José Sobral de Almada Negreiros nasceu em São Tomé e
Príncipe a 7 de Abril de 1893 e faleceu em Lisboa a 15 de
Junho de 19...
BIBLIOTECA ESCOLAR
EPADD
ALMADA NEGREIROS
Almada Negreiros abril 2015
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Almada Negreiros abril 2015

452 visualizações

Publicada em

Apontamento breve sobre Almada Negreiros, no ano em que se comemora o centenário da revista ORPHEU.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
452
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
232
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Almada Negreiros abril 2015

  1. 1. José Sobral de Almada Negreiros nasceu em São Tomé e Príncipe a 7 de Abril de 1893 e faleceu em Lisboa a 15 de Junho de 1970. Foi um artista multidisciplinar que se dedicou às artes plásticas, desenho, pintura e escrita (romance, poesia, ensaio e dramaturgia), ocupando uma posição central na primeira geração de modernistas portugueses. Almada Negreiros é uma figura ímpar no panorama artístico português do século XX. Essencialmente autodidacta (não frequentou qualquer escola de ensino artístico), a sua precocidade levou-o a dedicar-se desde muito jovem ao desenho de humor. Mas a notoriedade que adquiriu no início de carreira prende-se acima de tudo com a escrita, interventiva ou literária. Almada teve um papel particularmente activo na primeira vanguarda modernista, com importante contribuição para a dinâmica do grupo ligado à Revista Orpheu (onde estavam incluídos Fernando Pessoa e Mário de Sá Carneiro) , sendo a sua acção determinante para que essa publicação não se restringisse à área das letras. Aguerrido, polémico, assumiu um papel central na dinâmica do futurismo em Portugal. A VARINA Lá na Ribeira Nova onde nasce Lisboa inteira na manhã de cada dia há uma varina e se não fosse ela ai não sei não sei que seria de mim! Por ela fiz dois versos a todas as varinas: E vós varinas que sabeis a sal e trazeis o mar no vosso avental! Acho parecidos estes versos com as varinas de Portugal. Uma vez falei-lhe para ouvi-la e vê-la ao pé. A voz saborosa os olhos de variar castanhos de variar castanhos-escuros de variar com reflexos de variar desde a rosa até ao verde desde o verde até ao mar. Num reflexo reflecti: não dar aquele destino ao meu destino aqui. Lisboa 1926 José de Almada Negreiros
  2. 2. BIBLIOTECA ESCOLAR EPADD ALMADA NEGREIROS

×