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Parte 01 conceitos basicos

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Parte 01 conceitos basicos

  1. 1. Projeto de Sistemas de Vapor
  2. 2. Projeto de Sistemas de Vapor Spirax Sarco – uma empresa mundial  Fundada em 1910;  Origem Inglesa;  50 anos fabricando no Brasil;  4.400 Empregados no Mundo;  41 Companhias em 32 Países;  Distribuidores Autorizados em 51 países;  12 Fábricas no Mundo.
  3. 3. Projeto de Sistemas de Vapor Spirax Sarco – uma empresa mundial ■ empresas do grupo ● escritórios de vendas ▲ distribuidores
  4. 4. Projeto de Sistemas de Vapor Spirax Sarco – um recurso global A Spirax Sarco fornece Conhecimento (K), Serviços (S) e Produtos (P), mundialmente, para o controle e uso eficiente do vapor e outros fluidos industriais.
  5. 5. Projeto de Sistemas de Vapor Compartilhando Conhecimento Para prover soluções, a Spirax Sarco dispõe do conhecimento de mais de 800 engenheiros pelo mundo.
  6. 6. Projeto de Sistemas de Vapor Consultoria Técnica e Energética • Consultoria Técnica especializada no projeto, operação e manutenção do sistema de vapor e retorno de condensado. • A nível local ou corporativo, mundialmente, para atender à necessidade da sua organização.
  7. 7. Projeto de Sistemas de Vapor Sistema de Vapor  GGeerraaççããoo  DDiissttrriibbuuiiççããoo  RReettoorrnnoo  UUttiilliizzaaççããoo Objetivo: Deslocar grandes quantidades de calor e energia entre locais distantes. Aplicações: - Acionamento de máquina motriz (turbina); - Acionamento de máquina operatriz (bomba); - Aquecimento: transferindo calor e atuando diretamente no processo.
  8. 8. Projeto de Sistemas de Vapor O que é Vapor?
  9. 9. Projeto de Sistemas de Vapor O que é Vapor?
  10. 10. Projeto de Sistemas de Vapor Por que se utiliza Vapor? A cada dia, sua empresa fabrica um pprroodduuttoo qquuee NNÃÃOO éé eemmbbaallaaddoo oouu vveennddiiddoo!! EEssttee pprroodduuttoo ttrraannssppoorrttaa aa eenneerrggiiaa qquuee éé VITAL ppaarraa aass ooppeerraaççõõeess ddee ssuuaa FFáábbrriiccaa!! UUssaaddoo ppaarraa ccoozziinnhhaarr,, sseeccaarr,, aaqquueecceerr……PPooddeennddoo ttaammbbéémm ccoonnttrroollaarr tteemmppeerraattuurraass eemm nnuummeerroossooss PPrroocceessssooss ddee FFaabbrriiccaaççããoo!!
  11. 11. Projeto de Sistemas de Vapor Quais as principais vantagens de se utilizar Vapor? • Gerado a partir da água; • Permite ajuste da temperatura pela pressão; • Facilidades no transporte e distribuição; • Transporta muita energia com pouca massa.
  12. 12. Projeto de Sistemas de Vapor Tipos de Vapor
  13. 13. Projeto de Sistemas de Vapor Tipos de Vapor •• VAPOR SATURADO Vapor freqüentemente em contato com a parte líquida e em equilíbrio térmico com a mesma. •• VAPOR SUPERAQUECIDO Vapor que se encontra a uma temperatura acima da temperatura do vapor saturado.
  14. 14. Projeto de Sistemas de Vapor VAPOR SATURADO Para aquecimento (85% dos casos) VAPOR SUPERAQUECIDO Para geração de energia (15% dos casos) Tipos de Vapor
  15. 15. Projeto de Sistemas de Vapor UUttiilliizzaaççããoo DDiissttrriibbuuiiççããoo GGeerraaççããoo RReettoorrnnoo Aquecimento
  16. 16. Projeto de Sistemas de Vapor ggeerraaddoorr ddee eenneerrggiiaa eellééttrriiccaa VVaappoorr ssuuppeerraaqquueecciiddoo GGeerraaddoorr ddee vvaappoorr TTuurrbbiinnaa Geração de Energia
  17. 17. Projeto de Sistemas de Vapor Máquina à Vapor
  18. 18. Projeto de Sistemas de Vapor Princípios de Termodinâmica
  19. 19. Projeto de Sistemas de Vapor Pressão Atmosférica Pressão exercida pela atmosfera, variável com a altitude.
