Marcelo Pinto Guimarães
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Professor de Arquitetura - Doutor em Design
UFMG
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Departamento de Projetos
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Seminario Hojeemdia-30mai14 - Mobilidade, Acessibilidade Universal e Qualidade de Vida

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This presentation links the conceptual framework of accessibility for all to major issues related to mobility problems in urban transportation.

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Seminario Hojeemdia-30mai14 - Mobilidade, Acessibilidade Universal e Qualidade de Vida

  1. 1. Marcelo Pinto Guimarães Marcelo Pinto Guimarães, Professor de Arquitetura - Doutor em Design UFMG ACESSIBILIDADE PARA TODOS UM REFERENCIAL DE BOA QUALIDADE EM EXPERIÊNCIAS COMPARTILHADAS Mesa: Modais Alternativos, Cidades Saudáveis e Limpas
  2. 2. Marcelo Pinto Guimarães a ineficácia dos transportes coletivos, a explosão da frota de veículos, o trânsito caótico, a poluição e a degradação da qualidade de vida questões centrais do evento a divisão do espaço público nas cidades está se tornando cada vez mais desigual, transporte individual / privado ocupa 80% das vias públicas parece que os problemas são novos, e as soluções tecnológicas, surpreendentemente inovadoras. Será mesmo?
  3. 3. Marcelo Pinto Guimarães política de controle de inflação com consumo de automóveis cobra alto preço sobre a qualidade de vida O governo federal busca controlar a inflação ao fortalecer a indústria automobilística, e deveria investir noutro modelo de desenvolvimento tecnológico, econômico e humano.
  4. 4. Marcelo Pinto Guimarães a opção de transporte faz de pessoas reféns ou vítimas Os cidadãos não tem alternativa, pois se optarem pelo transporte público vivenciarão ambientes indignos para viagem. Se buscarem o automóvel, ao menos garantirão uma bolha de privacidade, mas o custo disso é alto!
  5. 5. Marcelo Pinto Guimarães faixas de velocidade são tomadas pelo poder econômico O veículo pessoal representa poder, força e dominação do espaço urbano. Ao invés de lesmas ou sardinhas, os motociclistas parecem pernilongos ao “voarem” e transgredirem as regras de conformação do comportamento e velocidade e por isso são odiados. Apesar disso, todos gostam quando a pizza entregue pelo motociclista chega ao destino quentinha…
  6. 6. Marcelo Pinto Guimarães o aumento da frota de veículos privados ou públicos chegará ao limite da capacidade das vias O exemplo dessa auto-estrada indica a saturação do uso do espaço urbano sem que o uso do veículo pessoal resulte numa relação saudável e humana entre seus ocupantes e vizinhos. Passamos dos limites, e já é tarde demais.
  7. 7. Marcelo Pinto Guimarães Não podemos por a culpa somente no uso intenso do veículo individual Ao tirarmos o veículo pessoal com a ênfase para o transporte coletivo temos que repensar a qualidade da experiência para seus usuários e para os ocupantes das ruas, pois senão, teremos espaços vazios e sem vida.
  8. 8. Marcelo Pinto Guimarães o aumento da frota de veículos privados ou públicos chegará ao limite da capacidade das vias Mesmo investindo em mais e mais ônibus, o crescimento populacional impedirá a mobilidade urbana. Temos então que repensar a necessidade de um cidadão cruzar a cidade para obter o que necessita. Ele deve achar o que procura em local próximo onde esteja.
  9. 9. Marcelo Pinto Guimarães há uma definição incompleta da pauta expansão do Metrô, implantação de BRTs, trens metropolitanos, ciclovias, e restrição do uso de carros medidas para a equação do estrangulamento do trânsito visão sistêmica que englobe a gestão do uso da construção no espaço urbano com acesssibilidade universal manter as pessoas num mesmo local o máximo possível para todos os seus interesses – morar, trabalhar, se divertir, socializar tais medidas são emergenciais e tardias. São falhas porque as pessoas não participam de um processo que respeite diversidade.
  10. 10. Marcelo Pinto Guimarães problemas de mobilidade urbana problemas de mobilidade reduzida pessoas portadoras de acessibilidade há uma definição incompleta da pauta Há um tratamento de eufemismo nas palavras “mobilidade urbana” quando de fato o problema é sobre “acessibilidade para todos.” Ao invés de “portadores de deficiência,” as pessoas com problemas graves de mobilidade deveriam ser chamadas de “portadoras de acessibilidade,” pois assim permitem que todas as outras tomem consciência da boa qualidade a ser conferida à experiência de convívio social.
  11. 11. Marcelo Pinto Guimarães a ênfase à mobilidade urbana, à expansão de ciclovias em Belo Horizonte, por exemplo, deve evoluir com a ênfase à acessibilidade ambiental para todos há uma definição incompleta da pauta Ciclovias são colocadas hoje como solução assim como a cadeira de rodas representou a melhor abordagem para os problemas de pessoas que não andam com as pernas. Mas isso não pode ser assim tão simplista.
  12. 12. Marcelo Pinto Guimarães ACESSIBILIDADE PARA TODOS : UM REFERENCIAL DE BOA QUALIDADE EM EXPERIÊNCIAS COMPARTILHADAS a inacessibilidade é um insulto à dignidade!!!
