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Teorias Didáticas para
Mobile Learning
Prof. Marcos Barros
Professor Adjunto do Centro de Educação
Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino
UFPE
CONCEPÇÕES, USOS, MODELOS E ESTRATÉGIAS DA
UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS: uma
análise da Aprendizagem Móvel entre professores
de Ciências em formação
Teaching has always been recognized
as an art, because it demands
creativity and imagination. Teachers
perform and respond to their
audience to inspire and enthuse
their learners. Teaching is certainly
an art.
@Minha trajetória
@Projetos governamentais
@Ensino de Ciências
@Conectividade
@Modelo como Revolução
 Como professores de ciências em
formação têm se apropriado da
utilização de dispositivos móveis
ao elaborarem estratégias
didáticas?
 Como um modelo para análise de
estratégias didáticas com a
utilização de dispositivos móveis
pode auxiliar os professores de
ciências em formação?
 Investigar as concepções, os usos e
as estratégias sobre a utilização de
dispositivos móveis entre
professores de ciências em
formação, indicando um modelo
de construção de estratégias
didáticas com esses dispositivos
 Propor um modelo para análise e
construção de estratégias didáticas
com a utilização de dispositivos
móveis.
 Analisar estratégias didáticas
planejadas com a utilização de
dispositivos móveis desenvolvidas
por professores de ciências em
formação após treinamento.
 Analisar as concepções sobre
Aprendizagem Móvel entre
professores de ciências em
formação no período de doze
meses (2012-2013).
 Comparar as concepções e os usos
de dispositivos móveis e suas
associações com as estratégias
didáticas de professores de
ciências em formação.
 Primeiras descobertas
 Experiências na Inglaterra
 Projetos inovadores
 Para Sharples, Taylor e Vavoula
(2006), aprendizagem móvel
compreende o processo de
construção de conhecimento,
garantido através da conversação, de
múltiplos contextos entre as pessoas
e entre as pessoas e as tecnologias
interativas
 Consiste na utilização de dispositivos
tecnológicos móveis no processo de
ensino aprendizagem, a partir de
múltiplas interações e do contexto
em que os aprendentes estão
inseridos
 Todo Lugar
 Todo Tempo
 Mobilidade ( Sujeito/Objeto)
 Contexto
 Nomadismo
 Conectividade
 Recursos
Câmera (capturar vídeo e imagem, realidade
aumentada, leitor de QR)
Leitor de documentos (eBook, PDF)
Geolocalização (GPS, mapeamento, geo-fencing)
Sensores internos e externos (acelerômetros,
barômetros, compasso, giroscópio).
Media Player/Playback (imagem, vídeo, áudio,
podcast)
Microfone (gravação de voz, podcast)
Notificação (alerta, som, vibração)
Pesquisa
Comunicação de curto alcance (Bluetooth, Wi-fi)
Mensagem de texto (SMS, MMS)
Interação Touchscreen
Comunicação de voz (telefone)
Relógio
Microprojeção
Apps
Conectividade com Internet
Portabilidade/Mobilidade/Ubiquidade
Memória
Periféricos In e Output
Cloud
 Teoria Conversational Framework
 Teoria Ecológica Sócio-cultural
 Teoria Mobile Learning Age
 Laurillard (2007, p.153) declara
que tecnologias móveis estão
mudando “a natureza das relações
físicas entre professores,
estudantes e objetos de
aprendizagem”.
 A teoria Conversational Framework
classifica os meios de ensino em
quatro possibilidades: discursivo,
adaptativo, interativo e reflexivo
The Conversational Framework (2007)
 Pachler, Bachmair e Cook (2010)
propuseram um modelo conceitual
para aprendizagem móvel
visualizado em termos ecológicos
como parte de contextos sócio-
culturais e pedagógicos em
transformação
 O estudante pode ser visto como a
peça chave do processo, a partir da
intervenção do professor, na
criação e resolução de atividades e
tarefas focadas na aprendizagem,
guiando seus alunos, mesmo eles
modelando e construindo e assim
por diante. Todo esse processo é
envolvido pelas práticas culturais
diárias da sua vida, assim como das
escolas, universidades e nos locais
de trabalho.
