Ébola 
 A febre hemorrágica 
ebola (FHE) é 
uma doença infecciosa grave 
muito rara, frequentemente 
fatal, causada 
pelo...
História 
 O ebola foi primeiramente descoberto 
em 1976 por uma equipe comandada 
por Guido Van Der Groen, chefe do labo...
O vírus 
 O ebolavirus é 
um filovírus (o outro membro 
desta família é o 
vírus Marburg), com forma 
filamentosa, com 14...
O vírus 
 Há três estirpes: Ebola–Zaire (EBO–Z), 
Ebola–Sudão (EBO–S) com 
mortalidades de 83% e 54% 
respectivamente. A ...
O vírus 
 O período de incubação do vírus ebola dura de 5 a 7 dias se a 
transmissão for parenteral e de 6 a 12 dias se a...
Epidemiologia 
 O vírus é denominado pelo nome 
de um rio na República 
Democrática do 
Congo (antigo Zaire), o Rio 
Ebol...
Epidemiologia 
 O ebola, como os outros vírus, 
adere à célula do hospedeiro, 
onde entra ou apenas injeta seu 
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Epidemiologia 
 Até há alguns anos o pessoal 
médico era aconselhado, mais 
por ignorância e cautela do que 
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Epidemiologia 
 Ele é transmitido apenas pelo contato 
direto, e as populações afetadas são 
infectadas em alto número de...
Epidemiologia 
 Devido a isso é praticamente impossível haver 
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Progressão e sintomas 
 A infecção pelo vírus ebola 
produz febre hemorrágica. 
A incubação pode durar de 
5 a 12 dias. O...
Progressão e sintomas 
 Os primeiros sintomas são inespecíficos 
como febre alta, dores de cabeça, falta de 
apetite, e c...
Progressão e sintomas 
 As fezes são geralmente pretas 
devido às hemorragias 
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Progressão e sintomas 
 A taxa de mortalidade da doença e o tempo 
para o falecimento de uma pessoa, depende 
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Diagnóstico e tratamento 
 O diagnóstico é feito pela observação 
direta do vírus 
com microscópio eletrônico em 
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http://infectacao.blogspot.com/ 
 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 
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Ebola

  1. 1. Ébola  A febre hemorrágica ebola (FHE) é uma doença infecciosa grave muito rara, frequentemente fatal, causada pelo vírus ebola. Ao contrário dos relatos de ficção é apenas moderadamente contagioso. Ele foi identificado pela primeira vez em 1976 no antigo Zaire(atual República Democrática do Congo), perto do rio Ébola, e acabou
  2. 2. História  O ebola foi primeiramente descoberto em 1976 por uma equipe comandada por Guido Van Der Groen, chefe do laboratório de Microbiologia do Instituto de Medicina Tropical de Antuérpia, na Bélgica.  Desde a sua descoberta, diferentes estirpes do Ebola causaram epidemias com 50 a 90% de mortalidade na República Democrática do Congo, Gabão, Uganda e Sudão. A segunda epidemia ocorreu em 1979, quando 80% das vítimas morreram. Em maio de 1995, a cidade de Mesengo, a cento e cinquenta quilômetros de Kikwit, no Zaire, foi atingida pelo vírus, que matou mais de cem pessoas. Há suspeitas de casos no Congo e no Sudão. O primeiro desse tipo de vírus apareceu em 1967, foi o Marburg, a partir de células dos rins de macacos verdes de Uganda.
  3. 3. O vírus  O ebolavirus é um filovírus (o outro membro desta família é o vírus Marburg), com forma filamentosa, com 14 micrômetros de comprimento e 80 nanômetros de diâmetro. O seu genoma é de RNA fita simples de sentido negativo (é complementar à fita codificante). O genoma é protegido por capsídeo, é envelopado e codifica sete proteínas.
  4. 4. O vírus  Há três estirpes: Ebola–Zaire (EBO–Z), Ebola–Sudão (EBO–S) com mortalidades de 83% e 54% respectivamente. A estirpe Ebola– Reston foi descoberta em 1989 em macacos Macaca fascicularis importado s das Filipinas para os EUA tendo infectado alguns tratadores por via respiratória. O período de incubação do vírus ebola dura de 5 a 7 dias se a transmissão for parenteral e de 6 a 12 dias se a transmissão foi de pessoa a pessoa.
  5. 5. O vírus  O período de incubação do vírus ebola dura de 5 a 7 dias se a transmissão for parenteral e de 6 a 12 dias se a transmissão foi de pessoa a pessoa. O início dos sintomas é súbito com febre alta, calafrios, dor de cabeça, anorexia, náusea, dor abdominal, dor de garganta e prostração profunda. Em alguns casos, entre o quinto e o sétimo dia de doença, aparece exantema de tronco, anunciando manifestações hemorrágicas: conjuntivite hemorrágica, úlceras sangrentas em lábios e boca, sangramento gengival,hematemese (vômito com presença de sangue) e melena (hemorragia intestinal, em que as fezes apresentam sangue). Nas epidemias observadas, todos os casos com forma hemorrágica evoluíram para morte. Nos períodos epidêmicos e de surtos, a taxa de letalidade variou de 50 a 90%. Seu contágio pode ser por via respiratória, ou contato com fluidos corporais de uma pessoa infectada.
