MMaaxx WWeebbeerr 
11886644 –– 11992200 
SSoocciioollooggiiaa CCoommpprreeeennssiivvaa
MMaaxx wweebbeerr 
 MMaaxxiimmiilllliiaann CCaarrll EEmmiill WWeebbeerr,, iinntteelleeccttuuaall aalleemmããoo,, 
jjuurrii...
 Weber viveu a um tempo e em uma região dominadas pelas 
teorias de Karl Marx. 
 Todas as pessoas de nível intelectual d...
SOCIEDADE E INDIVÍDUO 
 Enquanto para Émile Durkheim a ênfase da análise 
recai na sociedade, para o sociólogo alemão Max...
AAÇÇÃÃOO 
 PPaarraa WWeebbeerr aa ssoocciieeddaaddee nnããoo sseerriiaa aallggoo eexxtteerriioorr ee 
ssuuppeerriioorr aao...
OO qquuee éé aaççããoo ssoocciiaall?? 
 PPaarraa WWeebbeerr aaççããoo ssoocciiaall éé qquuaallqquueerr aaççããoo qquuee oo 
...
Ação com sentido 
 Weber dá um interessante exemplo. Imaginemos dois 
ciclistas que andam na mesma rodovia em sentidos 
o...
WWeebbeerr eessttaabbeelleeccee ttiippooss ddee aaççããoo 
ssoocciiaall:: 
 AAççããoo ttrraaddiicciioonnaall:: aaqquueellaa...
A LÓGICA DO CAPITALISMO 
 O primeiro ponto de Weber, então, é que devemos ver o 
capitalismo como uma prescrição moral, c...
AA LLÓÓGGIICCAA DDOO CCAAPPIITTAALLIISSMMOO 
 "Um homem por sua própria natureza não 
deseja ganhar mais e mais dinheiro,...
A moral Social e a Burocracia 
 Weber estava preocupado com suas sutis 
conexões entre as moralidades econômicas e 
relig...
A moral Social e a Burocracia 
 Uma ordem econômica racional trazia consigo 
uma racionalização das relações sociais. a 
...
A moral Social e a Burocracia 
 A burocracia, em essência, resolvia o 
problema de desligar os homens da confiança 
absol...
A LÓGICA DO CAPITALISMO 
 Para Weber, devemos ver o capitalismo como uma 
prescrição moral , condicionando largamente tod...
A LÓGICA DO CAPITALISMO 
 Em vez disso, eles freqüentemente aceitavam um 
certo padrão de vida como suficiente e produzis...
OO mmééttooddoo ccoommpprreeeennssiivvoo 
 CCoonnssiissttee eemm eenntteennddeerr oo sseennttiiddoo qquuee aass aaççõõees...
CCoonnhheecciimmeennttoo CCiieennttííffiiccoo 
 CCiiêênncciiaa –– éé uumm aassppeeccttoo ddoo pprroocceessssoo ddee 
rraa...
CCOONNHHEECCIIMMEENNTTOO CCIIEENNTTÍÍFFIICCOO 
 OO ccoonnhheecciimmeennttoo cciieennttiiffiiccoo eennccoonnttrraa--ssee p...
TTiippoo IIddeeaall 
 OO ttiippoo iiddeeaall éé uummaa ccoonnssttrruuççããoo ddoo ppeennssaammeennttoo 
ee ssuuaa ccaarraa...
TTeeoorriiaa ddaa mmooddeerrnniiddaaddee 
 ÉÉ nnoo ccoonnjjuunnttoo ddee eessttuuddooss hhiissttóórriiccoo-- 
ccoommppaar...
O desencantamento do mundo 
 O destino de nosso tempo, que se caracteriza 
pela racionalizção, pela intelectualização e, ...
AA ééttiiccaa pprrootteessttaannttee ee oo eessppíírriittoo ddoo 
ccaappiittaalliissmmoo 
 WWeebbeerr vvêê nnoo pprrootte...
AA ééttiiccaa pprrootteessttaannttee ee oo eessppíírriittoo ddoo 
ccaappiittaalliissmmoo 
55 -- AAss mmaaiiss iinnssiiggnn...
O desencantamento do mundo 
 Conforme Weber, a magia estereotipa a 
técnica e a economia. 
 Como construir ferrovias se ...
