Professor L. Marins
16º. Encontro Estadual de Comunicação
Sorocaba, SP, 06 de novembro de 2010
www.marins.com.br
professor...
• O ser humano e o processo de
comunicação.
• Os “nativos digitais” e os
“imigrantes digitais”:
• Como conviver?
• Debates...
LUIZ ALMEIDA MARINS FILHO
FUNDAÇÃO
Desde 1999
32 Laborátórios de Informática Instalados em
Escolas Públicas carentes de 1a...
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Emissor Receptor
Receptor Emissor
Mensagem
Ruído
O processo de comunicação
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A comunicação
U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey
Objetivo
Audiência
Mensagem
Formato
Distribuição
Ava...
A comunicação
U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey
Objetivo
Qual objetivo que você quer atingir?
•Infor...
A comunicação
U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey
Público-alvo
•Quem você quer atingir?
•Por que você ...
A comunicação
U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey
Mensagem
•O que você quer realmente dizer para seu
p...
A comunicação
U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey
Formato
•Escolha um formato que “funcione” para a
se...
A comunicação
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Distribuição
•Como você pode fazer a sua comunicação...
A comunicação
U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey
Avaliação
•A mensagem chegou sem ruídos ao seu
públi...
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O Ser Humano
 Os vestígios mais remotos
do Ser Humano datam de
3 milhões de ano...
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Seixo rolado
 A idade do “seixo rolado” durou um milhão
e seiscentos mil anos;
...
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O “Sinantropo”
 O “Sinantropo” ou “homem da China”
teve sua era iniciada há 400...
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Paleolítico Inferior
É a era chamada de
“Paleolítico Inferior” ou
idade da pedr...
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Paleolítico Médio
 As técnicas de lascar a pedra vão
progredindo;
 Entre 150.0...
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Neanderthal
Discos, raspadeiras,
instrumentos de cortar,
furadores e até serras...
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Paleolítico Superior
 Idade da pedra lascada recente;
 30.000 a 10.000 anos;
...
Os afrescos e a zagaia
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O Mundo Tribal
As sociedades primitivas eram
centradas no sentido da
audição;
...
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Oral e Auditivo
O primitivo não tem noção de
“espaço euclidiano” – de
“perspect...
Autor desconhecido
Ruy Sampaio (?)
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Os mitos e ritos
Os mitos (mediadores entre o
indivíduo e a espécie) e os ritos...
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O Trabalho
 O trabalho humano destinava-se
apenas à satisfação das
necessidades...
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O Neolítico
 Idade da pedra polida;
 10.000 a 5.000 anos;
 Domesticação de an...
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O Neolítico
Polimentos aos instrumentos de
pedra;
Cerâmica;
Tecido;
Escavam ...
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O Neolítico
De nômade passa a
sedentário;
Fixam-se à terra;
É a chamada “Revo...
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Mesopotâmia
Terra fértil entre os rios Eufrates
e Tigre;
O arado;
O estribo –...
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A Agricultura
 Com a descoberta da Agricultura o homem
passa de nômade a sedent...
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Uma nova “economia”
Surgem as “cidades”;
Os “estoques”
O “comércio”
O trabal...
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O Alfabeto Fonético
Os Fenícios – os melhores
comerciantes da Antigüidade –
inv...
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O Alfabeto Fonético
A invenção do alfabeto veio
libertar o homem do seu
mundo m...
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O homem muda
O homem descobre a
dicotomia entre o
Pensamento e a Ação
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O Alfabeto Fonético
“Quando são escritas, as palavras tornam-se
parte do mundo v...
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Os filósofos
 Com o pensamento abstrato, surgem os
filósofos pré-socráticos e S...
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O Alfabeto Fonético
Nascem os primeiros
sistemas filosóficos;
Inicia-se o proc...
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O Pensamento abstrato
No VI século a.C. surge o
“pensamento abstrato”.
O homem...
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Pensamento e Ação
Vendo que o pensamento pode
ser separado da ação – que não
te...
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Religiões
Surgem as grandes correntes
religiosas no Oriente e Ocidente
(inclusi...
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De cíclico a linear
O tempo passa de cíclico a
linear;
A acumulação pelo traba...
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O Capitalismo
Surge o “capitalismo” e a
propriedade privada;
Surge a “burocrac...
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Os Impérios
 A estrutura imperial (Centro-Margem) só
é possível a partir do adv...
O Papiro
Os tabletes de argila (Babilônia)
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A Idade Média
 O “pergaminho” – pele de animal – fez
ressurgir a sociedade audi...
O estribo
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O estribo
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O Papel
Com o advento do papel (China)
volta a “popularização” do
“visual”;
A ...
Papel (China) 105 d.C
Dinastia Dong Han – Ts’ai-Lun
Ts’ai-Lun ou Cai
Lun (62-121 a.C)
A imprensa de Gutenberg – 1450
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O Renascimento
A volta dos valores visuais;
A perfeição de Michelângelo,
Rafae...
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Leonardo Da Vinci
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O Renascimento
A Capela Sistina
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A Imprensa
 A maior revolução foi a imprensa de
Gutenberg;
 Surge a “mecanizaç...
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A Imprensa
A “fragmentação” mecânica
trouxe a “especialização” em
todos os seto...
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A Imprensa
 A imprensa “destribaliza”
definitivamente o homem;
 Surge o “merca...
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A Reforma
 A Reforma Protestante (Zwinglio,
Calvino) só foi possível pelo adven...
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A Imprensa
 As línguas neo-latinas;
 A unificação da Alemanha por Bismark, da
...
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Karl Marx
 Marx compreende que as grandes
massas, privadas do fundo de seu
trab...
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A Revolução Industrial
A mecanização (Gutenberg) veio
libertar o homem do traba...
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A Civilização
 Com novas leis psicossociais, novos
sistemas econômicos, desenvo...
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A Revolução Industrial
Esta etapa dura até meados do
século XIX com a primeira
...
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A Nova Revolução
Esse período durou menos de
200 anos;
Na segunda metade do Sé...
Voltamos em 15 minutos
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A Revolução Elétrica
 Encerra-se a era “mecânica”
 A “luz elétrica” termina o ...
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O Século XX
Surgem o automóvel,
telefone, telégrafo,
antibióticos, cinema, tele...
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A Era Eletrônica
 Volta a ser dada ênfase à palavra
falada – o rádio, a televis...
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A Automação
 Não são mais os músculos, mas o cérebro
do homem vem sendo “substi...
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A Era Eletrônica
 Enquanto a mecanização implica em fazer
separadamente as cois...
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De linear a não-linear
 Da forma linear, seqüencial, abstrata de
pensar, centra...
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O Desafio de viver
 A automação é verdadeiramente a
extensão da inteligência;
...
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Espaço e Tempo
Muda a nossa percepção e
noção de espaço e tempo;
Estados Unido...
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Multissensorial
 A televisão e o computador, a
Internet e as vídeo-conferências...
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As contradições
 Surgem novas preocupações – velhos
questionamentos:
 A civili...
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A Unidade na Diversidade
Nações;
Empresas;
Pessoas;
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Intervalos menores
 Os intervalos entre uma “idade” e
outra, estão cada vez men...
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Exponencial
A aceleração do desenvolvimento
não cresce em proporção
aritmética ...
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Aceleração da História
 As etapas se sucedem à velocidade de cinco
para um:
 1...
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A Aceleração da História
 Fotografia = 112 anos
 Telefone = 56 anos
 Rádio = ...
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Aceleração da História
Um homem hoje, vive o
equivalente a um milhão de
anos em...
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Para Entender o Ser Humano
É preciso compreender o
que muda no Homem
durante es...
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O homem muda
“O homem muda, toda vez
que uma nova tecnologia
surge e provoca no...
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Um “novo homem”
Novas tecnologias criam
um “Novo Homem”;
As tecnologias são
ex...
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McLuhan
Armas – extensão dos
dentes, dos braços;
Roupas – extensão da pele;
C...
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A “Globalização”
Pensar globalmente ...
Viver, agir, localmente!
O fim do “in...
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E o Brasileiro?
Não tivemos os cinco
séculos da tradição escrita
de Gutenberg;
...
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Orais e Auditivos
O Brasileiro é oral e auditivo;
“Ninguém falou nada....”
A ...
