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Projeto de Sistemas de Vapor
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Geração de Vapor
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Caldeira Fogotubular
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Burners 
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Superheater 
Steam Drum 
Convection Bank 
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Caldeira Aquatubular
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Caldeira Mista
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Perdas Identificadas – Casa de Caldeira 
Na água de alimentação 
P1 - Ação de gases dissolvi...
Projeto de Sistemas de Vapor 
Água 
Ela pode ser boa o suficente para beber, 
mas não boa o suficiente para a Caldeira?
Projeto de Sistemas de Vapor 
Impurezas comuns na água 
• Sólidos dissolvidos - formadores de incrustações. Os principais ...
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Por que tratar a água para a Caldeira? 
1. Minimizar a corrosão na caldeira, sistema de dist...
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Técnicas de Tratamento de Água 
1. Redução do nível de sólidos totais dissolvidos por 
desmi...
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Projeto de Sistemas de Vapor 
Cabeçote Desaerador
Projeto de Sistemas de Vapor 
Controle de Sólidos Totais Dissolvidos 
Assegurar a qualidade 
da água de caldeira 
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Efeitos do Alto Nível de STD na Caldeira 
• Arraste de impurezas no vapor; 
•Contaminação de...
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elétrica da água 
O nível de STD em ppm é a...
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Cálculo da Vazão de Descarga 
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10,000 kg/h Exemplo: 
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permitido = 
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Dados de entrada 
F = STD da alimentação (ppm) = 250 ppm 
B = STD requerido (ppm) = 2.500 pp...
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Vantagens do Controle Automático 
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Sistema Resfriador de Amostras 
Válvula de 
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tanque 
descarga 
Caldeira 
Descarga de fundo 
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Descarga de Fundo
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Descarga de Fundo 
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através de uma válvula 
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Cálculo da Descarga de Fundo 
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1 - Dados referentes à água de ali...
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Cálculo da Descarga de Fundo 
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Dados da Caldeira: 
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Cálculo dos ciclos de concentração com relação a cada componente. Consultar a tab...
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Cálculo da Descarga de Fundo 
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12,4 
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Cálculo de Descarga de Fundo 
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Cálculo de Descarga de Fundo 
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Em 1 segundo – 7,4 Kg 
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Descarga de Fundo Manual 
• Necessita de supervisão do operador; 
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Automático de Descarga de Fundo 
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Casos Reais - Incrustação
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Deposição de Fuligem nos Tubos 
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Perda de Eficiência de Troca Térmica 
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FILME DE ÁGUA 
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Combustor Principal
Projeto de Sistemas de Vapor 
Combustível Oxigênio 
Triângulo 
de 
Combustão 
Fonte de Ignição
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Reações Químicas da Combustão 
COMBUSTÃO ESTEQUIOMÉTRICA 
2 C + O2 = 2 CO + 2 200 Kcal / Kg ...
Projeto de Sistemas de Vapor 
Equação Geral da Combustão 
CmHn m n O mCO n H O 
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Quantidade de Ar necessária à Combustão 
CÁLCULO ESTEQUIOMÉTRICO TEÓRICO 
Kg ar / Kg combust...
Projeto de Sistemas de Vapor 
Constantes de Combustão
Projeto de Sistemas de Vapor 
Constantes de Combustão - Gases
Projeto de Sistemas de Vapor 
Análises elementares típicas dos Combustíveis 
de Petróleo
Projeto de Sistemas de Vapor 
Combustão 
CO2 nos gases de Excesso Perda de Perda de com-combustão 
(%) de ar (%) calor (Kc...
Projeto de Sistemas de Vapor 
Rendimento da Combustão
Projeto de Sistemas de Vapor 
Rendimento da Combustão 
1) Medir a temperatura dos gases na saída da câmara de combustão; 
...
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Rendimento da Combustão 
EXEMPLO : 1º MEDIÇÃO 2º MEDIÇÃO 
1) Temperatura dos gases na chamin...
