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(FERREIRA; ANDRADE, 2012).
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Trabalho; Deus; Am...
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REFERÊNCIAS
BAUMAN, ZYGMUNT. AMOR LÍQUIDO: SOBRE A FRAGILIDADE DOS LAÇOS
HUMANOS. RIO DE JANEIRO: JORGE ZAHAR, 2004.
BAUMA...
REFERÊNCIAS
MARIANI-ROUSSET, SOPHIE. ESPACE PUBLIC ET PUBLICS D'EXPOSITIONS.
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A EXPOSIÇÃO “6 MILLIARDS D’AUTRES”: DIREITOS HUMANOS E COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL

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O presente trabalho trata da exposição como um dispositivo de comunicação intercultural. Para isto, foi estudado o caso de 6 milliards d’autres, que apresenta pessoas dos mais diversos lugares do mundo expondo seus pensamentos em relação às suas diferentes trajetórias de vida, como medos, sonhos, paixões, conceitos. O projeto é de autoria de Yann Arthus-Bertrand, fotógrafo, repórter e ecologista francês, presidente da Good Planet Foundation.
Ao explorar conceitos, foram apresentados públicos, comunicação intercultural, comunicação integrada e comunicação institucional. Para a realização deste, foram utilizados conceitos extraídos dos filmes participantes da exibição, que agrupados geraram resultados a respeito da contextualização temática, através da análise textual discursiva, de Moraes e Galiazzi (2011). Para compor o arcabouço teórico, foram consultados McLuhan (1964) e Verón (1994). O projeto também destaca a atividade da comunicação junto às organizações para a promoção de um ambiente multicultural, que conhece e valoriza os direitos humanos.
Este estudo formata a possibilidade de cada visitante levar para si um pouco da história de vida de outros, construindo laços multiculturais e ampliando as suas visões sobre o outro. Como resultado, objetivou-se apresentar as exposições, sejam em museus ou memoriais, como uma ferramenta de compartilhamento de culturas, de demonstração de valores e promoção dos direitos humanos, corroborando na formatação de um mundo onde caibam vários mundos.

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A EXPOSIÇÃO “6 MILLIARDS D’AUTRES”: DIREITOS HUMANOS E COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL

  1. 1. GT Comunicação e Cultura Mesa 9: Comunicação em diálogo A EXPOSIÇÃO 6 MILLIARDS D’AUTRES E A COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL MARCIA CRISTINA HERNÁNDEZ BRIONES Porto Alegre, 7 de novembro de 2013.
  2. 2.  COMPOSIÇÃO:  peças inéditas ou coleções/composições temáticas que instigarão no visitante um interesse pelo assunto;  A exibição pode ser fixa ou itinerante;  o ambiente é pensado e preparado didaticamente para despertar o interesse do visitante;  PROMOÇÃO  mídia de apoio e divulgação em outros dispositivos de comunicação;  RELAÇÕES PÚBLICAS  mapeamento dos públicos, no intuito de direcionar desde a estrutura e temática da exposição até a promoção da mesma; A EXPOSIÇÃO COMO DISPOSITIVO DE COMUNICAÇÃO A exposição pode ser vista como mídia e como um fenômeno cultural (VERÓN, 1980).
  3. 3. OBJETOS E DOCUMENTOS EXPOSIÇÃO ARTE SUBSTITUTOS DISPOSITIVO DE COMUNICAÇÃO VISITANTE INFORMAÇÃO
  4. 4. Cultura é... “Como sistemas entrelaçados de signos interpretáveis (o que eu chamaria de símbolos, ignorando as utilizações provinciais) a cultura não é um poder, algo ao qual podem ser atribuídos casualmente os acontecimentos sociais, os comportamentos, as instituições ou os processos; ela é um contexto, algo dentro do qual eles podem ser descritos de forma inteligível, isto é, descritos com densidade” (GEERTZ, 1978, p. 24).
  5. 5.  Ao pensarmos em comunicação, do ponto de vista leigo ou por vezes científico, associamos interação, informação, mensagens, receptores e emissores.  Ao pensarmos no sentido da palavra intercultural, entendemos que se trata de algo além das fronteiras da nossa cultura, como indivíduos em uma determinada sociedade (BRIONES, 2010, p. 23). A EXPOSIÇÃO COMO DISPOSITIVO DE COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL MUNDIALIZAÇÃO GLOBALIZAÇÃO • apresentação da realidade do planeta; • esfera tecnológica e fins lucrativos. • refere-se a um mundo habitável, humanizado.
