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PROGRAMAÇÃO:  08/03/2013   Apresentação: leitura e discussão do programa do curso; compartilhamento de               expec...
Texto 12                  URZÊDA-FREITAS, M. T. Corpo, discurso e relações de poder no ensino   16/08/2013     crítico de ...
LOURO, G. L. Pedagogias da sexualidade. In: LOURO, G. L. (Org.). O corpo educado: pedagogiasda sexualidade. Belo Horizonte...
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PROGRAMA: Questões de Gênero e Sexualidade no Ensino de Línguas Estrangeiras

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE LÍNGUAS / FACULDADE DE LETRASCurso: Questões de gênero e sexualidade no ensino de línguas estrangeiras.Público-alvo: Alunas/os de Letras, habilitação Línguas Estrangeiras, e professoras/es de línguasestrangeiras (espanhol, inglês e francês).Natureza: Formação complementar.Professor: Prof. Ms. Marco Túlio de Urzêda Freitas.Supervisora: Profa. Dra. Rosane Rocha Pessoa.Carga horária: 32 horas.Estrutura: Encontros quinzenais com duração de 2 horas.Período: Março/2013 a Novembro/2013.Número de vagas: 20.EMENTA: Produção colaborativa de conhecimentos críticos na formação de professoras/es delínguas estrangeiras. Reflexão crítico-colaborativa sobre questões de gênero e sexualidade no ensinode línguas estrangeiras.OBJETIVOS:  Encorajar a reflexão crítica de alunas/os de Letras, habilitação Línguas Estrangeiras, e de professoras/es de línguas estrangeiras (inglês, espanhol e francês);  Discutir os conceitos de gênero e sexualidade no mundo contemporâneo;  Relacionar as categorias identitárias gênero e sexualidade ao contexto pedagógico, tendo como foco o ensino de línguas estrangeiras;  Refletir sobre as possibilidades e limitações de um ensino de línguas estrangeiras orientado por teorias e pedagogias queer.CONTEÚDO:  Questões de identidade e diferença na educação;  Gênero, sexualidade e educação: contribuições das teorias e pedagogias feministas;  Gênero, sexualidade e educação: foco nas teorias e pedagogias queer;  Da aplicação de teorias ao ativismo político: uma linguística aplicada crítica;  Questões de gênero e sexualidade no ensino de línguas estrangeiras.PROCEDIMENTOS: O curso será conduzido por meio da apresentação dialogada de textos eatividades pedagógicas, bem como do compartilhamento de saberes e experiências pessoais eprofissionais diversas. Espera-se, portanto, que as apresentações encorajem a participação detodas/os as/os presentes.AVALIAÇÃO: As/Os participantes serão avaliadas/os por meio de presença e participação (2,0),apresentações (2,0), textos críticos sobre os artigos lidos e/ou reflexões postadas em um blog dogrupo (2,0) e um trabalho final (um ensaio de 4 a 8 páginas) sobre as possibilidades e/ou limitaçõesdo trabalho com as categorias identitárias gênero e sexualidade no ensino de inglês como línguaestrangeira (4,0).
