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Análise/reflexão sobre o percurso, Oficina de Formação - Plataforma
                      Moodle, subordinada ao tema


       “PRÁTICAS E MODELOS DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES”



Asseguro que esta formação contribuiu efectivamente para o reconhecimento de que
a auto-avaliação das Bibliotecas Escolares deverá constituir uma componente
indispensável ao seu desenvolvimento.
O Modelo promove a auto reflexão que está na base do conhecimento necessário à
condução de objectivos. A BE precisa de demonstrar que está no bom caminho, que
está a fazer um bom trabalho, e a autoavaliação é parte inerente ao seu
desenvolvimento e ao da própria escola.
É importante aferir a eficácia dos serviços das Bibliotecas Escolares, numa época de
mudanças e a existência de um documento orientador igual para todas as escolas,
podendo cada uma ajustá-lo à sua realidade. Parece-me pertinente, que todas as BE´s
caminhem mais ou menos no mesmo sentido, na procura da melhoria ou mesmo da
excelência.
No início da formação, os meus conhecimentos relativamente ao Modelo eram, sem
dúvida, quase inexistentes; neste momento, considero que os desafios propostos e a
reflexão sobre esta temática, decorridos a um ritmo alucinante, permitiram-me
adquirir uma mais-valia para o meu jovem percurso profissional de professora
Bibliotecária; todas as tarefas propostas foram um incentivo ao rigor e à qualidade,
que prezo, estimulando-me a ultrapassar as dificuldades surgidas ao longo deste
percurso árduo, nomeadamente as sessões condensadas, em função do tempo
disponível, os condicionalismos da vida pessoal e profissional que tive eficazmente de
gerir e a própria complexidade do Modelo.
Tendo presente o Guia “Ser formando na aprendizagem online”, considero que cumpri
com empenho todas as orientações fornecidas, essenciais à obtenção de bons
resultados.
Em guisa de auto-avaliação, realizei todas as tarefas propostas atempadamente, com
preocupação de rigor e de qualidade; acedi à plataforma de acordo com as exigências,
acompanhando os calendários previamente definidos para cada domínio de formação,
de forma continuada; participei nos fóruns, tentei fazer uma exploração adequada dos
recursos disponibilizados, procedendo à leitura da bibliografia obrigatória e facultativa
e a pesquisa sobre os assuntos em análise, reflectindo sobre eles.

               Como corolário da Acção, destaco os seguintes aspectos:

Positivos

Pertinência e reflexão da temática da Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares;

Partilha de experiências e de saberes;

Algumas intervenções construtivas por parte de alguns formandos;

Incentivo à reflexão e ao rigor no trabalho;

Desenvolvimento de competências no âmbito da formação on-line;

Empenho dos formandos em geral;

Menos valorativos

Falta de tempo para:

Reflectir e explorar os documentos propostos, de leitura obrigatória e facultativa
essencial à realização das tarefas;

Aprofundar conteúdos, para a realização do trabalho autónomo;

Interacção/participação de forma mais colaborativa;

Falta de feedback por parte das formadoras em relação aos trabalhos realizados com
eventual prejuízo para a melhoria de trabalhos subsequentes;

Atraso na colocação das sínteses dos respectivos Módulos;

Elevado número de formandos dificultou a leitura da totalidade dos contributos;
Para terminar, poderei afirmar que estou determinada a começar…

E reforço que, a Auto-Avaliação da BE deve ser encarada como uma estratégia para se
fazer melhor.

       “Measuring success is not an end in itself; it is a tool for improvement”




                                                         Maria Antónia do Carmo

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  • 1. Análise/reflexão sobre o percurso, Oficina de Formação - Plataforma Moodle, subordinada ao tema “PRÁTICAS E MODELOS DA AUTO-AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES” Asseguro que esta formação contribuiu efectivamente para o reconhecimento de que a auto-avaliação das Bibliotecas Escolares deverá constituir uma componente indispensável ao seu desenvolvimento. O Modelo promove a auto reflexão que está na base do conhecimento necessário à condução de objectivos. A BE precisa de demonstrar que está no bom caminho, que está a fazer um bom trabalho, e a autoavaliação é parte inerente ao seu desenvolvimento e ao da própria escola. É importante aferir a eficácia dos serviços das Bibliotecas Escolares, numa época de mudanças e a existência de um documento orientador igual para todas as escolas, podendo cada uma ajustá-lo à sua realidade. Parece-me pertinente, que todas as BE´s caminhem mais ou menos no mesmo sentido, na procura da melhoria ou mesmo da excelência. No início da formação, os meus conhecimentos relativamente ao Modelo eram, sem dúvida, quase inexistentes; neste momento, considero que os desafios propostos e a reflexão sobre esta temática, decorridos a um ritmo alucinante, permitiram-me adquirir uma mais-valia para o meu jovem percurso profissional de professora Bibliotecária; todas as tarefas propostas foram um incentivo ao rigor e à qualidade, que prezo, estimulando-me a ultrapassar as dificuldades surgidas ao longo deste percurso árduo, nomeadamente as sessões condensadas, em função do tempo disponível, os condicionalismos da vida pessoal e profissional que tive eficazmente de gerir e a própria complexidade do Modelo. Tendo presente o Guia “Ser formando na aprendizagem online”, considero que cumpri com empenho todas as orientações fornecidas, essenciais à obtenção de bons resultados.
  • 2. Em guisa de auto-avaliação, realizei todas as tarefas propostas atempadamente, com preocupação de rigor e de qualidade; acedi à plataforma de acordo com as exigências, acompanhando os calendários previamente definidos para cada domínio de formação, de forma continuada; participei nos fóruns, tentei fazer uma exploração adequada dos recursos disponibilizados, procedendo à leitura da bibliografia obrigatória e facultativa e a pesquisa sobre os assuntos em análise, reflectindo sobre eles. Como corolário da Acção, destaco os seguintes aspectos: Positivos Pertinência e reflexão da temática da Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares; Partilha de experiências e de saberes; Algumas intervenções construtivas por parte de alguns formandos; Incentivo à reflexão e ao rigor no trabalho; Desenvolvimento de competências no âmbito da formação on-line; Empenho dos formandos em geral; Menos valorativos Falta de tempo para: Reflectir e explorar os documentos propostos, de leitura obrigatória e facultativa essencial à realização das tarefas; Aprofundar conteúdos, para a realização do trabalho autónomo; Interacção/participação de forma mais colaborativa; Falta de feedback por parte das formadoras em relação aos trabalhos realizados com eventual prejuízo para a melhoria de trabalhos subsequentes; Atraso na colocação das sínteses dos respectivos Módulos; Elevado número de formandos dificultou a leitura da totalidade dos contributos;
  • 3. Para terminar, poderei afirmar que estou determinada a começar… E reforço que, a Auto-Avaliação da BE deve ser encarada como uma estratégia para se fazer melhor. “Measuring success is not an end in itself; it is a tool for improvement” Maria Antónia do Carmo