 10 📚 Rodrigo Cardoso nº13
  2. 2. Porquê esta necessidade de aprofundamento e de afirmação externa por parte da União Europeia?
  3. 3. O alargamento apresentou um conjunto de vantagens económicas e sociais. 👥 Aumento do número de consumidores; 💰 Reforço do crescimento económico e da criação de novos empregos; 👀 Melhoria da qualidade de vida dos cidadãos de toda a Europa; 📜 Reforço do papel da União Europeia no plano internacional.
  4. 4. DESAFIOS A NÍVEL INSTITUCIONAL O alargamento da UE levantou a questão da: 🚦Operacionalidade 🚦Democraticidade
  5. 5. No Plano Interno 👥 Reduziu o número de comissários por Estado-membro. 👤 Definiu o número de deputados do Parlamento Europeu, bem como o número de mandatos a atribuir a cada país. 📎 Alargou o âmbito das decisões a serem aprovadas por maioria qualificada. 📋 Alterou o sistema de ponderação dos votos. No Plano Externo 👀 Cooperações reforçadas
  6. 6. DESAFIOS A NÍVEL FINANCEIRO Qual a necessidade de reorientar os fundos comunitários? *Coesão económica e social: princípio orientador da atividade e atuação da União Europeia que visa a promover um desenvolvimento harmonioso e conjunto de toda a comunidade, e, consequentemente, o aproximar do nível económico e social das regiões mais pobres das de maior desenvolvimento *Convergência Real: aproximação, em termo quantitativos, dos principais indicadores económicos e financeiros dos Estados- membros.
  7. 7. Fundos Estruturais Objetivos Política Fundo Social Europeu (FSE) Tem em vista a promoção do emprego nos Estados-membros, nomeadamente o combate ao desemprego, a formação profissional e a inserção profissional dos jovens e das mulheres Política de Emprego e Formação Profissional Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA) Destina-se à promoção do desenvolvimento rural e à reforma das estruturas agrícolas. O fundo de apoio está dividido em duas secções, consoante a finalidade das ações desenvolvidas: - a Secção Orientação, que financia a modernização das estruturas agrícolas - e a Secção Garantia, que garante que o nível de preços dos bens no mercado permita aos agricultores rendimentos dignos. Política Agrícola Comum (PAC) Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) Visa a coesão económica e social, nomeadamente através da criação de infra-estruturas. Política Regional Instrumento Financeiro de Orientação da Pesca (IFOP) Destina-se a apoiar as ações estruturais no domínio da pesca e da aquicultura. Política Comum de Pescas (PCP)
  8. 8. * Fundo de Coesão, criado pelo Tratado de Maastricht, com o objetivo de promover o desenvolvimento económico dos países menos prósperos, financiando projetos no domínio dos transportes e do ambiente.
  9. 9. A NÍVEL DAS POLÍTICAS COMUNS Qual a necessidade de reformular as politicas comunitárias?
  10. 10. Política Desafios PAC (Política Agrícola Comum -Aumentar a capacidade da PAC no mercado mundial mediante preços mais baixos -Adotar os métodos de produção respeitadores do ambiente e capazes de fornecer produtos de qualidade -Promover diversidade nas formas de agricultura e nos produtos e ao nível do desenvolvimento rural -Garantir aos agricultores rendimentos estáveis e o nível de vida adequado -Criar rendimentos alternativos e oportunidades de emprego para os agricultores e respetivas famílias Conseguir cada vez maior segurança e qualidade dos alimentos de modo a satisfazer as exigências dos consumidores PCP (Política Comum de Pesca) - Evitar a sobrepesca, não só nas águas da UE, como no resto do mundo - Assegurar aos pescadores da UE o acesso à pesca em águas longínquas Política Regional - Promover a coesão economia e social. - Liberalizar o comércio. A UE precisa de se adaptar a um mercado cada vez mais globalizado. Torna-se necessário criar condições de competitividade, nomeadamente em termos de infraestruturas, para que as empresas e os postos de trabalho que estas representam possam competir, em termos de produtos, serviços e mão-de-obra, com o resto do mundo. Política de Emprego e Formação Profissional - A revolução nas tecnologias da informação levou a que a aquisição de saberes e competências nesta área, por parte de todos os trabalhadores, passasse a ser uma condição indispensável para competir na economia mundial. Assim criar condições para a qualificação profissional dos trabalhadores, de modo a que estes possam participar na sociedade da informação PESC (Política Externa de Segurança Comum) - Definir as matérias que dentro das relações externas e de segurança devem ser conferidas à UE e às suas instituições, e as que deverão ser conservadas no âmbito de decisão exclusiva de cada estado-membro - Estabelecer uma estratégia diplomática comum o que implica ultrapassar as divergências politicas entre os diversos governos dos países membros com vista à tomada de decisão e posição comuns nestas matérias. Só assim se reforçará a união entre os países membros da UE no contexto mundial.
  11. 11. A NÍVEL POLÍTICO Chegados à integração económica e monetária que caminho se coloca à União Europeia?
  12. 12. Dezembro de 2001 Declaração sobre o Futuro da Europa França e Holanda – recusaram em referendo o tratado
  13. 13. O Tratado que aprovou a Constituição para a UE define as matérias relativamente às quais os Estados- membros podem transferir poderes de ação para a UE, definindo o âmbito da competência exclusiva dos órgãos da UE e as matérias que continuam a pertencer ao domínio próprio dos Estados-membros
  14. 14. Tratado de Lisboa A maior parte dos países optou pela sua aprovação nos Parlamentos Nacionais em detrimento do referendo, mas à Irlanda este processo estava vedado pela sua própria Constituição, pelo que o referendo teve de ser feito e, mais uma vez, a resposta da população foi NÃO, provocando um novo impasse na UE.
  15. 15. Estão definidos três níveis de competência para a União Europeia: • Competências exclusivas • Exemplo: Política Comercial Comum • Competências partilhadas • Exemplo: Transportes, ambiente, asilo e imigração. • Intervenções em apoio das ações dos Estados- membros • Exemplo: cultura, educação, desporto ou proteção civil.
  16. 16. No âmbito das competências, o tratado reforça a aplicação dos: • Princípios de subsidiariedade • Principio de proporcionalidade
  17. 17. A cidadania europeia foi institucionalizada pelo Tratado de Maastricht e os direitos decorrentes desta cidadania são: •Direito na livre circulação e de residência •Direito de voto e de elegibilidade para o Parlamento Europeu e nas eleições municipais •Direito à proteção diplomática •Direito à petição perante o Parlamento Europeu
  18. 18. Este alargamento poderá levar a consequências, tais como: • A existência do mercado único • A moeda única

×