Sample MBA GEN 20151

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Sample MBA GEN 20151

  1. 1. 1Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Unidade São José - Campinas Prof. Nivaldo Tadeu Marcusso Agosto a Novembro de 2015 Estratégia Competitiva em Negócios MBA em Gestão Estratégica de Negócios 2013-1S
  2. 2. 2Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios • 48 anos, formado em Engenharia Eletrônica, MBA em Conhecimento, Tecnologia e Inovação pela FIA/USP e Pós-MBA em Gestão avançada pela FIA / USP, Membro da Wharton Fellows. • Certificação Executiva em Estratégia e Inovação pela MIT Sloan e Especialização em: Gestão Estratégica de TI (SUIT) pela Universidade de Stanford, Estratégia e Serviços de TI (DIS) pela Universidade de Harvard, Gestão Internacional pela Universidade Euromed de Marseille/FEA-USP e Gestão de Conhecimento pela Universidade de Lyon e FEA/USP. • Professor de Pós-Graduação Lato Sensu (cursos MBA) em Estratégia, Inovação, Gestão do Conhecimento, Tecnologia da Informação e Educação a distância pela UNISAL, USP, FIA, FIAP, FATEC e e palestrante em conferências nacionais e internacionais de TI, Inovação, Tecnologia Educacional e Educação à distância. • Eleito em 2010, 2009, 2008, 2007, CIO do ano no segmento de educação no Brasil, pela HITEC, revista Computerworld e 1º lugar entre os CIOs, das 100+ Empresas Inovadoras em TI na categoria de serviços diversos, pela revista Information Week. • Experiência de negociação e liderança no desenvolvimento de parcerias internacionais com empresas e Universidades, para a transferência de tecnologias aplicadas a educação e banking, tendo visitado mais de 15 países nos últimos 13 anos, como os EUA, China, Inglaterra, França, Alemanha, Irlanda, Tunísia, Espanha, Chile entre outros. • Membro de Comunidades, Associações e Sociedades focadas em gestão da tecnologia, da estratégia, da inovação e da educação a distância, como o ISPIM (Noruega), IBGC, Praxis (Brasil), ABED (Brasil), e- learning Brasil, Educause (EUA), FIRST (EUA) e BDRA (Inglaterra). • Co-autor e coordenador da coleção “Tecnologia e Educação”, com os livros eletrônicos (eBooks): Tecnologia e Aprendizagem e a Tecnologia transformando a Educação. • Experiência de mais de 25 anos na gestão da TI, planejamento estratégico, Inovação, RH, Finanças em empresas como Digilab, Fundação Bradesco , Bradesco, Anhembi / Laureate. • Atualmente além de Professor da USP, FIA, FIAP, FIPE, UNISAL e FATEC é consultor da FIA e FDC, Sócio-Diretor da MARCX (Tecnologia Educacional, EAD e Infraestrutura de TI). Prof. Nivaldo Tadeu Marcusso
  3. 3. 3Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios • Objetivos do curso (28h): – Apresentar os conceitos básicos para a formulação da estratégia de negócios – Apresentar e aplicar a metodologia BSC para acompanhamento de execução da estratégia – Apresentar e aplicar a metodologia de BPM para mapeamento de processos de negócio – Apresentar e aplicar os conceitos de modelagem de negócios através do Design Thinking e Canvas – Conhecer as fases de criação e desenvolvimento de startups – Conhecer como os Escritórios da Estratégia, Processos e Projetos devem atender a proposição de valor dos clientes – Conhecer e aplicar a ferramenta Mindmanager para elaboração do plano estratégico em empresas de produtos e serviços. Estratégia Competitiva em Negócios
  4. 4. 4Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Competitiva em Negócios – Aula 1: Estratégia de Negócios: Planejamento (Delta e PESTAL) e Execução (BSC) – Aula 2: Workshop do BSC (Mapa Estratégico e Scorecard) – Aula 3: Gerenciamento de Processos de Negócios - BPM – Aula 4: Design Thinking – Aula 5: Modelagem de Negócios: Canvas – Aula 6: Workshop de Canvas – Aula 7: Padrões de negócios - Business Model navigator (BMN)
  5. 5. 5Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Agenda das Aulas: – Aula 1: 15/08/2015 – Aula 2: 29/08/2015 – Aula 3: 12/09/2015 – Aula 4: 26/09/2015 – Aula 5: 10/10/2015 – Aula 6: 07/11/2015 – Aula 7: 14/11/2015 – Entrega do Projeto Final: 30/11/2015 Estratégia Competitiva em Negócios
  6. 6. 6Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios • Avaliação final: – Projeto: Desenvolver o Planejamento Estratégico de uma empresa, indústria ou serviços, de preferência em uma das empresas que vocês trabalham, de acordo com o template entregue e aplicação dos conceitos de BSC, BPM e Canvas. O plano deve ser elaborado com a ferramenta de mapas mentais Mindmanager. – Grupo: até 4alunos – Entrega: 22/06/2015 – Peso: 100% Estratégia Competitiva em Negócios
  7. 7. 7Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Template do Projeto Final
  8. 8. 8Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Contato • Email: tadmar@uol.com.br • Fone: 19-991706619 • Linkedin: http://www.linkedin.com/in/marcniv – Delta Model – Praxis – Tecnologia Educacional – Social Media: Banking, Education and Marketing – Coursera (MOOC) • Blog: www.nmarcusso.blogspot.com • Twitter: twitter.com/nmarc • Facebook: nmarcusso • Slideshare: http://www.slideshare.net/marcniv
