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como requisito parcial para a obtenção de média bimestral
nas disciplinas de Formação Social, Histórica e Política do
Brasil; Antropologia; Acumulação Capitalista e
Desigualdade Social; Metodologia Científica.
Orientadores: Profs. Gleiton Lima; Giane Albiazzetti;
Rosane Malvezzi; Rodrigo Trigueiro.
MARIA NATANA DOS SANTOS ARAÚJO
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ................................................................................................ 3
DESENVOLVIMENTO ................................................................................... 4
CONCLUSÃO ................................................................................................ 9
REFERÊNCIAS ........................................................................................... 10
INTRODUÇÃO
O Brasil é o maior país da América do Sul e o quinto maior do
mundo em área territorial, possui um clima tropical e por isso concentra uma enorme
diversidade em fauna e flora, não encontrados em outros lugares, é de tamanha
beleza e riqueza que é cobiçado por muitos mundo afora, possui ainda a população
mais diversificada e miscigenada do planeta.
Este mesmo país tão belo é palco de escândalos de corrupção
frequentes, onde seus administradores roubam as verbas públicas, desviam obras e
agravam problemas sociais já existentes. Na maioria das vezes não há punição, pois
os próprios políticos são os responsáveis pela criação e aprovação das Leis.
Leis estas que funcionam mediante interesses particulares, fazendo com que essas
cenas de roubo de dinheiro público vire rotina e não sejam apuradas e punidas da
forma que deveriam ser.
A realidade que ora vemos tem como reflexo os muitos problemas
econômicos e sociais do país, com desigualdades tremendas e deficiência na
educação, saúde, saneamento entre outros. Vemos que as classes mais pobres não
tem o mínimo de assistência ou apoio para seu crescimento econômico, e por outro
lado a classe rica tem benefícios e privilégios junto ao governo.
Cansados dessa realidade os brasileiros se uniram e foram às ruas
em junho de 2013, protestar e reivindicar melhorias em todos estes aspectos, além
de exigir também um fim para a corrupção e punição para políticos desonestos.
Todo o país foi mobilizado, e em todos os estados registrou-se
protestos, inicialmente pelo aumento da tarifa dos transportes públicos no Estado de
São Paulo e consequentemente se generalizou as reivindicações por melhores
condições de vida no País.
3
DESENVOLVIMENTO
“Os homens fazem sua própria historia, mas não a fazem sob
circunstancias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam
diretamente, legadas e transmitidas pelo passado.”
(Karl Marx)
A perspectiva temporal concebida de uma dada sociedade, só se concretiza
quando, além da percepção de um ontem, referente ao passado, e de um hoje,
relativo ao presente, torna-se possível pensar a emergência de um amanhã que
possa, realmente, representar uma alternativa futura ao que exista. A forma com que
nos habituamos a perceber o mundo e nele viver tornou-se vigente somente quando,
não apenas individualmente, mas também em termos sociais, surgiu a possibilidade
efetiva de apreensão dessa tripla dimensão temporal.
O tempo social dominante de uma sociedade é aquele que lhe permite
cumprir os atos necessários para a produção dos meios que garantem sua
sobrevivência, possibilitando a criação, manifestação, realização e atualização de
seus valores fundamentais. A forma pela qual uma dada sociedade garante a
manutenção da vida, expressa no seu modo de produzir, nas regras que a
organizam e nas principais atividades exigidas por essa produção. Os
procedimentos envolvidos nesse processo qualificam aqueles que os utilizam, a
sociedade em que vigoram e as relações sociais que desencadeiam. Em cada tipo
de coletividade, e em todos os níveis, a satisfação das existentes e a criação de
novas necessidades, a transmissão à descendência do modo adequado de ser e da
maneira desejável de agir, atribui significados, faz nascerem valores que passam a
ser compartilhados, constituindo modos de vida e tipos de sociabilidade, com isso
nasce também os diversos grupos sociais, subdivididos, considerados e observados
as suas especificidades nas suas várias formas de agir, socialmente,
individualmente e coletivamente. Seus valores, suas condutas e costumes.