Componentes chaves da Teoria Ecológica
Sociocultural
 (1) os aprendentes estão
sempre em movimento,
deslocando-se para diferentes
espaços; (2) a aprendizagem
ocorre consideravelmente fora
dos espaços formais; (3) a
aprendizagem deve se basear
nas práticas contemporâneas e
(4) a aprendizagem deve levar
em consideração o uso de
dispositivos ubíquos pessoais e
compartilhamento de
tecnologias, para Sharples,
Taylor e Vavoula (2007).
 Negociamos diferenças,
entendimentos entre as experiências
e formamos interpretações estáveis
do mundo, o processo conversacional
é pontual na construção do
conhecimento.
 Aprendizagem como conversação,
quando afirmam que “conversa é o
processo de condução da
aprendizagem” (SHARPLES, TAYLOR E
VAVOULA, 2009, p.2).
 Nessa teoria, mobilidade e
contexto são objetos de análise.
Contexto é visto como um artefato
que continuamente é criado pelas
pessoas nas interações com outras
pessoas, com seus ouvintes e
ferramentas diárias. É uma ilusão
imaginar que apenas as salas de
aulas tradicionais promovam a
estabilidade do contexto.
 O modelo proposto pelos autores
define aprendizagem envolvendo
um sistema de atividades histórico
culturais, mediados por
ferramentas que apoiam os alunos
em seus objetivos de transformar
seus conhecimentos e habilidades.
Modelo da Teoria da Atividade
Engestrom, 2008
A Framework for analysing mobile learning
Sharples, Taylor e Valoula, 2008.
 Modo de representação da atividade
cognitiva dos sujeitos a partir da
descrição dos comportamentos
intelectuais eficazes em situações
didáticas precisas. A estratégia de um
sujeito se articula assim a um estilo
cognitivo pessoal relativamente
estável, mas também depende do
objeto de aprendizagem. (MEIRIEU,
1998, p. 186)
 O termo estratégia didática é
definido por La Torre (2004, 2008)
como um conjunto de
procedimentos adaptativos pelos
quais organizamos sequencialmente
a ação com o objetivo de obter as
metas previstas
Ferramentas de Aprendizagem
Métodos de Aprendizagem
Grau de orientação
Inserção Sócio-cognitiva
Administração do Tempo Fonte: Meirieu, 1998
Exploração
Regulagem
La Torre, 2010.
 Design de Conteúdo
 Design de Atividade
 Design de Comunicação
 The Rational Analyses of Mobile
Learning Education (FRAME) Model
 A Pedagogical Framework for
Mobile Learning
Koole, 2006
Diagrama de Venn
La Torre
(2008)
Sharples, Taylor e
Vavoula (2008)
Laurillard
(2011)
1. Pressupostos
Implícitos do Professor.
2. Contexto da Aula
3. Papel Docente
4. Organização
5. Recursos
6. Clima
7. Avaliação
1. Ferramentas
Tecnológicas
2. Sujeito
3. Controle
4. Contexto
5. Comunicação
6. Objeto
a) Nome, tópico,
tempo, número de
alunos, descrição,
objetivos e resultados.
b) Sequência
1. Título
2. Tipo de Atividade
3. Duração
4. Organização dos
estudantes
5. Presença do
Professor
6. Recurso
7. Descrição
8. Notas
 Contexto da Pesquisa
 Sujeitos
 Procedimentos
 Uso do computador
 Utilização da Internet
 Frequência de uso da Internet
 Dispositivos Móveis
 Recursos nos Dispositivos
 Uso do SMS
 Interação com o celular
 Frequência
 Redes Sociais
 Usos nos Estudos
 Finalidades para os Estudos
 Utilidades
 Escolha das Turmas
 Escolha dos ambientes
 Perfil social
 Recursos
 Objetivos
 Estratégia
 Avaliação
 Similaridades com a inserção das
TICs nas escolas.
 Uso do dispositivo móvel
timidamente.
 Proximidades entre a vida pessoal
e profissional em relação ao uso
dos celulares/smartphones.
