Protocolo da camada de aplicação (5) do modelo TCP/IP
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divide em 5 camadas (física, enlace, 
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Protocolos: 
5- Aplicação Mensagem 
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 A maioria dos computadores que estão 
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 ipconfig/displaydns : mostra todo o cache DNS 
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registro que define muitas das características de uma 
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 Segurança: caso você tenha um modem 
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intencionado pode invadi-lo e alterar as 
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 http://www.youtube.com/watch?v=X 
xhNxij0Iag 
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Domain_N 
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Protocolo DNS e suas principais particularidades.

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DNS – domain name system

  1. 1. Protocolo da camada de aplicação (5) do modelo TCP/IP
  2. 2.  Como já foi visto anteriormente, o intercâmbio de dados pela internet se divide em 5 camadas (física, enlace, rede, transporte e aplicação) segundo o modelo TCP/IP, entre as quais ocorre dependência mútua.  Em cada camada existe uma série de protocolos responsáveis pelo controle do tráfego de dados por etapa.
  3. 3. Camada TCP/IP: PDU (protocol data unit): Protocolos: 5- Aplicação Mensagem HTTP; SMTP; FTP; SSH; SIP; RDP; IRC; SNMP; NMTP; POP3; IMAP; DNS; Ping; BitTorrent; Telnet. 4- Transporte Segmento TCP; UDP; RTP; SCTP; DCCP. 3- Rede Pacote IP (IPv4; IPv6); ARP; RARP; ICMP; IPsec. 2- Enlace Quadro Ethernet; 802.11 (WiFi); IEEE; 802.1Q (VLAN); 802.1aq (SPB); 802.11g; HDLC; Token Ring; FDDI; PPP; Switch; Frame Relay. 1- Física Bits Modem; RDIS; RS-232; EIA-422; RS-449; Bluetooth; USB.
  4. 4.  O DNS ( Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios ) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído visando resolver nomes de domínios em endereços de rede (IP) ou vice-versa.  Tem como porta padrão a 53.  Usa o protocolo UDP (sem confirmação).  É um protocolo da camada de aplicação (5), segundo o modelo TCP/IP.  BIND: software que roda no DNS server.
  5. 5.  Nos primórdios da internet, como a quantidade de máquinas que existia era muito pequena, dentro de cada servidor que compunha a internet existia um arquivo com nome de host, que guardava os nomes de todos os servidores. Sempre que ocorria a mudança do endereço IP de um servidor ou um novo era acoplado à internet, o arquivo host precisava ser atualizado e redistribuído nos servidores. Com o crescimento da internet, tal técnica se tornou inviável para ser aplicada. Portanto, teve que se criar uma estrutura distribuída através de um serviço de um protocolo: o DNS.
  6. 6.  Primeiramente temos o servidor raiz (root server), que pode ser entendido como o principal serviço DNS. A internet conta com 13 servidores root.  O root conhece todos os domínios de alto nível (TLDs) da internet. Existem 13 servidores root em todo o mundo, dos quais: 10 estão localizados nos EUA, 2 na Europa (em Estolcomo e Amsterdã) e 1 na Ásia (em Tokyo). No Brasil, assim como em vários pontos do globo, não existe um servidor root autêntico, porém uma réplica.  TLD: Top Level Domain.  Fundação IANA: cuida dos 13 servidores root através do ICANN.
  7. 7.  Os TLDs são distribuídos e outros órgãos mais especificados passam a cuidar dos mesmos. Por exemplo, o órgão responsável pelo TLD ".br", é o CGI (Comitê Gestor de Internet). Dessa forma vão-se distribuindo em vários servidores diferentes os dados de maneira eficiente, coordenada e hierarquizada, de modo que, caso haja alguma falha em algum ponto da estrutura, esta não pare de funcionar.
  8. 8.  A hierarquia é seguida com domínios que conhecemos bastante, como ".com", ".gov", ".org", ".info", ".edu", ".br", ".me" e vários outros. Estes são chamados de gTLDs (Domínios Genéricos de Primeiro nível). Há também terminações orientadas a países, chamadas de ccTLDs (Códigos de Países para Domínios de Primeiro Nível). Por exemplo: ".br" (Brasil), ".ar" (Argentina), ".pt" (Portugal). Há combinações também como .com.br e .blog.
  9. 9.  Depois aparecem nomes que empresas e pessoas podemos registrar com esses domínios, como a palavra "josephinformatica" com a URL "josephinformatica.com", no domínio ".com".
  10. 10.  Outra caracterísca importante do DNS é o espalhamento dos servidores por parte dos ISPs (Internet Service Providers - provedores). Dessa maneira um mesmo site pode estar alocado em diversos servidores distintos. Portanto, ao solicitar por mais de uma vez ao DNS que retorne o endereço de IP onde está um determinado domínio, o endereço IP retornado poderá ser diferente do anterior. Isso possibilita que, caso haja algum problema no servidor onde esse domínio se encontra, o cliente seja redirecionado para outro servidor, podendo ter acesso ao domínio da mesma maneira.
  11. 11.  Os servidores DNS que respondem por determinados domínios são chamados de autoritativos. Já os serviços responsáveis por receber consultas de DNS de estações (máquinas) clientes e tentar obter respostas com servidores externos são chamados de recursivos.