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Rendimento e Temperatura dos Gases x Pressão
Projeto de Sistemas de Vapor 
Emissões de Carbono
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Geração de CO2
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A unidade de 
massa atômica (u) 
foi medida 
experimentalmente 
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Projeto de Sistemas de Vapor
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Sintomas e Causas da Combustão Imperfeita 
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BAIXO TEOR DE CO2 OU A...
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EXCESSO ASPECTO DA CHAMA 
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Controle da Combustão 
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Parte 02 geração de vapor

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  7. 7. Projeto de Sistemas de Vapor Caldeira Mista
  8. 8. Projeto de Sistemas de Vapor Perdas Identificadas – Casa de Caldeira Na água de alimentação P1 - Ação de gases dissolvidos: 02, CO2 ... (corrosão) P2 - Ação da alimentação de água não modulada (queda de pressão) P3 - Choque térmico pela alimentação (ON/OFF) P4 - Sólidos suspensos na água de alimentação P5 - Ação dos sólidos dissolvidos na água Nas descargas P6 - Perda de calor por descargas excessivas P7 - Perda de calor por descargas corretas P8 - Perdas de calor por descargas na limpeza do controle de nível P9 - Comprometimento da segurança da caldeira por descargas insuficientes P10 - Comprometimento do rendimento da caldeira por descargas insuficientes Pela ação do combustível P11 - Isolamento das tubulações pela ação da deposição de fuligem P12 - Pelo grande intervalo entre uma limpeza e outra da tubulação Pela qualidade do vapor gerado P13 - Título do vapor abaixo do desejado Pelo descontrole da geração de vapor P14 - Picos e vales na geração de vapor P15 - Pela ação de golpes de aríete ao alimentar as tubulações
  9. 9. Projeto de Sistemas de Vapor Água Ela pode ser boa o suficente para beber, mas não boa o suficiente para a Caldeira?
  10. 10. Projeto de Sistemas de Vapor Impurezas comuns na água • Sólidos dissolvidos - formadores de incrustações. Os principais são os carbonatos e sulfatos de cálcio e magnésio. Nem todos os sólidos dissolvidos causam incrustações. • Sólidos em suspensão - A lama é formada geralmente de sólidos minerais ou partículas orgânicas, em suspensão. Problemas comum na maioria das águas. • Gases dissolvidos - corrosivo. Oxigênio e dióxido de carbono. • Substâncias espumantes - Espumas minerais usualmente contém soda na forma de carbonato, clorito ou sulfato.
  11. 11. Projeto de Sistemas de Vapor Por que tratar a água para a Caldeira? 1. Minimizar a corrosão na caldeira, sistema de distribuição de vapor e retorno de condensado; 22. Evitar a incrustação no interior da caldeira; 33. Minimizar a formação de espuma e arraste de água da caldeira junto com o vapor, garantindo assim um vapor limpo e seco.
  12. 12. Projeto de Sistemas de Vapor Técnicas de Tratamento de Água 1. Redução do nível de sólidos totais dissolvidos por desmineralização, osmose reversa ou alcalinização. 22. Transformação de sais precipitados em sais solúveis. 33. Desaeração mecânica, térmica ou química da água de alimentação para remover oxigênio dissolvido. 44. Dosagem química para manter as condições de alcalinidade, para manter os sólidos em suspensão ao invés de gerarem incrustação e prevenir corrosão.
  13. 13. Projeto de Sistemas de Vapor
  14. 14. Projeto de Sistemas de Vapor Cabeçote Desaerador
  15. 15. Projeto de Sistemas de Vapor Controle de Sólidos Totais Dissolvidos Assegurar a qualidade da água de caldeira através do controle contínuo e automático da quantidade de sólidos dissolvidos e em suspensão.
