Ulcera

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Ulcera

  1. 1. Instituto Superior de Teologia Aplicada Curso de Medicina Veterinária Prof. MOISES Disciplinar: CLINICA DE RUMINANTES I SOBRAL-Ce Acadêmico: Marcilio Araujo Ulcera: Compactação de abomaso
  2. 2. INTRODUÇÃO Scrapie - do inglês – roçar - raspado Prurido constante, queda de lã Área de alopecia á liquenificação e crostas  As lesões - medula espinha Pode ter transmissão – ovelhas, bodes e cabras
  3. 3. ETIOLOGIA SCRAPIE  A causa do scrapie -proteína infectante “príon”  Este príon é um isoforme anormal (PrPsc- scrapie)  A função da proteína normal(PrPc) no hospedeiro permanece desconhecida (OIE, 2004).  E desconhecido o causador da mutação na proteína normal do hospedeiro. OIE, 2005;  O príon é resistente à radiação ionizante e ultravioleta
  4. 4. ETIOLOGIA SCRAPIE  Para destruí-lo totalmente é necessária a esterilizarão por vapor a 132°C.  A inativação química - hipoclorito de sódio 2% por uma hora e com o hidróxido de sódio 4% (RADOSTITS et al., 2002).  Segundo (SCHULZE, 1987). Uma característica do agente é de não promover, no hospedeiro, nenhum tipo de resposta imune (SCHULZE, 1987).
  5. 5. EPIDEMIOLOGIA SCRAPIE  EUA a raça Suffolk de maior incidência (TYLER e MIDDLETON, 2004),.  As raças Rambouillet, Targhee e Hampshire Down possuem menor incidência (KIMBERLING, 1988).).  Segundo ((MACHEN 2001; RADOSTITS et al., 2002) doença do ovino adulto 2 a 5 anos.  Nos rebanhos infectados a morbidade varia de 10 a 50%  Nos animais com sintomatologia clínica da doença a mortalidade é 100% (LINNABARY et al., 1991; MACHEN, 2001).
  6. 6.  A doença não atinge humanos  Os animais usualmente contraem o agente infeccioso por ingestão de placenta ou fluido contaminado. (GROSCHUP et al., 1996; HUNTER, 1997; MACHEN, 2001).  Transmissão materna vertical e de grande importância  Não existe vacina ou tratamento.  Ovinos podem se infectar pastoreando em pasto (LINNABARY et al., 1991; RADOSTITS et al., 2002).
  7. 7. EPIDEMIOLOGIA SCRAPIE  O período de incubação de 3 a 5 anos (LINNABARY et al., 1991).  Este longo período previne que ovinos jovens manifestem sinais precocemente (KIMBERLING, 1988).  Os cordeiros expostos ao nascer tem maior risco de desenvolver scrapie em relação aos de 6 a 9 meses de idade (RADOSTITS et al., 2002).
  8. 8. EPIDEMIOLOGIA SCRAPIE  O agente não foi identificado nas fezes, saliva, urina, colostro ou leite (DETWILER, 1992).  A Austrália e Nova Zelândia são áreas livres(OIE, 2005).  A prevalência da doença esta dificuldade de detectar a doença (RADOSTITS et al.,2002).  Segundo a OIE 2005, o scrapie faz parte da lista B,  Em março de 2004 no estado do Paraná, um caso aconteceu e foram submetidos à eutanásia 309 animais (OIE, 2005).
  9. 9. PATOGENIA SCRAPIE  O agente tem preferência pelo sistema linforeticular onde se replica durante o período de incubação antes de migrar para o sistema nervoso central (KIMBERLING, et al., 2002)  O agente se dissemina para outros linfonodos e o baço (RADOSTITS et al., 2002).  A infecção no encéfalo ocorre inicialmente no diencéfalo e medula oblonga com subseqüente disseminação e replicação em outras áreas do encéfalo (RADOSTITS et al., 2002).
  10. 10. PATOGENIA SCRAPIE  A infecção do SNC pode ocorrer aos 25 meses em animais clinicamente normais. O scrapie caracteriza-se pelo acúmulo de PrPsc no Tecido neuronal (RADOSTITS et al., 2002),  Induzindo uma vacuolização degenerativa dos neurônios no sistema nervoso central e periférico (HUNTER, 1997).  Também foi encontrado contaminação nos nervos periféricos (GROSCHUP et al.,1996).
  11. 11. SINAIS CLÍNICOS SCRAPIE  A doença é afebril de estabelecimento insidioso depois os sinais clínicos. (RADOSTITS et al., 2002).  A sintomatologia varia de 2 a 12 meses, durando na maioria dos casos 6 meses (RADOSTITS et al., 2002).  Os animais apresentam alteração comportamental, prurido, perda de lã, emagrecimento e distúrbio locomotor  O início da doença olhar fixo, incapacidade em responder ao arrebanhamento e agressividade em relação a objetos e pessoas (DETWILER, 1992).  Não toleram o exercício e apresentam andar instável e incoordenado e as orelhas ficam caídas
  12. 12. SINAIS CLÍNICOS SCRAPIE
  13. 13. SINAIS CLÍNICOS SCRAPIE  Apresentam prurido intenso que pode levar a automutilação (LINNABARY et al., 1991).  A dermatite a qual se agrava com a estimulação das terminações nervosas periféricas (LINNABARY et al., 1991)  A perda de lã é mais evidente ao redor da base da cauda (MACHEN et al., 2005).  Nota-se discretos tremores de cabeça e do corpo, postura com membros passos altos dos membros pélvicos tipo “salto de coelho” (MACHEN et al., 2005).
  14. 14. SINAIS CLÍNICOS SCRAPIE  A perda de peso apesar do apetite permanecer., aborto (KIMBERLING, 1988).  Em caprinos os sinais clínicos são semelhantes aos dos ovinos  Sialorréia e regurgitação do conteúdo ruminal (RADOSTITS et al., 2002)
  15. 15. DIAGNOSTICO SCRAPIE  Não há lesão específica que caracterize o scrapie. O scrapie ele não contém antígenos que possam ser reconhecidos pelo hospedeiro (MACHEN et al., 2005).  Depende da história, exame físico, exame post morten e histopatológico (LINNABARY et al., 1991).  A biópsia tonsilar detecta o PrPsc em cordeiros de 9 a 10 meses (RADOSTITS et al., 2002) Na necrópsia nenhuma alteração macroscópica é observada (KIMBERLING, 1988).  Injeção de um suspensão de tecido em cobais para desenvolver a doença
  16. 16. TRATAMENTO E PREVENÇÃO 1. Não há tratamento nem vacina efetivos para scrapie 2. É uma doença fatal e de comunicação obrigatória. 3. Os animais acometidos bem como sua progênie devem ser submetidos a eutanásia (LINNABARY et al., 1991;MACHEN et al., 2005 4. Vários programas de controle já foram instituídos nos Estados Unidos e falharam. 5. O uso de IA e TE 6. Perdas econômicas diretas nos EUA de 20 milhões de dolares
  17. 17. CONCLUSÃO SCRAPIE 1. Na ovinocultura o scrapie é uma grande preocupação 2. A doença tem grande importância internacional. 3. Suspeita que o Scrapie ter dadp origem a EEB ou “mal da vaca louca” 4. Não existe uma certeza da transmissão para o ser humano 5. É muito importante que as instituições governamentais
  18. 18. OBRIGADO

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