CCoonncclluussããoo 
 AA cciiêênncciiaa wweebbeerriiaannaa,, ssee ddeeffiinnee ccoommoo uumm eessffoorrççoo 
ddeessttiinna...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Max (1)

153 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
153
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Max (1)

  1. 1. MMaaxx WWeebbeerr 11886644 –– 11992200 SSoocciioollooggiiaa CCoommpprreeeennssiivvaa
  2. 2. MMaaxx wweebbeerr  MMaaxxiimmiilllliiaann CCaarrll EEmmiill WWeebbeerr,, iinntteelleeccttuuaall aalleemmããoo,, jjuurriissttaa,, eeccoonnoommiissttaa,, ccoonnssiiddeerraaddoo ppoorr mmuuiittooss uumm ddooss ffuunnddaaddoorreess ddaa SSoocciioollooggiiaa,, nnaasscceeuu eemm 11886644,, eemm MMuunniiqquuee,, ee ffaalleecceeuu eemm 11992200.. De importância extrema, Max Weber escreveu a Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Este é um ensaio fundamental sobre as religiões e a afluência dos seus seguidores. Subjacente a Weber está a realidade econômica da Alemanha do princípio do século XX.
  3. 3.  Weber viveu a um tempo e em uma região dominadas pelas teorias de Karl Marx.  Todas as pessoas de nível intelectual deveriam conhecer e reagir de uma certa maneira ao pensamento marxista.  Weber, em grande parte, deixou fluir seu pensamento como reação aos escritos de Marx. É certo, como assinalam os seus mais ilustres comentadores, que há um exagero de simplificação em ver o pensamento Weberiano de tal modo.  Entretanto como nota Turner, é um bom auxílio para o entendimento, manter a noção de que os escritos de weber constituíam uma tentativa de refutação à ênfase de Marx com relação aos aspectos econômicos e materiais da vida social.
  4. 4. SOCIEDADE E INDIVÍDUO  Enquanto para Émile Durkheim a ênfase da análise recai na sociedade, para o sociólogo alemão Max Weber as análises devem centrar-se nos atores e suas ações  Para Weber a sociedade deve ser compreendida a partir do conjunto das ações individuais reciprocamente referidas. Por isso, ele define como objeto da Sociologia a Ação Social, ou seja, "qualquer ação que o indivíduo pratica orientando-se pela ação de outros.
  5. 5. AAÇÇÃÃOO  PPaarraa WWeebbeerr aa ssoocciieeddaaddee nnããoo sseerriiaa aallggoo eexxtteerriioorr ee ssuuppeerriioorr aaooss iinnddiivvíídduuooss,, ccoommoo eemm DDuurrkkhheeiimm..  PPaarraa eellee,, aa ssoocciieeddaaddee ppooddee sseerr ccoommpprreeeennddiiddaa aa ppaarrttiirr ddoo ccoonnjjuunnttoo ddaass aaççõõeess iinnddiivviidduuaaiiss rreecciipprrooccaammeennttee rreeffeerriiddaass..  PPoorr iissssoo,, WWeebbeerr ddeeffiinnee ccoommoo oobbjjeettoo ddaa ssoocciioollooggiiaa aa aaççããoo ssoocciiaall
  6. 6. OO qquuee éé aaççããoo ssoocciiaall??  PPaarraa WWeebbeerr aaççããoo ssoocciiaall éé qquuaallqquueerr aaççããoo qquuee oo iinnddiivvíídduuoo ffaazz oorriieennttaannddoo--ssee ppeellaa aaççããoo ddee oouuttrrooss.. PPoorr eexxeemmpplloo uumm eelleeiittoorr.. EEllee ddeeffiinnee sseeuu vvoottoo oorriieennttaannddoo--ssee ppeellaa aaççããoo ddooss ddeemmaaiiss eelleeiittoorreess.. OOuu sseejjaa,, tteemmooss aa aaççããoo ddee uumm iinnddiivvíídduuoo,, mmaass eessssaa aaççããoo ssóó éé ccoommpprreeeennssíívveell ssee ppeerrcceebbeemmooss qquuee aa eessccoollhhaa ffeeiittaa ppoorr eellee tteemm ccoommoo rreeffeerrêênncciiaa oo ccoonnjjuunnttoo ddooss ddeemmaaiiss eelleeiittoorreess..  AA aaççããoo ssoocciiaall,, éé aa ccoonndduuttaa hhuummaannaa ddoottaaddaa ddee sseennttiiddoo.. OO sseennttiiddoo mmoottiivvaa aa aaççããoo iinnddiivviidduuaall..