  6. 6. CONSCIÊNCIA SOCIAL E CULTURAL OBJETOS EXPOSIÇÃO INTERCULTURAL CONHECER O OUTRO MULTIMIDIA DISPOSITIVO DE COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL VISITANTE INFORMAÇÃO
  7. 7. Mundialização da Cultura “Refletir sobre a mundialização da cultura é de alguma maneira se contrapor, mesmo que não seja de forma absoluta, à ideia de cultura nacional. Diante desse desafio, temos às vezes a tendência em negar o processo que estamos vivenciando, nos refugiando nas certezas e convicções continuas nas análises clássicas das Ciências Sociais. (ORTIZ, 1994, p. 116) Rumo a uma cultura global! Curioso, alguns autores acreditam que uma cultura mundializada seria algo impossível, pois nos encontraríamos diante de uma cultura sem memória, incapaz de produzir nexos, vínculos entre as pessoas.” (SMITH apud ORTIZ, 1994, p. 116)
  8. 8. A cultura que um indivíduo leva consigo, relaciona-se com a cultura que o recebe, através de outro dispositivo. Fonte: A Autora (2010). Analogia ao modelo de Shannon e Weaver e do sistema fundamental de comunicação
  9. 9. 6 MILLIARDS D’AUTRES www.7billionothers.org
  10. 10. 6 milliards d’autres
  11. 11. 6 milliards d’autres Percurso da exposição: área a área
  12. 12. “o público experimenta de forma direta, viva e lúdica o fato científico” (FERREIRA; ANDRADE, 2012).
  13. 13. União e sangue; Ruptura, Confiança e Desapego; Refeições; Necessidade; Acolhimento; Mudança; Aceitação; Individualismo; Exemplo; Modernidade; Escolhas. Mãe, Avó, Mulher; Animais de estimação; Escola; Brincadeiras e Aventuras; Aniversário; Descobertas e Sabores; Reencontro; Trabalho; Sofrimento, Atenção e Emoção; Pai, Avô. Independente de gênero, ser notado: Voar, pilotar aviões, viajar; Rico; Policial, Ser ou Receber um cavaleiro; Jornalista, Editora de Revista; Cantora, Bailarina, Atriz; Músico; Fugir de casa; Ser um menino; Fantasia; Cozinheira; Ser mãe; Casar e ter filhos; Ser alfabetizado; Ser um guerreiro; Poder comer o bastante.
  14. 14. Enfrentamentos e Força; Seca e Fome; Lar, um lugar; Trabalho e Desemprego; Drogas, prostituição, prisão e vida nas ruas; Amores do passado, Ciúmes e Perdas; Decisões, Opções e Religião; Crescer sem os pais, sem os irmãos; Guerra, Chernobyl, 11 de setembro, Hiroshima, Auschwitz; Violência, Tortura, Abuso sexual, Abuso psicológico e Resiliência; Depressão, Solidão e Doenças.
  15. 15. Gênero e paixão; Perder os pais, Solidão; Morte, partir sem deixar feitos; Não ter filhos; AIDS; Perder um filho; Ter filhos; Serpentes; Estranhos na família, Casamento; Guerra, Holocausto, Genocídio, Tortura e Violência; Fenômenos naturais; Sobrenaturais – demônios, vampiros, inferno, Deus; Ausência de Deus; Medos não existem; Maior medo é ter medo; Privação de direitos; Pobreza e Fome; Futuro; O Outro. Irritação; Sofrimento do Outro; Inerente ao humano; Chorar todos os dias, sem lagrimas; Violência infantil, Escola; Dia do Casamento; Paternidade; Animais de Estimação, Doenças, Solidão e Perdas; Ficção; Coisas belas, Discursos; Felicidade; Lágrimas, lembranças e superação; Impotência, Indiferença; Auto reconhecimento.
  16. 16. Reflexão; A questão sem resposta; A questão final; Não existe; Sem sentido; O destino de cada um; Luta; Trabalho; Deus; Amor, boas notícias; Material; Para não deixar deus sozinho; Contagiosa; Livre arbítrio; O (re)começo; Família; Possuir sua cultura; Valores; Criação; Existir e ser livre; Cheiros, cores, ações. Pequenos momentos; Satisfação, Aceitação; Viver; Ter acesso à Água; Contrastes; Casamento; Maternidade, Paternidade; Fugas na vida; Aprendizados; Conseguir; Essência do ser humano; Verdade, atingível, em todos os lugares.