 Contexto bem incorporado entre
professores em formação.
 Conexões entre teorias distintas
para criação do Modelo Prático
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Teorias Didáticas para Mobile Learning

  • 1. Teorias Didáticas para Mobile Learning Prof. Marcos Barros Professor Adjunto do Centro de Educação Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino UFPE
  • 2. CONCEPÇÕES, USOS, MODELOS E ESTRATÉGIAS DA UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS: uma análise da Aprendizagem Móvel entre professores de Ciências em formação
  • 3. Teaching has always been recognized as an art, because it demands creativity and imagination. Teachers perform and respond to their audience to inspire and enthuse their learners. Teaching is certainly an art.
  • 4. @Minha trajetória @Projetos governamentais @Ensino de Ciências @Conectividade @Modelo como Revolução
  • 5.  Como professores de ciências em formação têm se apropriado da utilização de dispositivos móveis ao elaborarem estratégias didáticas?  Como um modelo para análise de estratégias didáticas com a utilização de dispositivos móveis pode auxiliar os professores de ciências em formação?
  • 6.  Investigar as concepções, os usos e as estratégias sobre a utilização de dispositivos móveis entre professores de ciências em formação, indicando um modelo de construção de estratégias didáticas com esses dispositivos
  • 7.  Propor um modelo para análise e construção de estratégias didáticas com a utilização de dispositivos móveis.  Analisar estratégias didáticas planejadas com a utilização de dispositivos móveis desenvolvidas por professores de ciências em formação após treinamento.  Analisar as concepções sobre Aprendizagem Móvel entre professores de ciências em formação no período de doze meses (2012-2013).  Comparar as concepções e os usos de dispositivos móveis e suas associações com as estratégias didáticas de professores de ciências em formação.
  • 8.
  • 9.  Primeiras descobertas  Experiências na Inglaterra  Projetos inovadores
  • 10.  Para Sharples, Taylor e Vavoula (2006), aprendizagem móvel compreende o processo de construção de conhecimento, garantido através da conversação, de múltiplos contextos entre as pessoas e entre as pessoas e as tecnologias interativas  Consiste na utilização de dispositivos tecnológicos móveis no processo de ensino aprendizagem, a partir de múltiplas interações e do contexto em que os aprendentes estão inseridos
  • 11.  Todo Lugar  Todo Tempo  Mobilidade ( Sujeito/Objeto)  Contexto  Nomadismo  Conectividade  Recursos
  • 12. Câmera (capturar vídeo e imagem, realidade aumentada, leitor de QR) Leitor de documentos (eBook, PDF) Geolocalização (GPS, mapeamento, geo-fencing) Sensores internos e externos (acelerômetros, barômetros, compasso, giroscópio). Media Player/Playback (imagem, vídeo, áudio, podcast) Microfone (gravação de voz, podcast) Notificação (alerta, som, vibração) Pesquisa Comunicação de curto alcance (Bluetooth, Wi-fi) Mensagem de texto (SMS, MMS) Interação Touchscreen Comunicação de voz (telefone) Relógio Microprojeção Apps Conectividade com Internet Portabilidade/Mobilidade/Ubiquidade Memória Periféricos In e Output Cloud
  • 13.  Teoria Conversational Framework  Teoria Ecológica Sócio-cultural  Teoria Mobile Learning Age
  • 14.  Laurillard (2007, p.153) declara que tecnologias móveis estão mudando “a natureza das relações físicas entre professores, estudantes e objetos de aprendizagem”.  A teoria Conversational Framework classifica os meios de ensino em quatro possibilidades: discursivo, adaptativo, interativo e reflexivo
  • 16.  Pachler, Bachmair e Cook (2010) propuseram um modelo conceitual para aprendizagem móvel visualizado em termos ecológicos como parte de contextos sócio- culturais e pedagógicos em transformação  O estudante pode ser visto como a peça chave do processo, a partir da intervenção do professor, na criação e resolução de atividades e tarefas focadas na aprendizagem, guiando seus alunos, mesmo eles modelando e construindo e assim por diante. Todo esse processo é envolvido pelas práticas culturais diárias da sua vida, assim como das escolas, universidades e nos locais de trabalho.