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Mecanismos Culturais
O Senhor de
Engenho
O Carnaval
O Jogo de Futebol
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A auto-estima
“Nem parece o Brasil!”
“Lá fora sim que é
bom…”
As canções de n...
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As grandes diferenças
A Tolerância; (Gilberto
Freire)
“Um homem cordial”
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A neuroplasticidade
Os multitask kids
A velocidade
A informaçã...
5.000 horas lendo livros
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Nativos Digitais/
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Fontes de informação rápidas e em multimídia Inf...
http://english.unitecnology.ac.nz/readhot/
http://www.answers.com/bb/
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Redes Sociais. Quantas você conhece e usa?
Redes Sociais
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O mundo está plugado
Twitter da CNBB Nacional
http://twitter.com/#!/@cnbbnacional – visitado 01nov2010 – 20h50min
Facebook da Jornada Mundial da Juventude
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http://www.jmjbrasil.com.br/jmj/
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Hyperlinks para entender melhor...
 Digital Students @ Analog Schools
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 Understanding Digital Children (DKs)
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Increasingly, the readings and research are converging
towards the same point. Whether the two groups are called digital
n...
Não! Você não foi “baixado” num
computador! Você nasceu!
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Pense nisso...
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E agora?
Como a escola não é mais a
fonte exclusiva e principal de
informação, ...
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E agora?
 Ética;
 Formação de consciência crítica vs
consciência ingênua;
 Su...
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E agora?
Filosofia;
Lógica;
Direitos e deveres;
Cidadania;
Aritmética (lógi...
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E agora?
 Idiomas estrangeiros;
 Inglês (fundamental);
 Espanhol (desejável);...
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E agora?
 A busca da espiritualidade;
 A busca da religião – “religar-se” com
...
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A era do conhecimento
Voltamos às 14 horas
30 minutos
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Discuta com seu grupo:
1. 03 coisas que mais chamaram a
atenção do grupo durante...
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Pense nisso...
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Ser Cristão, ser Católico
 É preciso desenvolver em nossas
igrejas, paróquias, ...
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Cultura
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O Fator Gente
Gente Excelente
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Os três critérios universais de avaliação
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F...
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Fator Ética
Ser uma pessoa profundamente ética,
honesta, verdadeira, polida, res...
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Edifício do Setor de Recursos Humanos
Recrutamento e seleção de atores
Vencer no Século XXI:
Pessoas
Excelentes:
• Obsessão pela qualidade;
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• Inconformismo com a com...
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Trazendo pessoas excelentes para
trabalhar conosco na evangelização
Procure rec...
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 Procure recrutar pessoas excelentes e não
só currículos excelentes;
 Vá onde ...
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 Convide as pessoas para um almoço ou
jantar para conhecê-las à mesa;
 A mesa ...
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 Conheça a família – marido, esposa, filhos
das pessoas que se propõem a trabal...
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 Não se esqueça de investir tempo na integração e na
formação das pessoas que v...
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 Deixe muito claro às pessoas o que
você realmente espera delas em termos
compo...
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 Durante os primeiros meses, dê toda a
assistência a ela;
 Coloque-se à dispos...
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 Na direção espiritual que fizer com seus
colaboradores indique, claramente, qu...
Avaliação de pessoas
segundo Jack Welch
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observar a Lei.
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dos ensinos de Jesus, mas
rejeitam a expiação.
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poderão alcançar a
perfeição após muitas
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precisam se
conscientizar disso.
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Cair no Poder ou Fanerose é um termo que vem do grego e quer
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A doutrina que afirma que as pessoas crentes podem
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provocadas pelo fanatismo re...
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adeptos das seitas são submetidos a prátic...
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Como as seitas conquistam seus “clientes”
 Lamentavelmente, quase todas as pessoas são
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como a apresentação constante de afeto,
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 Inserção social: a seita pode propiciar a seus membros
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 Culpabilidade: a seita incute a idéia de que
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A Diferença ...
A Igreja Católica (e os sacerdotes)
têm que ser diferentes!
E o “diferencial” percebido pelos fiéis
estará...
Conteúdo e Continente
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Valorizar a Liturgia Católica
 É preciso valorizar a Liturgia.
 Liturgia é ant...
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Valorizar a Liturgia Católica
 Para os cristãos, Liturgia, é a atualização
da e...
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Incorporação
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Separação
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Trabalhar nas contingências
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também nas contingências que farão
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Como transformá-lo?
A grande dificuldade é que as pessoas só
comentam espontaneamente com outras
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Importante!
 Respeitar a hierarquia
 Mostrar ao mundo uma só Igreja
Católica, ...
Pense nisso...
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O Fator Marca
A Marca será o grande
“capital” das empresas no
Século XXI
O Fator Marca
O Fator Marca
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O Fator Marca
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Marca é
“Medo”
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O que podemos fazer para
tirar das pessoas o medo
de nossa “Marca...
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O Século XXI será o século do
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Sugestão de trabalho com colaboradores da
Paróquia ou movimento, instituição, et...
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 Depois de responderem a esses quesitos, cada grupo
apresenta aos demais a sua ...
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Paróquia ou movimento, instituição, et...
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Sugestão de trabalho com colaboradores da
Paróquia ou movimento, instituição, et...
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O Fator União
Estamos em tempos
de unidade na
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Para vencer no Século XXI
O Poder da União
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Prof.Marins cnbb sul1-16º Encontro Estadual de Comunicação Sorocaba (06.11.2010)
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Prof.Marins cnbb sul1-16º Encontro Estadual de Comunicação Sorocaba (06.11.2010)

  1. 1. Professor L. Marins 16º. Encontro Estadual de Comunicação Sorocaba, SP, 06 de novembro de 2010 www.marins.com.br professor@marins.com.br
  2. 2. • O ser humano e o processo de comunicação. • Os “nativos digitais” e os “imigrantes digitais”: • Como conviver? • Debates • O processo de comunicação e como evitar os ruídos • Discussão em grupos • Plenária Conclusão: • Como conseguir uma comunicação eficaz e trabalhar com princípios e valores no mundo de hoje
  3. 3. LUIZ ALMEIDA MARINS FILHO FUNDAÇÃO Desde 1999 32 Laborátórios de Informática Instalados em Escolas Públicas carentes de 1a. a 4a. séries 25.000 crianças atendidas “ENSINAR A APRENDER”
  4. 4. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br
  5. 5. Emissor Receptor Receptor Emissor Mensagem Ruído O processo de comunicação Contexto Código Feedback
  6. 6. A comunicação U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey Objetivo Audiência Mensagem Formato Distribuição Avaliação
  7. 7. A comunicação U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey Objetivo Qual objetivo que você quer atingir? •Informar •Influenciar •Comunicar •Engajar pessoas
  8. 8. A comunicação U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey Público-alvo •Quem você quer atingir? •Por que você quer atingir essas pessoas? •Estude seu público-alvo •Tenha sempre em mente para quem você quer se comunicar – seu público-alvo
  9. 9. A comunicação U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey Mensagem •O que você quer realmente dizer para seu público-alvo? •O que você precisa dizer para atingir seus objetivos? •É a mesma mensagem para vários públicos?
  10. 10. A comunicação U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey Formato •Escolha um formato que “funcione” para a seu público-alvo •Pense no mundo e na realidade concreta de seu público-alvo
  11. 11. A comunicação U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey Distribuição •Como você pode fazer a sua comunicação ter maior impacto? •Como você pode multiplicar os efeitos de sua mensagem? •Como você vai fazer sua mensagem chegar com maior eficácia ao seu público?
  12. 12. A comunicação U.S. Department of the Interior, U.S. Geological Survey Avaliação •A mensagem chegou sem ruídos ao seu público-alvo? •O que deu certo e o que não deu certo na sua comunicação? •O que pode ser mudado? •Como você poderá melhorar a sua comunicação?