  17. 17. Racismo; Machismo; Violência; Assassinato; Morte na Igreja; Fuga; Luta; Sobrevivência; Esperança; Banalização do verbo ‘matar’; Refugio; Feridas que permanecem para sempre; Massacre; Pertencimento étnico; Força; Vingança e (Não) Desejar o mal; Perdão; Arrependimento; Perseguição; AIDS: o pior; Resiliência. Imigração ilegal; Espanha na África; Partir; Atravessar o deserto; Abandono; Limites físicos e morais; Direitos humanos; Comparações; Sonhos.
  18. 18. Conexão com a vida; Leveza; Casa é liberdade; Material, pequenos espaços; Sentimento particular; Proteger-se do mundo; Querer mais; Deprimente; Estar bem não importa aonde; Origem; História; Desapego; Linguagem; Raízes; Tradição; Modernidade; Identidade; Nacionalidade; Um lugar. Refúgio; Exílio; Nostalgia; Más lembranças; Liberdade; Segurança; Sofrimento; Fuga; Retornar ou não retornar; Buscar trabalho; Ajuda; Rompimento; Abandono; Nação dos sonhos; Coragem; Fronteira; Expatriação, Deportação; Expectativa; Esquecer; Forças concentradas para os outros; Ser feliz.
  19. 19. Acaso; Obrigação; Desconhecimento; Inicios inusitados; Antítese do pai; Recompensa; Ritual; Ausência de amor; Paixão; Poligamia; Igualdade; Segredo; Expectativa. Faces do amor; Doação; Possessão; Tudo que é próximo ao coração; Preocupação; Paixão; Companheirismo; Um desconhecido; Crescimento; Prática; Demonstração; Provas materiais; Carinho; Expressão; Prover; Negociação; Compreensão; Superação.
  20. 20. O que você vê? Como vivem? Para onde vão? Porque são inquietos? Sou o tipo de pessoa que você gostaria de conversar? Tomar um chá? Sou o tipo de pessoa que você se juntaria para fazer um mundo melhor? Eu não tenho sonhos, você tem sonhos? MOSAICO
  21. 21. Homens: superioridade, força; Diferença física; Religião; Sem a mulher não há vida; Força; Gostaria de ser mulher pela admiração; Mulher que gostaria de ser homem para poder prover para sua família; Criação materna; Independência; Igualdade nas tarefas; Vida difícil; Carreira; Sabedoria; Valores; Respeito. Vem de um mesmo lugar; Sentir-se diferente; Ser negra; Conservadorismo; Origem; Estereótipo; Ser estrangeiro; Discriminação Gênero, Cor; Aceitação; Pertencimento. Não se esquece; Tudo menos traição; Desculpas; Se Deus perdoa, todos devem perdoar; Deus existe para perdoar ou não os criminosos; Tudo menos morte; Tempo para reflexão sobre o ato; Intransigência; Decepção; Vingança; Perdoar a si mesmo; Arrependimento; Não há como perdoar a impunidade após 30 mil desaparecidos na Argentina.
  22. 22. Seca; Inundação; Erosão; Descongelamento; Ecossistemas; Deflorestação; Elevação do nível do mar; Ciclones e Tempestades; Incêndios. Apelo; Contraste passado e futuro; Degradação.
  23. 23. O encerramento, no último espaço, comporta o Making-Of, onde o visitante poderá saber mais sobre a construção do projeto e a área Messages, último espaço da exibição. MESSAGES Correspondente à última pergunta das entrevistas: “Nous sommes plus que 6 milliards d’autres dans ce planet, avez-vous un message pour les Autres?” Essas mensagens reúnem depoimentos de todos os tipos, as vezes engraçados, otimistas, tristes.