  • 17. Componentes chaves da Teoria Ecológica Sociocultural
  • 18.  (1) os aprendentes estão sempre em movimento, deslocando-se para diferentes espaços; (2) a aprendizagem ocorre consideravelmente fora dos espaços formais; (3) a aprendizagem deve se basear nas práticas contemporâneas e (4) a aprendizagem deve levar em consideração o uso de dispositivos ubíquos pessoais e compartilhamento de tecnologias, para Sharples, Taylor e Vavoula (2007).
  • 19.  Negociamos diferenças, entendimentos entre as experiências e formamos interpretações estáveis do mundo, o processo conversacional é pontual na construção do conhecimento.  Aprendizagem como conversação, quando afirmam que “conversa é o processo de condução da aprendizagem” (SHARPLES, TAYLOR E VAVOULA, 2009, p.2).
  • 20.  Nessa teoria, mobilidade e contexto são objetos de análise. Contexto é visto como um artefato que continuamente é criado pelas pessoas nas interações com outras pessoas, com seus ouvintes e ferramentas diárias. É uma ilusão imaginar que apenas as salas de aulas tradicionais promovam a estabilidade do contexto.  O modelo proposto pelos autores define aprendizagem envolvendo um sistema de atividades histórico culturais, mediados por ferramentas que apoiam os alunos em seus objetivos de transformar seus conhecimentos e habilidades.
  • 21. Modelo da Teoria da Atividade Engestrom, 2008
  • 22. A Framework for analysing mobile learning Sharples, Taylor e Valoula, 2008.
  • 23.
  • 24.  Modo de representação da atividade cognitiva dos sujeitos a partir da descrição dos comportamentos intelectuais eficazes em situações didáticas precisas. A estratégia de um sujeito se articula assim a um estilo cognitivo pessoal relativamente estável, mas também depende do objeto de aprendizagem. (MEIRIEU, 1998, p. 186)  O termo estratégia didática é definido por La Torre (2004, 2008) como um conjunto de procedimentos adaptativos pelos quais organizamos sequencialmente a ação com o objetivo de obter as metas previstas
  • 25. Ferramentas de Aprendizagem Métodos de Aprendizagem Grau de orientação Inserção Sócio-cognitiva Administração do Tempo Fonte: Meirieu, 1998 Exploração Regulagem
  • 27.
  • 28.  Design de Conteúdo  Design de Atividade  Design de Comunicação
  • 29.  The Rational Analyses of Mobile Learning Education (FRAME) Model  A Pedagogical Framework for Mobile Learning
  • 31.
  • 32. La Torre (2008) Sharples, Taylor e Vavoula (2008) Laurillard (2011) 1. Pressupostos Implícitos do Professor. 2. Contexto da Aula 3. Papel Docente 4. Organização 5. Recursos 6. Clima 7. Avaliação 1. Ferramentas Tecnológicas 2. Sujeito 3. Controle 4. Contexto 5. Comunicação 6. Objeto a) Nome, tópico, tempo, número de alunos, descrição, objetivos e resultados. b) Sequência 1. Título 2. Tipo de Atividade 3. Duração 4. Organização dos estudantes 5. Presença do Professor 6. Recurso 7. Descrição 8. Notas
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.  Contexto da Pesquisa  Sujeitos  Procedimentos
  • 38.
  • 39.  Uso do computador  Utilização da Internet  Frequência de uso da Internet  Dispositivos Móveis  Recursos nos Dispositivos  Uso do SMS  Interação com o celular  Frequência  Redes Sociais  Usos nos Estudos  Finalidades para os Estudos  Utilidades
  • 40.  Escolha das Turmas  Escolha dos ambientes  Perfil social  Recursos  Objetivos  Estratégia  Avaliação
  • 41.  Similaridades com a inserção das TICs nas escolas.  Uso do dispositivo móvel timidamente.  Proximidades entre a vida pessoal e profissional em relação ao uso dos celulares/smartphones.  Contexto bem incorporado entre professores em formação.  Conexões entre teorias distintas para criação do Modelo Prático