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  1. 1. Álcool no Trabalho: Impacto das Situações Relacionadas O que é isso? O vinho é escarnecedor e a bebida forte alvoroçadora todo aquele que por eles é vencido não é sábio Marcelo Lutz - Enfermeiro Palavras chave:álcool, trabalho, impacto, causas, consequênciasdeixar tudo que foi copiado em azul Pegar os artigos para referência1 – Resumo Constituo esta oportunidade de trabalho em iniciação cientifica, conhecer umpouco mais sobre os efeitos impactantes do alcoolismo no trabalho, pelo fato que estaproblemática está sendo considerada, hoje, uma verdadeira questão de saúde pública,tendo o conhecimento cada vez mais evidente, do tamanho e da prevalência doalcoolismo como um problema cada vez maior que a sociedade atual enfrenta; a
  2. 2. Organização Mundial da Saúde (OMS) refere que o alcoolismo é a terceira maiorcausa de morbidade e mortalidade na atualidade e como tal deve ser abordado comextremo cuidado, já que são vidas que estão em jogo, e que possuem família oufamiliares atrelados com essa doença. Assim nesse sentido vamos dar espaço para alguns temas relacionados como,etilismo no trabalho e questões voltadas para este tema, esperando contribuir naelucidação das conseqüências pertinentes e prejuízos relacionados ao abuso debebidas alcoólicas em ambiente laboral. Que estas linhas venham a colaborar commais uma referência na literatura científica para todos os profissionais da área daSaúde e de outras afins, que se dedicam de modo direto ou indireto a minimizar asperdas e os danos relacionados aos problemas causados em ambiente de trabalho. ABSTRACT IntroduçãoO presente artigo busca e discute a problematização do uso do álcool em ambiente detrabalho. A pesquisa foi realizada entre fevereiro a agosto de 2012. Rege a busca dainformação em Enfermagem do Trabalho a perspectiva para esclarecer pontosprejudiciais relevantes para a saúde da empresa e do trabalhador. Interfaces doprocesso dogmático etílico uma vez estabelecido, confirmam importantes desajustesdo trabalhador, causando relevantes impactos que contribuem para umdesperfilamento das características inatas do trabalhador, sendo o alcoolismo,comprovadamente uma das doenças mais incidentes em qualquer classe trabalhadorabrasileira causando alto percentual de acidentes de trabalho, com grande numero demortes. 2 - Desenvolvimento Inicialmente faremos a indagação: álcool é droga? Em seu livro Alcoolismo olivro das respostas, Emanuel Ferraz Vespucci diz: Claro que é. E é a principal droga no mundotodo, inclusive no Brasil. Droga no sentido mais popular da palavra é toda a substancia que provoca mudança de humor,alterações na percepção e no pensamento. Os cientistas a chamam de substância psicoativa. O álcool seencaixa por inteiro nessa definição, pois atua no sistema nervoso central. Trata-se da droga mais usada nomundo e está entre as que provocam a dependência mais difícil de ser enfrentada. Seu consumo éfortemente favorecido pelo fato de ter respaldo nas leis – e em especial, a legislação fiscal, já que gera
  3. 3. volumosos impostos, e ser aceito socialmente na esmagadora maioria dos países. Tanto que numerosospais até mesmo ensinam os filhos a beber, como prova de macheza ou preparação para a idade adulta! Analice GigliottiI; Marco Antonio BessaII em seu artigo na Revista Brasileirade Psiquiatria, dizem que as bebidas compostas por álcool, acompanham ahumanidade desde há muito tempo, e sempre obteve um lugar privilegiado em todasas culturas, ocupando um lugar de destaque nos rituais religiosos, como fonte deprazer, e presente também nos momentos de comemoração e de confraternização. Oálcool sempre esteve envolto em simbolismo. Através da história, os ritos dealimentação das tribos. Faz parte do hábito diário de famílias em todo o mundo,servindo de alimento e de laço de comunhão entre as pessoas. No entanto, à medidaque as sociedades foram passando por transformações econômicas e sociais,principalmente com a revolução industrial – que provocou as grandes concentraçõesurbanas, multiplicou enormemente a produção e a disponibilidade das bebidas ereduziu de modo drástico os seus preços –, havendo uma mudança profunda namaneira da sociedade e dos homens relacionarem-se com o álcool. É como sehouvesse sido revelada a outra face da moeda, ou seja, a mesma substância queirmana, comunga e alegra, também estimula a agressividade, a discórdia e a dor,rompendo laços de familiares, de amizade e vínculos de trabalho. As bebidasalcoólicas são portadoras