  6. 6. Epidemiologia  O vírus é denominado pelo nome de um rio na República Democrática do Congo (antigo Zaire), o Rio Ebola, onde tem havido vários casos. Nunca houve casos humanos fora de África, mas já houve casos em macacos importados nos Estados Unidos e Itália. Os casos identificados desde 1976 são apenas 1500, dos quais cerca de mil resultaram em morte. Não foi ainda identificado o reservatório animal do vírus.
  7. 7. Epidemiologia  O ebola, como os outros vírus, adere à célula do hospedeiro, onde entra ou apenas injeta seu material genético, o genoma. Este usa a estrutura da célula para se reproduzir e cada nova cópia do genoma obriga a célula a fazer o invólucro de proteína. Os novos vírus deixam a célula do hospedeiro com capacidade de infectar outras células.
  8. 8. Epidemiologia  Até há alguns anos o pessoal médico era aconselhado, mais por ignorância e cautela do que por ciência, a usar equipamentos especiais de proteção (como fatos e tendas de vácuo) quando lidava com doentes de ebola. No entanto, hoje se sabe que o vírus Ebola não é realmente altamente contagioso, ao contrário do que diz muita ficção em circulação no ocidente.
  9. 9. Epidemiologia  Ele é transmitido apenas pelo contato direto, e as populações afetadas são infectadas em alto número devido à cultura de grande parte das aldeias africanas, onde é usual a família lavar o corpo dos mortos manualmente antes do enterro. O ebola não pode infectar outras pessoas pelo ar, só é contagioso pelo contato direto com secreções e sangue. Hoje o pessoal médico é aconselhado apenas a usar luvas de látex e filtro respiratório.
  10. 10. Epidemiologia  Devido a isso é praticamente impossível haver uma epidemia em larga escala de ebola nos países ocidentais, pois a higiene bloquearia qualquer expansão de casos. No entanto, o risco para o pessoal médico e laboratorial, se não forem observadas as regras de higiene, é considerável.
  11. 11. Progressão e sintomas  A infecção pelo vírus ebola produz febre hemorrágica. A incubação pode durar de 5 a 12 dias. O vírus multiplica-se nas células do fígado,baço, pulmão e tecido linfático onde causa danos significativos. A lise (destruição) das células endoteliais dos vasos sanguíneos leva às tromboses e depois hemorragias.
  12. 12. Progressão e sintomas  Os primeiros sintomas são inespecíficos como febre alta, dores de cabeça, falta de apetite, e conjuntivite (inflamação da mucosa do olho). Alguns dias mais tarde surge diarreia, náuseas e vômitos (por vezes com sangue), seguidos de sintomas de insuficiência hepática, renal e distúrbios cerebrais com alterações do comportamento devido à coagulação intravascular disseminada com enfartes nos órgãos. O estágio final é devido ao esgotamento dos fatores sanguíneos da coagulação, resultando em hemorragias extensas internas, edema generalizado e morte por choque hemorrágico.
  13. 13. Progressão e sintomas  As fezes são geralmente pretas devido às hemorragias gastrointestinaise poderá haver ou não sangramento do nariz, ânus, boca e olhos. Dependendo da sua estirpe, há casos de hemorragias na derme, ocasionando o sangramento pelos poros do corpo. A morte surge de 1 dia á duas semanas após o inicio dos sintomas.
  14. 14. Progressão e sintomas  A taxa de mortalidade da doença e o tempo para o falecimento de uma pessoa, depende da estirpe do vírus e do estado de saúde das populações afetadas. Em geral, o ebola mata suas vítimas em poucos dias, podendo levar até 9 dias, e a mortalidade pode variar de 50% a 90%.
  15. 15. Diagnóstico e tratamento  O diagnóstico é feito pela observação direta do vírus com microscópio eletrônico em amostra sanguínea ou por detecção com imunofluorescência de antigênios.  Não há vacina, cura, nem tratamentos eficazes. Os doentes devem ser postos em quarentena e os familiares devem ser impedidos de ter qualquer forma de contato com o doente, ou mesmo de tocar o corpo após o falecimento. Devem ser administrados cuidados básicos de suporte vital como restabelecimento de eletrólitos e fluidos perdidos, além de possíveis tratamentos paliativos.
  16. 16. http://infectacao.blogspot.com/  Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.  Feito Por: Gregorio Leal da Silva  Muito obrigado por acessa o blog INFECTAÇÃO.

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