  7. 7. Ação com sentido  Weber dá um interessante exemplo. Imaginemos dois ciclistas que andam na mesma rodovia em sentidos opostos.  O simples choque entre eles não é uma ação social. Mas a tentativa de se desviarem um do outro já pode ser considerada uma ação social, uma vez que o ato de desviar-se para um lado já indica para o outro a intenção de evitar o choque, esperando uma ação semelhante como resposta.  Estabelece-se, assim, uma relação significativa entre ambos.
  8. 8. WWeebbeerr eessttaabbeelleeccee ttiippooss ddee aaççããoo ssoocciiaall::  AAççããoo ttrraaddiicciioonnaall:: aaqquueellaa ddeetteerrmmiinnaaddaa ppoorr uumm ccoossttuummee oouu uumm hháábbiittoo aarrrraaiiggaaddoo..  AAççããoo rraacciioonnaall ccoomm rreellaaççããoo aa uumm vvaalloorr:: ffiieell aa ssuuaa iiddééiiaa,, aa ssuuaa hhoonnrraa.. IInnoobbsseerrvvaa ttrraaddiiççõõeess..  AAççããoo aaffeettiivvaa:: oorriieennttaaddaa ppeellaass eemmooççõõeess ee sseennttiimmeennttooss..  AAççããoo ssoocciiaall rraacciioonnaall :: ddeetteerrmmiinnaaddaa ppeelloo ccáállccuulloo rraacciioonnaall qquuee ccoollooccaa ffiinnss ee oorrggaanniizzaa ooss mmeeiiooss nneecceessssáárriiooss..
  9. 9. A LÓGICA DO CAPITALISMO  O primeiro ponto de Weber, então, é que devemos ver o capitalismo como uma prescrição moral, condicionando largamente todos os membros da sociedade no sentido de desenvolverem seus interesses materiais.  O segundo ponto da exposição e Weber era que o capitalismo devesse ser visto como uma violentação do sentido tradicional do esforço e do valor do trabalho. Weber notara que os trabalhadores não eram sempre motivados a produzir em termos de auto-interesse. Em vez disso, eles freqüentemente aceitavam um certo padrão de vida como suficiente e produzissem aquilo que fosse capaz de proporcionar-lhes este padrão.
  10. 10. AA LLÓÓGGIICCAA DDOO CCAAPPIITTAALLIISSMMOO  "Um homem por sua própria natureza não deseja ganhar mais e mais dinheiro, mas simplesmente viver como ele esta acostumado a viver e ganhar tanto quanto o necessário para alcançar esse propósito.  Segundo a perspectiva de Weber , o crescimento do capitalismo como sistema econômico era também o do capitalismo como um sistema social.
  11. 11. A moral Social e a Burocracia  Weber estava preocupado com suas sutis conexões entre as moralidades econômicas e religiosas. Igualmente, envolvia-se ele com as conseqüências de tal tema para a organização social. Em particular, voltava-se para o estudo da natureza da organização burocrática.  Weber interessou-se pela burocracia porque ela representava uma outra faceta do processo de racionalização – um processo que lhe parecia caracterizar a sociedade moderna em contraste com formas tradicionais de sociedade.
  12. 12. A moral Social e a Burocracia  Uma ordem econômica racional trazia consigo uma racionalização das relações sociais. a eficiência que caracterizava a novas relações econômicas também tornavam-se características da organização social.  O capitalismo resolvera problema de afastar os homens dos motivos econômicos tradicionais e das antigas formas de produção.
  13. 13. A moral Social e a Burocracia  A burocracia, em essência, resolvia o problema de desligar os homens da confiança absoluta nas formas tradicionais de controle de poder.  Durkheim acreditava na força da divisão social do trabalho e na Solidariedade orgânica para a consolidação da ordem social.  Weber atribui a ação social e a burocracia este papel
  14. 14. A LÓGICA DO CAPITALISMO  Para Weber, devemos ver o capitalismo como uma prescrição moral , condicionando largamente todos os membros da sociedade no sentido de desenvolverem seus interesses materiais.  O segundo ponto da exposição e Weber era que o capitalismo devesse ser visto como uma violentação do sentido tradicional do esforço e do valor do trabalho.  Weber notara que os trabalhadores não eram sempre motivados a produzir em termos de auto-interesse.