Os inúmeros problemas sociais em que nos deparamos na atualidade:
moradia, saúde, educação, transporte publico, segurança, saneamento básico, tudo
isso adicionado a Leis que não funcionam, e a certeza da impunidade, são motivos
para as explosões sociais vigentes e levam-nos a crer que os valores, os princípios
4
e as regras para uma convivência harmoniosa na sociedade, já repercutem na
transformação da cultura dessa mesma sociedade; e tudo isso vai dando espaço a
outras necessidades e tudo vai esvaziando o ser humano na sua essência de Deus
e a perplexidade diante de tanta violência, falta de segurança, políticos corruptos,
leis falhas, que só funcionam para os menos favorecidos, falta de hospitais com
capacidade para atender as necessidades básicas da população, uma educação
deixada sempre em segundo plano, e aí, o que era conformismo e aceitação passiva
da população, se transforma em revolta, e esse povão exprime uma perplexidade
impar, contra as práticas políticas e pela melhoria nos serviços públicos.
A bandeira do movimento popular estendeu-se pela redução das tarifas de
transporte, melhorias na saúde e educação e contra a corrupção e impunidade e
gastos com a Copa do Mundo de 2014.
Essas manifestações querem dizer que é preciso tomar novas decisões, que
o Brasil está num grande emaranhado de faz de contas, que nada funciona, que o
que a Lei máxima reza na garantia de uma vida digna e direitos assegurados a sua
população: a saúde, educação e segurança de qualidades, ainda não chegou! Está
só no papel.
Todos os dias ao ligarmos a televisão, ouvir o rádio ou acessar a internet, nós
nos deparamos com escândalos políticos, com situações reais de descaso: na
saúde, na educação, com a falta de saneamento básico, com a violência constante.
Cidadãos que pagam seus impostos são obrigados a viverem aprisionados em suas
próprias casas e hoje, nem essa atitude é mais sinônimo de segurança.
Frequentemente, cidadãos que estão voltando para suas residências após um
dia cansativo de trabalho, que se empenham para ganhar seu dinheiro
honestamente e poder ter melhores condições de vida (já que isso não é
assegurado pelo governo), se deparam com bandidos mais bem armados que a
polícia muitas vezes, e estes marginais levam os pertences do trabalhador,
conseguidos com tanto esforço, e ainda são agradecidos quando não matam a
vitimo do roubo sem motivo.
Que realidade mais cruel é essa, em que uma pessoa trabalha, consegue
seus recursos para comprar algum produto, muitas vezes financiado, passando
aperto por conta da inflação que é tão alta e tem que entregar esse produto a uma
pessoa que escolhe não trabalhar, que vive na malandragem, e ainda ter que
agradecer por ter ficado vivo. Lógico que a vida é um bem insubstituível para o ser
5
humano, mas se eu trabalhei e paguei ou estou pagando por um produto, ele é meu!
As pessoas não deviam se conformar em entregar o fruto do seu suor para
bandidos, ou pior, achar normal tantas mortes por motivos tão banais.O mais
absurdo é que esses elementos quando são presos, em pouco tempo estão de volta
às ruas, mesmo tendo cometido atrocidades contra pessoas de bem.
Até parece que todos esses absurdos viraram rotina no Brasil e são
praticados normalmente, como se tivéssemos que aceitar tais situações sem opção
de escolha. A sociedade brasileira tornou-se conformada, ao ponto de achar tais
fatos corriqueiros e que “É assim mesmo, não adianta tentar mudar”. Deve-se cobrar
políticas públicas que punam severamente estes atos bárbaros contra a vida, pois
este bem precioso do homem parece não ter mais valor, parece custar menos que
dinheiro.
Ultimamente tem-se ouvido falar muito em justiça social, muitos discursos e
planos estão sendo ditos pelo país, mas ela não acontece de fato, pois existe uma
enorme distancia entre o falar e o fazer. Em nome da justiça social muitas lutas e
batalhas foram travadas, no entanto Infelizmente no nosso País está longe a pratica
da justiça social aos seus filhos que com tanto orgulho levantam sua bandeira.