  13. 13. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br
  14. 14. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Ser Humano  Os vestígios mais remotos do Ser Humano datam de 3 milhões de anos;  O Zinjantropo  Idade do “seixo rolado”
  15. 15. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Seixo rolado  A idade do “seixo rolado” durou um milhão e seiscentos mil anos;  Não conhecia o uso da pedra trabalhada, vivia da caça, pesca e coleta com simples instrumentos – seixos rolados – indício de certo nível “humano”;  Peles encontradas junto aos seus esqueletos levam a crer que construía abrigos de peles e ramagens;
  16. 16. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O “Sinantropo”  O “Sinantropo” ou “homem da China” teve sua era iniciada há 400 mil anos de cuja descoberta participou Teilhard de Chardin;  Foram encontrados na África, na Indonésia e na Europa;
  17. 17. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Paleolítico Inferior É a era chamada de “Paleolítico Inferior” ou idade da pedra lascada antiga; São instrumentos de pedra, simples;
  18. 18. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Paleolítico Médio  As técnicas de lascar a pedra vão progredindo;  Entre 150.000 e 40.000 anos aparece o chamado “Homem de Neanderthal” – por terem sido encontrados nessa cidade da Alemanha;
  19. 19. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Neanderthal Discos, raspadeiras, instrumentos de cortar, furadores e até serras; Primeiras sepulturas – sinais de crença numa vida após a morte;
  20. 20. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Paleolítico Superior  Idade da pedra lascada recente;  30.000 a 10.000 anos;  Zagaia, arpão, agulhas de costurar;  Artes, afrescos das cavernas de Altamira e as grutas de Dordonha;
  21. 21. Os afrescos e a zagaia
  22. 22. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Mundo Tribal As sociedades primitivas eram centradas no sentido da audição; O pensamento era mágico e simbólico, baseado nos fenômenos da natureza
  23. 23. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Oral e Auditivo O primitivo não tem noção de “espaço euclidiano” – de “perspectiva” A “pintura primitiva” O tempo era “cíclico” – não linear;
  24. 24. Autor desconhecido
  25. 25. Ruy Sampaio (?)
  26. 26. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Os mitos e ritos Os mitos (mediadores entre o indivíduo e a espécie) e os ritos (que podiam modificar a natureza) faziam o cotidiano primitivo; O animismo;
  27. 27. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Trabalho  O trabalho humano destinava-se apenas à satisfação das necessidades primordiais e cotidianas;  Ele era consumido;  Não era acumulado;
  28. 28. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Neolítico  Idade da pedra polida;  10.000 a 5.000 anos;  Domesticação de animais;  Cultivo de plantas – a invenção da agricultura muscular;  Moer grãos;
  29. 29. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Neolítico Polimentos aos instrumentos de pedra; Cerâmica; Tecido; Escavam as primeiras minas;
  30. 30. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Neolítico De nômade passa a sedentário; Fixam-se à terra; É a chamada “Revolução Neolítica”
  31. 31. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Mesopotâmia Terra fértil entre os rios Eufrates e Tigre; O arado; O estribo – que permitiu as conquistas pelas guerras a cavalo;
  32. 32. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Agricultura  Com a descoberta da Agricultura o homem passa de nômade a sedentário;  De nômade a sedentário, o homem muda seus 2 milhões de anos;  Começa o processo de “acumulação” – as colheitas são acumuladas;  Começam os processos de “troca”
  33. 33. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Uma nova “economia” Surgem as “cidades”; Os “estoques” O “comércio” O trabalho de “ativo” passa a “passivo”
  34. 34. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Alfabeto Fonético Os Fenícios – os melhores comerciantes da Antigüidade – inventam o alfabeto fonético para suprir essas novas necessidades;
  35. 35. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Alfabeto Fonético A invenção do alfabeto veio libertar o homem do seu mundo mágico e oral para o pensamento abstrato;
  36. 36. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O homem muda O homem descobre a dicotomia entre o Pensamento e a Ação
  37. 37. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Alfabeto Fonético “Quando são escritas, as palavras tornam-se parte do mundo visual. Tornam-se coisas estáticas e perdem o dinamismo do mundo auditivo e da palavra falada. A palavra falada é sempre dirigida ao „outro‟ enquanto a palavra escrita é privada...” (McLuhan)
  38. 38. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Os filósofos  Com o pensamento abstrato, surgem os filósofos pré-socráticos e Sócrates, Platão, Aristóteles;  O alfabeto fonético trouxe uma nova forma de ser para o homem e criou formas de comunicação inovadoras;
  39. 39. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Alfabeto Fonético Nascem os primeiros sistemas filosóficos; Inicia-se o processo de “destribalização”
  40. 40. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Pensamento abstrato No VI século a.C. surge o “pensamento abstrato”. O homem começa a sair de si próprio e a perguntar “Quem é o homem?”
  41. 41. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Pensamento e Ação Vendo que o pensamento pode ser separado da ação – que não ter poder mágico – o homem muda totalmente sua forma de pensar e agir.
  42. 42. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Religiões Surgem as grandes correntes religiosas no Oriente e Ocidente (inclusive o judeu-cristianismo); Florescem as artes (a partir dos gregos)
  43. 43. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br De cíclico a linear O tempo passa de cíclico a linear; A acumulação pelo trabalho passa a ser uma prática; Surge o “individualismo”;
  44. 44. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Capitalismo Surge o “capitalismo” e a propriedade privada; Surge a “burocracia”; Surge a estrutura imperial; Roma (papiro – Egito)
  45. 45. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Os Impérios  A estrutura imperial (Centro-Margem) só é possível a partir do advento da escrita;  O Império Babilônico;  Tabletes de argila (a famosa biblioteca da Babilônia);  O Império Romano;  Papiro (Egito) – às margens do Nilo
  46. 46. O Papiro
  47. 47. Os tabletes de argila (Babilônia)
  48. 48. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Idade Média  O “pergaminho” – pele de animal – fez ressurgir a sociedade auditiva – na Idade Média;  O estribo (Oriente) a partir do século VIII – criou o feudalismo e o “cavaleiro guerreiro”  Os mosteiros (a Teocracia);
  49. 49. O estribo
  50. 50. O pergaminho
  51. 51. O estribo
  52. 52. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Papel Com o advento do papel (China) volta a “popularização” do “visual”; A Imprensa de Gutenberg; A Renascença;
  53. 53. Papel (China) 105 d.C Dinastia Dong Han – Ts’ai-Lun Ts’ai-Lun ou Cai Lun (62-121 a.C)
  54. 54. A imprensa de Gutenberg – 1450
  55. 55. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Renascimento A volta dos valores visuais; A perfeição de Michelângelo, Rafael, Da Vinci, e tantos outros; Os valores visuais levados ao seu extremo!
  56. 56. O Renascimento Leonardo Da Vinci
  57. 57. O Renascimento Rafael
  58. 58. O Renascimento Moisés de Michelângelo
  59. 59. O Renascimento A Capela Sistina
  60. 60. O Renascimento A Capela Sistina
  61. 61. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Imprensa  A maior revolução foi a imprensa de Gutenberg;  Surge a “mecanização” – repetição ad infinitum;  O livro foi o primeiro objeto fabricado em série;
  62. 62. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Imprensa A “fragmentação” mecânica trouxe a “especialização” em todos os setores; A dicotomia entre pensamento e ação se acelera;
  63. 63. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Imprensa  A imprensa “destribaliza” definitivamente o homem;  Surge o “mercantilismo”  Surge o “público” da imprensa;  Surgem as “Nações” e o “nacionalismo”.
  64. 64. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Reforma  A Reforma Protestante (Zwinglio, Calvino) só foi possível pelo advento da Imprensa;  A Bíblia foi o primeiro livro impresso;  A livre interpretação da Bíblia;  A “separação” entre o poder Papal e o Deus (Humano vs. Divino)
  65. 65. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Imprensa  As línguas neo-latinas;  A unificação da Alemanha por Bismark, da Itália por Cavour;  A guerras napoleônicas;  As estradas na Inglaterra;  O capitalismo e a volta do processo acumulativo;
  66. 66. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Karl Marx  Marx compreende que as grandes massas, privadas do fundo de seu trabalho, iriam se revoltar e prega o “Proletários do mundo inteiro, uní- vos” que vai culminar com a revolução bolchevistas de 1917;
  67. 67. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Revolução Industrial A mecanização (Gutenberg) veio libertar o homem do trabalho muscular; As cidades crescem; Tem início a Civilização Urbana;
  68. 68. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Civilização  Com novas leis psicossociais, novos sistemas econômicos, desenvolve-se a pesquisa científica, a especialização, o pensamento indutivo, científico, que é a fase superior do pensamento abstrato.