  2. 2. PROGRAMAÇÃO: 08/03/2013 Apresentação: leitura e discussão do programa do curso; compartilhamento de expectativas e ansiedades; debate do questionário inicial. Texto 1 SILVA, T. T. A produção social da identidade e da diferença. In: SILVA, T. T. 22/03/2013 Identidade e diferença: a perspectiva dos Estudos Culturais. Petrópolis: Vozes, 2007, p. 73-102. Responsável: Marco Túlio Textos 2 e 3 LOURO, G. L. A emergência do gênero. In: Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997, p. 14-36. LOURO, G. L. Gênero, sexualidade e poder. In: Gênero, sexualidade e 05/04/2013 educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997, p. 37- 56. Sugestões de filmes: Um Bonde Chamado Desejo (A Streetcar Named Desire) e Meninos Não Choram (Boys Don’t Cry). Responsáveis: _______________________ Texto 4 LOURO, G. L. Práticas educativas feministas. In: Gênero, sexualidade e 19/04/2013 educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997, p. 110- 141. Responsáveis: _______________________ Texto 5 LOURO, G. L. Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. 10/05/2013 Belo Horizonte: Autêntica, 2004, p. 27-73. Sugestões de filmes: Tudo Sobre Minha Mãe (Todo Sobre Mi Madre) e O Segredo de Brokeback Mountain (Brokeback Moutain). Responsáveis: _______________________ Textos 6 e 7 PENNYCOOK, A. Introduction: critical approaches to TESOL. TESOL Quarterly, v. 33, n. 3, p. 329-348, 1999. MOITA LOPES, L. P. Linguagem e escola na construção de quem somos. In: 24/05/2013 FERREIRA, A. J. Identidades sociais de raça, etnia, gênero e sexualidade: práticas pedagógicas em sala de aula de línguas e formação de professores/as. Campinas: Pontes Editores, 2012, p. 9-12. Responsáveis: _______________________ Textos 8 e 9 NELSON, C. Heterosexism in ESL: examining our attitudes. TESOL Quarterly, 07/06/2013 v. 27, n. 1. p. 143-150, 1993. NELSON, C. Sexual Identities in ESL: Queer Theory and Classroom Inquiry. TESOL Quarterly, v. 33, n. 3. p. 371-391, 1999. Responsáveis: _______________________ Texto 10 e 11 NELSON, C. Beyond straight grammar: using lesbian/gay themes to explore cultural meanings. In NORTON, B.; PAVLENKO, A. (Org.) Gender and English language learners. Alexandria, VA: TESOL Publications, 2004, p. 15- 21/06/2013 28. ROCHA, L. L. Letramentos queer na escola pública: performativizando uma pesquisa-ação. In: Anais do III Simpósio Nacional Discurso, Identidade e Sociedade, UNICAMP, p. 1-14, 2012. Responsáveis: _______________________
  3. 3. Texto 12 URZÊDA-FREITAS, M. T. Corpo, discurso e relações de poder no ensino 16/08/2013 crítico de línguas estrangeiras: foco na experiência de um professor homossexual. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2012. Sugestão de filme: A Pele Que Habito (La Piel Que Habito). Responsáveis: _______________________ Primeiro encontro para o compartilhamento de ideias, planos de aula e/ou 30/08/2013 atividades, e para a problematização da experiência das/os professoras/professores. Segundo encontro para o compartilhamento de ideias, planos de aula e/ou 13/09/2013 atividades, e para a problematização da experiência das/os professoras/professores. Terceiro encontro para o compartilhamento de ideias, planos de aula e/ou 27/09/2013 atividades, e para a problematização da experiência das/os professoras/professores. Quarto encontro para o compartilhamento de ideias, planos de aula e/ou 11/10/2013 atividades, e para a problematização da experiência das/os professoras/professores. Quinto encontro para o compartilhamento de ideias, planos de aula e/ou 25/10/2013 atividades, e para a problematização da experiência das/os professoras/professores. Encerramento: considerações finais sobre a participação na pesquisa e sobre as 15/11/2013 contribuições e limitações das teorias/pedagogias queer para o ensino de línguas estrangeiras no Brasil. 29/11/2013 Entrega do trabalho final.Bibliografia complementarBAUMAN, S. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.CELANI, M. A. A. Ensino de línguas estrangeiras: ocupação ou profissão. In: LEFFA, V. J. (Org.)O professor de línguas estrangeiras: construindo a profissão. Pelotas: EDUCAT, 2008. p. 23-44.CONTRERAS, J. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002 [1999].DAMIANOVIC, M. C. O lingüista aplicado: de um aplicador de saberes a um ativista político.Linguagem & Ensino, v. 8, n. 2. p. 181-196, 2005.ELLSWORTH, E. Why doesn’t this feel empowering? Working through the repressive myths ofcritical pedagogy. In: LUKE, C.; GORE, H. (Org.) Feminisms and critical pedagogy. New York:Routledge, 1992, p. 90-119.FABRICIO, B. F. Lingüística aplicada como espaço de desaprendizagem. In: MOITA LOPES, L.P. (Org.) Por uma lingüística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola Editorial, 2006a. p. 45-65.FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005 [1970].HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006 [1992].HOOKS, B. Teaching to transgress: education as the practice of freedom. New York: Routledge,1994.JAGOSE, A. Queer theory: an introduction. Ney York: New York University Press, 1996.LEFFA, V. J. Aspectos políticos da formação do professor de línguas estrangeiras. In: LEFFA. V. J.(Org.). O professor de línguas estrangeiras: construindo a profissão. Pelotas: EDUCAT, 2008. p.353-376.