O que fazer? A quem recorrer? Até que ponto “eu” tenho culpa em tudo que
acontece em meu país? Qual deveria ser a minha postura enquanto cidadã diante
dos fatos e acontecimentos que assolam a sociedade? Como intervir? Quais
conhecimentos me permitem tal atitude?
Tais indagações nos levam a uma profunda reflexão sobre todos os
acontecimentos do ponto de vista histórico, econômico, social e político no Brasil.
Diante do exposto, há muito mais a dizer e a pensar a respeito. As más
qualidades nos serviços oferecidos acabam por favorecer os protestos e impedem
qualquer avanço na melhoria de vida da população.
Existem ainda programas criados pelos governos que acarretam diferentes
consequências, enquanto por um lado oportunizam um rendimento a famílias
carentes, por outro as tornam dependentes e por vezes acomodadas, pois recebem
dinheiro sem nada retribuir de serviço à comunidade, e tornam-se assim
indiretamente comprometidos com políticos, por medo de perder tal benefício. Este
tornou-se uma faca de dois gumes no país, pois enquanto diminuiu um pouco a
pobreza, diminuiu também a ambição de muitos em melhorar de vida e os tornou
conformados com suas realidades e até agradecidos por uma esmola que é paga,
6
enquanto os líderes políticos se fartam com o dinheiro público como bem querem.
"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo,
torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente,
ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se
a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela
tampouco a sociedade muda."
Paulo Freire
Diante de tantos fatos absurdos, a população vai às ruas e pede melhorias e
mudanças de fato, não só promessas e tapeações. Porém sabemos que há também
a necessidade de fazer uma reforma política e administrativa no Brasil, porque os
seus governantes não estão mais assumindo o compromisso de promover o
desenvolvimento social e consequentemente à melhoria de vida tão sonhada, estão
preocupados apenas com seu enriquecimento pessoal e o favorecimento dos seus.
Também se faz necessário uma reforma legislativa, para que não haja mais
dois pesos e duas medidas a serem aplicadas na sociedade, onde um deles é
aplicada aos menos favorecidos e o outro a elite.
Do ponto de vista histórico, as manifestações tiveram grandes mudanças
motivacionais, pois se antigamente aconteciam unicamente por necessidades
políticas, nos dias atuais acontecem para reivindicar direitos básicos da população.
Mas por que essa mudança?
Desde de 1984, quando o Brasil começou sua transição das épocas da
ditadura para o processo democrático, se tem um discurso muito bonito referente
aos direitos assegurados para o cidadão, o que não existe é a garantia desses
direitos para as pessoas.
Ulysses Guimarães, presidente do país em 1988, ano que a Constituição foi
promulgada, afirmou: “A Constituição quer mudar o homem em cidadão... Só é
cidadão quem ganha justo e eficiente salário, lê e escreve; tem moradia, tem
hospital e remédio, lazer quando descansa” (Weffort, 1992).
Desde então o Brasil pode ser considerado democrático em alguns aspectos,
como é o caso das eleições livres, Direito ao voto, liberdade de expressão, entre
outros. Porém não se caracteriza democrático no que diz respeito à igualdade social,
pois não precisamos ir muito longe para vermos as gigantescas diferenças sociais
existentes.
7
Os presidentes que assumiram mandatos após a constituição, não fizeram jus
à afirmação de Ulysses Guimarães, e praticaram o mesmo regime utilizado nos anos
anteriores a constituição, por este motivo o povo saiu em protesto contra os
políticos. Por ser uma época menos desenvolvida e com menos acesso a
informação, as pessoas não reivindicavam melhores condições de vida, primeiro por
que era uma época mais tranquila, em que ainda havia respeito e boa conduta por
parte das mesmas, segundo por não existir conhecimento entre as pessoas da
existência desses direitos e do real papel do político perante o país e perante a
sociedade.
Atualmente o cenário é totalmente diferente. Com a chegada de novas
tecnologias nos meios de comunicação e por este acesso estar presente e perto de
todos; a informação se tornou mais acessível e consequentemente mais conhecida.