desta função ambígua: se de um lado são produtostransbordantes de significados – como o vinho no catolicismo ou na sofisticação daculinária e do comércio internacional, onde um produto alcoólico pode custar atémilhares de dólares de outro, o uso exagerado dessas bebidas pode originar um gravetranstorno de saúde pública mundial acarretando prejuízos gigantescos para os paísese as sociedades. (Rev.. Bras. De Psiquiatria vol. 26, 2004) O etilismo após instalar-se no organismo do ser humano, leva a um difícilcenário para o tratamento e recuperação, sendo a negação uma verdadeira muralhaprotetora atrás da qual o alcoólatra vive, e gradualmente vai ficando intransponível,chegando a ponto de não poder cumprir nem mesmo aquilo que esteja programadocom o seu dia-a-dia, dificultando a programação do seu próprio futuro, e conformerelata Leonidas Silva Tonico, a família de um alcoólatra leva aproximadamente seteanos, convivendo com os problemas criados por ele até tomar coragem de comentar oassunto fora do circulo familiar e admitir que em seu meio há um alcoólatra. Levaaproximadamente outros dois anos para pedir ajuda externa. Dentro da visão mais conservadora, o alcoolismo só ocorre quando o indivíduotrabalhador é alcoólatra , no fim da linha, com doenças mais graves, degenerativas,algumas vezes irreversíveis, com lesões ou distúrbios em vários órgãos, levando aquadro do tipo falência múltipla de órgãos secundária ao alccolismo (FMO – Álcool),com prognóstico reservado (Braz apud Lima, 2003). José M. B. de Lima diz fazer-se necessário tomar por base dados e visões maismodernas (OMS) Organização Mundial de Saúde, e diversos outros autores, quemostram que o conceito de dependência química que vigorou no período das últimas
  4. 4. décadas do século XX estava bastante apoiado no modelo médico do alcoolismo e naperspectiva da saúde mental, como, ainda hoje, persiste entre muitos profissionais.Contudo no final da década de 1990, a OMS e muitos centros especializados , nosEUA e na Comunidade Européia, passaram a dar outro enfoque, levando em contaque, muitas das vezes, os agravos sobre a saúde e as conseqüências e prejuízos notrabalho estavam relacionados co o uso e abuso de álcool mais do que com adependência. Para favorecer uma melhor abordagem do alcoolismo entre os trabalhadoresampliando, assim, o enfoque desta complexa questão, incluindo outros problemasrelacionados, direta e indiretamente, com o uso nocivo e com o abuso eventual, debebidas alcoólicas, sendo também sabido que o uso social não isenta totalmente asconseqüências. Assim no tocante à saúde do empregado e da empresa, interessa os problemasrelacionados que estão mais freqüentes vinculados ao uso e abuso do álcool do queum quadro de dependência química propriamente dita. Neste caso, passam a ser deinteresse para o programa, situações de abuso do álcool nos fins de semana, em casa,fora da empresa, mas, que ao longo do tempo, poderão repercutir nas faltas dassegundas-feiras, na queda da produtividade durante a semana nas licenças médicasrepetidas, nos distúrbios familiares que afetam o humor e o estado de equilíbriopsicológico necessário a todos. Em determinadas circunstâncias o uso de bebidasalcoólicas durante o horário de expediente representa sérios riscos para odesenvolvimento adequado das tarefas e até mesmo de acidentes no trabalho quepodem ser pequenos ou grandes O álcool consegue mascarar sentimentos, situações desagradáveis e dificuldadesque as pessoas possam passar no curso de suas vidas. Segundo Edwards (1995), para seentender porque algumas pessoas bebem excessivamente é fundamental saber que o álcool é uma drogacapaz, pelo menos a curto prazo, de remover ou afastar uma ampla variedade de sentimentosdesagradáveis, como por exemplo angústia ou depressão. Para o indivíduo inseguro ou que duvida de seupróprio valor, beber pode remover temporariamente estes sentimentos. A pessoa que bebe demais está,freqüentemente, usando o álcool para alterar sua percepção do mundo, que ela acha difícil, ou para aliviarsentimentos insuportáveis a seu próprio respeito, este beber excessivo pode levar ao alcoolismo, podendoperder sua auto-estima, convencido de que ele não vale nada, preso a um sentimento de culpa,profundamente pessimista e, clinicamente deprimido. O beber e suas conseqüências levam a estessentimentos e o álcool então é usado. Ao alcoolista parece não existir outra forma de lidar com estessentimentos de menos-valia. As razões que podem levar um indivíduo a beber excessivamente são muitas,e a passagem do beber sem problemas ao alcoolismo não se faz do dia para a noite Bertolote e & Ramos admitem uma longa interface entre o beber normale o beber excessivo, em geral de vários anos. Nessa interface, começam a aparecer osproblemas relacionados ao uso inadequado do álcool, onde o beber passa a serpriorizado adquirindo uma importância cada vez maior na vida da pessoa. Dizem também que alguns dos sinais do beber problemático são:desenvolvimento da tolerância, o aumento da importância do álcool na vida dapessoa; a percepção do grande desejo de beber e da falta de controle em relação a