  20. 20. Projeto de Sistemas de Vapor Pressão Manométrica Pressão medida acima da atmosférica, lida em um manômetro.
  21. 21. Projeto de Sistemas de Vapor Pressão Absoluta Pressão Atmosférica (aprox. 1 bar a = 0 bar g) Pressão Atmosférica Pressão Manométrica PPrreessssããoo AAbbssoolluuttaa É a pressão total. É a soma das pressões. Vácuo Perfeito (0 bar a) VVVááácccuuuooo Pressão Diferencial Pressão Relativa Pressão Absoluta bar a = bar g + 1
  22. 22. Projeto de Sistemas de Vapor B A Lei de Pascal  A pressão em um recipiente fechado age igualmente em todos os pontos!  Portanto, a pressão exercida em “A” é a mesma medida em “B”, pelo manômetro!
  23. 23. Projeto de Sistemas de Vapor 11 mm 11 mm 1100 mm Coluna de Água 1155 mm
  24. 24. Projeto de Sistemas de Vapor 11 mm 11 mm 1100 mm 1155 mm PRESSÃO = FORÇA ÁREA FORÇA = Peso da coluna de água Peso específico X volume 1111....000000000000 kkkkggggffff////mmmm3333XXXX 11110000 mmmm3333 ==== 11110000....000000000000 kkkkggggffff PP == 1100..000000 kkggff ((110000 XX 110000)) ccmm22 == 11 kkggff//ccmm22 == 1100 mm..cc..aa == 11 bbaarr Coluna de Água
  25. 25. Projeto de Sistemas de Vapor 11 mm 1100 mm 1155 mm 0,5 m Coluna de Água
  26. 26. Projeto de Sistemas de Vapor 15 m Coluna de Água (1 Kgf/cm² = 10m) 0,5 Kgf/cm² 1,5 Kgf/cm² 5 m
  27. 27. Projeto de Sistemas de Vapor Unidades PRESSÃO: É a força exercida por unidade de área. UNIDADES: bar (Sistema Internacional) kgf/cm2 (Sistema Métrico) psi (Sistema Britânico) Pascal (Sistema Internacional)
  28. 28. Projeto de Sistemas de Vapor Unidades •PRESSÃO: Conversões: de kgf/cm2 para bar multiplique por 0,9807 de bar para kgf/cm2 multiplique por 1,0197 de kgf/cm2 para m.c.a. multiplique por 10 de kgf/cm2 para psi multiplique por 14,224 de psi para kgf/cm2 multiplique por 0,0703 de psi para bar multiplique por 0,0717
  29. 29. Projeto de Sistemas de Vapor Calor • CCaalloorr:: EEnneerrggiiaa ttéérrmmiiccaa ttoottaall ddee uumm fflluuiiddoo llííqquuiiddoo oouu ggaassoossoo.. UUnniiddaaddee:: kkccaall UUnniiddaaddeess DDeerriivvaaddaass -- QQuuaannttiiddaaddee ddee CCaalloorr ((kkccaall//kkgg)) -- CCaalloorr EEssppeeccííffiiccoo ((kkccaall//kkgg..Grraauu CC)) -- FFlluuxxoo ddee CCaalloorr ((kkccaall//hh))
  30. 30. Projeto de Sistemas de Vapor Unidades • CALOR: CCoonnvveerrssõõeess:: ddee bbttuu//hh ppaarraa kkccaall//hh mmuullttiipplliiqquuee ppoorr 00,,225511;; ddee kkccaall//hh ppaarraa kkjjoouullee//hh mmuullttiipplliiqquuee ppoorr 44,,118877..