Dessa forma as pessoas passaram a conhecer seus direitos, alem de ter acesso
também a informações sobre o que está errado na administração pública, sobre o
caos nos sistemas públicos e as roubalheiras que vez por outra são reveladas pela
mídia.
Sendo assim, quando a população vê que as coisas estão acontecendo de
forma errada, saem às ruas e vão protestar e exigir dos governantes que façam o
certo, tal atitude mostra aos políticos que a população está insatisfeita com os
serviços a ela oferecida, para que os impostos sejam revertidos em melhorias nos
serviços públicos, para que trabalhem de forma coerente e digna as necessidades
humanas, afinal eles estão no poder porque foram eleitos com o voto do povão
portanto devem trabalhar pelo povo e para o povo. Com isso as reivindicações nos
dias atuais são por melhorias nas condições básicas de vida, por um fim a violência,
pelo fim da corrupção e etc.
A má escolha dos representantes legais do nosso País traduz um reflexo
negativo das ações legitimas dentro das diversas esferas socais. É preciso que as
pessoas tenham mais consciência do compromisso que devem ter na
responsabilidade para com a sociedade, que cada uma assuma de fato o seu papel
de coadjuvante na construção individual e coletiva na historia do nosso País.
8
1 CONCLUSÃO
Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela
tampouco a sociedade muda."
Paulo Freire
A partir de uma avaliação profunda dos acontecimentos históricos no país,
podemos então perceber a evolução que já tivemos, mas também a enorme
caminhada que nos espera, e esta pede mudanças em aspectos sociais,
econômicas e principalmente pessoais. Devemos mudar as condutas, os valores da
sociedade. A partir de uma avaliação individual de cada cidadão para si mesmo e de
sua mudança é que poderemos mudar a sociedade.
Essa mudança individual, porém não se dá rapidamente e sem incentivo. É
necessário um estímulo para que o ser perceba as diferenças básicas entre uma
vida digna para todos e a oferecida pelo Brasil atualmente. Este estímulo se resume
a uma única palavra de poder tão grande e transformador: EDUCAÇÃO.
Através da aquisição do conhecimento, o indivíduo abre sua mente e suas
perspectivas de vida, não se contentando mais com as migalhas ora oferecidas e
buscando melhorar cada vez mais seus objetivos e meios de vida.
Outro ponto que oportuniza melhor condição de vida é EMPREGO. Por meio
do trabalho o ser valoriza sua remuneração, ocupa-se de algo desafiador e benéfico
para si, além de afastar de vez a dependência de ganhos fáceis que o tornavam
acomodados e de compromissos indiretos (ou diretos) a políticos
descompromissados com a justiça social do Brasil.
Para que se chegue a educação de qualidade e emprego a todos, hoje se faz
necessário protestos e greves, para que o governo veja que a população não esta
conformada com o descaso e que ela está disposta a lutar pela sua plena liberdade,
por uma vida digna e para que de uma vez por todas haja de fato no Brasil Justiça
Social.
9
REFERÊNCIAS
SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra. Edição. Cidade: Editora, Ano de
Publicação.
SOARES, A Verdadeira Justiça Social. 26 de abril de 2005. Disponível em :
http://www.midiaindependente.org/pt/red/2005/04/315386.shtml
VALLA, Victor Vincent. Sobre participação popular: uma questão de perspectiva.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 14(Sup. 2):7-18, 1998. Disponível em:
http://www.scielosp.org/pdf/csp/v14s2/1322.pdf
SILVA, Jesue Graciliano da. Mobilização popular e a melhoria da gestão pública.
Jun. 2013. Disponível em: <http://eticaegestao.ifsc.edu.br/ideias-e-
reflexoes/mobilizacao-popular-e-a-melhoria-da-gestao-publica/>.