  5. 5. quando parar, síndrome de abstinência e aumento da ingestão de álcool para aliviar asíndrome da abstinência. Não subestimando a importância de todos estes fatoresbiológicos na determinação da vulnerabilidade ao alcoolismo, apontam que váriasteorias tentam explicar o desenvolvimento da dependência de álcool através deprocessos psicológicos, que incluem tanto processos cognitivos (pensamento,memória, atenção) como fatores afetivos (sentimentos e atitudes).Cada teoria psicológica procura explicar o desenvolvimento da dependência de álcoolatravés de seu referencial teórico. Os autores ainda relatam uma determinação sócio-cultural, onde os fatoresinterpessoais, como a influência dos pares e o comportamento da família, também sãomuito importantes na determinação do padrão de uso de álcool.2.1 -Substâncias de abuso e o local de trabalho Segundo a OIT Organização Internacional do Trabalho o consumo e o abuso doálcool, afeta pessoas comuns, ocorre na maioria das organizações em todos os níveise não estão uniformemente distribuídos nas populações. Estudos realizados emdiversos países por todo o mundo revelaram que o consumo de álcool durante os anosda adolescência é mais esporádico ao longo da semana, atingindo picos durante osfins de semana. O padrão de consumo dos adultos com idades compreendidas entre35 e 50 anos está distribuído de modo mais uniforme durante os dias de semana, semque existam picos de consumo. Diz também que o abuso de álcool nos locais detrabalho pode por em risco os trabalhadores, os seus colegas e a sua empresa.Consoante o setor de atividade e a ocupação do consumidor, esse risco estende-se porvezes ao público em geral, e ocorrendo na maioria das organizações desde o topo atéas categorias de base.2.2 – Impacto do alcoolismo no trabalho: Para o jornal expresso emprego de Portugal, trabalhar sob o efeito do álcool,além de prejudicar a saúde, pode ser responsável por acidentes no trabalho, alteraçõespsicológicas e perturbações na relação com os outros trabalhadores, podendo levar afalta de concentração, quedas, comportamentos violentos e conflitos laborais e, emcasos mais sérios levar ao aviso prévio do trabalhador. Para além dos efeitos nocivossobre a saúde, o álcool cria um ambiente desfavorável em casa, e no trabalho gerandoum problema social e afetando todas as pessoas que estão a volta de quem bebe. 2.2.1 – Acidente Devido a sua toxicidade intrínseca o etanol causa uma miríade de efeitos
  6. 6. deletérios no fígado e alterações em praticamente todas os órgãos e tecidos, e que segundo H. P. Rang e M. M. Dale, os principais efeitos do etanol atua no sistema nervoso central, onde suas ações depressivas assemelham-se àquelas dos anestésicos voláteis, sendo a nível celular seu efeito puramente depressivo, causando déficit no sistema nervoso central, acarretando sintomas e desordens no organismo que podem variar dependendo do estagio do alcoolismo, da quantidade de álcool ingerido e do estado psicológico da pessoa, os efeitos da intoxicação aguda pelo etanol no homem são bem conhecidos e incluem dificuldade da fala, incoordenação motora, aumento da confiança e euforia, modificando os comportamentos e poderão acarretar acidentes no trabalho devido:4.1.2.3 – Dificuldade de concentração.4.1.2.4 – Dificuldade de raciocínio.4.1.2.5 – Perda da memória.4.1.2.6 – Sonolência.4.1.2.7 – Depressão.4.1.2.8 – Dores de cabeça.4.1.2.9 – Tremores. •Até cerca de 40 por cento dos acidentes de trabalho envolvem ou estão relacionados com o consumo do álcool:4.1.3 – Absenteísmo Segundo a OIT, os trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidasalcoólicas, têm maior tendência do que os outros trabalhadores a ausentar-se dotrabalho sem autorização, e possuem um tendência de ausentarem-se do trabalho maisfrequentemente, e chegam de 10 a 15 vezes mais devido ao abuso freqüente debebidas alcoólicas nos finais de semana, comemorações esportivas, festas eproblemas familiares.