  31. 31. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Específico dos Líquidos Liquido Kcal/Kg.°C Liquido Kcal/Kg.°C Acetona 0,51 Éter Etílico 0,53 Água 1,00 Gasolina 0,53 Água do Mar 0,94 Glicerina 0,58 Álcool Etílico (0°C) 0,55 Óleo Combustível 0,4 a 0,5 Álcool Etílico (40°C) 0,65 Óleo de Oliva 0,47 Amônia (0°C) 1,10 Óleo de Soja 0,47 Amônia (40°C) 1,48 Petróleo 0,51 Cloreto de Cálcio 0,73 Querosene 0,48 Cloreto de Sódio 0,79 Xileno 0,41
  32. 32. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Específico dos Sólidos Material Kcal/Kg.°C Material Kcal/Kg.°C Aço 0,12 Concreto 0,19 Alumínio 0,22 Ferro Fundido 0,12 Antimônio 0,05 Lã 0,33 Asbestos 0,20 Madeira 0,32 a 0,48 Borracha 0,48 Porcelana 0,26 Carvão 0,26 a 0,37 Prata 0,06 Chumbo 0,03 Vidro 0,20 Cobre 0,09 Zinco 0,09
  33. 33. Projeto de Sistemas de Vapor Temperatura MMééttrriiccoo -- éé mmeeddiiddaa eemm uummaa eessccaallaa eemm ggrraauuss CCeennttííggrraaddooss oouu 99 55 55 99 CCeellssiiuuss ((ooCC)) BBrriittâânniiccoo -- uussaa--ssee aa eessccaallaa ddee FFaahhrreennhheeiitt ((ooFF)) IInntteerrnnaacciioonnaall -- uussaa--ssee aa eessccaallaa KKeellvviinn ((KK)) CCoonnvveerrssõõeess:: ddee ooCC ppaarraa ooFF ooFF == ((ooCC ++ 3322)) ddee ooCC ppaarraa KK KK == ooCC ++ 227733 ddee ooFF ppaarraa ooCC ooCC == ((ooFF -- 3322))
  34. 34. Projeto de Sistemas de Vapor Aquecimento • CONDUÇÃO: Quando a transferência é feita de molécula a molécula, sem que haja transporte dessas moléculas. • CCOONNVVEECCÇÇÃÃOO:: QQuuaannddoo aa ttrraannssffeerrêênncciiaa ddee ccaalloorr éé ddee mmoollééccuullaa aa mmoollééccuullaa,, ppoorréémm hháá uumm ttrraannssppoorrttee ssiimmuullttâânneeoo ddee mmaattéérriiaa.. AAss mmoollééccuullaass ffrriiaass ddoo fflluuiiddoo ssee aaqquueecceemm ee ssee ddeessllooccaamm ppaarraa rreeggiiõõeess ccaaddaa vveezz mmaaiiss qquueenntteess,, ee aass mmoollééccuullaass qquueenntteess,, eessffrriiaannddoo,, ssee ddeessllooccaamm ppaarraa rreeggiiõõeess ccaaddaa vveezz mmaaiiss ffrriiaass.. • IIRRRRAADDIIAAÇÇÃÃOO:: Quando a transferência se faz de um corpo para outro, mesmo sem contato entre si.
