Sociologia da Comunicação 2014/1
Professor Dr. Juremir Machado da Silva
AnnaVeiga | Marcia Briones
TelaTotal e Power Infer...
Jean Baudrillard
● Linguagem irônica
● Estudo semiológico do consumo
● Teorias sobre os impactos dos meios de
comunicação ...
● A máquina representa o homem, que se torna um elemento
virtual
● Simulacro: “hiper-reais”
● Os simulacros e os sinais: s...
Televisão:
produção
exagerada de
imagens, signos
e mensagens;
“mundo
simulacional”;
realidade
estetizada;
perda da noção
d...
 Extensão incondicional do virtual x desertificação sem
precedentes do espaço real
 Guerra do Golfo, cerco de Sarajevo, ...
 (re)produção do virtual: sonho da ficção cientifica,
encontrar um inimigo, consultar profissionais de Hollywood
para as ...
Paradoxo
Virtual
Real
Virtual
Real
Virtual
“Ninguém mudará nada na realidade das coisas se não se compreender o conceito d...
 Decifrar a essência
das aparências
 Por que as torres
gêmeas?
 Ponto final na
verticalidade
 Hipóteses sobre o
terror...
 Islamismo
 Guerra ao terror
 Capitalismo: soberania dos EUA
 Irrealidade do Mal como mal
 Exílio do espelho
 Representação
do mal
 “Que acontece, mais geralmente, com o
real substituído pelo virtual e tornado
também inútil? Uma reserva? Uma
relíquia? ...
 “Deve-se antes de tudo salvar o princípio de
realidade.
(...) Mais nenhum acontecimento é ʻrealʼ.
Atentados, processos, ...
A circulação viral: causas e consequências da produção acelerada de signos e de mensagens.
A circulação viral: causas e consequências da produção acelerada de signos e de mensagens.
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Tela Total e Power Inferno de Jean Baudrillard

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A circulação viral: causas e consequências da produção acelerada de signos e de mensagens.

  1. 1. Sociologia da Comunicação 2014/1 Professor Dr. Juremir Machado da Silva AnnaVeiga | Marcia Briones TelaTotal e Power Inferno de Jean Baudrillard
  2. 2. Jean Baudrillard ● Linguagem irônica ● Estudo semiológico do consumo ● Teorias sobre os impactos dos meios de comunicação e da mídia na sociedade e na cultura contemporâneas ● Crítica à sociedade do consumo e aos meios de comunicação ● Objetos possuem valor de signo, além dos valores de uso e de troca 1929 – 2007 (França) Sociólogo, filósofo poeta e fotógrafo
  3. 3. ● A máquina representa o homem, que se torna um elemento virtual ● Simulacro: “hiper-reais” ● Os simulacros e os sinais: separar o “real” do “irreal” se torna impossível ● Transformação da mercadoria em signo: destino do capitalismo ● Discussões sobre a primeira Guerra do Golfo, de 1991, e os atentados de 11 de setembro de 2001 "Livre do real, você pode fazer algo mais real que o real: o hiper-real” Irreal não é virtual
  4. 4. Televisão: produção exagerada de imagens, signos e mensagens; “mundo simulacional”; realidade estetizada; perda da noção de realidade concreta Imersão
  5. 5.  Extensão incondicional do virtual x desertificação sem precedentes do espaço real  Guerra do Golfo, cerco de Sarajevo, Atentado às torres gêmeas  Tempo real  Não há mais distinção homem/máquina  Defesa de Baudrillard: pensamento radical x análise crítica “Hoje, não pensamos o virtual; somos pensados pelo virtual.”
  6. 6.  (re)produção do virtual: sonho da ficção cientifica, encontrar um inimigo, consultar profissionais de Hollywood para as pesquisas anti-terrorismo  Exigência do real: . Atinge-se uma torre, constrói-se outra, mata-se um terrorista, nasce outro. "Se a coesão da nossa sociedade era mantida outrora pelo imaginário de progresso, ela o é hoje pelo imaginário da catástrofe"
  7. 7. Paradoxo Virtual Real Virtual Real Virtual “Ninguém mudará nada na realidade das coisas se não se compreender o conceito de realidade”
  8. 8.  Decifrar a essência das aparências  Por que as torres gêmeas?  Ponto final na verticalidade  Hipóteses sobre o terrorismo  Necessidade de materialização
  9. 9.  Islamismo  Guerra ao terror  Capitalismo: soberania dos EUA
  10. 10.  Irrealidade do Mal como mal  Exílio do espelho  Representação do mal
  11. 11.  “Que acontece, mais geralmente, com o real substituído pelo virtual e tornado também inútil? Uma reserva? Uma relíquia? Um fóssil? Um fetiche? Um objeto de arte? O conflito não está perto de terminar entre o original e seu duplo, nem o clash entre o real e o virtual” (p. 158).
  12. 12.  “Deve-se antes de tudo salvar o princípio de realidade. (...) Mais nenhum acontecimento é ʻrealʼ. Atentados, processos, guerra, corrupção, sondagens: nada mais escapa aos truques e tudo está fora da possibilidade de decisão. O poder, as autoridades, as instituições, são as primeiras vítimas dessa desgraça dos princípios de verdade e realidade” (p. 46-47).

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