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“Louvai ao SENHOR, porque ele
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Pág. 46
A nossa fé em Deus leva-nos a
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2 Crônicas 20.1-12
1 - E sucedeu que, depois disso, os filhos de Moabe, e os
filhos de Amom, e, com eles, alguns outros dos amonitas
vieram à peleja contra Josafá.
2- Então, vieram alguns que deram aviso a Josafá, dizendo:
Vem contra ti uma grande multidão dalém do mar e da Síria;
e eis que já estão em Hazazom-Tamar, que é En-Gedi.
3- Então, Josafá temeu e pôs-se a buscar o SENHOR; e
apregoou jejum em todo o Judá.
4- E Judá se ajuntou, para pedir socorro ao SENHOR;
também de todas as cidades de Judá vieram para buscarem
o SENHOR.
5- E pôs-se Josafá em pé na congregação de Judá e de
Jerusalém, na Casa do SENHOR, diante do pátio novo. Pág. 47
6- E disse: Ah! SENHOR, Deus de nossos pais, porventura,
não és tu Deus nos céus? Pois tu és dominador sobre todos
os reinos das gentes, e na tua mão há força e poder, e não
há quem te possa resistir.
7- Porventura, ó Deus nosso, não lançaste tu fora os
moradores desta terra, de diante do teu povo de Israel, e
não a deste à semente de Abraão, teu amigo, para sempre?
8- E habitaram nela e edificaram nela um santuário ao teu
nome, dizendo:
9- Se algum mal nos sobrevier, espada, juízo, peste ou
fome, nós nos apresentaremos diante desta casa e diante
de ti; pois teu nome está nesta casa; e clamaremos a ti na
nossa angústia, e tu nos ouvirás e livrarás.
Pág. 47
10- Agora, pois, eis que os filhos de Amom e de Moabe e os
das montanhas de Seir, pelos quais não permitiste que
passasse Israel, quando vinham da terra do Egito, mas
deles se desviaram e não o destruíram,
11- eis que nos dão o pago, vindo para lançar-nos fora da
herança que nos fizeste herdar.
12- Ah! Deus nosso, porventura, não os julgarás? Porque
em nós não há força perante esta grande multidão que vem
contra nós, e não sabemos nós o que faremos; porém os
nossos olhos estão postos em ti.
Pág. 47
Pág. 47
Na lição de hoje,
estudaremos a respeito da
pior crise que o rei Josafá
teve que enfrentar. Com a
história de Josafá,
aprendemos que, em meio
às crises, devemos orar e
buscar o socorro de Deus.
Veremos que o rei jejuou,
orou e confessou sua
incapacidade para resolver
tal situação. Josafá teve fé.
Por isso, recebeu a vitória.
Em um gesto de gratidão,
ele louva e adora ao
Senhor.
Pág. 47
1. A divisão do reino de
Israel. Os livros dos Reis e
das Crônicas apresentam
a história da divisão entre
as tribos do Norte e do
Sul em Israel. 0 reino do
Norte era formado por
dez tribos e a capital era
Samaria. 0 reino do Sul
era formado por duas
tribos, Judá e Benjamim,
e a capital era Jerusalém.
No dias de Roboão, filho
de Salomão e Naamá,
mulher amonita, o reino
enfraqueceu.
Pág. 47
Com o enfraquecimento econômico do reino de Israel, Roboão
resolve aumentar a carga tributária, que já era pesada desde os
tempos de Salomão. Por causa desse encargo que Roboão não quis
aliviar, as tribos do Norte de Israel romperam com as tribos do Sul
(2 Cr 10.1-15).
Pág. 48
2. O Reino do Norte.
Reino do Norte conseguiu
sobreviver por
aproximadamente 200
anos. Foi governado por
diferentes reis. Na sua
grande maioria, os
monarcas são
identificados pela seguinte
expressão: "era mau" aos
olhos de Deus. A maldade
dos governantes levou o
povo de Deus a
experimentar diferentes
crises: políticas, sociais e
religiosas.
Pág. 48
3. O Reino do Sul. Segundo o Guia do Leitor da Bíblia, este reino foi
regido por 19 reis que pertenciam à família de Davi. Judá também
enfrentou muitas crises e teve que lutar com os mesmos inimigos do
Reino do Norte. Ambos os reinos sofreram crises ameaçadoras e
graves.
Pág. 48
1. Quem era Josafá (1 Rs 22.41- 43). Ele foi o quarto rei de Judá. Com
35 anos de idade, foi co-regente com seu pai. Asa, por três anos
(1 Rs 22.41-50). Certamente ele teve como referencial de governo a
espiritualidade do seu pai. Seu governo foi próspero. As Escrituras
Sagradas afirmam que Deus era com ele, pois "andou nos primeiros
caminhos de Davi, seu pai" (2 Cr 17.3).
