Realidade regional

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Trabalho sobre a aárea continental de Sao Vicente

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Realidade regional

  1. 1. Realidade Regional Área Continental de São Vicente
  2. 2. LOCALIZAÇÃO <ul><li>O território continental de São Vicente, localiza-se no distrito de Samaritá. </li></ul><ul><li>Bairros que compõem: Humaitá, Parque das Bandeiras, Vila Ema, Samaritá, Rio Branco, Gleba, Vila Nova e o Quarentenário, situados ao longo da Rodovia Padre Manuel da Nóbrega, entre Cubatão, Praia Grande e os contrafortes da Serra do Mar. </li></ul>
  3. 3. Humaitá <ul><li>O bairro surgiu com a entrega do Conjunto Habitacional Humaitá, em 6 de novembro de 1983, construído pela Cohab Santista.  Era um bairro dormitório, uma vez que as pessoas trabalhavam no Centro de São Vicente ou em outros municípios da região. O Humaitá cresceu e desenvolveu forte comércio, deixando de ser um bairro dormitório para tornar-se um importante centro populacional e comercial de São Vicente. Hoje o Humaitá possui cerca de 22 mil habitantes. A área total do bairro é de 1.796 m2, sendo a área em quadras de 596 mil m². </li></ul><ul><li>Fonte: http://saovicente.jornalbaixadasantista.com.br/ </li></ul>
  4. 4. Parque das Bandeiras <ul><li>O maior apoio ao crescimento daquele precário bairro - que apesar de tudo é o mais desenvolvido de toda a área - tem sido dado pelos membros da Sociedade de Melhoramentos, que, juntamente com as assistentes sociais da Prefeitura, realizam um trabalho que visa atender as necessidades da região. </li></ul><ul><li>Há muito a se fazer por uma população de 11.522 habitantes aproximadamente. </li></ul><ul><li>No setor da Assistência Social, foi criado no bairro o Pronutri - um convênio entre o município e a Secretaria da Promoção Social do Estado. </li></ul>
  5. 5. Parque das Bandeiras <ul><li>Este setor possibilita a alimentação diária de crianças de seis meses a seis anos, bem como das gestantes. Fora isso, foram implantados no Parque das Bandeiras o Programa de Assistência e Orientação Jurídica, com a supervisão da Legião Brasileira de Assistência; as operações do Projeto Rondon, que dão atendimento médico-odontológico todos os domingos; Mobral (Movimento Brasileiro de Alfabetização, programa federal) e cursos profissionalizantes pelo Senai, Sesc e Sesi. </li></ul>
  6. 6. Vila Ponte Nova (Quarentenário) <ul><li>Começou a ser ocupada pela população a partir de 1991, após a inauguração da Ponte dos Barreiros. </li></ul><ul><li>O bairro está situado em terreno do Ministério da Agricultura. Seu nome deriva do fato de ter sido, na década de 50, antes da criação dos grandes frigoríficos, um local onde o gado proveniente do interior do Estado de São Paulo, aguardava, em quarentena, o momento de ser abatido no matadouro e ter a carne liberada para exportação (daí o nome Quarentenário). </li></ul>
  7. 7. Vila Ponte Nova (Quarentenário) <ul><li>Caracterizado como área de ocupação, que progressivamente vem sendo transferida aos moradores, conta atualmente com cerca de 20.000 habitantes, conforme dados de lideranças locais, sendo pelo menos 2/3 formada por crianças e adolescentes. </li></ul><ul><li>A situação sócio-econômica do bairro é bastante adversa e os recursos públicos existentes são insuficientes para atender as necessidades da população. </li></ul>
  8. 8. Vila Ponte Nova (Quarentenário) <ul><li>Os principais problemas detectados entre as crianças e adolescentes são: alto nível de mortalidade infantil, muitas doenças de pele e do aparelho respiratório, ausência constante dos pais, grande índice de evasão escolar, extrema carência de possibilidades educacionais e de capacitação, alto índice de violência doméstica, precárias condições de higiene e aumento progressivo da violência social. Os jovens de 17 e 18 anos não têm perspectiva de trabalho e ficam pelas ruas do bairro, ociosos, tornando-se alvo fácil para o tráfico e consumo de drogas. </li></ul><ul><li>Fonte http://www.unisantos.br/conteudo-servicos . php ? area =13& subarea =4 </li></ul>
