Reflexão crítica final MCosta

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Reflexão crítica final MCosta

  1. 1. Relatório de Reflexão Crítica Cursos de Formação Contínua de Professores 1 – IDENTIFICAÇÃO AÇÃO Designação da ação Integração de Ferramentas Digitais no Processo deAprendizagem Inclusivo Nome do formador Ana Paula Rocha 2 – IDENTIFICAÇÃO FORMANDO Nome do formando Márcia do Rosário Chaves Dias da Costa Escola Agrupamento de Escolas Daniel Sampaio Nível Ensino Ensino Básico - 1.ºCiclo Grupo Recrutamento 910 Situação profissional Contratada Email marciachavescosta@hotmail.com 3 – REFLEXÃO CRÍTICA 3.1 – MOTIVOS DE INTERESSE NA AÇÃO DE FORMAÇÃO (RAZÕES JUSTIFICATIVAS PARA FREQUENTAREM A FORMAÇÃO) Soube desta ação de formação relativamente em cima do acontecimento, fiquei logo muito interessada em frequentá-la, inscrevi-mee fui aceite no mesmo dia em que começou. Tenho grande interesse pela temática das tecnologias, embora seja inexperiente nestas andanças, nomeadamente em frequentar uma ação em modelo e-learning, daí também a minha curiosidade e a minha expetativa em frequentar a ação. A importância das tecnologias na atualidade são uma constante e como tal, preocupo-me em aprofundar e atualizar os meus conhecimentos nesta área para poder diversificar asferramentas,adaptá-laseproporcionar a mesma igualdade de oportunidades a todos os alunos com Necessidades Educativas Especiais com os quais trabalho,pois estas constituemmuitas vezes um meio para facilitar na aquisição dedeterminado objetivo. A minha necessidade de formação, o facto de querer fazer diferente e ir mais além na dinâmica utilizada em contexto educativo, fizeram com que a minha intenção de procurar e realizar uma ação deste género fosse imprescindível. 3 – REFLEXÃO CRÍTICA 3.2 – APRECIAÇÃO CRÍTICA DAS VERTENTES TEÓRICAS E PRÁTICAS DA AÇÃO (IDENTIFICAÇÃO DAS TEMÁTICAS ABORDADAS E DAS METODOLOGIAS UTILIZADAS; REFERÊNCIA CRÍTICA AOS CONTRIBUTOS DA FORMAÇÃO PARA O DESEMPENHO PROFISSIONAL) No decorrer da formação participei edesenvolvi todas as tarefas que foram propostas. Já tinha desenvolvido pequenos projetos simples na área das TIC, enquanto docente do 1.ºCiclo e de Educação Especial, contudo esta formação foi pertinente, permitiu-me alargar os horizontes demonstrando um leque
  2. 2. Relatório de Reflexão Crítica Cursos de Formação Contínua de Professores variado deopções e aplicações quepodem ser utilizadasemcontexto educativo,adaptáveis às diversas áreasde ensino. Relativamente há metodologia adotada a nível teórico e prático foi muito acessível, de fácil compreensão e utilização. Foi feita pela formadora uma abordagem à utilização das ferramentas Web 2.0 e à sua vantagem e necessidade em todos os docentes as utilizarem, no sentido de promoverem e facilitarem a inclusão. Foi proposta a criação de um e-portefólio numas das ferramentas sugeridas, que contemplasse todas as tarefas propostas e desenvolvidas no decorrer do curso. O módulo 0 foi dividido em duas partes, na primeira parte procedemos ao preenchimento de um questionário de diagnóstico. De seguida efetuamos uma apresentação numa ferramenta de duas propostas, para que nos ficássemos a conhecer um pouco melhor, utilizei o PowerPoint a disponibilizar no slideshare, depois de uma tentativa falhada em tentar fazer uma partilha online direta, parece tão simples, que não permitiu que eu o fizesse. Confesso que a minha desorientação nesta primeira etapa foi alguma, pois fui aceite para frequentar o curso nesse mesmo dia, tive que me inteirar de toda a informação de um momento para o outro, mas tudo foi sendo ultrapassado,a formadora tranquilizou-me.As restantes tarefas correrambem melhor. Iniciamos,entretanto a criação do blog,no qual iria ser construído o e-portefólio, após alguma exploração sobre o seu potencial e, uma vez que para mim constituiu novidade,foi a minha estreia num blog,enquanto ‘criadora’, tem como título ‘Um passo mais @lém…’. Na segunda parte do módulo 0 procedemos ao preenchimento do questionário VARK, cujo resultado e análise constam do e-portefólio, foi um momento de regressar ao ‘passado’de reviver momentos bons e menos bons, onde nem sempre à medida que fui evoluindo