FREIRE, Paulo. Disponível em : http://pensador.uol.com.br/frase/MjM3OTU5/
L'APICCIRELLA, Nadime, Democracia no Brasil. © Revista Eletrônica de Ciências
- Número 24 - Fevereiro / Março de 2004. Disponível
em:http://www.cdcc.sc.usp.br/ciencia/artigos/art_24/demobr.html
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Manifestações Populares: Despertando para a Realidade

  • 1. Patos PB 2014 MARIA NATANA DOS SANTOS ARAÚJO SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO SERVIÇO SOCIAL MANIFESTAÇÕES POPULARES Despertando para a Realidade
  • 2. Patos PB 2014 MANIFESTAÇÕES POPULARES Despertando para a Realidade Trabalho de produção de texto interdisciplinar individual apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral nas disciplinas de Formação Social, Histórica e Política do Brasil; Antropologia; Acumulação Capitalista e Desigualdade Social; Metodologia Científica. Orientadores: Profs. Gleiton Lima; Giane Albiazzetti; Rosane Malvezzi; Rodrigo Trigueiro. MARIA NATANA DOS SANTOS ARAÚJO
  • 3. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ................................................................................................ 3 DESENVOLVIMENTO ................................................................................... 4 CONCLUSÃO ................................................................................................ 9 REFERÊNCIAS ........................................................................................... 10
  • 4. INTRODUÇÃO O Brasil é o maior país da América do Sul e o quinto maior do mundo em área territorial, possui um clima tropical e por isso concentra uma enorme diversidade em fauna e flora, não encontrados em outros lugares, é de tamanha beleza e riqueza que é cobiçado por muitos mundo afora, possui ainda a população mais diversificada e miscigenada do planeta. Este mesmo país tão belo é palco de escândalos de corrupção frequentes, onde seus administradores roubam as verbas públicas, desviam obras e agravam problemas sociais já existentes. Na maioria das vezes não há punição, pois os próprios políticos são os responsáveis pela criação e aprovação das Leis. Leis estas que funcionam mediante interesses particulares, fazendo com que essas cenas de roubo de dinheiro público vire rotina e não sejam apuradas e punidas da forma que deveriam ser. A realidade que ora vemos tem como reflexo os muitos problemas econômicos e sociais do país, com desigualdades tremendas e deficiência na educação, saúde, saneamento entre outros. Vemos que as classes mais pobres não tem o mínimo de assistência ou apoio para seu crescimento econômico, e por outro lado a classe rica tem benefícios e privilégios junto ao governo. Cansados dessa realidade os brasileiros se uniram e foram às ruas em junho de 2013, protestar e reivindicar melhorias em todos estes aspectos, além de exigir também um fim para a corrupção e punição para políticos desonestos. Todo o país foi mobilizado, e em todos os estados registrou-se protestos, inicialmente pelo aumento da tarifa dos transportes públicos no Estado de São Paulo e consequentemente se generalizou as reivindicações por melhores condições de vida no País. 3
  • 5. DESENVOLVIMENTO “Os homens fazem sua própria historia, mas não a fazem sob circunstancias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado.” (Karl Marx) A perspectiva temporal concebida de uma dada sociedade, só se concretiza quando, além da percepção de um ontem, referente ao passado, e de um hoje, relativo ao presente, torna-se possível pensar a emergência de um amanhã que possa, realmente, representar uma alternativa futura ao que exista. A forma com que nos habituamos a perceber o mundo e nele viver tornou-se vigente somente quando, não apenas individualmente, mas também em termos sociais, surgiu a possibilidade efetiva de apreensão dessa tripla dimensão temporal. O tempo social dominante de uma sociedade é aquele que lhe permite cumprir os atos necessários para a produção dos meios que garantem sua sobrevivência, possibilitando a criação, manifestação, realização e atualização de seus valores fundamentais. A forma pela qual uma dada sociedade garante a manutenção da vida, expressa no seu modo de produzir, nas regras que a organizam e