  9. 9. Vila Ponte Nova (Quarentenário) <ul><li>Irmã Dolores, Frei Guilherme e alguns leigos da Igreja Católica, além de próprios membros da comunidade do Quarentenário vem ao longo dos anos lutando para melhorar a vida de nossos irmãos. Já foram realizadas obras importantes como as construções da Igreja Nossa Senhora da Esperança (em 93), o Posto de Saúde (em 94), Escola Municipal Raul Rocha do Amaral (em 96), Escola Profissionalizante VIP (em 97), Capela São Francisco e Santa Clara (em 2000), Salão de Oficinas Profissionalizantes (em 2000), Capela Nossa Senhora de Lourdes (em 2001), Centro de Parto (em 2002), Biblioteca Comunitária VIP (em 2002), Escola Municipal Nossa Senhora da Esperança (em 2003), Capela Nossa Senhora da Paz (em 2004), também foi construído um Restaurante Popular, com capacidade inicial para atender 500 pessoas por dia. </li></ul>
  10. 10. Quarentenário
  11. 11. Quarentenário
  12. 12. Quarentenário
  13. 13. Quarentenário
  14. 14. Quarentenário
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  19. 19. Quarentenário
  20. 20. Quarentenário
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  22. 22. Quarentenário
  23. 23. Quarentenário
  24. 24. Quarentenário
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  26. 26. Quarentenário
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  28. 28. Quarentenário
  29. 29. Quarentenário
  30. 30. Quarentenário
  31. 31. Quarentenário
  32. 32. Quarentenário
  33. 33. Rio Branco
  34. 34. Rio Branco
  35. 35. Rio Branco
  36. 36. Rio Branco
  37. 37. Rio Branco
  38. 38. Rio Branco
  39. 39. Rio Branco
  40. 40. Rio Branco
  41. 41. Rio Branco
  42. 42. Rio Branco
  43. 43. Rio Branco
  44. 44. Rio Branco
  45. 45. Rio Branco
  46. 46. Rio Branco
  47. 47. Rio Branco
  48. 48. Rio Branco
  49. 49. Rio Branco
  50. 50. Rio Branco
  51. 51. Rio Branco
  52. 52. Rio Branco
  53. 53. Caso Rhodia <ul><li>No início dos anos 70, a Rhodia Indústrias Químicas e Têxteis S/A, sediada no município de Cubatão, despejou, na Área Continental, toneladas de resíduos químicos industriais, com predominância do hexaclorobenzeno, produto cancerígeno e mutagênico, o que provocou sérios problemas ambientais para a região. </li></ul>
  54. 54. Caso Rhodia <ul><li>A partir do ano de 1977, até aproximadamente 1981, através da subsidiária Rhodia S. A., começa recolher os resíduos tóxicos em caçambas e despejar no meio ambiente a céu aberto, em diversos pontos fora da fábrica. Foram encontrados resíduos tóxicos desde a cidade de Cubatão até a cidade de Itanhaém cerca de 80 Km do ponto de origem, onde era oferecido como adubo, e até hoje pairam dúvidas sobre a existência de outros lixões clandestinos da Rhodia na Baixada Santista, se concretizando como um dos maiores crimes ambientais com este tipo de agente tóxico do nosso planeta. </li></ul>
  55. 55. Caso Rhodia <ul><li>Ainda em 1992, os operários da fábrica em Cubatão descobrem que, a exemplo dos operários da extinta fábrica de pó da China e das comunidades residentes em Samaritá/SV/SP e Pilões/CBT/SP, também estão intoxicados pelos poluentes da Rhodia – fato comprovado pela presença do hexaclorobenzeno no soro sanguíneo destes operários (que é um agente utilizado como indicador biológico de exposição) - em virtude do ambiente de trabalho estar totalmente contaminado. O Depto. de Medicina Ocupacional da Rhodia sempre omitiu dos operários esta situação, que desconheciam o perigo a que estavam expostos. </li></ul>
  56. 56. Caso Rhodia <ul><li>Os operários denunciaram o fato ao Ministério Público, que providenciou uma inspeção conjunta entre vários órgãos de fiscalização que comprovaram a contaminação ambiental do local e o risco iminente à saúde dos operários. </li></ul>
  57. 58. Fotos
  58. 63. Comunicação
  59. 64. Comunicação

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