  35. 35. Projeto de Sistemas de Vapor Conceitos Básicos TIPOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR •CONDUÇÃO •RADIAÇÃO •CONVECÇÃO
  36. 36. Projeto de Sistemas de Vapor Condução •TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA , MOLÉCULA À MOLÉCULA , SEM MOVIMENTAÇÃO DE MASSA , PERPENDICULAR A SUPERFÍCIE CONSIDERADA
  37. 37. Projeto de Sistemas de Vapor Condução de Calor
  38. 38. Projeto de Sistemas de Vapor JEAN BAPTISTE J. FUORIER (FRANCÊS) - 1822 Q = - K ´ A ´ t ´ D T Q=ENERGIA (Kcal / h) K=CONDUTIBILIDADE TÉRMICA (Kcal / h . m.ºC) A= ÁREA (m2) t = TEMPO (s ) T= DIFERENÇA DE TEMPERATURA (ºC) X= ESPAÇO PERCORRIDO (m) x D Energia Transmitida
  39. 39. Projeto de Sistemas de Vapor Condutibilidade Térmica ORDEM DE GRANDEZA DA CONDUTIBILIDADE TÉRMICA K MATERIAL Kcal / h . m.° C W / m . ° K GASES À PRESSÃO ATMOSFÉRICA 0 , 006 - 0 , 015 0 , 0069 - 0 , 017 MATERIAIS ISOLANTES 0 , 03 - 0 , 18 0 , 034 - 0 , 21 LÍQUIDOS NÃO-METÁLICOS 0 , 07 - 0 , 60 0 , 086 - 0 , 69 SÓLIDOS NÃO-METÁLICOS (ALVENARIA) 0 , 03 - 2 , 20 0 , 034 - 2 , 6 METAIS LÍQUIDOS 7 , 5 - 65 , 0 8 , 6 - 76 , 0 LIGAS 12 , 0 - 100 , 0 14 , 0 - 120 , 0 METAIS PUROS 45 , 0 - 360 , 0 52 , 0 - 410 , 0 1 W / m ° K = 0 , 8 6 Kcal / h . m.° C
  40. 40. Projeto de Sistemas de Vapor Radiação •TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA ATRAVÉS DE ONDAS ELETROMAGNÉTICAS , SEM MOVIMENTAÇÃO DE MASSA
  41. 41. Projeto de Sistemas de Vapor Radiação de Calor
  42. 42. Projeto de Sistemas de Vapor Energia Incidente •Quando a energia incide sobre uma superfície , parte dela é refletida , parte é absorvida , e parte é transmitida. Como a maioria dos sólidos é opaca, e não transmite radiação, a porção não absorvida é refletida de volta para a origem.
  43. 43. Projeto de Sistemas de Vapor Energia Incidente
  44. 44. Projeto de Sistemas de Vapor Energia Transmitida J. STEFAN (1879) L. BOLTZMANN (1884) AUSTRÍACOS Q = s .  . A . (T1 4) . t 4 _ T2 Q = ENERGIA TRANSMITIDA (Kg / h) s = CONSTANTE STEFAN & BOLTZMANN ( Kcal / h. m2 . º K 4 ) e = EMISSIVIDADE A = ÁREA (m2) T = TEMPERATURA (º K) t = TEMPO (s )
  45. 45. Projeto de Sistemas de Vapor Convecção Transferência de Energia, molécula a molécula, com transferência de massa.
  46. 46. Projeto de Sistemas de Vapor Energia Transmitida Q = hc´ A´t ´DT Q = ENERGIA (Kg / h) hc = COEFICIÊNTE MÉDIO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONVECÇÃO (Kcal / h . m2 .ºC) A = ÁREA (m2) T = DIFERENÇA DE TEMPERATURA ENTRE A SUPERFÍCIE QUENTE E UM PONTO DEFINIDO NO FLUIDO (ºC) t = TEMPO (s )
  47. 47. Projeto de Sistemas de Vapor Coeficiente de Transmissão de Calor
  48. 48. Projeto de Sistemas de Vapor Perda Por Radiação PERDA POR RADIAÇÃO AS TUBULAÇÕES DE VAPOR , MESMO ISOLADAS POSSUEM UMA PERDA DE CALOR PARA A ATMOSFERA, POR RADIAÇÃO , QUE É CONTÍNUA E CONSTANTE Qr = A . U . ( T2 - T1 ) . E . L Qr = Quantidade de condensado formado ( Kg / h ) Cl A = Área externa do tubo por metro linear ( m2 / m ) U = Coeficiente global de transferência de calor ( Kcal / h . m2 . ºC ) T2 = Temperatura do vapor ( ºC ) T1 = Temperatura ambiente ( ºC ) E = 1 - Eficiência do isolamento ( % ) L = Comprimento do tubo ( m ) Cl = Calor latente do vapor à pressão da linha ( Kcal / Kg ) EXAMPLO 1 : Calcular a quantidade de condensado formado por hora numa tubulação de diâmetro de 3” com pressão de 8, 0 Bar e comprimento de 100 m , sem isolamento. Qr = 0, 275 . 