Análise do Código de Ética para os Profissionais da Informação em Portugal, numa perspectiva de aplicação aos Professores ...
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Liberdade Intelectual   Todas as directivas deverão igualmente ser postas em prática pelo professor bibliotecário. Haverá ...
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Análise do código de ética para os profissionais

  1. 1. Análise do Código de Ética para os Profissionais da Informação em Portugal, numa perspectiva de aplicação aos Professores Bibliotecários UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS Professor Bibliotecário: desenvolvimento de novas competências Docente: Mestre Maria José Vitorino Discente: Ana Maria Gomes Salgueiro Julho de 2010
  2. 2. Como nasceu o Código de Ética <ul><li>BAD, em 1992 cria um Comité para o Código Deontológico da BAD </li></ul><ul><li>Em Março de 1995 transforma-se na Comissão de Ética para os Profissionais da Informação em Portugal. </li></ul><ul><li>Em 1993 foi feito um inquérito a que responderam 80% dos membros das associações portuguesas auscultadas pronunciando-se estes, esmagadoramente pela necessidade de um Código de Ética nacional . </li></ul><ul><li>Assim a referida Comissão, constituida paritariamente pela BAD, pela INCITE e pela APDIS, elaborou um Anteprojecto , divulgado em 10 de Dezembro de 1998 , 50º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem. </li></ul><ul><li>Posto à discussão pública até Abril, o texto final do Código de Ética, viria a entrar em vigor a 25 de Junho de 1999 . Para a elaboração deste trabalho foram levados a cabo muita reflexão e muitos debates. </li></ul><ul><li>O Código de Ética é uma referência para a prática profissional. É uma declaração de princípios que terá a sua expressão na concepção e na execução das mais diversas tarefas, nos comportamentos e nos contextos do exercício da actividade. </li></ul>
  3. 3. O Preâmbulo do Código de Ética <ul><li>Os profissionais da informação a que se refere este Código são Documentalistas, bibliotecários, arquivistas , gestores da informação e do conhecimento, e outros que são intermediários entre os criadores de conteúdo, os serviços de fornecedores de informação, os utilizadores de informação e as tecnologias da informação. </li></ul><ul><li>Poderia aplicar-se igualmente aos professores bibliotecários, na sua qualidade de intermediários entre os fornecedores e os utilizadores de informação , os utilizadores de informação e as tecnologias da informação. Mas também </li></ul><ul><li>são professores; </li></ul><ul><li>trabalham em bibliotecas de escolas que têm o seu contexto próprio e por isso a sua missão, projecto e objectivos específicos, </li></ul><ul><li>o seu público-alvo são crianças, jovens e jovens adultos, maioritariamente, </li></ul><ul><li>trabalham em parceria com outros elementos da comunidade educativa: professores, encarregados de educação e biblioteca municipal, seguindo orientações da tutela, através da Rede de Bibliotecas. </li></ul><ul><li>Seriam necessárias alterações neste doc., se se tivesse como objectivo a aplicação aos professores bibliotecários, de um Código de Ética devidamente formalizado. </li></ul>
  4. 4. Liberdade Intelectual Todas as directivas deverão igualmente ser postas em prática pelo professor bibliotecário. Haverá a salvaguardar uma melhor explicitação sobre a forma como este deve disponibilizar a informação, atendendo à especificidade de uma biblioteca escolar e atendendo à sua qualidade de professor a par de bibliotecário . <ul><li>Directrizes da IFLA para as Bibliotecas Escolares, Padrões Éticos: </li></ul><ul><li>o bibliotecário escolar e a sua equipa, devem esforçar-se por adoptar o ponto de vista do utilizador, mais do que deixar-se conduzir pelas suas próprias atitudes e preconceitos , ao prestarem serviço na biblioteca. Devem sublinhar as suas funções de conselheiros, mais do que instrutores. </li></ul><ul><li>professores que vão desenvolver o seu trabalho com os outros professores, para a gestão dos diferentes currículos, adaptando os serviços da biblioteca ao trabalho com cada turma, em cada disciplina. </li></ul><ul><li>é suposto os professores desse serviço agirem de forma diferente do professor tradicional, encarnando o papel de orientadores dos alunos, cada vez mais numa busca e selecção autónomas da informação, e não de meros transmissores de instruções, tal como o professor tradicional é, sobretudo, transmissor de conhecimentos. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Estatuto da Carreira Docente </li></ul><ul><li>artigo 10º </li></ul><ul><li>2 a) Prof, deve c ontribuir para a formação e realização integral dos alunos, promovendo o desenvolvimento das suas capacidades, estimulando a sua autonomia e criatividade, incentivando a formação de cidadãos civicamente responsáveis e democraticamente intervenientes na vida da comunidade; </li></ul><ul><li>h) Enriquecer e partilhar os recursos educativos, bem como utilizar novos meios de ensino que lhe sejam propostos, numa perspectiva de abertura à inovação e de reforço da qualidade da educação e ensino . </li></ul>