Pág. 48
Josafá desfez os altares aos deuses que foram erguidos nos montes.
Infelizmente, o Reino de Judá tomou o caminho da idolatria, seguindo
o mau exemplo do rei Acabe e da rainha Jezabel.
Pág. 48
2.O cuidado de Josafá em instruir o povo (2 Cr 17.1-19). No terceiro
ano de seu reinado, Josafá ordenou aos levitas e sacerdotes que
fossem às cidades de Judá e ensinassem o "livro da Lei do Senhor". De
cidade em cidade, esses homens reuniam o povo nas praças, uma vez
que não havia sinagogas nem templos fora de Jerusalém, e ali
ensinavam as pessoas.
Pág. 48
3. A instrução e temor. Os príncipes, os levitas e sacerdotes ensinavam
ao povo a Lei de Deus (2 Cr 17.7,8). 0 ensino promoveu um grande
temor no coração de todos (2 Cr 17.10). 0 temor a Deus é o princípio
da sabedoria. Um povo que teme a Deus se tornará próspero.
Pág. 48
1. A perigosa aliança feita com Acabe (2 Cr 18.1-3). Josafá tornou-se
rico e próspero, mas deixou de buscar ao Senhor e passou a agir por si
mesmo, confiando apenas na sua capacidade e nos seus bens. Ele fez
uma aliança com Acabe, um rei perverso que, juntamente com sua
esposa, estabeleceu o culto a Baal no Reino do Norte.
Pág. 48
A aliança, selada por meio do casamento com uma das filhas de
Acabe, lhe traria derrota moral, física e espiritual. Deus usou Jeú para
repreendê-lo. 0 profeta mostrou ao rei Josafá o quanto a aliança que
ele havia feito com Acabe aborrecera ao Senhor (2 Cr 19.2). Alianças
feitas sem a orientação e a permissão de Deus sempre trazem
prejuízos.
Pág. 49
2. Josafá enfrenta a ameaça dos inimigos (2 Cr 20.1-12). Os amonitas,
os edomitas e os moabitas uniram forças para invadir Judá, cruzando o
mar em direção a En-Gedi. Eles formaram um exército com muitos
soldados, cavalos e armas. Então, Josafá temeu os seus inimigos. 0 seu
medo o levou a buscar a Deus com jejum. Infelizmente, muitos só se
lembram de buscar a Deus quando estão cercados pelas dificuldades.
Não deixe para buscar a Deus somente nos tempos de crise; busque-o
sempre.
Pág. 49
3. A ação de Josafá. Ele precisou agir rápido, pois um grande exército
formado por vários inimigos vinha em sua direção. No momento de
aflição e desespero, Josafá invocou o nome do Senhor, e apregoou um
jejum (2 Cr 20.3). A oração e o jejum nos ajudam a vencer as crises.
Era uma nação inteira buscando a Deus. Nenhum crente deve duvidar
do poder da oração.
Pág. 49
O povo se humilhou diante de Deus, mostrando sua total
dependência do Senhor. 0 objetivo era buscar o socorro e a
misericórdia de Deus diante do iminente ataque do inimigo. Não há
crise que não possa ser vencida quando oramos, jejuamos e confiamos
no Senhor. Davi, em um dos seus cânticos, declarou: "Uns confiam em
carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do
Senhor, nosso Deus" (Sl 20.7).
Pág. 49
É tempo de invocarmos o nome do Senhor em favor da nossa nação.
Precisamos orar e jejuar a fim de que a crise política e económica seja
solucionada. Jesus declarou que determinadas castas de demônios só
podem ser expelidas pela "oração e pelo jejum" (Mt 17.21).
Pág. 49
Deus mandou o profeta dizer ao povo que eles não precisariam lutar
nem temer, pois Ele mesmo sairia e pelejaria em favor deles
(2 Cr 20.17). Josafá e seus súditos creram na Palavra de Deus e
adoraram e louvaram ao Senhor (2 Cr 20.18,19).
Pág. 49
Houve grande júbilo e a certeza da vitória que o Senhor daria ao seu
povo. Quando os exércitos inimigos se aproximaram de Jerusalém e
ouviram o som dos louvores, dizem as Escrituras Sagradas que eles
caíram em emboscadas e se destruíram uns aos outros, sem que
ninguém do povo precisasse fazer qualquer coisa. Os exércitos
inimigos foram desbaratados porque Deus os confundiu (2 Cr 20.24).
Aprendemos que o inimigo não pode resistir ao povo de Deus quando
há oração, jejum e verdadeira adoração.
A história de Josafá é uma história de proezas. Ele buscou ao Senhor
em jejum, oração e adoração e Deus lhe concedeu a vitória em tempos
de crise. Se você está enfrentando, como o rei Josafá, uma terrível
crise, não desanime. Não se renda diante das ameaças do inimigo.