  9. 9. 9Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Bibliografia Básica – A Estratégia em ação (Robert Kaplan e David Norton), 1997 – Mapas Estratégicos (Robert Kaplan e David Norton), 2004 – Estratégia Empresarial – Prof. Armando Matiolli, 2006-2009 – Organização Orientada a Estratégia (Robert Kaplan e David Norton), 2000 – Alinhamento (Robert Kaplan e David Norton), 2006 – Mapas Estratégicos (Robert Kaplan e David Norton), 2004 – A Execução Premium da Estratégia (Robert Kaplan e David Norton), 2008 – IT Savvy: What top executives must know to go from pain to gain (Peter Weill), 2009 – Enterprise Architecture as Strategy: Creating a Foundation for Business Execution (Jeanne Ross, Peter Weill), 2006 – Delta Model (Arnold Hax), 2010
  10. 10. 10Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Bibliografia Complementar • The Real Business of IT: How CIOs create and communicate value (Richard Hunter and George Westermen), 2009 • The Business of IT – How to improve service and low cost (Robrt ryan and Tim Raducha Grance (2010) • Business strategy to IT action I right decisions for a better bottom line (Robert J. Benson, Thomas L. Bugnitz, William B. Walton) • The Future of Analytics – the trends, the implications, and who will lead, John E. Brennam, Song Bird Hill Media, 2010 • Blind Spot IT – A Leader´s Guide to IT- Enabled Business Transformation, Charlie Field, Olive Press, 2009 • BPM & BPMS, Tadeu Cruz, Rio de Janeiro, Editora Brasport, 2008. • Metodologia de elaboração do mapa estratégico e do plano estratégico de TI – Prof. Armando Matiolli e Prof. Nivaldo Tadeu Marcusso.
  11. 11. 11Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Competitiva em Negócios – Aula 1: Estratégia de Negócios: Planejamento (Delta e PESTAL) e Execução (BSC) – Aula 2: Workshop do BSC (Mapa Estratégico e Scorecard) – Aula 3: Gerenciamento de Processos de Negócios - BPM – Aula 4: Design Thinking – Aula 5: Modelagem de Negócios: Canvas – Aula 6: Workshop de Canvas – Aula 7: Startups.
  12. 12. 12Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios A Estratégia e o Balanced Scorecard (BSC) 1997 2000 2004 2006 2008 Modelo de Gestão e etapas BSC Estratégia como Processo Contínuo – As Empresas Focadas na Estratégia Componentes para Criação das perspectivas dos mapas Busca de alinhamento em torno dos objetivos Casos de execução da estratégia com sucesso, baseado no ciclo completo da estratégia Conceitos Exemplos Execução
  13. 13. 13Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios O Brasil na Era da Competição Global Competição Administrada  A economia brasileira cresceu numa era de competição administrada  Intervenção Estatal  Reservas de Mercado  Rivalidade limitada  Controle de preços Competição Global  A economia mundial ingressou numa era de competição desenfreada  As barreiras caíram  Maior nº de concorrentes  Aumento da rivalidade  As fontes tradicionais de vantagem competitivas são menos valiosas Empresas que quiserem se manter competitivas terão que mudar
  14. 14. 14Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Impulsionadores da Nova Competição  Os clientes estão melhor informados e têm mais escolhas  O ritmo do progresso tecnológico está se acelerando  A disponibilidade e acessibilidade ao conhecimento está aumentando à taxas geométricas  Os concorrentes estão estragando nossos clientes  O papel do governo está deixando de ser o de proteção das indústrias nacionais e se tornando o de promoção do livre comércio Não é mais possível ser como no passado e não se pode mais fazer qualquer coisa. É preciso ter uma Estratégia
  15. 15. 15Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios A Mentalidade Competitiva A mentalidade competitiva abrange:  Aceitar o fato de que a concorrência está crescendo  Conhecer cada vez mais o que é valor para os clientes  Escolher uma Proposição de Valor para a empresa  Aperfeiçoar continuamente os produtos e serviços  Aperfeiçoar continuamente os processos chaves  Fixar padrões cada vez mais elevados  Desenvolver as competências essenciais  Selecionar as tecnologias adequadas à Estratégia O principal objetivo de uma empresa deve ser obter um retorno superior dos investimentos a longo prazo
  16. 16. 16Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Empresarial Estratégia é : • Um plano (pretendida): Olhar para frente • Um padrão (realizada): Olhar o comportamento passado • Uma posição: Olhar para baixo, o X que marca o ponto que o produto encontra o cliente, bem com para fora (para o mercado). • Uma perspectiva: olhar par dentro da organização, dentro da cabeça dos estrategistas, mas também para cima, para a grande visão da empresa • Um truque: Uma manobra especifica para enganar um oponente ou um concorrente. . Henry Mintzberg - 1987
  17. 17. 17Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Empresarial • A estratégia diz respeito tanto a organização como ao ambiente • A essência da estratégia é complexa • A estratégia afeta o bem-estar geral da organização • A estratégia envolve questões tanto de conteúdo como de processo • A estratégia não são puramente deliberadas • A estratégia envolve vários níveis da Organização • A estratégia envolve vários processos de pensamento: – A estratégia envolve exercícios conceituais, assim como analíticos. Alguns autores enfatizam a dimensão analítica mais do que as outras, mas a maioria afirma que o coração da formulação de estratégias é o trabalho conceitual feito pelos líderes da organização.
