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GESTAÇÃO MÚLTIPLA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL- FEBAC
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• Katiana Sousa
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• Causada pela incompatibilidade sanguínea do Fator Rh entre o sangue
materno e o sangue do bebê;
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CONSEQUÊNCIAS
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 Hidrópsia;
Lesões orgânicas irreversíveis;
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• Principal causa de incompatibilidade entre o sangue materno e fetal;
• É um sistema antigênico;
• Possuem 5 antígenos pr...
ALOIMUNIZAÇÃO
• A sensibilização é muito rara durante a primeira gravidez (0,8 – 1,5%)
• Ao ser cruzada a placenta, a partir da 10ª sema...
• Pacientes com incompatibilidade do sistema Rh devem ser
submetidas no início da gravidez ao teste de Coombs indireto;
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• Evitar amniocentese nas gestantes Rh (-) não sensibilizadas;
• Administrar imunoglobulina humana anti-D dentro das prime...
Depois de ter um bebê nascido com
eristoblastose fetal, o que a mãe deve fazer para
engravidar novamente sem riscos?
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A
GESTAÇÃO MÚLTIPLA
• A gestação múltipla ou gravidez multifetal resulta quando dois ou
mais fetos estão presentes no útero ao mesmo tempo;
• ...
• Tipos de gemelaridade
Monozigôtica;
Dizigótica/ Trizigótica...;
• Ovulação induzida artificialmente / Fertilização in ...
• Cardiopulmonares;
• Gastrintestinais;
• Hematológica;
• Obstétricas;
• Anormalidades estruturais;
• Gêmeos Siameses;
• S...
• Trabalho de parto pré-termo;
• Colo do útero incompetente;
• Maior incidência de parto cesariano;
• Maior uso de tocólis...
• ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL;
• AVALIAÇÃO FETAL;
Ultrassonografia
• PREVENÇÃO DE TRABALHO DE PARTO PRÉ-TERMO – a hospital...
• TRATAMENTO INTRAPARTO:
Estabelecer um acesso venoso para a reposição volêmica e para a antecipação de
possível parto ce...
• MODALIDADE DO PARTO- depende da apresentação dos gêmeos,
dos estados materno-fetal e da idade gestacional;
Cesariana: c...
• Discutir com a paciente e os acompanhantes os sinais de alerta do
trabalho de parto pré-termo;
• Ensinar a auto palpação...
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Aloimunização materno –fetal e Assistência de Enfermagem a gestação multipla

  1. 1. ALOIMUNIZAÇÃO MATERNO FETAL E ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A GESTAÇÃO MÚLTIPLA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL- FEBAC CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: SAÚDE DA MULHER Prof.ª.: ALESSANDRA MARTINS
  2. 2. • Andressa Mourão • Katiana Sousa • Mariana Sousa • Maria Thaiane ACADÊMICAS
  3. 3. • Aloimunização ou Isoimunização é a formação de anticorpos(Ac) quando há a exposição do indivíduo a antígenos(Ag) não próprios, como ocorre, por exemplo, na transfusão de sangue incompatível e nas gestantes; • Os fetos expressam em suas células sanguíneas antígenos exclusivamente de origem paterna os quais podem chegar à circulação materna durante a gestação ou no parto; • A ocorrência de hemorragia feto-materna constitui a base da etiopatogenia de várias afecções como a doença hemolítica Perinatal (DHPN) ou Eritroblastose fetal, plaquetopenia e netropenia, aloimunes, perinatal; ALOIMUNIZAÇÃO
  4. 4. • Causada pela incompatibilidade sanguínea do Fator Rh entre o sangue materno e o sangue do bebê; • O problema se manifesta durante a gravidez de mulheres Rh negativo que estejam gerando um filho Rh positivo; • As hemácias do feto, que carregam o Fator Rh positivo desencadearão um processo no qual o organismo da mãe começará a produzir anticorpos. Estes anticorpos chegarão até a circulação do feto, destruindo as suas hemácias; DHPN OU ERITROBLASTOSE FETAL
  5. 5. CONSEQUÊNCIAS • Na DHPN verifica-se anemia no bebê, a qual pode levar:  Hidrópsia; Lesões orgânicas irreversíveis;  Deficiência mental;  Surdez;  Paralisia cerebral; Morte do feto durante a gestação ou depois do nascimento;
  6. 6. • Principal causa de incompatibilidade entre o sangue materno e fetal; • É um sistema antigênico; • Possuem 5 antígenos principais: C, c, D, E, e; • O D é antigenicamente mais forte e responsável pela maioria das patologias materno-fetais, relacionados ao fator Rh; • Por essa razão o Rh positivo é D-positivo e o Rh negativo significa D- negativo ou d. • As pessoas Rh negativos podem ser estimuladas a formar anticorpos que destruirão as hemácias Rh-positivo; FATOR Rh
  7. 7. ALOIMUNIZAÇÃO
  8. 8. • A sensibilização é muito rara durante a primeira gravidez (0,8 – 1,5%) • Ao ser cruzada a placenta, a partir da 10ª semana de gestação, os Ac’s IgG maternos dirigidos contra Ag’s eritrocitários desencadeiam um processo de hemólise imunomediada que resulta em anemia fetal; • Esta anemia terá graus variáveis, de acordo com a intensidade da hemólise, ALOIMUNIZAÇÃO