  16. 16. Projeto de Sistemas de Vapor Efeitos do Alto Nível de STD na Caldeira • Arraste de impurezas no vapor; •Contaminação de produtos e processos; • Bloqueio de sistemas de distribuição e drenagem; •Baixa eficiência de troca térmica (vapor úmido e com impurezas); •Golpes de Aríete; • Formação de espuma afeta a leitura do nível de água da caldeira.
  17. 17. Projeto de Sistemas de Vapor Efeitos do Alto Nível de STD na Caldeira Queda de eficiência de troca térmica Contaminação das válvulas e acessórios Caldeira Travamento dos purgadores STD alto na caldeira.
  18. 18. Projeto de Sistemas de Vapor Medindo o nível de STD através da condutividade elétrica da água O nível de STD em ppm é aproximadamente: STD = (Condutividade em mS.cm) x 0.7 OBS1: Relação válida para amostra neutra à 25 oC OBS2: A água da caldeira é normalmente mantida alcalina (tipicamente pH 9 - 11) Com o intuito de prevenir a corrosão da caldeira e como efeito disto, existe o aumento da condutividade desta água.
  19. 19. Projeto de Sistemas de Vapor Medindo o nível de STD através da condutividade Nível máximo de STD tolerado STD máximo (ppm) para cada tipo de caldeira Lancashire 2-Passes 3-Passes Aquatubular baixa pressão Aquatubular média pressão Geradores de vapor • Valores somente estimativos • O fabricante da caldeira deve ser consultado para obtenção de valores específicos. 10,000 4,500 3,000-3,500 2000-3000 1,500 2,000 elétrica da água
  20. 20. Projeto de Sistemas de Vapor Vazão de descarga = F x S B - F Cálculo da Vazão de Descarga Sendo: F = STD da água de alimentação (ppm) B = STD requerido na caldeira (ppm) S = Capacidade de demanda de vapor (kg/h)
  21. 21. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo da Vazão de Descarga Demanda de 10,000 kg/h Exemplo: STD máximo permitido = 2,500 ppm Pressão de operação = 10 bar Temperatura de saturação = 184 oC Alimentação com 250 ppm
  22. 22. Projeto de Sistemas de Vapor Dados de entrada F = STD da alimentação (ppm) = 250 ppm B = STD requerido (ppm) = 2.500 ppm S = Demanda de vapor (kg/h) = 10.000 kg/h Vazão de descarga = F x S B - F = 250 x 10.000 2.500 - 250 = 1.111,11 kg/h Cálculo da Vazão de Descarga Exemplo:
  23. 23. Projeto de Sistemas de Vapor Vantagens do Controle Automático • Qualidade do vapor gerado; • Economia de água tratada quimicamente; • Economia de combustível para aquecimento; • Paradas de manutenção menos freqüentes; • Dispensa supervisão do operador; • Controle remoto do nível de STD.
  24. 24. Projeto de Sistemas de Vapor Sistema Resfriador de Amostras Válvula de bloqueio de amostra saída de refrigeração Entrada de água de refrigeração coleta de amostra
  25. 25. Projeto de Sistemas de Vapor tanque descarga Caldeira Descarga de fundo Vent head Descarga de Fundo
  26. 26. Projeto de Sistemas de Vapor Descarga de Fundo Remoção periódica dos sólidos decantados, através de uma válvula instalada no fundo da caldeira
  27. 27. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo da Descarga de Fundo • Informações Necessárias: 1 - Dados referentes à água de alimentação ou make-up:  Teores de: Cloreto, Sílica, Sólidos totais dissolvidos, sólidos em suspensão e Ferro (ppm);  Vazão de água de Make-up (kg/h). 2 - Dados referentes à Caldeira:  Pressão de Trabalho (Kgf/cm2);  Vazão de Vapor (Kg/h);  Porcentagem de retorno de condensado em relação ao vapor gerado.