  13. 13. Marcelo Pinto Guimarães a inacessibilidade é um insulto à dignidade!!! a inacessibilidade é um insulto à dignidade!!!
  14. 14. Marcelo Pinto Guimarães design universal é inclusivo Os elementos que compõem a acessibilidade formam um sistema em que a regra básica é considerar exceções como parte da formulação geral. Os elos de interligação deste sistema contém desde um simples objeto ou informação até um complexo sistema urbano e de telecomunicações. Ao se pensar na minimização do efeito social de deficiências, que é o efeito coletivo do estresse continuado, basicamente todo o sistema deve ser compreendido. O design universal é ao mesmo tempo a base de iguais oportunidades pelo respeito às diferenças
  15. 15. Marcelo Pinto Guimarães Quando os ciclistas vão à luta e se expõem ao sistema de trânsito que não os acolhe, eles se arriscam mas também podem causar acidentes com os pedestres. Ciclistas correm e confirmam o mesmo modelo. O atropelamento de bicicleta pode matar, pois ela é silenciosa e sobe nas calçadas.
  16. 16. Marcelo Pinto Guimarães a ciclovia irá funcionar quando a calçada funcionar A humanização das relações entre ciclistas e pedestres dependerá que a calçada seja de piso regular e homogêneo, sem o revestimento que faz as pessoas tropeçarem e cairem. Senão, pessoas com problemas de mobilidade irão utilizar as ciclovias para obterem passagem.
  17. 17. Marcelo Pinto Guimarães a ciclovia irá funcionar quando a calçada funcionar
  18. 18. Marcelo Pinto Guimarães a ciclovia irá funcionar quando a calçada funcionar Neste trabalho na UFMG, simulamos cruzamentos para indicar os conflitos entre pedestres e ciclovias. Notem como o piso tátil serve de alerta, mas mesmo assim há espaço para que o pedestre atravesse primeiro a pista de veículos e depois a pista da ciclovia, sem ficar exposto ao perigo.
  19. 19. Marcelo Pinto Guimarães desejos inclusão design inovação em design precisa considerar inclusão No país, há mais de 14 montadoras de veículos que se instalaram sem nenhum custo. Nenhuma é obrigada a produzir veículos de uso universal. Temos que articular as discussões sobre transporte com as da produção imobiliária e assim, fazer da acessibilidade de edifícios ligada à cidade.
  20. 20. Marcelo Pinto Guimarães Nesta foto história, vê-se que a tecnologia de transformar uma poltrona numa cadeira de embarque é antiga. O automóvel antigo podia ser adaptado. A diferença é que hoje podemos fazer todos os veículos com acessibilidade universal. Não depende de tecnologia mas de ação!
  21. 21. Marcelo Pinto Guimarães inovação em design precisa considerar inclusão A tecnologia digital pode fazer a previsão de uso e de monitoramento de estacionamentos acessíveis para quem tem problemas sérios de mobilidade.
  22. 22. Marcelo Pinto Guimarães repensando o modelo: compartilhamento multi-modal Trens poderiam diminuir a sobrecarga do número de veículos nas estradas, que causam índices alarmantes de mortes e de vítimas com lesões que geram deficiências e mais problemas de mobilidade.
  23. 23. Marcelo Pinto Guimarães repensando o modelo: compartilhamento multi-modal O compartilhamento de bicicletas parece ser uma ótima solução desde que as pessoas deixem suas bicicletas pessoais em casa. Contudo, os circuitos de atendimento desses serviços devem ser amplos, contando ainda com vestiários para os ciclistas.
  24. 24. Marcelo Pinto Guimarães repensando o modelo: compartilhamento multi-modal http://www.zipcar.com/ Um sistema similar de compartilhamento pode ser estendido para carros.
  25. 25. Marcelo Pinto Guimarães repensando o modelo: compartilhamento multi-modal De nada adianta implantar esse sistema na cidade se o design universal não for pensado. Notem que esses veículos, apesar de usarem energia limpa, são inacessíveis.
  26. 26. Marcelo Pinto Guimarães inovação em design precisa considerar inclusão Nesse tipo de solução, a pessoa em cadeira de rodas pode ser motorista, mas não transportará ninguém mais em sua companhia.
  27. 27. Marcelo Pinto Guimarães design universal considera inclusão e repensa o modelo Num futuro não muito distante, há quem pense que os veículos serão menores, mais leves, mais inteligentes... Como cadeiras de rodas motorizadas. Ainda assim, a acessibilidade universal não será contemplada se a conexão intermodal não for devidamente considerada.
  28. 28. Marcelo Pinto Guimarães design universal considera inclusão e repensa o modelo
  29. 29. Marcelo Pinto Guimarães design universal e uma crítica ao filme Wall-E da Disney-Pixar Se, como um alerta da ficção, o veículo individual de transporte possa gerar mais obesos, a noção de design universal oferece a justificativa de que o transporte individualizado permitirá a quem ande com suas pernas continuar pedalando, desde que em harmonia com os demais cidadãos.
  30. 30. Marcelo Pinto Guimarães Direção: Prof. Dr. Marcelo Pinto Guimarães Departamento de Projetos Escola de Arquitetura da UFMG Rua Paraiba 697, sala 125 BH, MG 30130-140 fone 0 xx 31 3409 8810 w w w . a d a p t s e . o r g contato @ adaptse.org

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