Ore, jejue, adore e veja o livramento do Senhor.
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Adorando a Deus em meio a calamidade.

  • 1.
  • 2. Pág. 46 “Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua benignidade é para sempre " (Sl. 136.1)
  • 3. Pág. 46 A nossa fé em Deus leva-nos a adorá-lo em meio às crises e dificuldades.
  • 4. 2 Crônicas 20.1-12 1 - E sucedeu que, depois disso, os filhos de Moabe, e os filhos de Amom, e, com eles, alguns outros dos amonitas vieram à peleja contra Josafá. 2- Então, vieram alguns que deram aviso a Josafá, dizendo: Vem contra ti uma grande multidão dalém do mar e da Síria; e eis que já estão em Hazazom-Tamar, que é En-Gedi. 3- Então, Josafá temeu e pôs-se a buscar o SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá. 4- E Judá se ajuntou, para pedir socorro ao SENHOR; também de todas as cidades de Judá vieram para buscarem o SENHOR. 5- E pôs-se Josafá em pé na congregação de Judá e de Jerusalém, na Casa do SENHOR, diante do pátio novo. Pág. 47
  • 5. 6- E disse: Ah! SENHOR, Deus de nossos pais, porventura, não és tu Deus nos céus? Pois tu és dominador sobre todos os reinos das gentes, e na tua mão há força e poder, e não há quem te possa resistir. 7- Porventura, ó Deus nosso, não lançaste tu fora os moradores desta terra, de diante do teu povo de Israel, e não a deste à semente de Abraão, teu amigo, para sempre? 8- E habitaram nela e edificaram nela um santuário ao teu nome, dizendo: 9- Se algum mal nos sobrevier, espada, juízo, peste ou fome, nós nos apresentaremos diante desta casa e diante de ti; pois teu nome está nesta casa; e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e livrarás. Pág. 47
  • 6. 10- Agora, pois, eis que os filhos de Amom e de Moabe e os das montanhas de Seir, pelos quais não permitiste que passasse Israel, quando vinham da terra do Egito, mas deles se desviaram e não o destruíram, 11- eis que nos dão o pago, vindo para lançar-nos fora da herança que nos fizeste herdar. 12- Ah! Deus nosso, porventura, não os julgarás? Porque em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que faremos; porém os nossos olhos estão postos em ti. Pág. 47
  • 7. Pág. 47 Na lição de hoje, estudaremos a respeito da pior crise que o rei Josafá teve que enfrentar. Com a história de Josafá, aprendemos que, em meio às crises, devemos orar e buscar o socorro de Deus. Veremos que o rei jejuou, orou e confessou sua incapacidade para resolver tal situação. Josafá teve fé. Por isso, recebeu a vitória. Em um gesto de gratidão, ele louva e adora ao Senhor.
  • 8. Pág. 47 1. A divisão do reino de Israel. Os livros dos Reis e das Crônicas apresentam a história da divisão entre as tribos do Norte e do Sul em Israel. 0 reino do Norte era formado por dez tribos e a capital era Samaria. 0 reino do Sul era formado por duas tribos, Judá e Benjamim, e a capital era Jerusalém. No dias de Roboão, filho de Salomão e Naamá, mulher amonita, o reino enfraqueceu.
  • 9. Pág. 47 Com o enfraquecimento econômico do reino de Israel, Roboão resolve aumentar a carga tributária, que já era pesada desde os tempos de Salomão. Por causa desse encargo que Roboão não quis aliviar, as tribos do Norte de Israel romperam com as tribos do Sul (2 Cr 10.1-15).
  • 10. Pág. 48 2. O Reino do Norte. Reino do Norte conseguiu sobreviver por aproximadamente 200 anos. Foi governado por diferentes reis. Na sua grande maioria, os monarcas são identificados pela seguinte expressão: "era mau" aos olhos de Deus. A maldade dos governantes levou o povo de Deus a experimentar diferentes crises: políticas, sociais e religiosas.
  • 11. Pág. 48 3. O Reino do Sul. Segundo o Guia do Leitor da Bíblia, este reino foi regido por 19 reis que pertenciam à família de Davi. Judá também enfrentou muitas crises e teve que lutar com os mesmos inimigos do Reino do Norte. Ambos os reinos sofreram crises ameaçadoras e graves.
  • 12. Pág. 48 1. Quem era Josafá (1 Rs 22.41- 43). Ele foi o quarto rei de Judá. Com 35 anos de idade, foi co-regente com seu pai. Asa, por três anos (1 Rs 22.41-50). Certamente ele teve como referencial de governo a espiritualidade do seu pai. Seu governo foi próspero. As Escrituras Sagradas afirmam que Deus era com ele, pois "andou nos primeiros caminhos de Davi, seu pai" (2 Cr 17.3).