  69. 69. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Revolução Industrial Esta etapa dura até meados do século XIX com a primeira Revolução Industrial; Até então o homem vivia do seu trabalho muscular;
  70. 70. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Nova Revolução Esse período durou menos de 200 anos; Na segunda metade do Século XX a ciência e a tecnologia têm desenvolvimento explosivo;
  71. 71. Voltamos em 15 minutos
  72. 72. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Revolução Elétrica  Encerra-se a era “mecânica”  A “luz elétrica” termina o ciclo natural dia- noite;  O telefone;  O cinema, automóvel, avião...  A guerra que mata à velocidade da luz...
  73. 73. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Século XX Surgem o automóvel, telefone, telégrafo, antibióticos, cinema, televisão, rádio, satélites, aviões, fax, computadores, etc.
  74. 74. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Era Eletrônica  Volta a ser dada ênfase à palavra falada – o rádio, a televisão;  A idade eletrônica está retribalizando o homem;  A “Aldeia Global” de McLuhan
  75. 75. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Automação  Não são mais os músculos, mas o cérebro do homem vem sendo “substituído” pelas máquinas;  É a revolução da automação;  É a maior revolução da história da humanidade!
  76. 76. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Era Eletrônica  Enquanto a mecanização implica em fazer separadamente as coisas ...  A tecnologia eletrônica implica um sistema integrado de processar informação. O que interessa são as trajetórias globais e não mais as fragmentações;
  77. 77. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br De linear a não-linear  Da forma linear, seqüencial, abstrata de pensar, centrada sob o órgão da visão, estamos passando para formas integradas, multilineares, integradas, mosaicas, não- lineares;  Da especialização à integração e convivência dos opostos;
  78. 78. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Desafio de viver  A automação é verdadeiramente a extensão da inteligência;  O acúmulo de tecnologias instantâneas exige de nós uma adaptação contínua e em alto nível e velocidade;
  79. 79. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Espaço e Tempo Muda a nossa percepção e noção de espaço e tempo; Estados Unidos vs. Iraque
  80. 80. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Multissensorial  A televisão e o computador, a Internet e as vídeo-conferências, blogs, instant messengers, wikis, etc. fazem surgir uma nova civilização “audiovisualtáctil” ou “multissensorial” onde a integração é total entre os sentidos do homem.
  81. 81. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br As contradições  Surgem novas preocupações – velhos questionamentos:  A civilização do lazer;  O Ócio Criativo; (Domenico de Masi)  O sentido de individual e coletivo;  A “qualidade de vida”  O “meio-ambiente”  Etc.
  82. 82. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Unidade na Diversidade Nações; Empresas; Pessoas;
  83. 83. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Intervalos menores  Os intervalos entre uma “idade” e outra, estão cada vez menores na história da humanidade;  99% da história do homem é “pré- história”  Apenas 1% corresponde aos últimos 100 anos!
  84. 84. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Exponencial A aceleração do desenvolvimento não cresce em proporção aritmética (aditiva) nem geométrica (multiplicativa) e sim exponencial (potencial);
  85. 85. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Aceleração da História  As etapas se sucedem à velocidade de cinco para um:  1.600.000 anos – Paleolítico Inferior  300.000 anos – Paleolítico Médio;  60.000 anos – Paleolítico Superior e Neolítico;  150 anos – 1a. Revolução Industrial;
  86. 86. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Aceleração da História  Fotografia = 112 anos  Telefone = 56 anos  Rádio = 35 anos  Radar = 15 anos  Televisão = 12 anos  Transistor = 5 anos  Circuito Integrado = 3 anos  AT 286 = 1 ano  do 486 ao Pentium = 1 mês
  87. 87. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Aceleração da História Um homem hoje, vive o equivalente a um milhão de anos em termos de mudança na história da humanidade
  88. 88. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Para Entender o Ser Humano É preciso compreender o que muda no Homem durante essa evolução, até nossos dias
  89. 89. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O homem muda “O homem muda, toda vez que uma nova tecnologia surge e provoca nova extensão de um dos sentidos do homem ou parte de seu corpo” (McLuhan)
  90. 90. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Um “novo homem” Novas tecnologias criam um “Novo Homem”; As tecnologias são extensões do homem, como dizia McLuhan
  91. 91. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br McLuhan Armas – extensão dos dentes, dos braços; Roupas – extensão da pele; Carro – extensão dos pés; Telefone – extensão dos ouvidos ...
  92. 92. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A “Globalização” Pensar globalmente ... Viver, agir, localmente! O fim do “interior”
  93. 93. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br E o Brasileiro? Não tivemos os cinco séculos da tradição escrita de Gutenberg; “O escritor brasileiro fala com a pena na mão” (Mário de Andrade)
  94. 94. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Orais e Auditivos O Brasileiro é oral e auditivo; “Ninguém falou nada....” A importância da “reunião” Ser chefe é... fazer discursos, falar
  95. 95. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Mecanismos Culturais O Senhor de Engenho O Carnaval O Jogo de Futebol
  96. 96. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A auto-estima “Nem parece o Brasil!” “Lá fora sim que é bom…” As canções de ninar; O fado
  97. 97. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br As grandes diferenças A Tolerância; (Gilberto Freire) “Um homem cordial” (Sérgio Buarque de Hollanda)
  98. 98. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A era digital Os nativos digitais Os imigrantes digitais  A repercussão para a educação
  99. 99. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A era digital A neuroplasticidade Os multitask kids A velocidade A informação disponível Um novo “ser”
  100. 100. 5.000 horas lendo livros 200.000 e-mails 10.000 horas falando ao celular Assistiu a 500.000 comerciais Passou 20.000 horas Assistindo Televisão Passou 10.000 horas Jogando videogames Exposição à mídia pelos graduados em universidades americanas
  101. 101. edorigami.wikispaces.com
  102. 102. Nativos Digitais/ Neo-Millenials Learners Professores Imigrantes Digitais Fontes de informação rápidas e em multimídia Informações dadas lentamente e com fontes limitadas Processo paralelo de pensamento e multitarefas Processo singular e tarefas únicas ou limitadas Processam o conhecimento na seguinte ordem: Imagem – Som – Vídeo – Texto Processam o conhecimento na seguinte ordem: Texto – Imagem – Vídeo – Som Acesso aleatório a mídias interativas Acesso linear, lógico e sequencial Interagem simultaneamente com muitos Interagem simultaneamente com poucos Sentem-se confortáveis em espaços reais e virtuais Sentem-se confortáveis em espaços reais Preferem formas interativas de trabalho Preferem que os estudantes estudem isoladamente Aprendem “just in time” Aprendem “just in case” Desejam avaliação e gratificação instantâneas Avaliam em períodos determinados Aprender tem que ser relevante, instantâneo, útil e divertido Ensinar é cumprir o programa e o currículo preparando o aluno para exames. Sumário
  103. 103. http://english.unitecnology.ac.nz/readhot/
  104. 104. http://www.answers.com/bb/
  105. 105. http://www.answers.com/bb/
  106. 106. http://learn.arc.nasa.gov/mathtrax/index.html
  107. 107. www.creativityatwork.com
  108. 108. www.creativityatwork.com
  109. 109. Redes Sociais. Quantas você conhece e usa?