  7. 7. •Os trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas tem maior tendência do que os outros trabalhadores a ausentar-se por oito ou mais dias. •Um importante fabricante de automóveis verificou que os trabalhadores que consumiam grandes quantidades de bebidas alcoólicas / alcoólicos apresentavam padrões regulares de absenteísmo à segunda-feira ( a freqüência de erros era também mais elevada à segunda-feira. 4.1.4 Falta de pontualidade •Os trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas tendem a chegar ao trabalho mais tarde e a sair mais cedo do que os outros trabalhadores. 4.1.5 Pressão sobre os colegas •Ao abordar sobre os efeitos farmacológicos do etanol H. P. Rang e M. M. Dale, dizem que o desempenho intelectual e motor, a discriminação sensorial (que podem ser medidos de várias formas diferentes) sofrem redução uniforme pelo etanol, mas os indivíduos geralmente são incapazes de julgar isto sozinhos. Com maiores níveis de intoxicação, o humor tende a tornar-se altamente lábil, com euforia e melancolia, agressão e submissão frequentemente ocorrendo sucessivamente, e poderá acarretar desordens em ambiente de trabalho como as que seguem: •Maiores cargas de trabalho para compensar a menor produtividade dos trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas. •Maiores riscos para a segurança resultantes da intoxicação, negligência e diminuição da capacidade de julgar dos trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas. •Conflitos e queixas. •Clima de intimidação e trafico de drogas ilícitas no local de trabalho. •Violência. •Furtos.4.1.6 Custos de substituição: •A probabilidade de terem trabalhado para três ou mais empregadores no ano anterior é maior entre os trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas do que entre outros trabalhadores. •A probabilidade de terem deixado voluntariamente um empregador no ano anterior é maior entre os trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas do que entre outros trabalhadores.
  8. 8. •A probabilidade de serem despedidos por um empregador nos últimos dois anos é maior entre os trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas do que entre outros trabalhadores. •Aposentam-se 5 a 10 anos antes do tempo, o que representa perda de mão-de- obra mais qualificada e mais peso para a Previdência Social. •Furtos dentro da empresa ou fora.4.1.6 Custos com indenizações aos trabalhadores •Os trabalhadores que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas têm maior tendência do que outros trabalhadores a apresentar um pedido de indenização por perdas e danos.4.1.7 Produção Tanto a intoxicação como a diminuição de capacidades que advém do consumo (“efeito ressaca”) tem impacto sobre as seguintes funções, que são relevantes do ponto de vista do desempenho no trabalho, e como relata Darcy Roberto Lima níveis elevados de forma crônica explicam as diferentes alterações do alcoólatra sobre diferentes órgãos. Quando ocorrem níveis tóxicos no sangue, as alterações nas propriedades das membranas celulares afetam o funcionamento de uma grande variedade de proteínas da membrana, incluindo canais e sistemas de transporte. Existem evidências, entretanto, de que apenas um pequeno número de receptores de neurotransmissores e possivelmente canais iônicos no cérebro são susceptíveis à ação do etanol, sendo principalmente os principais responsáveis pelas mudanças que ocorrem no comportamento, provocando perdas de produtos por defeitos de fabricação (falta de atenção ou concentração com mais freqüência de que os não alcoolistas, ocasionando os seguintes distúrbios: •Tempos de reação ( as reações são mais lentas) •Capacidade motora (movimentos desajeitados e coordenação deficiente) •Aprendizagem e memória (perda de concentração) •Desempenho intelectual (raciocínio lógico afetado) •Falhas de conduta ou com normas de segurança •Ao abordar o tema Goodman & Gilman descrevem que o as bebidas alcoólicas ob o ponto de vista farmacológico, pode produzir ações ansiolíticas e desinibição comportamental. Os sinais individuais de intoxicação variam de manifestações expansivas e vivazes do afeto até alterações descontroladadas do humor e crises emocionais. podendo apresentar componentes de violência.