  28. 28. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo da Descarga de Fundo • EXEMPLO: Dados da Caldeira: - Pressão de Trabalho: 10,5 Kgf/cm2 - Vazão de Vapor: 3.000 Kg/h - Percentual de retorno de condensado: 45% em relação ao vapor produzido Dados Físico-Químicos da Água de Alimentação: - Cloretos: 12,4 ppm; - Sílica: 8,0 ppm; - STD: 79,2 ppm; - Sólidos em Suspensão: 11,1 ppm; - Ferro Total: 0,45 ppm.
  29. 29. Projeto de Sistemas de Vapor 1º Passo: Cálculo dos ciclos de concentração com relação a cada componente. Consultar a tabela abaixo, de acordo com a pressão de operação da Caldeira: C.C. = Concentração Máxima permitida (tabela) Concentração da água da Caldeira (fornecida) Pressão da Caldeira (Kgf/cm2) STD (ppm) S.S. (ppm) Sílica (ppm SiO2) Ferro (ppm Fe) Cloreto (ppm CL) 0 - 10 3500 - 3000 350 - 300 180 - 140 10 até 13 Kgf/cm2 < 500 10 - 20 3000 - 2500 300 - 250 140 - 100 10 - 05 13 a 20 Kgf/cm2 < 400 20 - 30 2500 - 2000 250 - 200 100 - 50 05 - 04 20 a 30 Kgf/cm2 < 300 50 - 42 2000 - 1500 200 - 150 50 - 40 04 - 03 acima de 30 Kgf/cm2 < 150 Cálculo da Descarga de Fundo
  30. 30. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo da Descarga de Fundo C.C. Cloreto = 500 = 40,32 12,4 C.C. Sílica = 100 = 12,50 8 C.C. STD = 2500 = 31,57 79,2 C.C. S.S. = 250 = 22,52 11,1 C.C. Ferro = 5 = 11,1 0,45 Portanto, o Ferro é o componente crítico, ou seja, atingirá sua concentração máxima permissível no interior da Caldeira antes dos demais.
  31. 31. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo de Descarga de Fundo 2º Passo: Cálculo da quantidade de água a ser descarregada: C.C.Ferro = C.C.Crítico = 11,1 B = Vazão da Caldeira C.C.Crítico - 1 B = 3.000 = 297,03 Kg/h de água a serem 11,1 - 1 descarregados
  32. 32. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo de Descarga de Fundo 3º Passo: Cálculo do tempo de abertura total da válvula de descarga de fundo instalada, consultando a tabela abaixo: PRESSÃO (BAR) 1/2" 1" 1.1/2" 2" 2.1/2" 3" 7 1,3 2,7 6,0 8,0 11,8 20,8 10,5 2,0 3,6 7,4 10,0 13,8 24,8 14 2,1 3,8 8,1 11,2 17,0 27,5 17,5 2,2 4,0 8,8 12,3 19,0 30,0 21 2,3 4,1 9,0 13,2 21,2 31,8 24,5 2,4 4,2 9,2 14,0 22,7 33,2 28 2,5 4,3 9,4 15,0 24,2 34,0 Considerando que a válvula instalada é DN 1.1/2”, podemos ver na tabela que ela descarrega 7,4 Kg/segundo, para a pressão da Caldeira de 10 bar.
  33. 33. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo de Descarga de Fundo Assim, temos: Em 1 segundo – 7,4 Kg Em X segundos – 297,03 Kg X = 40,1 segundos 40,1 seg. / 5 seg. = 8 descargas Como o tempo máximo de descarga remendado é de 5 seg., deveremos abrir totalmente as válvulas de descarga de fundo por 5 segundos, 8 vezes por hora.
  34. 34. Projeto de Sistemas de Vapor Descarga de Fundo Manual • Necessita de supervisão do operador; • Desperdício de água tratada e aquecida; • Risco de incrustação; • Queda de eficiência da caldeira; • Risco de enviar água aquecida para o esgoto.
