A contação de histórias e o desenvolvimento do

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Oficina de Contação de Histórias
Objetivo: Aprimorar a prática pedagógica através da troca de experiências com professores

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A contação de histórias e o desenvolvimento do

  1. 1. A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E O DESENVOLVIMENTO DO IMAGINÁRIO INFANTIL
  2. 2. PROFESSORA MARIA EMILIA Etapa I Educação Infantil
  3. 3. • OBJETIVO: • ENRIQUECER E APRIMORAR A ARTE DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, ATRAVÉS DE TROCA DE EXPERIÊNCIAS • PÚBLICO ALVO: • PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
  4. 4. • A contação de histórias tem uma significativa importância para o desenvolvimento do imaginário e do discurso narrativo da criança. As diferentes histórias que as crianças ouvem, refletem, indagam, contam e recontam, mesclam o imaginário, a ficção e a realidade. Dessa forma, vão desenvolvendo sua capacidade de raciocínio e pensamento criativo. • Os especialistas afirmam que a criança, desde muito cedo, é capaz de entender as histórias contadas pelos adultos. Por isso, esse contato com os relatos do dia a dia, de situações reais, ou mesmo, dos contos de fadas, é que vai ajudar a formar uma bagagem de imagens, nomes e roteiros que a criança utilizará na sua comunicação. • Assim, os comportamentos do cotidiano e um vocabulário rico, ao qual se somam sempre novos conceitos, ampliarão a linguagem da criança. Quando começar a se expressar verbalmente, a criança lançará mão desse repertório acumulado desde os primeiros anos de vida, para descrever suas vivências e sensações.
  5. 5. • Atualmente, com a crescente competitividade e necessária inserção no mercado de trabalho, as famílias não tem tido tempo suficiente para se dedicarem aos filhos. Por isso, a maioria das crianças não tem oportunidade de ouvir histórias no seio familiar. Cabe à escola e principalmente na fase da Educação Infantil, assegurar que lhes não falte essa experiência tão enriquecedora e tão importante para a aprendizagem da leitura.
  6. 6. ALGUMAS DICAS PARA UM BOM CONTADOR DE HISTÓRIAS • A escolha da história deve ser feita previamente, de acordo com a faixa etária a ser atendida. Contudo, um bom contador de histórias tem que saber adaptar-se ao público. Esse ajuste é feito ao vivo, de uma forma rápida e quase imperceptível. • Se a assistência se distrai, há que mudar o relato, abreviando o enredo, introduzindo novas peripécias, criando suspense. Se a assistência se mostra fascinada, vale a pena prolongar o efeito e ir adiando o desfecho. • A mesma narrativa terá de apresentar cambiantes conforme a idade das crianças e as características dos vários grupos.
  7. 7. SUGESTÕES DE ATIVIDADES • Conte sobretudo histórias que conheça bem e de que goste. • Identifique previamente os acontecimentos-chave para os apresentar de forma clara e sugestiva. • Conte a história como se estivesse a vê-la desenrolar-se por cenas. • Ensaie em casa, em frente ao espelho, ou diante de pessoas que lhe possam dar um feedback. • Observe as reações das crianças enquanto conta a história para poder fazer os ajustes necessários. • Sempre que possível envolva as crianças no relato. • Se as crianças exigirem que torne a contar a mesma história, deve considerar que a atividade foi um êxito.
  8. 8. COMO ENVOLVER AS CRIANÇAS NO RELATO • Pedir às crianças que: • repitam frases; • façam os gestos adequados para sublinharem a ação; • Emitam sons referentes a história (vento, bater à porta, etc.). • Suscite antecipações, perguntando: O que é que acham que vai acontecer a seguir? • Suscite o reconto em grupo, sobretudo com os alunos mais velhos.
  9. 9. COMO SUSCITAR O RECONTO EM GRUPO • Um ou dois alunos ajudam o educador. • A história vai sendo contada pelas crianças e o Educador só interfere quando necessário. • As crianças contam a história em grupos de dois ajudando-se mutuamente. • Uma turma conta a história a outra turma. • Cada criança escolhe o momento preferido e conta-a em pormenor acrescentando o que quiser. • As crianças são convidadas a contar a história muito rapidamente e referindo apenas o essencial.
  10. 10. • Contar histórias é uma arte. Muitas pessoas têm um dom especial para esta tarefa. Mas isso não significa que pessoas sem esse dom não possam tornar-se bons contadores de histórias. Com algum treinamento e alguns recursos práticos qualquer pessoa é capaz de transmitir com segurança e entusiasmo o conteúdo de uma história para pequenos. • Esse processo se assemelha ao desenvolvimento da borboleta. A criança é como a lagarta em seu casulo, crescendo e acumulando aprendizados para, ao longo do tempo, vir a tornar-se uma linda borboleta, repleta de cores e desenhos simétricos. Eis o papel da contação de histórias: “Dar asas à imaginação da criança para que ela possa voar e aprender, cada vez mais.”
  11. 11. Sugestões diversificadas
  12. 12. • Referências: • Vandinhacriantorias.blogspot.com • www.zigzigzaa.com.br

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