  110. 110. Redes Sociais
  111. 111. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br
  112. 112. O mundo está plugado
  113. 113. Twitter da CNBB Nacional http://twitter.com/#!/@cnbbnacional – visitado 01nov2010 – 20h50min
  114. 114. Facebook da Jornada Mundial da Juventude em 18 idiomas http://www.facebook.com/jornadamundialdajuventude
  115. 115. Site da Jornada Mundial da Juventude no Brasil http://www.jmjbrasil.com.br/jmj/
  116. 116. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Hyperlinks para entender melhor...  Digital Students @ Analog Schools  http://homepage.mac.com/dvchelo/page1/page3/files/page3-1003-pop.html  Who’s In Charge? Who should set and control IT Policy in our schools? By Marc Prensky Published in Educational Technology, June 2007  http://edorigami.wikispaces.com/space/showimage/Prensky-Whos_In_Charge.pdf  Listen to the Natives Schools are stuck in the 20th century. Students have rushed into the 21st. How can schools catch up and provide students with a relevant education? Marc Prensky  http://edorigami.wikispaces.com/space/showimage/ListentotheNatives.pdf
  117. 117. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Hyperlinks para entender melhor...  Understanding Digital Children (DKs) Teaching & Learning in the New Digital Landscape By Ian Jukes & Anita Dosaj, The InfoSavvy Group © The InfoSavvy Group, September, 2006 Prepared for the Singapore MOE Mass Lecture  http://edorigami.wikispaces.com/space/showimage/Jukes+- +Understanding+Digital+Kids.pdf  Digital Natives, Digital Immigrants By Marc Prensky From On the Horizon (NCB University Press, Vol. 9 No. 5, October 2001) © 2001 Marc Prensky  http://edorigami.wikispaces.com/space/showimage/PRENSKY+- +DIGITAL+NATIVES+AND+IMMIGRANTS+1.PDF
  118. 118. Increasingly, the readings and research are converging towards the same point. Whether the two groups are called digital natives and digital immigrants; Native learners and teachers or Neo- Millennials the differences that are highlighted are very similar. The Digital Natives/Neo-millennials are different to us, their brains are different. This is because of the experiences they have had.This is both reassuring and exciting Again from Prensky's paper: Different kinds of experiences lead to different brain structures. -Dr. Bruce D. Berry, Baylor College of Medicine A cada dia, as leituras e pesquisas estão convergindo para o mesmo ponto. Se os dois grupos são chamados de nativos digitais e imigrantes digitais; estudantes nativos e professores ou “neo- millenials”, a diferença que vem sendo apontada é muito similar. Os nativos digitais/”Neo-millenials” são diferentes de nós, seus cérebros são diferentes. Isto é devido às experiências que eles têm tido. E isto é ao mesmo tempo importante e excitante. Novamente a partir do estudo de Prensky: “Diferentes tipos de experiências levam a estruturas cerebrais diferentes”. Dr. Bruce D. Berry, Baylor College of Medicine, USA
  119. 119. Não! Você não foi “baixado” num computador! Você nasceu!
  120. 120. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Pense nisso...
  121. 121. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br E agora? Como a escola não é mais a fonte exclusiva e principal de informação, ela deve voltar- se a educar e ensinar a aprender e trabalhar com “valores”:
  122. 122. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br E agora?  Ética;  Formação de consciência crítica vs consciência ingênua;  Sustentabilidade;  Ambiental, social e econômica;  Comportamento social;  Polidez, respeito, reconhecimento (gratidão);
  123. 123. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br E agora? Filosofia; Lógica; Direitos e deveres; Cidadania; Aritmética (lógica matemática); Álgebra e geometria;
  124. 124. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br E agora?  Idiomas estrangeiros;  Inglês (fundamental);  Espanhol (desejável);  Música;  Artes em geral;  Comunicação e expressão (teatro)  Habilidades básicas para o sucesso num mundo globalizado e digital.
  125. 125. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br E agora?  A busca da espiritualidade;  A busca da religião – “religar-se” com algo que seja permanente, definitivo, superior, acima de tudo;  A importância da liturgia;  Cuidados com a desrritualização litúrgica;  Cuidados com a dessacralização;
  126. 126. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A era do conhecimento
  127. 127. Voltamos às 14 horas
  128. 128. 30 minutos
  129. 129. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Discuta com seu grupo: 1. 03 coisas que mais chamaram a atenção do grupo durante as apresentações da manhã; 2. Os “nativos digitais” e suas repercussões para uma Pastoral da Comunicação eficaz;  Os grupos deverão apresentar suas conclusões em plenária.
  130. 130. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Pense nisso...
  131. 131. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Pense nisso...
  132. 132. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Ser Cristão, ser Católico  É preciso desenvolver em nossas igrejas, paróquias, movimentos, entidades, uma “Cultura” ou “jeito de ser” católico que seja diferente e chame a atenção.  “Vede como eles se amam e como são felizes”
  133. 133. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Cultura
  134. 134. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Fator Gente Gente Excelente
  135. 135. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Os três critérios universais de avaliação Comprometimento Atenção aos detalhes Follow-up imediato
  136. 136. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Fator Ética Ser uma pessoa profundamente ética, honesta, verdadeira, polida, respeitosa; Ser alguém que amplia os limites da ética; Ser alguém que não se deixa contaminar pelos não-éticos ou pelos aéticos.
  137. 137. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Disney Edifício do Setor de Recursos Humanos Recrutamento e seleção de atores
  138. 138. Vencer no Século XXI: Pessoas Excelentes: • Obsessão pela qualidade; • Obsessão pela excelência; • Inconformismo com a complacência aos que não são excelentes; • “Quem poupa os maus ofende os bons” Agindo em total sincronia com outras pessoas excelentes;
  139. 139. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização Procure recrutar e selecionar pessoas excelentes, MELHORES DO QUE VOCÊ
  140. 140. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Procure recrutar pessoas excelentes e não só currículos excelentes;  Vá onde essas pessoas estão, não espere que eles venham à igreja. Vá atrás delas;  Entreviste, cuidadosamente, cada pessoa que se proponha a trabalhar com você num movimento, na paróquia, numa entidade; Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização
  141. 141. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Convide as pessoas para um almoço ou jantar para conhecê-las à mesa;  A mesa é o melhor lugar para você conhecer uma pessoa; Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização
  142. 142. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Conheça a família – marido, esposa, filhos das pessoas que se propõem a trabalhar com você;  Procure saber detalhes de sua convivência familiar;  Demonstre interesse pelos filhos – escolas, possíveis problemas de saúde, etc.; Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização
  143. 143. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Não se esqueça de investir tempo na integração e na formação das pessoas que vêm trabalhar com você na paróquia, nos movimentos, nas entidades, etc.  “Venda” a elas o que é realmente “ser católico”;  Fale cuidadosamente da importância do sentimento de missão, da importância delas na evangelização, etc.  Apresente pessoalmente o novo colaborador às demais pessoas; Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização
  144. 144. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Deixe muito claro às pessoas o que você realmente espera delas em termos comportamentais e não só atitudinais.  Procure trabalhar com comportamentos e não só atitudes. Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização
  145. 145. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Durante os primeiros meses, dê toda a assistência a ela;  Coloque-se à disposição dela para dirimir dúvidas que só surgirão durante a atividade e no dia-a-dia; Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização
  146. 146. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Na direção espiritual que fizer com seus colaboradores indique, claramente, quais os pontos fortes e frágeis daquela pessoa; ○ Propicie oportunidades de desenvolvimento para que ela reforce os pontos fortes e vença os frágeis; Trazendo pessoas excelentes para trabalhar conosco na evangelização
  147. 147. Avaliação de pessoas segundo Jack Welch Readaptar Retreinar Relocar Livre-se dele(a) Imperdível ?