14, 9 . ( 170 - 25 ) . 1, 0 . 100 = 121, 55 SERÃO FORMADOS 121, 55 Kg / h DE CONDENSADOS 488, 8 EXAMPLO 2 : Idem acima, com a tubulação isolada, e com 75 % de eficiência. Qr = 0, 275 . 14, 9 . ( 170 - 25 ) . 0, 75 . 100 = 30, 4 SERÃO FORMADOS 30, 4 Kg / h DE CONDENSADOS 488, 8
  49. 49. Projeto de Sistemas de Vapor Área Externa de Tubos para Vapor ÁREA EXTERNA DE TUBOS PARA VAPOR ø nom Área ø nom Área ø nom Área Pol mm m2 / m Pol mm m2 / m Pol mm m2 / m 3 / 8 10 0, 053 2 50 0, 0187 10 250 0, 844 1 / 2 15 0, 066 2 1 / 2 65 0, 226 12 300 1, 00 3 / 4 20 0, 083 3 80 0, 275 14 350 1, 10 1 25 0, 103 4 100 0, 353 16 400 1, 26 1 1 / 4 32 0, 130 6 150 0, 520 18 450 1, 41 1 1 / 2 40 0, 149 8 200 0, 677 20 500 1, 57
  50. 50. Projeto de Sistemas de Vapor Coeficiente Global de Troca COEFICIENTE DE TRANSMISSÃO DE CALOR Pressão Kcal / h . m2 . ºC Bar 1” 2” 3” 5” 6” 10” Sup. Plana 1, 5 13, 2 12, 6 12, 1 11, 7 11, 5 11, 2 10, 5 1, 7 13, 7 12, 9 12, 5 12, 0 11, 7 11, 5 11, 3 4, 5 15, 1 14, 4 13, 9 13, 5 13, 0 12, 8 12, 5 8, 0 16, 4 15, 6 14, 9 14, 7 14, 1 13, 9 13, 4 19, 0 18, 1 17, 6 16, 7 16, 5 16, 1 15, 7 15, 4 43, 0 21, 5 21, 0 20, 5 19, 5 19, 0 18, 6 18, 1 TUBOS NÃO ISOLADOS , COM TEMPERATURA AMBIENTE DE 25 ºC
  51. 51. Projeto de Sistemas de Vapor Resistências
  52. 52. Projeto de Sistemas de Vapor Eficiência de Troca Térmica PERDA DE EFICIÊNCIA DE TROCA TÉRMICA
  53. 53. Projeto de Sistemas de Vapor Teoria Básica de Transferência de Calor
  54. 54. Projeto de Sistemas de Vapor Equações Básicas •Carga Térmica: (Uma fase) Q = m . Cp . Dt m: Vazão em massa Cp: Calor específico Dt: Diferencial de temperatura
  55. 55. Projeto de Sistemas de Vapor Q 1 = Q2 Lembrete! O calor cedido pelo fluido quente é integralmente recebido pelo fluido frio!
  56. 56. Projeto de Sistemas de Vapor Equação Geral de Trocador de Calor Q = U . A . DTml U: Coeficiente Global de transferência de calor; A: Área efetiva de troca térmica; DTml: Diferencial médio logarítmico de temperatura
  57. 57. Projeto de Sistemas de Vapor ( ) Tml t t 2 1 ln ö ÷ ÷ø D = D - D æ D ç çè D 2 t 1 t Cálculo do DTml
  58. 58. Projeto de Sistemas de Vapor CONTRACORRENTE PARALELO T1 T2 t1 t2 T1 T2 t1 t2 T; t ºF T2 T1 t1 t2 T t L x T2 T1 t1 t2 T t T; t ºF L x Dt2 = T1 – t2 Dt1 = T2 – t1 DtML = Dt2 - Dt1 Ln (Dt2 / Dt1) Dt2 = T1 – t1 Dt1 = T2 – t2 DtML = Dt2 - Dt1 Ln (Dt2 / Dt1)
  59. 59. Projeto de Sistemas de Vapor Exemplo: Um fluido quente entra em um trocador de calor com tubos concêntricos a uma temperatura de 150ºC e sai resfriado a 95ºC por um fluido frio que entra a 40ºC e é aquecido a 70ºC. Calcular a “Diferença de Temperatura Média Logarítmica” para o sistema em contracorrente e paralelo e definir qual o mais recomendado. Fluxo contracorrente Fluido Quente Fluido Frio (T1) 150 - (t2) 70 (T2) 95 - (t1) 40 = 80 (Dt2) = 55 (Dt1) = 25 (Dt2 - Dt1) Dt2 - Dt1 DTML = 2,3 log Dt2 / Dt1 25 DTML = 2,3 log 80 / 55 Fluxo Paralelo Fluido Quente Fluido Frio (T1) 150 - (t2) (T2) 95 - (t1) 40 70 = 110 (Dt2) = 25 (Dt1) = 85 (Dt2 - Dt1) Dt2 - Dt1 DTML = 2,3 log Dt2 / Dt1 85 DTML = 2,3 log 110 / 25 Cálculo do DTml