  4. 4. LOURO, G. L. Pedagogias da sexualidade. In: LOURO, G. L. (Org.). O corpo educado: pedagogiasda sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 9-34.LOURO, G. L. Os estudos queer e a educação no Brasil: articulações, tensões, resistências.Contemporânea, v. 2, n. 2, p. 363-369, 2012.MOITA LOPES, L. P. Identidades fragmentadas: a construção discursiva de raça, gênero esexualidade em sala de aula. Campinas: Mercado de Letras, 2002.MOITA LOPES, L. P. Socioconstrucionismo: discurso e identidade social. In: MOITA LOPES, L.P. (Org.) Discursos de Identidades. Campinas: Mercado de Letras, 2003, 13-38.MOITA LOPES, L. P. Linguística Aplicada e vida contemporânea: problematização dos construtosque têm orientado a pesquisa. In: MOITA LOPES, L. P. (Org.) Por uma Linguística AplicadaIndisciplinar. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. p. 85-107.MOITA LOPES, L. P. Sexualidades em sala de aula: discurso, desejo e teoria queer. In:MOREIRA, A. F.; CANDAU, V. M. (Org.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticaspedagógicas. Petrópolis: Vozes, 2008, p. 125-148.MOITA LOPES, L. P. Linguística Aplicada como lugar de construir verdades contingentes:sexualidades, ética e política. Gragoatá, v. 27, p. 33-50, 2010.PENNYCOOK, A. A lingüística aplicada dos anos 90: em defesa de uma abordagem crítica. In:SIGNORINI, I; CAVALCANTI, M. C. (Org.). Lingüística aplicada e transdisciplinaridade.Campinas: Mercado de Letras, 1998 [1990]. p. 23-49.PENNYCOOK, A. English and the discourses of colonialism. Londres: Routledge, 1998.PENNYCOOK. A. Critical Applied Linguistics: a critical introduction. Mahwah, NJ: LawrenceErlbaum Associates, 2001.PENNYCOOK, A. Uma lingüística aplicada transgressiva. In: MOITA LOPES, L. P. (Org.). Poruma lingüística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parábola, 2006, p. 67-84.PESSOA, R. R.; URZÊDA-FREITAS, M. T. Ensino crítico de línguas estrangeiras. In:FIGUEIREDO, F. J. Q. (Org.). Formação de professores de línguas estrangeiras: princípios epráticas. Goiânia: Editora da UFG, 2012, p. 57-80.PESSOA, R. R.; URZÊDA-FREITAS, M.T. Challenges in critical English teaching. TESOLQuarterly, v. 46, n. 4, p. 753-776, 2012.PINTO, J. P. Os gêneros do corpo: para começar a entender. In: GONÇALVES, E. (Org.).Desigualdades de gênero no Brasil: reflexões e experiências. Goiânia, Grupo Transas do Corpo,2004. p. 33-44.PSCITELLI, A. Interseccionalidades, categorias de articulação e experiências de migrantesbrasileiras. Sociedade e Cultura, v. 1, n. 2, p. 263-274, 2008.SHOR, I. Empowering education: critical teaching for social change. Chicago: The University ofChicago Press, 1992.SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte:Autêntica, 2007b.SULLIVAN, N. A critical introduction to queer theory. New York: New York University Press,2003.TRIFONAS, P. P. Introduction. Pedagogies of difference: locating otherness. In: TRIFONAS, P. P.(Org.). Pedagogies of difference: rethinking education for social change. New York: Routledge,2003. p. 1-9.URZÊDA FREITAS, M. T.; PESSOA, R. R. Gênero, sexualidade e ensino crítico de línguasestrangeiras: intersecções com a formação de professores/as. In: FERREIRA, A. J. Identidadessociais de raça, etnia, gênero e sexualidade: práticas pedagógicas em sala de aula de línguas eformação de professores/as. Campinas: Pontes Editores, 2012a. p. 145-165.URZÊDA-FREITAS, M. T.; PESSOA, R. R. Rupturas e continuidades na Linguística AplicadaCrítica: uma abordagem historiográfica. Calidoscópio, v. 10, p. 225-238, 2012b.WALSH, C. Interculturalidade, crítica e pedagogia decolonial: in-surgir, re-existir e re-viver. In:CANDAU, V. M. (Org.). Educação intercultural na América Latina: entre concepções, tensões epropostas. Rio de Janeiro: 7Letras, 2009. p. 12-43.

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