como aprendiz, a inclusão dos alunoscomdificuldades era feita. Fomos avançando no curso e chegamos ao módulo 1 onde o desafio proposto foi um pouco diferente, após exploração de um conjunto de opções fornecidas, deveríamos selecionar num Think-Tac-Toe (3 em linha) e desenvolver as tarefas X,Y, Z. Foi-nos dada a oportunidadede constituir umgrupo de trabalho comoutro colega, o que tornou a experiência ainda mais desafiante. O nosso tópico abrangente foi a comunicação alternativa – uma linguagem para todos. É, através da comunicação que estabelecemos com o que nos rodeia, que aprendemos e adquirimos conhecimento,por isso há que proporcionar a todos a possibilidade de entenderem o que se passa à sua volta. Para alguns a comunicação alternativa é o único meio que possuem para comunicar (Tetzchner & Martinsen, 2000). Constitui grupo de trabalho com o colega Manuel Sequeira, trabalhamos ambos em unidades de ensino estruturado e mantivemos o grupo nos módulos 1, 2 e 3, o que permitiu tornar esta experiência numa viagem bem agradável,pela oportunidadedetroca de pontos de vistas distintos,desolucionar alguns problemas comos quaisnos deparamos no dia-a-diacomos alunoscomNecessidades EducativasEspeciais e pelo enriquecimento e a igualdade de oportunidades que podemos proporcionar-lhes, utilizando as
  3. 3. Relatório de Reflexão Crítica Cursos de Formação Contínua de Professores ferramentas (Powtoon - módulo 1 e Blendspace – módulo 2), adaptadas a uma linguagem para todos. Como sentimos necessidade na nossa prática docente de auxiliar frequentemente os nossos colegas de profissão, a tarefa desenvolvida na ferramenta Active Textbook – módulo 3 foi pensada e desenvolvida a pensar neles e, na forma dinâmica como os poderíamos ajudar,dando-lhes também a conhecer as potencialidades da ferramenta. Todas as tarefas X,Y e Z, finalizadas nos respetivos módulos, foramalvo da nossa autoavaliação ereflexão crítica (minha e do Manuel, uma vez que o trabalho foi desenvolvido em conjunto) constam do respetivo e-portefólio individual. O curso culminou coma reflexão crítica final,aqui saliento a importânciaqueo curso teve e terá na minha prática enquanto docente, neste momento na área de educação especial, permitiu aferir e aperfeiçoar algumas dinâmicas, tornando-as mais lúdicas e apelativas aos alunos, possibilitando-lhes uma interação diferente com outro tipo de recurso. Todos os colegas desenvolveramtrabalhos muito bons,cada um na sua área mais direta, a possibilidade de podermos vê-los e comentá-los possibilitou a melhoria de algumas práticas com certeza em todos nós e, na vontade de continuar. A formadora que dinamizou o curso e-learningesteve sempre atenta a todos os momentos, orientou e prestou os esclarecimentos necessários, indicando sempre possíveis opções de resolução de algum entrave com o qual nos deparássemos no decorrer de todas as tarefas propostas. 3 – REFLEXÃO CRÍTICA 3.3 – CONCLUSÕES O curso integração de ferramentas digitais no processo de aprendizagem inclusivo foi ao encontro das minhas expetativas. Os desafios propostos,fizeram com que queira ir mais aléme continue a desenvolver atividades para os alunos com quem trabalho, não só na atualidade, mas no futuro. Na Educação Especial as tecnologias constituem um recurso muito atrativo e importante, pois possibilitame auxiliamna integração e inclusão de todos no acesso à informação e, sobretudo à mesma igualdadede oportunidades. A diversidade de ferramentas que nos foi dada a conhecer, foi sem dúvida muito enriquecedor a, pois permite diversificartoda uma forma de abordar assuntos,facilitando o processo deensino-aprendizagemdos alunoscom necessidades educativas especiais. O balanço que faço deste curso é bastante positivo, sinto que progredi, tive conhecimento de aplicações/ ferramentas as quais desconhecia, por isso foi uma mais valia tê-lo frequentado. Valeu a pena cada instante passado em prol do mesmo.
  4. 4. Relatório de Reflexão Crítica Cursos de Formação Contínua de Professores 4 – BIBLIOGRAFIA TETZCHNER, Stephen von; MARTINSEN, Harald (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa.Porto:PortoEditora.

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