  60. 60. Projeto de Sistemas de Vapor Cálculo do U Q = U . A . DTml h1, h2: Coeficientes de película (transmissão térmica); e: espessura da placa; k: Condutividade térmica da placa ff: Fator de incrustação
  61. 61. Projeto de Sistemas de Vapor h = 0,023 . k (v.D.r)0,8 .(NPr)0,4 m NPr = m . Cp k "m = Viscosidade absoluta •v = Velocidade "r = Densidade do fluido; •D = Diâmetro hidráulico; •Cp = Calor específico •k = Condutividade térmica do fluido NNRRee == vv..DD..r m Cálculo do h
  62. 62. Projeto de Sistemas de Vapor Coeficiente Global de Transferência de Calor
  63. 63. Projeto de Sistemas de Vapor
  64. 64. Projeto de Sistemas de Vapor Unidades de Medidas 1 W / m2 . K = 0,1761 Btu / h . ft2 . ºF 1 W / m2 . K = 0,8598 Kcal / h . m2 . ºC 1 W / m2 . ºC = 1,0 J / seg . m2 . ºC 1 Btu / h . ft2 . ºF = 4,88 Kcal / h . m2 . ºC 1 Btu / h . ft2 . ºF = 5,6786 W / m2 . ºK 1 Btu / h . ft2 . ºF = 5,678 J / seg . m2 . ºC 1 Kcal / h . m2 . ºC = 0,2048 Btu / h . ft2 . ºF 1 Kcal / h . m2 . ºC = 1,163 J / seg . m2 . ºC
  65. 65. Projeto de Sistemas de Vapor Densidade e Volume Específico • DENSIDADE: É a massa ocupada por um determinado fluido por unidade de volume. UNIDADES: kg/m3 (Sistema Internacional) lb/ft3 (Sistema Britânico) • VOLUME ESPECÍFICO: É o volume ocupado por um determinado fluido por unidade de massa. UNIDADES: m3/kg
  66. 66. Projeto de Sistemas de Vapor Vazão • VAZÃO: É o volume ou massa de um fluido que escoa por um conduto por unidade de tempo. Métrico kg/h Britânico gpm (galões/min.) Internacional m3/s
  67. 67. Projeto de Sistemas de Vapor VAZÃO Volume de uumm fflluuiiddoo ppoorr uunniiddaaddee ddee tteemmppoo VVoolluummee TTeemmppoo kkgg hh mm33 hh = = CCOOMM PPRREESSSSÃÃOO FFoorrççaa aapplliiccaaddaa ppoorr uunniiddaaddee ddee áárreeaa FFoorrççaa ÁÁrreeaa kkggff ccmm22 llbb ppooll22 = = Não Confundir:
  68. 68. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor
  69. 69. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor
  70. 70. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor
  71. 71. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor
  72. 72. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor
  73. 73. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor
  74. 74. Projeto de Sistemas de Vapor Pressão constante Temperatura Calor constante Produção de Vapor
  75. 75. Projeto de Sistemas de Vapor Temperatura Calor Produção de Vapor
  76. 76. Projeto de Sistemas de Vapor t2 t1 Temperatura Volume Calor Produção de Vapor
  77. 77. Projeto de Sistemas de Vapor t2 t1 Temperatura Volume Calor Produção de Vapor
  78. 78. Projeto de Sistemas de Vapor Temperatura de ebulição Produção de Vapor Temperatura Calor t2 t1
  79. 79. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor Temperatura Calor Temperatura t2 de ebulição t1
  80. 80. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor Temperatura Calor Temperatura de ebulição t2 t1