  35. 35. Projeto de Sistemas de Vapor Injeção de Ar Comprimido Válvula Solenóide Atuador Pneumático Caldeira Válvula de Descarga de Fundo Manual Fornecimento de Energia Válvula de Descarga de Fundo Automática Timer Instalação do Sistema Automático de Descarga
  36. 36. Projeto de Sistemas de Vapor Vantagens do Sistema Automático • Dispensa supervisão do operador; • Minimiza desperdício de água tratada e aquecida; • Minimiza risco de incrustação; • Elimina o risco de envio de água aquecida para o esgosto.
  37. 37. Projeto de Sistemas de Vapor Exemplo de Viabilidade Econômica para Controle Automático de Descarga de Fundo Pressão da Caldeira = 10,5 barg Tempo de descarga teórico = 5 seg. p/ hora Diâmetro da válvula = 2” Tempo de descarga real = aprox. 12 seg. Combustível = óleo BPF (poder calorífico inferior = 9.700 kcal/kg)
  38. 38. Projeto de Sistemas de Vapor Exemplo de Viabilidade Econômica para Controle Automático de Descarga de Fundo Descarga da válvula 2” = 100 kg/segundo Tempo de descarga a mais = 7 segundos p/ hora Vazão a mais p/ hora = 700 kg/ hora Calor Sensível a 10barg = 185,6 kcal/kg Energia contida no excedente = 185,6 * 700 = 129.920 kcal/hora Quantidade de óleo BPF = 129.920 / 9.700 = 13,4 kg de óleo p/ hora Custo do óleo BPF = R$ 0,70 p/ kg Custo c/ combustível p/ hora = 13,4 kg * R$ 0,70 = R$ 9,38 p/ hora Custo c/ combustível p/ mês = R$ 9,38 * 720 horas = R$ 6.753,00
  39. 39. Projeto de Sistemas de Vapor Casos Reais - Incrustação
  40. 40. Projeto de Sistemas de Vapor Casos Reais - Incrustação
  41. 41. Projeto de Sistemas de Vapor Casos Reais - Incrustação
  42. 42. Projeto de Sistemas de Vapor Relação entre Incrustação de CaCO33 ee PPeerrddaa ddee TTrraannssmmiissssããoo TTéérrmmiiccaa 1,5 mm 15% 3,1 mm 20% 6,3 mm 39% 9,5 mm 55% 12,7 mm 70% Incrustações de Sílica (SiO2) podem pelo menos dobrar os índices acima mencionados. Estes índices foram comprovados pela Escola Politécnica Federal de Zurich- Suíça, e publicados em 25/04/1984.
  43. 43. Projeto de Sistemas de Vapor Perda de Eficiência em Caldeiras pela Deposição de Fuligem nos Tubos ESPESSURA DA FULIGEM PERDA TÉRMICA 0,78 mm 9,5% 1,50 mm 26,0% 3,10 mm 45,3% 4,60 mm 69,0%
  44. 44. Casa de Caldeira Spirax Sarco Projeto de Sistemas de Vapor Cabeçote de Retorno de desaerador condensado Vapor flash TTaannqquuee ffllaasshh Descarga residual DESAERADOR Água de reposição TTrrooccaaddoorr ddee ccaalloorr Derector de contaminação de condensado Queimador Válvula de partida Descarga p/ tanque flash Vapor CALDEIRA Separador Detector de arraste Chaminé Descarga de fundo temporizada Chaminé MMeeddiiddoo rr ddee vvaazzããoo Vapor p/ fábrica Vapor flash p/ atmosfera Vaso de descarga Descarga p/ canaleta Descarga de fundo Retorno de condensado Armazena/o e condiciona/o de água Alimentação e controle de nível de caldeira Controle de STD na água da caldeira Recuperação de calor Válvula de descarga de fundo do tanque Sistema de partida 2 2 3 3 1 1 4 4 5 6 5 6