  18. 18. 18Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Empresarial • As organizações desenvolvem planos para o futuro e também utilizam padrões do passado. São chamadas de estratégia desejada e estratégia realizada • Segundo Michel Porter estratégia é a criação de uma única e valorizada posição, envolvendo uma série de atividades diferentes (1996). • Para outros, Estratégia é uma perspectiva, uma forma fundamental das organizações fazerem as coisas de forma diferente, como o McDonalds e HP Way.
  19. 19. 19Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Empresarial • “A gestão estratégica é o conjunto de decisões e ações estratégicas que determinam o desempenho de uma empresa a longo prazo. Esse tipo de gestão inclui análise profunda dos ambientes interno e externo, formulação da estratégia (planejamento estratégico ou de longo prazo), implementação da estratégia, avaliação e controle”. J. David Hunger
  20. 20. 20Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Empresarial • Benefícios da gestão estratégica: – A equipe executiva e os colaboradores passam a ter uma visão compartilhada do negócio. – Os recursos e os esforços da organização são direcionados aos objetivos considerados prioritários. – As oportunidades emergentes no mercado são percebidas e exploradas com maior velocidade. – As mudanças no mercado e na sociedade e o seu impacto na posição competitiva da empresa são rapidamente identificadas e monitoradas. – A sistemática análise crítica da estratégia competitiva e sua consistência, em face dos resultados obtidos e das mudanças no ambiente competitivo.
  21. 21. 21Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Empresarial • A Estratégia, segundo; – SunTzu: A Arte da Guerra • Importância da inteligência e da informação na formulação da estratégia, sobre o campo de batalha, táticas de guerra, a identificação de pontos fortes e fracos dos inimigos, os movimentos ofensivos e defensivos e o uso de estratagemas para vencer a guerra. – Henry Mintzberg: A Estratégia como a criatividade do artesão • A criação da estratégia com elementos como a visão, intuição, criatividade, imaginação, domínio de detalhes e descoberta de novos padrões pela aprendizagem contínua. • As dez escolas para formulação da estratégia: – Alfred Chandler (Escola de Design): A estratégia pode ser definida como a determinação das metas e objetivos básicos a longo prazo de uma empresa, bem como a adoção de cursos de ação e alocação dos recursos necessários à consecução dessas metas.
  22. 22. 22Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Empresarial • Michael Porter: A Estratégia como arte de ser diferente – A competitividade de empresas, instituições e nações à criação de riqueza. – O desenvolvimento de uma estratégia competitiva eficaz é ter em mente o objetivo correto, isto é, obter um excelente retorno sobre o investimento para os acionistas e demais stakeholders, ao longo do tempo. – A estratégia competitiva é a busca de uma posição competitiva favorável em uma indústria, a arena fundamental onde ocorre a concorrência. A estratégia competitiva visa estabelecer uma posição lucrativa e sustentável contra as forças que determinam a concorrência na indústria. – A estratégia competitiva pode ser entendida como ações ofensivas e defensivas para criar uma posição defensável em uma indústria, para enfrentar com sucesso as cinco forças competitivas (rivalidade entre empresas, poder de barganha do cliente, poder de barganha do fornecedor, ameaça de novos entrantes e ameaças de produtos substitutivos) e, assim, obter um retorno sobre o investimento maior para a empresa.