  148. 148. Conquistar gente excelente para a Igreja Católica
  149. 149. SEITA FUNDADOR MENSAGEM Adventistas do Sétimo Dia Ellen Gould White Crer em Jesus e observar a Lei. Ateísmo ? A evolução é um fato científico, portanto ética e moral são relativas. Budismo Buda (Siddartha Gautama) O alvo da vida é o Nirvana para escapar do sofrimento. Candomblé ? Dança religiosa de origem africana através da qual as pessoas homenageiam seus orixás. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  150. 150. Ciência Cristã Mary Baker Eddy Crenças religiosas extraídas dos ensinos de Jesus, mas rejeitam a expiação. Cientologia Ron Hubbard Todos são thetans, espíritos imortais com poderes ilimitados. Espiritismo Kardecista Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo Allan Kardec Assim como Jesus, todos poderão alcançar a perfeição após muitas reencarnações. Hinduísmo ? O homem deve se conformar com sua condição para alcançar uma vida melhor na próxima encarnação. Islamismo Maomé Só Allah é Deus e Maomé o seu profeta. Judaísmo Deus (o Eterno), através de Abraão, formou o povo escolhido O Eterno é o único Deus. SEITA FUNDADOR MENSAGEM Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  151. 151. Legião da Boa Vontade - LBV Alziro Zarur Assim como Jesus, todos poderão alcançar a perfeição após muitas reencarnações. Maçonaria Anderson e Desagulliers Buscar o próprio aperfeiçoamento. Meninos de Deus Daniel Brandt Berg Desistir de tudo para seguir a Jesus. Já usaram a prostituição para atrair novos adeptos. Moonismo (Rev. Moon) Sun Myung Moon Moon é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores e o Cordeiro de Deus. Mormonismo Joseph Smith Alcançar a divindade pelas ordenanças do evangelho mórmon. SEITA FUNDADOR MENSAGEM Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  152. 152. Nova Era ? Todos são deuses e só precisam se conscientizar disso. Teosofia Helena Blavatsky Deus é um princípio. Testemunhas de Jeová Charles Taze Russell Jesus abriu a porta para conquistarmos nossa salvação. Umbanda ? Solução de problemas imediatos com a ajuda dos espíritos. Unitarismo Charles Filmore Os princípios gerais do Unitarismo. SEITA FUNDADOR MENSAGEM Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  153. 153. HERESIA DESCRIÇÃO Cair no Poder Cair no Poder ou Fanerose é um termo que vem do grego e quer dizer visível. Trata-se da prática na qual as pessoas que estão sentindo a presença de Deus caem como se estivessem desacordadas, em um estado que a psicanálise chama de alfa. É considerada uma manifestação visível da presença do Espírito Santo. Essa nova unção está sendo anunciada também com o nome de passar por um arrebatamento de sentidos. Esse modismo foi trazido para o Brasil pelo casal norte-americano Charles e Francis Hanter na década de 1980. Confissão Positiva Trazemos à existência aquilo que declaramos com fé. A fé é a capacidade de antecipar acontecimentos, tomando como já realizado aquilo que ainda não se sentiu ou viu. Assim, a pessoa afirma que já recebeu a cura ou a bênção financeira quando física ou materialmente ainda não aconteceu nada. Como resultado dessa convicção, o milagre realiza-se. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  154. 154. Correntes de Libertação São práticas utilizadas em igrejas neopentecostais, onde o dirigente conclama o povo: Faça uma corrente em uma das nossas igrejas. Muitos têm sido abençoados dessa maneira. Escolha o dia que melhor lhe convier: Corrente da prosperidade (pessoa desempregada), Corrente dos 70 apóstolos, Corrente dos filhos de Deus, Corrente da sagrada família (para resolver problemas sentimentais em família), Corrente da libertação, Corrente das grandezas de Deus (riquezas), Corrente do encontro com Deus, Corrente da Fogueira Santa (financiamento de viagem de pastores ao Monte Sinai, em Israel), Corrente da Sarça Ardente. Cura Interior A prática de certos líderes evangélicos admitirem que mesmo a pessoa tendo se entregue a nosso Senhor Jesus Cristo, ainda perdura maldição sobre ela decorrente de eventuais pecados dos pais (maldição hereditária). Para se livrar dessas maldições, as pessoas são submetidas a práticas muito semelhantes àquelas realizadas pelos cursos de controle da mente: participar de um grupo, ser levado à hipnose e ser submetido à regressão espiritual. Com isso induzem a pessoa, com orações e palavras de ordem, a voltar no tempo, até que, em determinados momentos ou idades, estas se deparam com o mal que deu origem ao seu atual problema. Esse mal pode ser de ordem física (uma doença ou uma agressão), moral (um pecado cometido, uma omissão) ou espiritual (um problema de fé, um espírito demoníaco, um pacto feito com o diabo). Também se dá nessas ocasiões a quebra de maldição quando se faz uma oração para essa quebra do mal. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min HERESIA DESCRIÇÃO
  155. 155. Deificação do Ser Humano Prática encontrada no mormonismo e em alguns grupos ditos cristãos de considerar que o ser humano se torna um Deus. Os mórmons dizem: Como o homem é, Deus foi; como Deus é, o homem poderá vir a ser. (Regras de Fé). Kenneth Hagin disse: Você é tanto uma encarnação de Deus quanto Jesus Cristo o foi. Cada homem que nasceu de Deus é uma encarnação e o cristianismo é um milagre. O crente é uma encarnação tanto quanto o foi Jesus de Nazaré. Valnice Milhomens declarou: Deus assumiu a natureza humana para que o homem assuma a natureza divina. Demônios Territoriais O mapeamento dos demônios que atuam e gerenciam uma determinada região geográfica. A partir dos testemunhos de ex-pais de santos e da doutrina da Umbanda sobre estas entidades são feitas especulações sobre o mapeamento dos demônios que dominam o Brasil. HERESIA DESCRIÇÃO Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  156. 156. Dentes de Ouro O fenômeno dos dentes de ouro consistiu em algumas pessoas apresentarem restaurações antigas brilhando como ouro. Os cultos onde se observam essa dádiva de dentes de ouro são conhecidos como o Culto do Garimpo devido ao fato de muitas pessoas estarem com pequenos espelhinhos dentários examinando as bocas dos que afirmam ter recebido essa bênção atribuída como um milagre de Deus. Emagrecimento Instantâneo O Emagrecimento Instantâneo, a Campanha para o Embelezamento do Corpo e do Espírito (Hadassa, Salmo 45.8) ou a Unção com Mirra, a Essência Divina (Joel 2.28 e 29) é a prática de consagrar um jejum na parte da manhã e a noite receber a visita da preciosa pessoa do Espírito, com os 9 frutos do Espírito e os 99 dons espirituais e muito mais... Por incrível que pareça, as mulheres encontraram um meio rápido de emagrecimento instantâneo, mesmo deixando de fazer dieta. É ridículo observar pessoas dando testemunhos públicos de que entraram na Igreja gordas e agora seus vestidos estão mais soltos depois que receberam a unção do emagrecimento. HERESIA DESCRIÇÃO Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  157. 157. Entrevistar Demônios A prática de algumas igrejas neopentecostais de proporcionar aos telespectadores um entretenimento, que só se via em filmes de terror, com entrevistas a possessos de demônios ouvindo falar de suas traquinagens e maldades. Os líderes de algumas igrejas dão ordem aos demônios incorporados nas pessoas que se manifestem, dizendo Comecem a se manifestar e aí identificam esses espíritos como deuses da Umbanda e Quimbanda: Exu Pomba Gira, Exu Tranca-Rua, Exu Caveira. Os possessos dão esses nomes das seitas afro-brasileiras e assim são chamados pelos nomes conhecidos. Em seguida, os crentes mandam que os demônios estejam amarrados com a célebre frase: Está amarrado! Com isso pensam que suas ordens são obedecidos e que os demônios estão mesmo amarrados. Evangelho da Prosperidade Deus deseja que todo cristão seja próspero financeiramente. Assim, se dermos o suficiente e tivermos fé enriqueceremos, e o nosso elevado nível de vida será um testemunho do poder e da riqueza de Deus HERESIA DESCRIÇÃO Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  158. 158. Evangelho da Saúde Deus quer que todo cristão tenha saúde plena. O cristão só não desfruta de saúde perfeita nesta vida se não tiver fé suficiente. Isso porque a expiação de Cristo, de acordo com o ensino de Is 53.4-5, abrange a salvação do nosso espírito e a cura do nosso corpo. É aqui nesta vida, e não só depois na ressurreição, que devemos nos beneficiar desta realidade. Leilão da Fé Prática de culto em igrejas neopentecostais onde o dirigente constrange os fiéis a entregarem tudo, dizendo: vamos desafiar o Senhor! Vamos experimentar o Senhor! Oferte agora tudo o que você tem em dinheiro, cheques, jóias ou outros objetos de valor para o Senhor. Use sua fé! Amanhã você terá o dobro do que você der, e a bênção que você quer acontecerá. Não deixe o demônio dominar a sua vontade! O que você tiver na bolsa. Traga tudo na presença do Senhor, e ele abrirá as portas e janelas do céu para o que você deseja. Vamos! Está na hora de experimentar o nosso Deus. HERESIA DESCRIÇÃO Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  159. 159. Maldição Hereditária A doutrina que afirma que as pessoas crentes podem estar sujeitas a maldições provindas de antepassados, isto é, admitem que elas podem se encontrar de posse de uma herança maldita, desconhecida por elas, e difícil de ser detectada no tempo e no espaço. Essa doutrina é chamada de maldição hereditária, maldição de família ou pecado de geração. Movimento da Fé Acredita que a mente e a língua humanas contêm uma habilidade ou poder sobrenatural. Assim, quando alguém fala, expressando a sua fé em leis supostamente divinas, seus pensamentos e expressão verbal positivos produzem uma força supostamente divina que irá curar, proporcionar riqueza, trazer sucesso e, de outras maneiras, influenciar o ambiente. Deus responde automaticamente e realiza o que ordenamos quando confessamos nossas necessidades e desejos pela fé, de maneira positiva. HERESIA DESCRIÇÃO Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  160. 