  24. 24.  A ironia do homem moderno é visitar um museu e lá encontrar não somente peças históricas, mas deparar-se com o Outro, ou com si mesmo, com sua extensão.  São os dilemas da comunicação na atualidade. Com a oferta de informação e dispositivos que rodeiam cada ser humano, o fato de visitar uma exposição e poder desconectar-se do mundo exterior, atrai a concentração e reflexão em relação a sua existência, ao que é a missão do homem em um planeta com mais de 7 bilhões de pessoas: coexistir. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  25. 25. REFERÊNCIAS BAUMAN, ZYGMUNT. AMOR LÍQUIDO: SOBRE A FRAGILIDADE DOS LAÇOS HUMANOS. RIO DE JANEIRO: JORGE ZAHAR, 2004. BAUMAN, ZYGMUNT. GLOBALIZAÇÃO: AS CONSEQUÊNCIAS HUMANAS. TRADUÇÃO MARCUS PENCHEL. RIO DE JANEIRO: JORGE ZAHAR ED., 1999. BRIONES, M. C. H. OS DILEMAS DA COMUNICAÇÃO INTERCULTURAL: ESTUDO DE CASOS DE REFUGIADOS DO GOLPE MILITAR CHILENO. 2010. 166 F. MONOGRAFIA (GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL, HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS) - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL, PORTO ALEGRE, 2010. FERREIRA, TS; ANDRADE, CRF. EXPOSIÇÕES SOBRE COMUNICAÇÃO HUMANA EM MUSEUS INTERATIVOS DE CIÊNCIAS. ARTIGO ORIGINAL. REVISTA SOCIEDADE BRASILEIRA FONOAUDIOLOGIA. 2012. 17(1):78 -84. GEERTZ, CLIFFORD. A INTERPRETAÇÃO DAS CULTURAS . RIO DE JANEIRO: ZAHAR, 1978. LEHMBRUCK, MANFRED. "PSYCHOLOGIE: PERCEPTION ET COMPORTEMENT" (P. 190 - 203), E "FONCTIONS: ESPACE ET CIRCULATION" (P. 220 - 235). IN: MUSEUM, VOLUME 26, N °3/4, PARIS: UNESCO-COM, 1974. LOCHARD, GUY; BOYER, HENRI. LA COMUNICACIÓN MEDIATICA. BARCELONA: GEDISA, 2004. 192 P. MANNHEIM, KARL. IDEOLOGIA E UTOPIA. RIO DE JANEIRO: ZAHAR EDITORES, 1976.
  26. 26. REFERÊNCIAS MARIANI-ROUSSET, SOPHIE. ESPACE PUBLIC ET PUBLICS D'EXPOSITIONS. LES PARCOURS: UNE AFFAIRE A SUIVRE. IN: GROSJEAN, MICHÈLE; THIBAUD, JEAN-PAUL (ORG.), L'ESPACE URBAIN EN METHODS . MARSEILLE: ÉDITIONS PARENTHÈSES, 2002. DISPONÍVEL EM: <HTTP://WWW.SICLONE.ORG/ARTICLES/ESPACE -PUBLIC.PDF>. ACESSO EM: 16 MAIO 2013. MATA, MARIA CRISTINA. NOCIONES PARA PENSAR LA COMUNICACIÓN Y LA CULTURA MASIVA. MODULO 2, CURSO DE ESPECIALIZACIÓN EDUCACIÓN PARA LA COMUNICACIÓN. BUENOS AIRES: LA CRUJÍA, 1985 . MCLUHAN, MARSHALL. OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO EXTENSÕES DO HOMEM. SÃO PAULO: CULTRIX, 1964. MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. ANÁLISE TEXTUAL DISCURSIVA. IJUÍ:UNIJUÍ, 2007. ROCHA, EVERARDO P. GUIMARÃES. O QUE É ETNOCENTRISMO. SÃO PAULO: BRASILIENSE, 1994. SIMÕES, ROBERTO PORTO. RELAÇÕES PÚBLICAS: FUNÇÃO POLÍTICA. SÃO PAULO: SUMMUS, 1995. 250 P. VERÓN, ELISEO. A PRODUÇÃO DE SENTIDO. SÃO PAULO: CULTRIX, 1980. VERÓN, ELISEO. ESPACES PUBLICS EN IMAGES. TRADUCCION JULIÁN GORODISCHER. PARIS: CENTRE NATIONAL DE LA RECHERCHE SCIENTIFIQUE , 1994. 424P. WAINBERG, JACQUES A. TURISMO E COMUNICAÇÃO: A INDÚSTRIA DA DIFERENÇA. SÃO PAULO: CONTEXTO, 2003.
  27. 27. marcia.briones@acad.pucrs.br http://pucrs.academia.edu/MarciaBriones www.researchgate.net/profile/Marcia_Briones OBRIGADA!

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