  23. 23. 23Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Deliberada x Emergente Estratégia Deliberada Estratégia Executada Estratégia Implementada Estratégia Não Realizada Fonte: Strategy Safari – Mintzberg – Free Press
  24. 24. 24Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia Corporativa GEOGRAFIA LOCAL GLOBAL P-E-S-T-A-L AFETA A TODOS o c c c c GRUPO c c c c COMPETIÇÃO 5 FORÇASc c ANÁLISE DA INDUSTRIA ESTRUTURA + COMPORTAMENTO COMPs POTENCIAL DE LUCRO = INTENSIDADE FORÇAS SEGMENTO n cc c SEGMENTO B SEGMENTO A c c c ccc c c c INDUSTRIA B c c c cC C C C C SUBSTITUTOS c cc c c ENTRANTES FORNECEDORES c IM PLEMENTAR PROPOSIÇÃO DE VALOR ESTRATÉGIA=POSIÇÃO NECESSIDADES E DESEJOS FORMULAR POSIÇÃO CONJUNTO DE VALORES OFERTADOS PRODUTOS E SERVIÇOS COMPRADORES S S S S S SINDUSTRIA K INDUSTRIA C INDUSTRIA A C C C C C C C C C C C INDUSTRIA X o
  25. 25. 25Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Estratégia do Negócio oc c GRUPO c c c c COMPETIÇÃO c c ANÁLISE DA INDUSTRIA ESTRUTURA + COMPORTAMENTO COMPONENTES ENTRANTES FORNECEDORES PROPOSIÇÃO DE VALOR ESTRATÉGIA COMPRADORES (SEGMENTOS) INDUSTRIA X SUBSTITUTOS IDENTIFICAR AS FORÇAS COMPETITIVAS = DIFERENTE PARA CADA INDUSTRIA MOLDA AMEAÇAS OPORTUNIDADES F(Industria) PONTENCIAIS FRAQUEZAS F(Concorrentes) c ROI >MERCADO=ATRAÇÃO EXPANSÃO NOVO ENTRANTE SUBSTITUTO ROI<MERCADO=MORTE CUIDADO IMPACTOS DE CURTO PRAZO IMPEDEM IDENTIFICAR AS FORÇAS QUE MOLDAM A INDUSTRIA À LONGO PRAZO
  26. 26. 26Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios o c c GRUPOc c c c RIVALIDADE c c c INDUSTRIA A R c c c Forças Competitivas da Indústria AMEAÇA DE NOVOS CONCORRENTES ENTRANTES POTENCIAIS COMPRADORES PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS COMPRADORES PRODUTOS SUBSTITUTOS AMEAÇA DE PRODUTOS SUBSTITUTOS FORNECEDORES PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS FORNECEDORES
  27. 27. 27Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios o c c GRUPO c c c c RIVALIDADE c c c INDUSTRIA A R c c c ENTRANTES POTENCIAIS COMPRADORES PRODUTOS SUBSTITUTOS FORNECEDORES AMBIENTE POLITÍCO MEIO AMBIENTE AMBIENTE ECONÔMICO AMBIENTE SOCIOLÓGICO AMBIENTE TECNOLÓGICO Análise PESTAL AMBIENTE LEGAL
  28. 28. 28Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios A Estratégia é Implementada Pelas Ações ESTRATÉGIA Posição Desejada Posição Aleatória Posição Atual AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃOAÇÃO AÇÃOAÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO
  29. 29. 29Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Liderança no Produto/Inovação (Locked-in) Excelência Operacional (Melhor Produto) Intimidade com o Cliente (Solução total para o Cliente) CLIENTES Modelo Delta – Clientes na formulação da Estratégia
  30. 30. 30Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Qual é a Proposição de Valor ? Intimidade com o Cliente Competência Melhor Custo Total Resposta Rápida Melhor SoluçãoTotal Melhor Produto Excelência Operacional Liderança de Produto Diferenciação
  31. 31. 31Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Mapa Estratégico – Comunicando a Estratégia
  32. 32. 32Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios O Ciclo de Gestão do Scorecard Objetivo Medida 1 Medida 2 Meta 1 Meta 2 Iniciativa Projeto 1 Projeto n Ruptura Melhoria Incremental Medida 3 Meta 3 Por quê? Análise Fenômeno Causa 1 Causa 2 Causa 3 Causa 4 Causa n Análise do Processo Causas1 2 3 4 5 6 % 80/20 Plano de Ação Corretivo Etapas Proc Resp Data Aval Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa n Pa Pb Pc Pf R2 Rn R3 R1 10/03 18/04 23/05 10/06 Melhoria Continua
  33. 33. 33Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Scorecard - Exemplo
  34. 34. 34Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Scorecard – Relação causa-efeito
  35. 35. 35Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Scorecard – Diagrama de Pareto e 80/20
  36. 36. 36Nivaldo T. MarcussoUNISAL Estratégia Competitiva em Negócios Scorecard – Planos de ação

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