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Praças de são paulo

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Praças de são paulo

  1. 1. Aklla Muniz MotaAntônio Castro JuniorHeidy Caroline Barbosa AmaralJuliana Rodrigues CândidoMaria Cláudia Flávio VelosoRaphael Cardoso FrançaVitor Souza Diamantino
  2. 2. Praça é qualquer espaço público urbano livre deedificações e que propicie convivência e/ou recreaçãopara seus usuários. Normalmente, a apreensão do sentidode "praça" varia de população para população, de acordocom a cultura de cada lugar. Em geral, este tipo de espaçoestá associado à ideia de haver prioridade ao pedestre enão acessibilidade de veículos, mas esta não é uma regra.No Brasil, a ideia de praça normalmente está associada àpresença de ajardinamento.
  3. 3. No Brasil, o conceito de praça é popularmente associado àsideias de verde e de ajardinamento urbano. Por este motivo, osespaços públicos similares às praças européias medievais, quenormalmente se formaram a partir dos pátios das igrejas emercados públicos, são comumente chamados de adros oulargos. Também por este motivo, uma série de jardins urbanosque surgem devido ao traçado viário das cidades (como asrotatórias e canteiros centrais de grandes avenidas) acabarecebendo o título legal de praça, ainda que sejam espaços dedifícil acesso aos pedestres e efetivamente desqualificados comopraças.
  4. 4. A não ser pelas praças em regiões centrais das grandescidades, a típica praça na cidade brasileira se caracteriza,portanto, por ser bastante ocupada por vegetação earborização. Quando ela recebe um maior tratamento,ou quando foi resultado de um projeto, ela tambémcostuma possuir equipamentos recreativos econtemplativos (como playgrounds, recantos para estar,equipamentos para ginástica e cooper, bancos e mesas,etc.).
  5. 5. Com 5.500 praças e 43 parques municipais concluídos,São Paulo tem procurado criar soluções para a melhoriada qualidade de vida da população.Com uma rotina que envolve trânsito, poluição, correria emuito concreto, é fundamental para a saúde mental dospaulistanos – e de todos os moradores de grandescidades – ter seus momentos de lazer e de contato com anatureza.
  6. 6. Endereço: Centro/ Av. Ipiranga, Av. São Luís.Autor: Administração dos Jardins / Antônio Etzel.Atividades: circulação de pedestres, eventos políticos,cívicos e culturais, contemplação e feiras.Elementos complementares: bancas, acesso ao metrô,ponto de ônibus, bancos, coreto, fonte, lago e ponte.
  7. 7. Com a Proclamação da República em 1889, foi criada, denominada apraça da Praça da República, que já foi conhecida como Praça da Legião,Praça dos Milicianos, Praça dos Curros e Largo 7 de Abril.
  8. 8. O expressivo crescimento da cidade São Paulo e a criação do Viaduto doChá, em 1892, possibilitou a ocupação da área ao redor da praça.
  9. 9. Com as grandes reformas de embelezamento eajardinamento urbano do começo do século XX, a área dapraça foi remodelada mas o projeto manteve-sesignificativamente preservado, apenas com algumasalterações devido ao crescimento da cidade.O desenho dos caminhos, dos canteiros, do lago e oselementos instalados são características de um projetoromântico e bem eclético.Os caminhos e lagos procuram recriar o ambiente naturaldentro do cenário que permanece na produção paisagísticada época.
  10. 10. A praça é um dospoucos exemplos deprojeto com traçosromânticos no Brasil.
  11. 11. Projetada em 1971 por Francisco Segnni Jr.,Lúcia Porto e Vera Serra, então jovens arquitetosrecém-formados pela faculdade de Arquitetura eUrbanismo da USP, esta praça fazia parte de umprocesso de renovação do projeto paisagísticopúblico paulistano, concebido a partir dotrabalho das arquitetas Miranda Magnoli e RosaKliass relativo à elaboração do primeiro e únicoplano global de áreas verdes para São Paulo.
  12. 12. O projeto foi implantado num local privilegiado, uma nascentesituada em uma grota em meio à moradia do bairro doMorumbi, preservada quando do loteamento da área.
  13. 13. Foram criados trêspequenos lagoscircundados por maciços deárvores, que reforçam ocaráter contemplativo dolocal. Ao redor dos lagosexistem caminhos queconduzem a estaresgeometricamente traçados,bem ao estilo modernista.O programa é baseado nolazer passivo, embora apopulação do entornoutiliza-se informalmente apraça para a prática decaminhada e corrida.
  14. 14. Um dos melhoresexemplos de praçamoderna, o projetomanteve sua integridadecom o passar dos anos,apesar de algumasintervenções indevidas,como o plantio aleatóriode árvores e orebaixamento do nível deágua dos lagos.
  15. 15. Localizado no centro de São Paulo,entre os Viadutos do Chá e SantaIfigênia, o Vale reúne o prédio daPrefeitura de São Paulo, o TeatroMunicipal, a Escola Municipal de Balé,o Conservatório Dramático e Musicalde São Paulo e um campusuniversitário. É também rodeado porgrandes edifícios. O espaço também interliga-se aoutras praças da área central, como aPraça Ramos de Azevedo, justapostaao Vale, ao Largo de São Bento, pormeio das escadarias do Metrô eà Praça da Bandeira, atualmenteocupada por um terminal de ônibus.