nas principais atividades exigidas por essa produção. Os procedimentos envolvidos nesse processo qualificam aqueles que os utilizam, a sociedade em que vigoram e as relações sociais que desencadeiam. Em cada tipo de coletividade, e em todos os níveis, a satisfação das existentes e a criação de novas necessidades, a transmissão à descendência do modo adequado de ser e da maneira desejável de agir, atribui significados, faz nascerem valores que passam a ser compartilhados, constituindo modos de vida e tipos de sociabilidade, com isso nasce também os diversos grupos sociais, subdivididos, considerados e observados as suas especificidades nas suas várias formas de agir, socialmente, individualmente e coletivamente. Seus valores, suas condutas e costumes. Os inúmeros problemas sociais em que nos deparamos na atualidade: moradia, saúde, educação, transporte publico, segurança, saneamento básico, tudo isso adicionado a Leis que não funcionam, e a certeza da impunidade, são motivos para as explosões sociais vigentes e levam-nos a crer que os valores, os princípios 4
  • 6. e as regras para uma convivência harmoniosa na sociedade, já repercutem na transformação da cultura dessa mesma sociedade; e tudo isso vai dando espaço a outras necessidades e tudo vai esvaziando o ser humano na sua essência de Deus e a perplexidade diante de tanta violência, falta de segurança, políticos corruptos, leis falhas, que só funcionam para os menos favorecidos, falta de hospitais com capacidade para atender as necessidades básicas da população, uma educação deixada sempre em segundo plano, e aí, o que era conformismo e aceitação passiva da população, se transforma em revolta, e esse povão exprime uma perplexidade impar, contra as práticas políticas e pela melhoria nos serviços públicos. A bandeira do movimento popular estendeu-se pela redução das tarifas de transporte, melhorias na saúde e educação e contra a corrupção e impunidade e gastos com a Copa do Mundo de 2014. Essas manifestações querem dizer que é preciso tomar novas decisões, que o Brasil está num grande emaranhado de faz de contas, que nada funciona, que o que a Lei máxima reza na garantia de uma vida digna e direitos assegurados a sua população: a saúde, educação e segurança de qualidades, ainda não chegou! Está só no papel. Todos os dias ao ligarmos a televisão, ouvir o rádio ou acessar a internet, nós nos deparamos com escândalos políticos, com situações reais de descaso: na saúde, na educação, com a falta de saneamento básico, com a violência constante. Cidadãos que pagam seus impostos são obrigados a viverem aprisionados em suas próprias casas e hoje, nem essa atitude é mais sinônimo de segurança. Frequentemente, cidadãos que estão voltando para suas residências após um dia cansativo de trabalho, que se empenham para ganhar seu dinheiro honestamente e poder ter melhores condições de vida (já que isso não é assegurado pelo governo), se deparam com bandidos mais bem armados que a polícia muitas vezes, e estes marginais levam os pertences do trabalhador, conseguidos com tanto esforço, e ainda são agradecidos quando não matam a vitimo do roubo sem motivo. Que realidade mais cruel é essa, em que uma pessoa trabalha, consegue seus recursos para comprar algum produto, muitas vezes financiado, passando aperto por conta da inflação que é tão alta e tem que entregar esse produto a uma pessoa que escolhe não trabalhar, que vive na malandragem, e ainda ter que agradecer por ter ficado vivo. Lógico que a vida é um bem insubstituível para o ser 5
  • 7. humano, mas se eu trabalhei e paguei ou estou pagando por um produto, ele é meu! As pessoas não deviam se conformar em entregar o fruto do seu suor para bandidos, ou pior, achar normal tantas mortes por motivos tão banais.O mais absurdo é que esses elementos quando são presos, em pouco tempo estão de volta às ruas, mesmo tendo cometido atrocidades contra pessoas de bem. Até parece que todos esses absurdos viraram rotina no Brasil e são praticados normalmente, como se tivéssemos que aceitar tais situações sem opção de escolha. A sociedade brasileira tornou-se conformada, ao ponto de achar tais fatos corriqueiros e que “É assim mesmo, não adianta tentar mudar”. Deve-se cobrar políticas públicas que punam