  6. 6. Privacidade dos Utilizadores dos Serviços de Informação <ul><li>Estatuto da Carreira Docente </li></ul><ul><li>artigo 10º </li></ul><ul><li>. nº2 f) Respeitar a natureza confidencial da informação relativa aos alunos e respectivas famílias . </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Directrizes da IFLA para as Bibliotecas Escolares, </li></ul><ul><li>Padrões Éticos: </li></ul><ul><li>todos os utilizadores devem ser tratados com igualdade, independentemente das suas competências ou história pessoal. </li></ul><ul><li>O tratamento igual não dispensa alguma distinção que é necessário fazer ao nível da privacidade e confidencialidade, entre o público alvo, entre os alunos maiores e menores de idade. </li></ul><ul><li>Crianças, menores - os pais e encarregados de educação entregam à tutela da escola. Esta tem sobre eles uma obrigação de supervisão o que exige alguma regulação das suas actividades na escola , e neste caso, na biblioteca escolar. </li></ul><ul><li>Por outro lado, a natureza e características de algumas tarefas escolares dos alunos, dispensa a rigidez de confidencialidade apresentada neste código. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Estatuto da Carreira Docente </li></ul><ul><li>artigo 10º nº2 </li></ul><ul><li>b) Reconhecer e respeitar as diferenças culturais e pessoais dos alunos e demais membros da comunidade educativa, valorizando os diferentes saberes e culturas e combatendo processos de exclusão e discriminação. </li></ul><ul><li>e) Gerir o processo de ensino-aprendizagem, no âmbito dos programas definidos,procurando adoptar mecanismos de diferenciação pedagógica susceptíveis de responder às necessidades individuais dos alunos ; </li></ul><ul><li>n ) Cooperar com os restantes intervenientes no processo educativo na detecção da existência de casos de crianças ou jovens com necessidades educativas especiais . </li></ul><ul><li>Tentar responder à individualidade e diferenças entre os alunos, é uma forma de garantir a igualdade de oportunidades entre todos, no acesso às aprendizagens e realizações escolares. </li></ul>
  9. 9. Profissionalismo <ul><li>A maioria dos princípios seriam comuns aos professores bibliotecários, </li></ul><ul><li>incluídos no Estatuto da Carreira Docente </li></ul><ul><li>artigo 10º nº2 </li></ul><ul><li>d) Participar na organização e assegurar a realização das actividades educativas; </li></ul><ul><li>g) Contribuir para a reflexão sobre o trabalho realizado individual e colectivamente; </li></ul><ul><li>j) Actualizar e aperfeiçoar os seus conhecimentos, capacidades e competências, numa perspectiva de desenvolvimento pessoal e profissional; </li></ul><ul><li>l) Empenhar-se nas e concluir as acções de formação em que participar. </li></ul>
  10. 10. Referências bibliográficas: <ul><li>CÓDIGO DE ÉTICA - adoptado a 25 de Junho de 1999, pelas três Associações: </li></ul><ul><li>APDIS – Associação Portuguesa de Documentação e Informação na Saúde </li></ul><ul><li>BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas </li></ul><ul><li>INCITE – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Informação Científica e Técnica. 6p. </li></ul><ul><li>DIRECTRIZES DA IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECAS ESCOLARES [The IFLA/UNESCO School Libraries Guidelines]. Trad. Maria José Vitorino. Vila Franca de Xira, 2006.26p </li></ul><ul><li>ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE : decreto-lei nº139-A/90. “D.R. I Série” . 98 (90-04-28) 2040-2040(19) </li></ul><ul><li>ÉTICA PROFISSIONAL . BAD: Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas [Em linha]. APBAD 2004, actualizado em 20-02-2008, [Consultado em 23-02-2010]. p.1. Disponível em http://www.apbad.pt/profissão.htm </li></ul>

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