160. Unção do Riso A Unção do Riso, Gargalhada Santa ou Bênção de Toronto é a prática de pessoas, durante o culto, começarem a darem gargalhadas, a urrar, a latir e outras imitações de animais. É considerado o riso de alegria pelo retorno do cativeiro (Sl 126.1, 2). Tudo começou na Igreja Airport Vineyard (A Vinha do Aeroporto), em Toronto, Canadá. HERESIA DESCRIÇÃO Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  161. 161. Elementos característicos das seitas É importante identificarmos as características das seitas, não apenas para conhecê-las para finalidades evangelísticas, mas a fim de que não sejamos enganados ou até mesmo desviados da verdadeira fé cristã. Existem muitas características identificadas nas seitas mundiais e naqueles presentes no Brasil que merecem ser destacadas. As principais são:  a. Alteração da posição de Jesus Cristo. Normalmente, as seitas subestimam o valor do Senhor Jesus ou colocam-no numa posição secundária, esvaziando a sua divindade ou minimizando os seus atributos divinos. Quase todas as seitas refutam a Trindade.  b. Diminuição da autoridade da Bíblia. Aceitam apenas determinadas partes da Bíblia, ao mesmo tempo em que admitem como inspirados os escritos de seus fundadores ou dos seus líderes.  c. Extremado sectarismo. Admitem serem os únicos detentores da verdade. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  162. 162. Elementos característicos das seitas  d. Interpretação falseada das Escrituras. Distorcem o texto sagrado com o objetivo de estabelecer apoio para as suas idéias.  e. Pregam a auto-salvação. Defendem a posição de que o ser humano deve buscar a sua própria salvação mediante os seus esforços, utilizando geralmente um conceito naturalista.  f. Focalizam as pessoas ligadas a outras religiões. Tentam de forma empenhada obter seus fiéis nos outros grupos religiosos. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  163. 163. Elementos característicos das seitas  g. Fanatizam as participações. Muitas são as tragédias provocadas pelo fanatismo religioso. Podemos nos lembrar de:  Jim Jones que, em 1978, foi o responsável na Guiana Francesa pela morte de cerca de 900 seguidores. Na ocasião, todos foram envenenados após ter sido anunciado o fim do mundo. Na perícia realizada não foi encontrado nenhum exemplar da Bíblia. As palavras de Jim Jones e não as da Bíblia é que moveram essas pessoas à morte.  David Koresh, em 1993, intitulando-se ser a reencarnação do Senhor Jesus, promoveu um verdadeiro inferno no rancho de madeira, onde ficava a seita Branch Davidian. Ele conseguiu seduzir um expressivo contingente de pessoas apresentando a filosofia de que todos deveriam morrer para depois ressuscitar das cinzas. Foi assim que, derramando combustível no rancho e ateando fogo, matou 80 pessoas, incluindo 18 crianças.  Heaven’s Gate (Portão do Céu) foi uma seita que, em 1997, misturando ocultismo com fanatismo religioso, levou cerca de 40 seguidores ao suicídio. Seus seguidores acreditavam que seriam conduzidas para outra dimensão em uma nave que surgiria na cauda do cometa Halley Bop. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  164. 164. Elementos característicos das seitas  h. Isolacionismo. Objetivando facilitar o controle dos seus adeptos, as seitas são normalmente isolacionistas em termos físicos, intelectuais, financeiros e emocionais.  i. Apocalipticismo. As seitas disseminam entre os seus membros um ideário de futuro, assim como um propósito filosófico para evitar o apocalipse.  j. Doutrinação. Geralmente, os líderes das seitas apresentam uma nova filosofia ou novos ensinos, objetivando a conquista de fiéis e o reforço das convicções de culto e dos seus padrões de conduta. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  165. 165. Elementos característicos das seitas  k. Práticas de privação. Muitas vezes os adeptos das seitas são submetidos a práticas de jejuns, alienação, condicionamentos etc.  l. Convicções não comprováveis. Muitos ensinos das seitas não podem ser comprovados devido ao seu caráter, tais como: uma nave espacial que vem atrás de um cometa, para resgatar os membros; um Deus extraterrestre ou um anjo que traz revelação ao líder;Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  166. 166. Elementos característicos das seitas  m. Liderança carismática. Os líderes das seitas são considerados muito especiais pelos seus liderados. Eles são vistos como pessoas que receberam revelações especiais do próprio Deus ou de seus anjos; ou são encarnações de uma deidade, de um anjo ou mensageiro; reivindicam possuir uma missão designada por Deus; afirmam ter habilidades especiais; afirmam estar acima de qualquer código de ética e não podem ser negados nem contraditos. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  167. 167. Como as seitas conquistam seus “clientes”  Lamentavelmente, quase todas as pessoas são vulneráveis às seitas e às heresias, sejam pobres ou ricas, educadas ou iletradas, jovens ou velhos, religiosas ou não. As causas que conduzem as pessoas às seitas são variadas, podendo ser a desilusão com alguma religião, confusão intelectual com assuntos religiosos ou filosóficos, necessidade de apoio ou encorajamento, carência emocional, necessidade de ter um sentido para a vida ou até mesmo necessidades financeiras.  Com isso em mente, as seitas partem para o recrutamento afirmando prover e preencher as necessidades e carências das pessoas. Suas estratégias são: Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  168. 168. Como as seitas conquistam seus “clientes”  Demonstração de amor: compreendido como a apresentação constante de afeto, através de palavras e ações.  Contato físico: como abraços, tapinhas nas costas, apertos de mão etc.  Apoio emocional: através de aconselhamento presencial ou à distância.  Elogios: procurando levar a pessoa a pensar que é o centro das atenções. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  169. 169. Como as seitas conquistam seus “clientes”  Comercialização: devido ao apoio recebido, a pessoa fica em débito com a seita e procura de variadas maneiras fazer a retribuição.  Técnica de condicionamento: modifica gradualmente o conteúdo de fé da pessoa através de repetições dos seus ensinos, um ponto de cada vez, com reforço das convicções realizadas pelos membros mais maduros.  Satisfação de necessidades: as seitas podem ser vistas como possíveis respostas às necessidades psicológicas (pessoas de personalidades fracas e manipuláveis), emocionais (pessoas que possuem traumas) ou intelectuais (questionamentos a serem respondidos). Cria-se uma dependência, pois a seita vai de encontro às suas necessidades. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  170. 170. Como as seitas conquistam seus “clientes”  Inserção social: a seita pode propiciar a seus membros a aprovação, a aceitação, um propósito e uma sensação de pertencer a um grupo.  Atração: a seita pode se mostrar atraente pela sua rigidez moral, demonstração de pureza, segurança financeira, promessas de exaltação, redenção, ou uma consciência mais elevada.  Isolamento: a seita faz com que o contato com pessoas de fora do grupo seja reduzido, ao mesmo tempo em que a vida do membro é construída ao redor da seita. Assim, fica muito mais fácil controlar e moldar o membro. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  171. 171. Como as seitas conquistam seus “clientes”  Reconstrução cognitiva (lavagem cerebral): na seita a pessoa é doutrinada, fazendo com que os seus processos de pensamento sejam reconstruídos para serem consistentes com a seita e ser submissos a seus líderes. Assim, é facilitado o controle pela liderança da seita.  Substituição: a seita e os seus líderes substituem frequentemente o lugar de pai, mãe, professor etc. Normalmente, o participante assume as características de uma pessoa dependente, que busca ganhar a aprovação do líder ou do grupo.  Obrigação: o participante fica endividado emocionalmente com o grupo e, às vezes, também financeiramente. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  172. 172. Como as seitas conquistam seus “clientes”  Culpabilidade: a seita incute a idéia de que quem a abandonar é traidor do líder, de Deus, ou do grupo, rejeitando o amor e a ajuda que o grupo concedeu.  Ameaça: a seita costuma transmitir a idéia de que ocorrerá a destruição do participante, caso a pessoa se desvie da verdade. Outras formas de ameaça são a física, de perder o apocalipse, ou de ser julgada no dia do julgamento final. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  173. 173. Bibliografia KALLER, Donald. Seitas I. Patrocínio, MG: CEIBEL, 1983. _____________ Seitas II. 2.ed. Patrocínio, MG: CEIBEL, 1979. LANDIM, Leilah (org.). Sinais dos tempos: tradições religiosas no Brasil. Rio de Janeiro: ISER, 1989. _________________Sinais dos tempos: diversidade religiosa no Brasil. Rio de Janeiro: ISER, 1990. LEITE FILHO, Tácito da Gama. Heresias, seitas e denominações: o fenômeno dos movimentos religiosos – uma avaliação histórico-teológica. Rio de Janeiro: JUERP, 1993. MAYER, Jean-François. Novas seitas: um novo exame. São Paulo: Loyola, 1989. McDOWELL, Josh & STEWART, Don. Entendendo as religiões seculares. São Paulo: Candeia, 1989. ROUTH, E. C. Quem são eles? 5. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1980. Autor: Rubem Ximenes - Presbiteriano - Mestre em Educação Cristã - Recife, PE Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/seitaseheresias.html - acessado em13set2009 - 17h00min
  174. 174. A Diferença ... A Igreja Católica (e os sacerdotes) têm que ser diferentes! E o “diferencial” percebido pelos fiéis estará a cada dia mais no “continente”, tanto quanto no “conteúdo” de nossa fé.