severamente estes atos bárbaros contra a vida, pois este bem precioso do homem parece não ter mais valor, parece custar menos que dinheiro. Ultimamente tem-se ouvido falar muito em justiça social, muitos discursos e planos estão sendo ditos pelo país, mas ela não acontece de fato, pois existe uma enorme distancia entre o falar e o fazer. Em nome da justiça social muitas lutas e batalhas foram travadas, no entanto Infelizmente no nosso País está longe a pratica da justiça social aos seus filhos que com tanto orgulho levantam sua bandeira. O que fazer? A quem recorrer? Até que ponto “eu” tenho culpa em tudo que acontece em meu país? Qual deveria ser a minha postura enquanto cidadã diante dos fatos e acontecimentos que assolam a sociedade? Como intervir? Quais conhecimentos me permitem tal atitude? Tais indagações nos levam a uma profunda reflexão sobre todos os acontecimentos do ponto de vista histórico, econômico, social e político no Brasil. Diante do exposto, há muito mais a dizer e a pensar a respeito. As más qualidades nos serviços oferecidos acabam por favorecer os protestos e impedem qualquer avanço na melhoria de vida da população. Existem ainda programas criados pelos governos que acarretam diferentes consequências, enquanto por um lado oportunizam um rendimento a famílias carentes, por outro as tornam dependentes e por vezes acomodadas, pois recebem dinheiro sem nada retribuir de serviço à comunidade, e tornam-se assim indiretamente comprometidos com políticos, por medo de perder tal benefício. Este tornou-se uma faca de dois gumes no país, pois enquanto diminuiu um pouco a pobreza, diminuiu também a ambição de muitos em melhorar de vida e os tornou conformados com suas realidades e até agradecidos por uma esmola que é paga, 6
  • 8. enquanto os líderes políticos se fartam com o dinheiro público como bem querem. "Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda." Paulo Freire Diante de tantos fatos absurdos, a população vai às ruas e pede melhorias e mudanças de fato, não só promessas e tapeações. Porém sabemos que há também a necessidade de fazer uma reforma política e administrativa no Brasil, porque os seus governantes não estão mais assumindo o compromisso de promover o desenvolvimento social e consequentemente à melhoria de vida tão sonhada, estão preocupados apenas com seu enriquecimento pessoal e o favorecimento dos seus. Também se faz necessário uma reforma legislativa, para que não haja mais dois pesos e duas medidas a serem aplicadas na sociedade, onde um deles é aplicada aos menos favorecidos e o outro a elite. Do ponto de vista histórico, as manifestações tiveram grandes mudanças motivacionais, pois se antigamente aconteciam unicamente por necessidades políticas, nos dias atuais acontecem para reivindicar direitos básicos da população. Mas por que essa mudança? Desde de 1984, quando o Brasil começou sua transição das épocas da ditadura para o processo democrático, se tem um discurso muito bonito referente aos direitos assegurados para o cidadão, o que não existe é a garantia desses direitos para as pessoas. Ulysses Guimarães, presidente do país em 1988, ano que a Constituição foi promulgada, afirmou: “A Constituição quer mudar o homem em cidadão... Só é cidadão quem ganha justo e eficiente salário, lê e escreve; tem moradia, tem hospital e remédio, lazer quando descansa” (Weffort, 1992). Desde então o Brasil pode ser considerado democrático em alguns aspectos, como é o caso das eleições livres, Direito ao voto, liberdade de expressão, entre outros. Porém não se caracteriza democrático no que diz respeito à igualdade social, pois não precisamos ir muito longe para vermos as gigantescas diferenças sociais existentes. 7