  16. 16. A urbanização só veio a partir do projeto de construção do Viaduto do Chá, em 1877, que resultou na desapropriação das chácaras que ficavam ali. Depois de um período de descaso, o lugar foi jardinado, o rio canalizado e, em 1910, tornou-se o Vale do Anhangabaú, dividindo a nova SãoPrimeiramente, era ocupado pelos índios Paulo da velha. O arquiteto responsávele recebia o nome Anhangabaú quesignifica, em tupi, rio ou água do mau foi o francês: Joseph Antoine Bouvard,espírito. que fez o paisagismo requintado nos moldes parisiense da Belle Époque.
  17. 17. Depois do paisagismo,houve em 1926 areconstrução do Viaduto doChá, e em 1940 o novoprefeito Prestes Maia comseu plano de avenidas,determinou que fosseimplantada uma avenida. Na década de 1980 os arquitetos paisagistas Jorge Wilheim, Jamil José e Rosa Grena ganharam um concurso publico em que constava em transferir o trafego de veículos para túneis que passavam sob a grande praça.
  18. 18. Elementos:Esculturas/ busto/monumentoEspelho d’águaFonteLanchoneteConstruções históricas aoredorViadutoPórticoSanitários
  19. 19. Atividades:Circulação de pedestresComércios/ serviçosContemplaçãoEventos CulturaisEventos Políticos e cívicos.
  20. 20. O piso da praça mistura elementos com grandes arcos e curvas. Acombinação das formas geometrias irregulares e isentas de ângulosretos, que compõe os canteiros, espelhos d’água, e escadarias, revelaforte influencia da linguagem do projeto dos paisagistas norte-americanos modernistas.
  21. 21. Endereço: Centro/ Av. Rangel Pestana, R. AnitaGaribaldi, R. Irmã Simplícia, R. Roberto Simonsen;Autor: José Eduardo Lefèvre, Domingos T. A. Netto,William Mumford, Antônio Sergio Bergamin, PauloCésar Del Picchia, Vladimir Bartalini;Data: 1976Levantamento: jul. 1997
  22. 22. O acanhado Largo da Sé abrigou, em suasadjacências, a Igreja Matriz e a Igreja de São Pedro daPedra durante o período colonial.Além de centro religioso da vila, ponto de partida echegada das procissões, o largo se tornou espaço decomércio informal exercido pelos negros libertos.A Catedral da Sé, projeto do arquiteto Max Hehl,começou a ser construída em 1913 e foi inaugurada(parcialmente) em 1954, durante as comemoraçõesdo IV Centenário da cidade.
  23. 23. Durante a década de 1970, as obras de implantação dometro transformaram radicalmente a Praça da Sé,consolidando sua terceira e atual configuração;O projeto implantado tem um traçado modernistacaracterístico das praças paulistanas de grande porte dosanos de 1970;Este traçado remonta as influencias do desenhopaisagístico norte-americano, principalmente das obras dopaisagista californiano Lawrence Halprin, com a repetiçãode formas geométricas ortogonais para criar os recantos eestares e também desestruturar as circulações óbvias;
  24. 24. Acesso ao metrô (1)BancosConstrução históricaEscultura/busto/monumentoEspelho d’águaFonteIgreja da SéLixeiraMarco Zero (2)Queda d’ aguaRelógioPosto policial
  25. 25. As atividades realizadas na praça são: a circulação depedestres, comércio/serviços, contemplação, eventosculturais, eventos políticos e cívicos, eventos religiosos,feiras;O uso religioso ainda é grande, embora não tão intensoquanto no começo do século; o comercio informal estáconcentrado nas atividades de vendedores ambulantes ecamelos; e, atualmente, a praça ainda ponto de encontroda população imigrante, principalmente da comunidadenordestina, e palco de apresentações culturais popularesdiversas.
  26. 26. Seu nome foi alterado várias vezes: Largo do Ouvidor,Largo da Artilharia, Praça Alexandre Herculano. O atualé uma homenagem ao Marechal José Arouche deToledo Rendon.No local, diversos floristas foram-se instalando aospoucos, com a retirada das bancas existentes na Praçada República pelo prefeito Armando de Arruda Pereira.Assim, o Largo do Arouche transformou-se no Mercadodas Flores, oficializado em 1953, e por essa razão étambém conhecido como Praça das Flores.
  27. 27. Abriga importantes esculturas derenomados artistas, tais como: a Meninae o Bezerro, obra do escultor carioca LuizChristophe, encomendada peloprefeito Raimundo Duprat; Afonsod’Escragnolle Taunay um dos maioreshistoriadores brasileiros, principalmentena história das bandeiras paulistas, umaobra concebida pela artista plásticaClaude Dunin; Amor Materno, esculturaque traz uma cadela e seu filhote, emcena que costuma comover quem passapelo largo, obra do francês Louis EugéneVirion, adquirida na década de 1910.
  28. 28. No Largo começam a RuaJaguaribe, a Rua AmaralGurgel, a Avenida Duquede Caxias e a Rua doArouche. Em seu ladooposto passa a AvenidaVieira de Carvalho. Essesdados constam na plantagenérica da cidade deSão Paulo.
  29. 29. A Academia Paulista deLetras tem sua sede no Largoe homenageou oimortal Aureliano Leite, comum busto no largo,inaugurado em 1979, doisanos após a morte do escritor,historiador e político. Obra doescultor pinheirense LuizMorrone.
  30. 30. MACEDO, Silvio Soares; ROBBA,Fabio. Praças brasileiras 3.ed. SãoPaulo: Editora da Universidade de SãoPaulo, 2010http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/sao-paulo/vale-do-anhangabau.php

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