  81. 81. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor Temperatura Calor Temperatura de ebulição t2 t1
  82. 82. Projeto de Sistemas de Vapor Produção de Vapor Temperatura Calor Temperatura t2 de ebulição t1
  83. 83. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Produção de Vapor t2 t1 líquido Temperatura
  84. 84. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Produção de Vapor t2 t1 água+vapor vapor saturado líquido Temperatura
  85. 85. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Produção de Vapor t2 t1 água+vapor vapor saturado líquido vapor superaquecido Temperatura
  86. 86. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Produção de Vapor t2 t1 água+vapor vapor saturado líquido vapor superaquecido calor sensível Temperatura
  87. 87. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Produção de Vapor t2 t1 água+vapor vapor saturado líquido vapor superaquecido calor sensível calor latente Temperatura
  88. 88. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Produção de Vapor t2 t1 água+vapor vapor saturado líquido vapor superaquecido calor sensível calor latente calor sensível Temperatura
  89. 89. Projeto de Sistemas de Vapor Calor Sensível, Latente e Total áágguuaa++vvaappoorr CCaalloorr ttoottaall CCaalloorr t2 t1 vvaappoorr llííqquuiiddoo ssaattuurraaddoo vvaappoorr ssuuppeerraaqquueecciiddoo CCaalloorr sseennssíívveell CCaalloorr llaatteennttee CCaalloorr sseennssíívveell TTeemmppeerraattuurraa
  90. 90. Projeto de Sistemas de Vapor Tabeça Pressão de Vapor Saturado relativa Temp. Calor sensível Calor latente Calor total Volume Específico Pressão absoluta kgf/cm2 ºC kcal/kg kcal/kg kcal/kg m3/kg kgf/cm2 0 1 99.1 99.1 539.4 638.5 1.725 1 2 119.6 119.9 525.9 645.8 0.902 2 3 132.9 133.4 516.9 650.3 0.616 3 4 142.9 143.6 509.8 653.4 0.470 4 5 151.1 152.1 503.7 655.8 0.381 5 6 158.1 159.3 498.5 657.8 0.321 6 7 164.2 165.6 493.8 659.4 0.277 7 8 169.6 171.3 489.5 660.8 0.244 8 9 174.5 176.4 485.6 662.0 0.218 9 10 179.0 181.2 481.8 663.0 0.198 10 11 183.2 185.6 478.3 663.9 0.180 11 12 187.1 189.7 475.0 664.7 0.166 12 13 190.7 193.5 471.9 665.4 0.154 13 14 194.1 197.1 468.9 666.0 0.143 14 15 197.4 200.6 466.0 666.6 0.134
  91. 91. Projeto de Sistemas de Vapor Título ou Qualidade do Vapor É a porcentagem de vapor existente em uma mistura de vapor saturado. Portanto, se tivermos 1 kg de vapor saturado com título X = 75 %, então 0,75 kg dessa massa será vapor e 0,25 kg será água. X = MASSA DE VAPOR x 100 % (MASSA DE VAPOR + ÁGUA)
  92. 92. Projeto de Sistemas de Vapor Tipos de Vapor Saturado SECO Não varia de temperatura com o título igual a 100 %, ou seja, toda massa é vapor. ÚMIDO Não varia de temperatura com o título variando de 0 a 100 %.
  93. 93. Projeto de Sistemas de Vapor Grau de Superaquecimento É a diferença entre a temperatura do vapor superaquecido e a temperatura do vapor saturado, a uma determinada pressão. Exemplo: VVaappoorr ssaattuurraaddoo úúmmiiddoo P = 10 kgf/cm2 T = 183,2 oC Vapor superaquecido P = 10 kgf/cm2 T = 220 oC Vapor saturado seco P = 10 kgf/cm2 T = 183,2 oC
  94. 94. Projeto de Sistemas de Vapor Propriedades Termodinâmicas

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