  45. 45. Projeto de Sistemas de Vapor Perda de Eficiência de Troca Térmica Filme de Ar PRODUTO FILME DE ÁGUA Superfície de Metal Aquecido FFiillmmee ddee CCoonnddeennssaaddoo Temperatura do VAPOR Temperatura do PRODUTO
  46. 46. Projeto de Sistemas de Vapor
  47. 47. Projeto de Sistemas de Vapor Combustor Principal
  48. 48. Projeto de Sistemas de Vapor Combustível Oxigênio Triângulo de Combustão Fonte de Ignição
  49. 49. Projeto de Sistemas de Vapor Reações Químicas da Combustão COMBUSTÃO ESTEQUIOMÉTRICA 2 C + O2 = 2 CO + 2 200 Kcal / Kg C + O2 = CO2 + 7 830 Kcal / Kg 2 H2 + O2 = 2 H2 Ox + 28 890 Kcal / Kg 2 S + 3O2 = 2 SO3 CASO A TEMPERATURA CAIR ABAIXO DO PONTO DE ORVALHO DO SO3 ( T < 200 ºC ), HAVERÁ FORMAÇÃO DE ÁCIDO SULFÚRICO
  50. 50. Projeto de Sistemas de Vapor Equação Geral da Combustão CmHn m n O mCO n H O ö çè + æ + 4 2 para o me o 2 2 2 1 4 tan + æ çè4 * 1 + 4 ö ö çè C H O CO H O 1 4 2 2 2 CH 2 O CO 2 H O 4 2 2 2 2 4 4 + Þ + ÷ø æ + Þ ÷ø ÷ø æ + Þ ÷øö çè
  51. 51. Projeto de Sistemas de Vapor Quantidade de Ar necessária à Combustão CÁLCULO ESTEQUIOMÉTRICO TEÓRICO Kg ar / Kg combustível = 11 , 5 C + 34 , 7 H2 + 4 , 3 S onde C = % de Carbono no Combustível H2 = % de Hidrogênio no Combustível S = % de Enxofre no Combustível EXEMPLO : Composição do combustível : C = 84 % H2 = 11 % S = 4 % Kg ar / Kg combustível = 11 , 5 x 0, 84 + 34 , 7 x 0 , 11 + 4 , 3 x 0 , 04 = 13 , 65 Quantidade de ar estequiométrico necessário à combustão 13 , 65 Kg de ar / Kg de combustível.
  52. 52. Projeto de Sistemas de Vapor Constantes de Combustão
  53. 53. Projeto de Sistemas de Vapor Constantes de Combustão - Gases
  54. 54. Projeto de Sistemas de Vapor Análises elementares típicas dos Combustíveis de Petróleo
  55. 55. Projeto de Sistemas de Vapor Combustão CO2 nos gases de Excesso Perda de Perda de com-combustão (%) de ar (%) calor (Kcal) bustível (%) 16 0 0 0 15 5 19 0,4 14 10 47 1 13 18 80 1,7 12 28 113 2,4 11 40 160 3,4 10 54 216 4,6 9 70 282 6 8 93 362 7,8 7 120 479 10,2 6 152 620 13,2 5 198 808 17,2 4 273 1104 23,5 3 396 1598 34 2 635 2558 54,5
  56. 56. Projeto de Sistemas de Vapor Rendimento da Combustão
  57. 57. Projeto de Sistemas de Vapor Rendimento da Combustão 1) Medir a temperatura dos gases na saída da câmara de combustão; 2) Medir a temperatura ambiente na tomada de ar de combustão; 3) Medir a % de CO2 nos gases de queima na saída da câmara de combustão; 4) Calcular o DT = ITEM 1 - ITEM 2 5) Verificar no gráfico a % de perda através dos gases de combustão (coluna vertical direita) e o rendimento da combustão (coluna vertical esquerda); 6) Efetuar as correções necessárias e que na maioria das vezes relacionam-se com a temperatura de pré-aquecimento do óleo e excesso de ar na combustão; 7) As medições devem ser efetuadas com cerca de 20 a 30 minutos de intervalo.