  • 13. Pág. 48 Josafá desfez os altares aos deuses que foram erguidos nos montes. Infelizmente, o Reino de Judá tomou o caminho da idolatria, seguindo o mau exemplo do rei Acabe e da rainha Jezabel.
  • 14. Pág. 48 2.O cuidado de Josafá em instruir o povo (2 Cr 17.1-19). No terceiro ano de seu reinado, Josafá ordenou aos levitas e sacerdotes que fossem às cidades de Judá e ensinassem o "livro da Lei do Senhor". De cidade em cidade, esses homens reuniam o povo nas praças, uma vez que não havia sinagogas nem templos fora de Jerusalém, e ali ensinavam as pessoas.
  • 15. Pág. 48 3. A instrução e temor. Os príncipes, os levitas e sacerdotes ensinavam ao povo a Lei de Deus (2 Cr 17.7,8). 0 ensino promoveu um grande temor no coração de todos (2 Cr 17.10). 0 temor a Deus é o princípio da sabedoria. Um povo que teme a Deus se tornará próspero.
  • 16. Pág. 48 1. A perigosa aliança feita com Acabe (2 Cr 18.1-3). Josafá tornou-se rico e próspero, mas deixou de buscar ao Senhor e passou a agir por si mesmo, confiando apenas na sua capacidade e nos seus bens. Ele fez uma aliança com Acabe, um rei perverso que, juntamente com sua esposa, estabeleceu o culto a Baal no Reino do Norte.
  • 17. Pág. 48 A aliança, selada por meio do casamento com uma das filhas de Acabe, lhe traria derrota moral, física e espiritual. Deus usou Jeú para repreendê-lo. 0 profeta mostrou ao rei Josafá o quanto a aliança que ele havia feito com Acabe aborrecera ao Senhor (2 Cr 19.2). Alianças feitas sem a orientação e a permissão de Deus sempre trazem prejuízos.
  • 18. Pág. 49 2. Josafá enfrenta a ameaça dos inimigos (2 Cr 20.1-12). Os amonitas, os edomitas e os moabitas uniram forças para invadir Judá, cruzando o mar em direção a En-Gedi. Eles formaram um exército com muitos soldados, cavalos e armas. Então, Josafá temeu os seus inimigos. 0 seu medo o levou a buscar a Deus com jejum. Infelizmente, muitos só se lembram de buscar a Deus quando estão cercados pelas dificuldades. Não deixe para buscar a Deus somente nos tempos de crise; busque-o sempre.
  • 19. Pág. 49 3. A ação de Josafá. Ele precisou agir rápido, pois um grande exército formado por vários inimigos vinha em sua direção. No momento de aflição e desespero, Josafá invocou o nome do Senhor, e apregoou um jejum (2 Cr 20.3). A oração e o jejum nos ajudam a vencer as crises. Era uma nação inteira buscando a Deus. Nenhum crente deve duvidar do poder da oração.
  • 20. Pág. 49 O povo se humilhou diante de Deus, mostrando sua total dependência do Senhor. 0 objetivo era buscar o socorro e a misericórdia de Deus diante do iminente ataque do inimigo. Não há crise que não possa ser vencida quando oramos, jejuamos e confiamos no Senhor. Davi, em um dos seus cânticos, declarou: "Uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor, nosso Deus" (Sl 20.7).
  • 21. Pág. 49 É tempo de invocarmos o nome do Senhor em favor da nossa nação. Precisamos orar e jejuar a fim de que a crise política e económica seja solucionada. Jesus declarou que determinadas castas de demônios só podem ser expelidas pela "oração e pelo jejum" (Mt 17.21).
  • 22. Pág. 49 Deus mandou o profeta dizer ao povo que eles não precisariam lutar nem temer, pois Ele mesmo sairia e pelejaria em favor deles (2 Cr 20.17). Josafá e seus súditos creram na Palavra de Deus e adoraram e louvaram ao Senhor (2 Cr 20.18,19).
  • 23. Pág. 49 Houve grande júbilo e a certeza da vitória que o Senhor daria ao seu povo. Quando os exércitos inimigos se aproximaram de Jerusalém e ouviram o som dos louvores, dizem as Escrituras Sagradas que eles caíram em emboscadas e se destruíram uns aos outros, sem que ninguém do povo precisasse fazer qualquer coisa. Os exércitos inimigos foram desbaratados porque Deus os confundiu (2 Cr 20.24). Aprendemos que o inimigo não pode resistir ao povo de Deus quando há oração, jejum e verdadeira adoração.
  • 24. A história de Josafá é uma história de proezas. Ele buscou ao Senhor em jejum, oração e adoração e Deus lhe concedeu a vitória em tempos de crise. Se você está enfrentando, como o rei Josafá, uma terrível crise, não desanime. Não se renda diante das ameaças do inimigo. Ore, jejue, adore e veja o livramento do Senhor. Pág.49