  15. 15. A LÓGICA DO CAPITALISMO  Em vez disso, eles freqüentemente aceitavam um certo padrão de vida como suficiente e produzissem aquilo que fosse capaz de proporcionar-lhes este padrão.  Um homem por sua própria natureza não deseja ganhar mais e mais dinheiro, mas simplesmente viver como ele esta acostumado a viver e ganhar tanto quanto o necessário para alcançar esse propósito.  Segundo a perspectiva de Weber , o crescimento do capitalismo como sistema econômico era também o do capitalismo como um sistema social.
  16. 16. OO mmééttooddoo ccoommpprreeeennssiivvoo  CCoonnssiissttee eemm eenntteennddeerr oo sseennttiiddoo qquuee aass aaççõõeess ddee uumm iinnddiivvíídduuoo ccoonnttêêmm ee nnããoo aappeennaass oo aassppeeccttoo eexxtteerriioorr ddeessssaass mmeessmmaass aaççõõeess..
  17. 17. CCoonnhheecciimmeennttoo CCiieennttííffiiccoo  CCiiêênncciiaa –– éé uumm aassppeeccttoo ddoo pprroocceessssoo ddee rraacciioonnaalliizzaaççããoo ccaarraacctteerrííssttiiccoo ddaa ssoocciieeddaaddee mmooddeerrnnaa,, qquuee ssee ccaarraacctteerriizzaa ppoorr ddooiiss ttrraaççooss eessppeecciiffiiccooss:: 11)) oo nnããoo-- aaccaabbaammeennttoo 22)) oobbjjeettiivviiddaaddee ((VVaalliiddaaddee uunniivveerrssaall))
  18. 18. CCOONNHHEECCIIMMEENNTTOO CCIIEENNTTÍÍFFIICCOO  OO ccoonnhheecciimmeennttoo cciieennttiiffiiccoo eennccoonnttrraa--ssee pprreessoo aa pprreemmiissssaass ssuubbjjeettiivvaass;;  Ciências históricas e sociais diferem das ciências da natureza;  Fenômenos sociais são compreensivos, históricos e singulares.
  19. 19. TTiippoo IIddeeaall  OO ttiippoo iiddeeaall éé uummaa ccoonnssttrruuççããoo ddoo ppeennssaammeennttoo ee ssuuaa ccaarraacctteerrííssttiiccaa pprriinncciippaall éé nnããoo eexxiissttiirr nnaa rreeaalliiddaaddee,, mmaass sseerrvviirr ddee mmooddeelloo ppaarraa aa aannáálliissee ddee ccaassooss ccoonnccrreettooss,, rreeaallmmeennttee eexxiisstteenntteess..  AAss ccoonnssttrruuççõõeess ddee ttiippoo iiddeeaall ffaazzeemm ppaarrttee ddoo mmééttooddoo ttiippoollóóggiiccoo ccrriiaaddoo ppoorr MMaaxx WWeebbeerr.. AAoo ccoommppaarraarr ffeennoommeennooss ssoocciiaaiiss ccoommpplleexxooss oo ppeessqquuiissaaddoorr ccrriiaa ttiippooss oouu mmooddeellooss iiddeeaaiiss,, ccoonnssttrruuííddooss aa ppaarrttiirr ddee aassppeeccttooss eesssseenncciiaaiiss ddooss ffeennóómmeennooss
  20. 20. TTeeoorriiaa ddaa mmooddeerrnniiddaaddee  ÉÉ nnoo ccoonnjjuunnttoo ddee eessttuuddooss hhiissttóórriiccoo-- ccoommppaarraattiivvooss ddaass rreelliiggiiõõeess mmuunnddiiaaiiss qquuee WWeebbeerr ttrraaççaa oo qquuaaddrroo ddee nnaasscciimmeennttoo ee ddeesseennvvoollvviimmeennttoo ddaa mmooddeerrnniiddaaddee..  AA mmooddeerrnniiddaaddee eemm WWeebbeerr eessttáá eessttrreeiittaammeennttee vviinnccuullaaddaa àà rraacciioonnaalliiddaaddee,, aaoo ddoommíínniioo ddoo mmuunnddoo aattrraavvééss ddaa ttééccnniiccaa ee ddaa rraazzããoo..
  21. 21. O desencantamento do mundo  O destino de nosso tempo, que se caracteriza pela racionalizção, pela intelectualização e, sobretudo, pelo "desencantamento do mundo" levou os homens a banirem da vida pública os valores supremos e mais sublimes.  O desencantamento do mundo, a morte da magia, é outro evento que deixa marcas profundas no homem moderno.