  9. 9. • Pacientes com incompatibilidade do sistema Rh devem ser submetidas no início da gravidez ao teste de Coombs indireto; • O teste de Coombs avalia a presença de anticorpos anti-Rh na gestante; Teste negativo: repetir o teste na 28ª semana de gestação (ou trimestralmente, caso o obstetra julgue necessário). Permanecendo negativo, atesta-se que a gestante não foi sensibilizada pelo sistema Rh positivo do feto; Teste positivo: títulos ≤ 1:8 não são indicativos de exames complementares. Títulos > 1:8, risco de anemia fetal, são indicativos de exames complementares; DIAGNÓSTICO
  10. 10. • Evitar amniocentese nas gestantes Rh (-) não sensibilizadas; • Administrar imunoglobulina humana anti-D dentro das primeiras 72 horas em: Mães Rh (-) não sensibilizadas (Coombs indireto negativo) com partos de recém-nascidos Rh (+); Pós-abortamento E gravidez ectópica; Pós-amniocentese e cordocentese; Depois de sangramento durante a gestação; • Administrar imunoglobulina humana anti-D durante gestação de mulher Rh (-), com Coombs indireto negativo e com marido Rh (+) entre 28ª e 34ª semanas PROFILAXIA DA SENSIBILIZAÇÃO Rh
  11. 11. Depois de ter um bebê nascido com eristoblastose fetal, o que a mãe deve fazer para engravidar novamente sem riscos? • Em casos onde a mamãe tem o Rh (–) e o bebê tem o Rh (+) há riscos de sensibilização no sangue, após o primeiro parto a mamãe deve tomar uma vacina em até 72 horas, para que não ocorra sensibilização em uma próxima gravidez. • Mães que já foram sensibilizadas, que tiveram abortos ou bebês com eristoblastose precisam fazer pré-natal em centro especializado, pois tem mais chances de ter outro bebê com a doença ou de perder o As vacina que os médicos aplicam nas gestantes com Rh (-) protegem contra o que? • As vacinas aplicadas em gestantes com Rh(-) que tenham possibilidade de ter filhos com Rh(+) servem para prevenir que o sangue da mãe reconheça o bebê como um “corpo estranho” e ataque as células dele. • A vacina evita que a mãe se sensibilize contra o sangue Rh(+) e não cause problemas para o bebê DÚVIDAS
  12. 12. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A GESTAÇÃO MÚLTIPLA
  13. 13. • A gestação múltipla ou gravidez multifetal resulta quando dois ou mais fetos estão presentes no útero ao mesmo tempo; • Atualmente, a maioria dessas gestações originam-se da infertilidade e do tratamento com tecnologia reprodutiva assistida; • A gestação múltipla não é uma complicação da gravidez, mas sim um condição que apresenta maior risco de morbidade e mortalidade, para a mãe e para os recém- nascidos; ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A GESTAÇÃO MÚLTIPLA
  14. 14. • Tipos de gemelaridade Monozigôtica; Dizigótica/ Trizigótica...; • Ovulação induzida artificialmente / Fertilização in vitro; • Maior idade materna e Maior paridade; FISIOPATOLOGIA E ETIOLOGIA
  15. 15. • Cardiopulmonares; • Gastrintestinais; • Hematológica; • Obstétricas; • Anormalidades estruturais; • Gêmeos Siameses; • Síndrome de transfusão gêmeo a gêmeo; COMPLICAÇÕES
  16. 16. • Trabalho de parto pré-termo; • Colo do útero incompetente; • Maior incidência de parto cesariano; • Maior uso de tocólise; • Descolamento prematuro de placenta; • Hemorragia pós –parto; • Diabetes Gestacional; • Aborto espontâneo; • Restrição de crescimento uterino; COMPLICAÇÕES OBSTÉTRICAS
  17. 17. • ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL; • AVALIAÇÃO FETAL; Ultrassonografia • PREVENÇÃO DE TRABALHO DE PARTO PRÉ-TERMO – a hospitalização pode ser necessária: Estimular o repouso no leito e hidratação; Instituir o monitoramento fetal e ajudar com a terapia tocolítca, se prescrita; ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A GESTAÇÃO MÚLTIPLA
  18. 18. • TRATAMENTO INTRAPARTO: Estabelecer um acesso venoso para a reposição volêmica e para a antecipação de possível parto cesariano; Proporcionar monitoramento fetal eletrônico para cada feto; • ORIENTAÇÕES PARA UM PARTO VAGINAL DE GÊMEOS: Acesso venoso com cateter de grosso calibre; Sala de cirurgia prontamente disponível; Anestesia de escolha- epidural; Indução com ocitocina Equipe de neonatologia para cada recém-nascido, para reanimação do RN, se necessário; Obstetra e assistente experientes em partos vaginais de gêmeos; ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A GESTAÇÃO MÚLTIPLA
  19. 19. • MODALIDADE DO PARTO- depende da apresentação dos gêmeos, dos estados materno-fetal e da idade gestacional; Cesariana: comumente usado para múltiplos maior que dois; Parto vaginal: pode ser indicado para trigêmeos na presença de pelve não contraída, útero não cicatrizado e inicio de trabalho de parto com mais de 32 a 34 semanas completas de gestação; • APOIO EMOCIONAL; ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A GESTAÇÃO MÚLTIPLA
  20. 20. • Discutir com a paciente e os acompanhantes os sinais de alerta do trabalho de parto pré-termo; • Ensinar a auto palpação uterina. A paciente deve avaliar a atividade uterina 2 vezes/ dia; • O atendimento domiciliar pode incluir visitas de enfermagem e avaliações fetais; • Oferecer numero de contato telefônico com o médico, para notificação de complicações; ORIENTAÇÕES
  21. 21. Boa Noite!

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