  9. 9. •Estado de espírito (agressividade ou depressão)5 – PrevençãoA Mudança de Paradigma: A Prevenção O nosso país avança na política de atenção e prevenção dos problemasrelacionados ao álcool. José M. B. de Lima diz que com a assinatura do decreto lei6.117, de 22 de maio de 2007, pelo presidente Lula com base em competente trabalhodesenvolvido pelo SENAD (Secretaria Nacional Antidroga), damos um salto dequalidade na direção das políticas públicas à semelhança dos países desenvolvidos noque tange às conseqüências e prejuízos relacionados ao uso e abuso de bebidasalcoólicas. Assim como à França, os EUA e outros países desenvolvidos , o Brasil,com este decreto-lei recém assinado, inscreve-se entre os que dispõe de avançadalegislação referente ao álcool. A filosofia básica dos programas de prevenção de abuso de substâncias noslocais de trabalho consiste em considerar que o abuso de substâncias é um problemade saúde que pode ser evitado. Ao transformar a prevenção num tema central noslocais de trabalho, serão menos os trabalhadores a desenvolver problemasrelacionados com abuso de substâncias. Existem duas razões essenciais para implementar um programa de prevençãode abuso de substâncias •As iniciativas de prevenção enfatizam a saúde, bem estar e segurança dos trabalhadores. Esta é uma abordagem positiva. Tanto as administrações como os trabalhadores podem apoiar iniciativas de prevenção de um modo que não seja considerado como pondo em causa, seja de que forma for, os empregadores representantes dos trabalhadores. •A introdução de um programa de prevenção beneficia as empresas. Os estudos epidemiológicos demonstram que a incidência de problemas relacionados com o consumo de álcool consumida; quanto maior for o consumo, maior o numero de problemas como acidentes, absenteísmo, violência e assédio. Além disso, a implementação de um programa de prevenção é menos dispendiosa do que o tratamento dos trabalhadores dependentes. Deste modo, a produtividade e competividade das empresas aumenta. Conclusão:
  10. 10. Concluimos que o etilismo representa um dos problemas da nossa sociedade, eproduz vários fatores de risco ligados ao trabalho que muitas vezes tornam-seirreparáveis, devido as patologias prejudiciais do organismo do trabalhador,causando acidentes, conflitos em ambiente de trabalho, e levando ao maudesempenho do funcionário dentro da empresa, observando que muitos são osfatores, ligados à saúde física, mental e emocional, acabando por ter avariasconseqüências em todas as áreas da vida e pondo em risco muitos fatores, sendoum deles a nível do emprego, e ainda trazendo prejuízos financeiros aoempregador, que muitas vezes vêem-se obrigadas a tomar precauções em relaçãoaos seus trabalhadores Toda essa problemática causa dano ao ser humano, e prejuízo às empresas.
  11. 11. BibliografiaRevista Brasileira de Psiquiatria vol. 26 suppl.1 São PauloMay 2004.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextHYPERLINK "http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462004000500004"&HYPERLINK"http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462004000500004"pid=S1516-44462004000500004http://www.onu.org.br/onu-no-brasil/oit/Bertolote J. M. & Ramos S.P. Alcoolismo Hoje. Porto Alegre,Artes Médicas, 1997.Edwards, G. O Tratamento do Alcoolismo. São Paulo, MartinsFontes, 1995.Goodman & Gilman – As Bases Farmacológicas daTerapêutica. Rio de Janeiro Mc Graw Hill - 10 edição. 2003.Darcy Roberto Lima – Manual de Farmacologia Clínica,Terapêutica e Toxicologia. MEDSI. 2003 – Rio de Janeiro.H. P. Rang & M. M. Dale – Farmacologia. GuanabaraKoogan, Segunda edição. 1993.José Mauro Braz de Lima – Alcoologia – O Alcoolismo naPerspectiva da Saúde Pública. Medbook, Editora cientificaLtda Rio de Janeiro – 2008.Leonidas Silva Tonico – Acoolismo – Como Enfrentaar eSuperar. 4. Ed. Ver. E atual. – São Paulo : Paulinas, 2006http://www.onu.org.br/onu-no-brasil/oit/

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