  12. 12.  Em 2011, um grande provedor de São Paulo, a Telefônica, teve um grande problema relacionado ao mal funcionamento do DNS. Quando as estações dos clientes desse provedor requisitavam ao DNS a resolução de um nome, este não respondia, ou demorava muito a responder. Dessa maneira, os clientes entravam com o nome do domínio desejado no servidor mas este não era traduzido pelo ,então falho, DNS, não sendo convertido para o endereço IP do servidor em que estava localizado. Isso impossiblitou a comunicação segundo o paradigma cliente/servidor, não havendo conexão.
  13. 13.  Quando você digita um endereço da Web no navegador da Web e pressiona Enter, está enviando uma consulta para um servidor DNS. Se a consulta for bem-sucedida, o site desejado abrirá; se não for, você verá uma mensagem de erro. Um registro das consultas bem-sucedidas e malsucedidas é armazenado em um repositório temporário (com TTL) no computador chamado cache DNS. O DNS sempre verifica o cache antes de consultar qualquer servidor DNS e, se for encontrado um registro que corresponda à consulta, o DNS usa esse registro em vez de consultar o servidor. Isso torna as consultas mais rápidas e diminui o tráfego da rede e da Internet.
  14. 14.  A maioria dos computadores que estão conectados à Internet, armazenam na cache automaticamente o nome de host dos sites que você visitou para que o carregamento posterior deles seja mais rápido do que se não houvesse cache. Se o endereço de IP de um site mudar antes de sua cache atualizar, você pode não conseguir carregar a página. Se você estiver encontrando muitos erros "Página Não Encontrada" (“Page Not Found”, Error 404. ) e sabe que está conectado à Internet, tente dar um flush no cache do DNS para que seu computador requisite uma nova informação.
  15. 15.  Consulta DNS (lookup): entra-se com a URL de um site e o servidor DNS retorna o IP do mesmo.  Consulta reversa de DNS (reverse lookup): entra-se com o IP do site e é retornada a URL do mesmo.
  16. 16.  ipconfig/displaydns : mostra todo o cache DNS de acesso a sites armazenado na máquina cliente.  ipconfig/flushdns : limpa o cache DNS da máquina  nslookup : retorna o nome e o endereço do servidor DNS que atua sobre a máquina que o solicita. Faz as consultas DNS comum e reverso (lookup e lookupreverso).  ping : caso seja digitado no cmd o comando ping para uma url qualquer, deverá ser solicitada a tradução DNS dessa url para seu IP correspondente, pois só de pode "pingar" sobre um endereço IP, nunca sobre uma url.
  17. 17.  Quando você registra um domínio e contrata um serviço de hospedagem, este pode oferecer subdomínios baseados em seu endereço para que você possa acessar serviços de email, servidor de FTP, entre outros, po exemplo: "ftp .seusite.com. br", "mail.seusite.com.br" ou "blog.seusite.com.br". Isso é possível graças a alguns registros (parâmetros) de DNS, que devem ser inseridos em arquivos específico de configuração do servidor.
  18. 18.  As informações sobre o DNS são armazenadas em zonas. Em uma zona pode haver informações sobre um ou mais domínios. As informações são adicionadas em uma zona do DNS, através da criação de registros.  Um banco de dados de um servidor DNS é constituído por uma ou mais zonas. Em cada zona ficam armazenados os registros do DNS. Os registros armazenam informações de uma maneira estruturada.
  19. 19.  SOA : Start of authority (SOA): O principal registro, o registro que define muitas das características de uma zona. Contém o nome da zona e o nome do servidor que é a autoridade para a referida zona, ou seja, o servidor DNS onde está a zona foi criada originalmente. Contém também a definição de outras características básicas da zona. É sempre o primeiro registro da zona, pois é criado durante a criação da zona. Define características tais como o número serial da zona (que é um indicativo se houve ou não alterações na zona. Este número é utilizado para controlar a replicação entre a zona primária e as zonas secundárias), o valor do TTL para os demais registros da zona e assim por diante.
  20. 20.  Registros A: basicamente associam um ou mais endereços IP a um ou mais domínios. Pode-se utilizar endereços AAAA para endereços IPv6.  Registros CNAME (Canonical Name): servem para criar relacionamentos para domínios ou subdomínios. É este parâmetro que deve ser utilizado, por exemplo, para criar um endereço do tipo "blog.seusite.com.br".  Registros MX (Mail Exchanger): são os parâmetros que devem ser configurados para contas de email no domínio (@seusite.com.br).  Registros NS (Name Server): indicam quais servidores atuam como serviço de DNS d site.  Registros SRV (abreviação de service): indicam a localização de determinados serviços dentro do domínio.
  21. 21.  Segurança: caso você tenha um modem mal configurado, algum usuário mal intencionado pode invadi-lo e alterar as informações de pesquisa do DNS. Sendo assim, por exemplo, se você acessar o domínio “www.seubanco.com.br” vendo esse nome na barra de endereços do seu browser, acreditará totalmente que está no site correto pois o DNS está traduzindo o nome que você digitou para o IP autêntico, o que na verdade pode ser o IP de alguma entidade criminosa.
  22. 22.  http://www.youtube.com/watch?v=X xhNxij0Iag  http://pt.wikipedia.org/wiki/Domain_N ame_System  http://juliobattisti.com.br/artigos/wind ows/tcpip_p24.asp  http://jornalggn.com.br/blog/jluizberg /nsa-e-o-monitoramento-dos-eua-parte- 4-resolucao-de-nomes

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