  • 9. Os presidentes que assumiram mandatos após a constituição, não fizeram jus à afirmação de Ulysses Guimarães, e praticaram o mesmo regime utilizado nos anos anteriores a constituição, por este motivo o povo saiu em protesto contra os políticos. Por ser uma época menos desenvolvida e com menos acesso a informação, as pessoas não reivindicavam melhores condições de vida, primeiro por que era uma época mais tranquila, em que ainda havia respeito e boa conduta por parte das mesmas, segundo por não existir conhecimento entre as pessoas da existência desses direitos e do real papel do político perante o país e perante a sociedade. Atualmente o cenário é totalmente diferente. Com a chegada de novas tecnologias nos meios de comunicação e por este acesso estar presente e perto de todos; a informação se tornou mais acessível e consequentemente mais conhecida. Dessa forma as pessoas passaram a conhecer seus direitos, alem de ter acesso também a informações sobre o que está errado na administração pública, sobre o caos nos sistemas públicos e as roubalheiras que vez por outra são reveladas pela mídia. Sendo assim, quando a população vê que as coisas estão acontecendo de forma errada, saem às ruas e vão protestar e exigir dos governantes que façam o certo, tal atitude mostra aos políticos que a população está insatisfeita com os serviços a ela oferecida, para que os impostos sejam revertidos em melhorias nos serviços públicos, para que trabalhem de forma coerente e digna as necessidades humanas, afinal eles estão no poder porque foram eleitos com o voto do povão portanto devem trabalhar pelo povo e para o povo. Com isso as reivindicações nos dias atuais são por melhorias nas condições básicas de vida, por um fim a violência, pelo fim da corrupção e etc. A má escolha dos representantes legais do nosso País traduz um reflexo negativo das ações legitimas dentro das diversas esferas socais. É preciso que as pessoas tenham mais consciência do compromisso que devem ter na responsabilidade para com a sociedade, que cada uma assuma de fato o seu papel de coadjuvante na construção individual e coletiva na historia do nosso País. 8
  • 10. 1 CONCLUSÃO Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda." Paulo Freire A partir de uma avaliação profunda dos acontecimentos históricos no país, podemos então perceber a evolução que já tivemos, mas também a enorme caminhada que nos espera, e esta pede mudanças em aspectos sociais, econômicas e principalmente pessoais. Devemos mudar as condutas, os valores da sociedade. A partir de uma avaliação individual de cada cidadão para si mesmo e de sua mudança é que poderemos mudar a sociedade. Essa mudança individual, porém não se dá rapidamente e sem incentivo. É necessário um estímulo para que o ser perceba as diferenças básicas entre uma vida digna para todos e a oferecida pelo Brasil atualmente. Este estímulo se resume a uma única palavra de poder tão grande e transformador: EDUCAÇÃO. Através da aquisição do conhecimento, o indivíduo abre sua mente e suas perspectivas de vida, não se contentando mais com as migalhas ora oferecidas e buscando melhorar cada vez mais seus objetivos e meios de vida. Outro ponto que oportuniza melhor condição de vida é EMPREGO. Por meio do trabalho o ser valoriza sua remuneração, ocupa-se de algo desafiador e benéfico para si, além de afastar de vez a dependência de ganhos fáceis que o tornavam acomodados e de compromissos indiretos (ou diretos) a políticos descompromissados com a justiça social do Brasil. Para que se chegue a educação de qualidade e emprego a todos, hoje se faz necessário protestos e greves, para que o governo veja que a população não esta conformada com o descaso e que ela está disposta a lutar pela sua plena liberdade, por uma vida digna e para que de uma vez por todas haja de fato no Brasil Justiça Social. 9
  • 11. REFERÊNCIAS SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra. Edição. Cidade: Editora, Ano de Publicação. SOARES, A Verdadeira Justiça Social. 26 de abril de 2005. Disponível em : http://www.midiaindependente.org/pt/red/2005/04/315386.shtml VALLA, Victor Vincent. Sobre participação popular: uma questão de perspectiva. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 14(Sup. 2):7-18, 1998. Disponível em: http://www.scielosp.org/pdf/csp/v14s2/1322.pdf SILVA, Jesue Graciliano da. Mobilização popular e a melhoria da gestão pública. Jun. 2013. Disponível em: <http://eticaegestao.ifsc.edu.br/ideias-e- reflexoes/mobilizacao-popular-e-a-melhoria-da-gestao-publica/>. FREIRE, Paulo. Disponível em : http://pensador.uol.com.br/frase/MjM3OTU5/ L'APICCIRELLA, Nadime, Democracia no Brasil. © Revista Eletrônica de Ciências - Número 24 - Fevereiro / Março de 2004. Disponível em:http://www.cdcc.sc.usp.br/ciencia/artigos/art_24/demobr.html 10