  22. 22. AA ééttiiccaa pprrootteessttaannttee ee oo eessppíírriittoo ddoo ccaappiittaalliissmmoo  WWeebbeerr vvêê nnoo pprrootteessttaannttiissmmoo aassccééttiiccoo aa ssuuaa mmoorraall ccoomm ddeecciissiivvaa iinncclliinnaaççããoo ppaarraa aa rraacciioonnaalliiddaaddee ccaappiittaalliissttaa ee oo sseeuu mmooddoo mmeettóóddiiccoo ddee vviiddaa..  WWeebbeerr lleemmbbrraa aass rreeccoommeennddaaççõõeess ddee BBeennjjaammiimm FFrraannkklliinn ccoommoo eellooss eessttrreeiittooss eennttrree pprrootteessttaannttiissmmoo ee ccaappiittaalliissmmoo:: 11.. LLeemmbbrraa -- ttee ddee qquuee tteemmppoo éé ddiinnhheeiirroo 22.. LLeemmbbrraa –– ttee ddee qquuee ccrrééddiittoo éé ddiinnhheeiirroo 33.. LLeemmbbrraa ––ttee ddee ddiinnhheeiirroo ggeerraa mmaaiiss ddiinnhheeiirroo 44.. LLeemmbbrraa –– ttee ddee qquuee oo bboomm ppaaggaaddoorr éé sseennhhoorr ddaa bboollssaa aallhheeiiaa
  23. 23. AA ééttiiccaa pprrootteessttaannttee ee oo eessppíírriittoo ddoo ccaappiittaalliissmmoo 55 -- AAss mmaaiiss iinnssiiggnniiffiiccaanntteess aaççõõeess qquuee aaffeettaamm oo ccrrééddiittoo ddee uumm hhoommeemm ddeevveemm sseerr ppoorr eellee ppoonnddeerraaddaass 66 -- GGuuaarrddaa –– ttee ddee ppeennssaarr qquuee ttuuddoo qquuee ppoossssuuiiss éé pprroopprriieeddaaddee ttuuaa ee ddee vviivveerr ccoommoo ssee ffoossssee 77 –– PPoorr sseeiiss lliibbrraass ppoorr aannoo ppooddeess ffaazzeerr uussoo ddee cceemm lliibbrraass,, ccoonnttaannttoo qquuee sseejjaass rreeccoonnhheecciiddoo ccoommoo uumm hhoommeemm pprruuddeennttee..
  24. 24. O desencantamento do mundo  Conforme Weber, a magia estereotipa a técnica e a economia.  Como construir ferrovias se os trabalhadores com a função de desflorestar a vegetação nativa acreditam piamente que deuses ali habitam e que sendo assim não podem derrubar a floresta?
  25. 25. CCoonncclluussããoo  AA cciiêênncciiaa wweebbeerriiaannaa,, ssee ddeeffiinnee ccoommoo uumm eessffoorrççoo ddeessttiinnaaddoo aa ccoommpprreeeennddeerr ee eexxpplliiccaarr ooss vvaalloorreess aaooss qquuaaiiss ooss hhoommeennss aaddeerriirraamm,, ee aass oobbrraass qquuee ccoonnssttrruuíírraamm ((AArroonn,, 11999933:: 447700)).. OOuu sseejjaa,, WWeebbeerr ddeeffiinnee aass cciiêênncciiaass ssoocciiaaiiss ccoommoo aa ““CCiiêênncciiaa ddaa RReeaalliiddaaddee”” vvoollttaaddaa ppaarraa aa ccoommpprreeeennssããoo ddaa ssiiggnniiffiiccaaççããoo ccuullttuurraall aattuuaall ddooss ffeennôômmeennooss ee ppaarraa oo eenntteennddiimmeennttoo ddee ssuuaa oorriiggeemm hhiissttóórriiccaa.. SSeegguunnddoo eellee,, ccaabbee àà ssoocciioollooggiiaa ooffeerreecceerr aaoo hhoommeemm ddee aaççããoo oo eenntteennddiimmeennttoo ccllaarroo ddee ssuuaa ccoonndduuttaa,, ddaass mmoottiivvaaççõõeess ee ddaass ccoonnsseeqqüüêênncciiaass ddee sseeuuss hháábbiittooss..

×