  175. 175. Conteúdo e Continente Conteúdo Continente
  176. 176. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Valorizar a Liturgia Católica  É preciso valorizar a Liturgia.  Liturgia é antes de tudo "serviço do povo", essa experiência é fruto de uma vivencia fraterna, ou seja, é o culto, é uma representação simbólica (que não se trata de uma encenação uma vez que o mistério é contemplado em "espírito e verdade") da vida cotidiana do crente em comunhão com sua comunidade.  A Liturgia tem raízes absolutamente cristológicas. Cristo rompe com o ritualismo e torna a liturgia um "culto agradável a Deus", conforme preceitua o apóstolo Paulo em Romanos 12:1-2.
  177. 177. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Valorizar a Liturgia Católica  Para os cristãos, Liturgia, é a atualização da entrega de Cristo para a salvação. Cristo entregou-se duma vez por todas, na Cruz.  O que a liturgia faz é o memorial de Cristo e da salvação, ou seja, torna presente, através da celebração, o acontecimento definitivo do Mistério Pascal.  Através da celebração litúrgica, o crente é inserido nas realidades da sua salvação.
  178. 178. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Ritos de Transformação Ritos de Incorporação Ritos de Separação Ritos de Passagem (Van Gnepp)
  179. 179. Trabalhar nas contingências Agora é preciso trabalhar eficazmente, também nas contingências que farão nossos fiéis se manterem fidelizados à Religião Católica e atrair novos fiéis ou “religar” os afastados
  180. 180. Objetivo Transformar cada católico praticante, num evangelizador ativo
  181. 181. Como transformá-lo? A grande dificuldade é que as pessoas só comentam espontaneamente com outras pessoas o que elas NÃO ESPERAM da Igreja ou da Missa ou do sacerdote
  182. 182. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Importante!  Respeitar a hierarquia  Mostrar ao mundo uma só Igreja Católica, Apostólica, Romana ○Cuidar para que os movimentos não se tornem “igrejinhas”  Sou “carismático”; sou “do ECC”; sou “da ENS”; etc. - Somos todos .
  183. 183. Pense nisso...
  184. 184. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Fator Marca A Marca será o grande “capital” das empresas no Século XXI
  185. 185. O Fator Marca
  186. 186. O Fator Marca
  187. 187. Fonte: Meio & Mensagem – 10 de dezembro de 2007 – pág.40
  188. 188. O Fator Marca
  189. 189. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Marca é “Medo”
  190. 190. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Fator Marca O que podemos fazer para tirar das pessoas o medo de nossa “Marca”?
  191. 191. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Pense nisso...
  192. 192. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Fator Entretenimento O Século XXI será o século do Entretenimento
  193. 193. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Fator Entretenimento O Cristão terá que “sentir” PRAZER em relacionar-se conosco e com a nossa Igreja! A palavra “alegria” aparece na Bíblia 13.318 vezes (*) (*)http://answers.yahoo.com
  194. 194. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br A Economia do Entretenimento O que podemos fazer para introduzir o fator alegria em nossa evangelização, respeitando a liturgia?
  195. 195. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br
  196. 196. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Sugestão de trabalho com colaboradores da Paróquia ou movimento, instituição, etc.  Reúna seus colaboradores mais próximos e os divida em grupos;  Como primeiro exercício dê a eles para responder os seguintes quesitos:  Na opinião do grupo: ○ O que a Paróquia (Diocese, Igreja, etc.) faz de excelente e deve continuar fazendo? ○ O que a Paróquia (Diocese, Igreja, etc.) faz de ruim e deve deixar de fazer? ○ O que a Paróquia (Diocese, Igreja, etc) não faz e deveria fazer?
  197. 197. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br  Depois de responderem a esses quesitos, cada grupo apresenta aos demais a sua conclusão e você faz uma pequena discussão com eles (em grande grupo) sobre as conclusões de cada grupo, mostrando o que os grupos (a) concordam; (b) discordam, e quais as possíveis razões das discordâncias entre os grupos;  Em seguida faça com eles uma nova reunião e pergunte:  Na opinião do grupo: do ponto de vista dos fiéis, paroquianos, frequentadores de nossas missas ou movimentos: ○ O que a Paróquia (Diocese, Igreja, etc.) faz de excelente e deve continuar fazendo? ○ O que a Paróquia (Diocese, Igreja, etc.) faz de ruim e deve deixar de fazer? ○ O que a Paróquia (Diocese, Igreja, etc.) não faz e deveria fazer? Sugestão de trabalho com colaboradores da Paróquia ou movimento, instituição, etc.
  198. 198. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Sugestão de trabalho com colaboradores da Paróquia ou movimento, instituição, etc.  Faça novamente com que cada grupo apresente suas conclusões e faça o mesmo tipo de debate em grande grupo:  Em seguida (ainda no mesmo dia) pergunte a eles (em grupo): ○ Cite três (3) coisas que devemos fazer para reforçar o que fazemos de excelente do ponto de vista dos fiéis; ○ Cite três (3) coisas que devemos fazer para eliminar o que nós achamos de ruim e devemos deixar de fazer do nosso próprio ponto de vista (primeiro exercício);
  199. 199. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Sugestão de trabalho com colaboradores da Paróquia ou movimento, instituição, etc.  Faça com que cada grupo apresente suas sugestões para os demais e faça uma discussão das concordâncias e discordâncias;  Como último trabalho, sugiro o seguinte:  Reúna em grupos novamente e pergunte: Considerando o que discutimos até aqui, cite cinco (5) coisas essenciais que o grupo considera que devam ser feitas imediatamente para levar a Paróquia (Diocese, Igreja, etc.) de onde estamos para onde desejamos chegar.
  200. 200. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Sugestão de trabalho com colaboradores da Paróquia ou movimento, instituição, etc.  Faça com que cada grupo escreva num flip-chart suas conclusões (as cinco coisas) e apresente aos demais;  Em seguida, elimine as opiniões coincidentes – as que os grupos deram iguais – deixando somente as não coincidentes;  Em seguida, peça a todos os participantes (individualmente) que, olhando para todas as ações sugeridas pelos três grupos, dêem peso três(3) para aquela coisa que acharem a mais necessária, peso dois (2) para a segunda e peso um (1) para a terceira, elegendo, portanto, só três coisas a serem feitas e dando um peso para cada uma das três escolhidas;  Em seguida você vê as sugestões que tiveram o maior número de pontos e faz um ranking;
  201. 201. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Sugestão de trabalho com colaboradores da Paróquia ou movimento, instituição, etc.  Para as cinco (5) primeiras, você pede para o grupo escolher um responsável e um prazo para que tal ação seja trabalhada;  Sua tarefa será acompanhar o cumprimento dessas sugestões.  Caso tenham alguma dúvida, não hesitem em me enviar e-mail para professor@marins.com.br ;
  202. 202. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Pense nisso...
  203. 203. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br O Fator União Estamos em tempos de unidade na diversidade
  204. 204. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br Para vencer no Século XXI
  205. 205. O Poder da União
  206. 206. ©Anthropos Consulting – www.marins.com.br

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