  58. 58. Projeto de Sistemas de Vapor Rendimento da Combustão EXEMPLO : 1º MEDIÇÃO 2º MEDIÇÃO 1) Temperatura dos gases na chaminé ( Tg = ºC) 310 250 2) Temperatura ambiente ( Ta = ºC ) 25 26 3) DT = ( Tg - Ta ) 285 224 4) % CO2 nos gases 11 12, 5 5) % Perda de calor 14, 5 10, 5 6) % Rendimento da combustão 85, 5 89, 5
  59. 59. Projeto de Sistemas de Vapor Rendimento e Temperatura dos Gases x Pressão
  60. 60. Projeto de Sistemas de Vapor Emissões de Carbono
  61. 61. Projeto de Sistemas de Vapor Geração de CO2
  62. 62. Projeto de Sistemas de Vapor A unidade de massa atômica (u) foi medida experimentalmente em espectrógrafos de massa, com valor encontrado de 1U = 1,6605402(10) x 10-27 Kg que é a massa de um átomo de Hidrogênio, e ela indica quantas vezes a massa de um átomo é maior que 1/12 da massa do isótopo do carbono 12. Unidade de Massa Atômica International Union of Pure and Applied Chemistry (IUPAC)
  63. 63. Projeto de Sistemas de Vapor
  64. 64. Projeto de Sistemas de Vapor Sintomas e Causas da Combustão Imperfeita SINTOMAS CAUSAS PROVÁVEIS BAIXO TEOR DE CO2 OU AR EM EXCESSO , ATOMIZAÇÃO IMPERFEITA , ALTO TEOR DE O2 TIRAGEM EXCESSIVA , ENTRADA FALSA DE AR TEMPERATURA ALTA DOS GASES TIRAGEM EXCESSIVA , QUEIMADOR COM DE COMBUATÃO (180ºC À 200ºC ) CAPACIDADE ELEVADA , SUPERFÍCIE DE TROCA DE CALOR SUJAS OU SUBDIMENCIONADA , FORNALHA INADEQUADA QUANTIDADE DE FULIGEM TIRAGEM INSUFICIENTE, ATOMIZAÇÃO IMPERFEITA, COMBUSTÍVEL EM EXCESSIVA VENTOINHA INADEQUADA , FORNALHA DEFEITUOSA TIRAGEM EXCESSIVA AUMENTO NA TEMPERATURA DOS GASES NA CHAMINÉ, REDUÇÃO DO PERCENTUAL DE CO2 TIRAGEM INSUFICIENTE COMBUSTÃO DEFICIENTE, EXCESSO DE FULÍGEM, FUMAÇA PARA A ÁREA EXTERNA
  65. 65. Projeto de Sistemas de Vapor EXCESSO ASPECTO DA CHAMA DE AR ÓLEO GÁS Muito alto Muito brilhante, vendo-se toda a Azulada e transparente fornalha Alto Final da chama com cor amarelo Azul claro Ideal Final de chama dourado Vermelho-azulada levemente rosada Baixo Amarelo escura com a fornalha Avermelhada semelhante também escura à do óleo
  66. 66. Projeto de Sistemas de Vapor Controle da Combustão - PERCENTUAL DE CO2 NOS GASES DA CHAMINÉ - PERCENTUAL DE CO NOS GASES DA CHAMINÉ - PERCENTUAL DE O2 NOS GASES DA CHAMIÉ - TEMPERATURA DOS GASES NA CHAMINÉ - QUANTIDADE DE FULIGEM - TIRAGEM APERELHO DE ORSAT, FYRITE (BACHARACH), E DWYER
  67. 67. Projeto de Sistemas de Vapor

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