Uma casa para todos os povos

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Uma Reflexão Bíblica sobre o nosso desafio de sermos uma Casa para Todos os Povos.
Livreto de Marcelo Edu Oliveira atual diretor de JOCUM Sampa

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Uma casa para todos os povos

  1. 1. 1 Uma Casa para Todos os Povos Marcelo Edu. Oliveira Dedicatória: Dedico este livreto a todos os irmãos da P.I. B do Parque Andreenseque estão conosco nessa sagrada teimosia.
  2. 2. 2 Índice: Dedicatória Caprichos ou Necessidades Uma Casa de Comunhão Uma Casa para todos os Povos Uma casa de Transformação Conclusão Caprichos ou Necessidades Na Palavra que Deus trouxe ao profeta Ageu há algo de muito importante a ser observado: “Acaso é tempo de vocês morarem em casas de fino acabamento enquanto a minha casa continua destruída?”. (Ageu 1.4) Este pequeno livreto traz consigo uma breve reflexão, fruto daquilo que tenho observado como missionário em alguns lugares por onde o Senhor tem me permitido estar. Somos pessoas dotadas de muitas necessidades básicas, fome, sede, dinheiro, saúde. O próprio fato de viver traz consigo a realidade de precisarmos do suprimento. Porém, um dos grandes riscos da igreja moderna é permitir que os caprichos fossem mais importantes do que as necessidades que nos envolvem. Olhando para o contexto de Ageu percebemos que o anseio de viver dos caprichos já é bem mais antigo do que pensamos. Para sermos uma casa de oração para todos os povos, exige uma palavra básica, porém de pronuncia incomoda: “Renuncia”.
  3. 3. 3 Uma reflexão sincera sobre tudo que tanto buscamos a de nos mostrar que muito daquilo que hoje sonhamos não passa de caprichos ao invés de necessidade em muitos casos nós somos influenciados pelos apelos da mídia, pela sede por status e tantas outras motivações. Não é a ideia deste livreto tecer uma critica sobre a maneira como administramos nossos recursos, mas, sim estimular que deixemos nosso egoísmo e nos permitir ser usados por Deus e experimentar de seus milagres diante do grande desafio de sermos uma casa de oração para as nações. Se queremos influenciar as famílias da terra precisamos lembrar que aquilo que fazemos na verdade é agir como mordomos das coisas que Deus coloca em nossas mãos. Sendo assim, o que temos não é nosso! Minha casa não é tão minha quanto penso, minha família não é minha, meus pertences são Dele, a mim compete apenas cuidar, ser mordomo do que Deus coloca em minhas mãos. Uma casa de Comunhão “Para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste”.(João 17.21 NVI) É praticamente impossível ouvir de um cristão que não deseja que Cristo seja conhecido e que o mundo creia que Jesus foi enviado por Deus. Entretanto, existe uma receita básica para que as pessoas acreditem que de fato servimos a Cristo, quando, expressamos verdadeiramente nossa comunhão uns com os outros. Triste, porém, atualmente tem se tornado cada vez mais comum, lideres de determinadas igrejas verem outros lideres como concorrente. Sem avaliar que servimos o mesmo Reino, O Reino de Deus que as placas não suportam que as visões ministeriais são pequenas comparadas ao tamanho deste Reino. Nossa unidade, mostra ao mundo o nosso verdadeiro amor por Jesus, esta foi a oração do mestre “Que eles sejam um...” Apesar das diferenças, pois, unidade não é o mesmo que
  4. 4. 4 uniformidade. Deus é criativo, a diversidade ministerial deve ser celebrada, para isso, precisamos entender que não somos todos iguais no que diz respeito a maneira como executar o ministério, mas, precisamos ser um, servir o mesmo alvo, a causa do evangelho, que nos molda para sermos família, ser uma família de ministérios que se alegra quando outras igrejas tem recebido suas vitórias e chora quando as coisas não estão bem e ainda mais, participa do desafio do próximo como se fosse o seu, pois, de fato é. Servimos o mesmo Reino ou não? Quanto mais nos afastamos da realidade de sermos um, mais, mostramos a nossa autossuficiência, e quem assim age tem perdido de vista o valor do próximo. Há muito que aprender com o próximo, apesar das diferenças, que sejamos um, possamos promover situações que gere a aproximação apesar do agito e falta de tempo que cada ministro viva. O Reino de Deus vai além daquilo que podemos oferecer apenas dentro de nossas igrejas, Deus nos chama a comunhão para assim, cumprir o tão falado Ide, existe uma urgência para isso, por mais que nossas igrejas em si já estejam realizando algo em seu ministério local, com o mesmo desejo que Jesus venha, podemos fazer algo mais, acreditar que Deus nos ajudará nessa tarefa desafiadora uma vez que deixamos de ser mesquinho e colaborarmos com outros ministérios que servem o mesmo Deus que servimos, buscam o mesmo Deus que buscamos, leem a mesma palavra que nós, por que não caminharmos juntos? Só vai além quem não vai só! A transformação das nações depende da nossa comunhão, do nosso interesse de não olhar apenas para o umbigo. Esta é uma convocação a comunhão, mesmo, que muitos não queiram, é bíblico que “Façam todo o possível para viver em paz com todos”. (Romanos 12.18 NVI).
  5. 5. 5 Uma casa para todos os Povos Deus nos chama para uma visão global, embora tenhamos um ministério específico, não podemos fazer de nossas igrejas um cemitério de talentos. Para sermos uma casa para todos Povos da terra, é preciso visionar, sonhar, promover eventos e falar em tempo e fora de tempo sobre as nações, sobre suas necessidades. A espinha dorsal de missões está em Genesis 12. 1-3 que fala sobre a vocação de Abraão, onde Deus o afirma: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra”. O mais fascinante desse texto é que essa vocação continua, Deus tem levantado pessoas de diversas condições sociais, de etnias diferentes para cumprir sua palavra, pois, Ele cumpre o que promete! Pessoas de países diferentes ainda nos dias de hoje tem saído de suas casas, de sua parentela para viver essa palavra, pessoas queamam a Deus e desejam obedece-lo, recentemente estive na China e fiquei fascinado com o que Deus tem feito, o vigor de Jovens com um mesmo alvo levar Jesus para diferentes culturas. Não podemos perder essa perspectiva global, apesar, de tantos acontecimentos que nos fazem pensar que ninguém mais tem se importado com Missões, Deus continua chamando seus filhos, esses filhos que são ou serão chamado de loucos. Mas, que não se importam, vivem, lutam e em alguns casos até morrem por essa causa. A purificação do templo descrita em Lucas 19.45-48 ensina-nos alguns detalhes importantes:  Que tipo de lugar, temos dado as nações. A revolta de Jesus com os vendedores do templo se tratava também de uma questão Missiológica muito importante, o lugar onde os cambistas estavam era o lugar reservado para que os gentios tivessem a oportunidade de adorar o Deus de Israel.  Jesus faz questão de lembrar: “Está escrito...” é ordenança, está na palavra, que a casa do Senhor seja uma casa de oração para todos os Povos!
  6. 6. 6  Não podemos fazer desta casa um covil de salteadores, não podemos permitir que as nações estejam sem adorar a Deus, por conta de nossa avareza, interesses pessoais e busca de lucro em nossos templos. Nosso chamado é para as nações, existimos para adorar a Deus e permitir que outros tenham essa mesma oportunidade. Vez ou outra, Deus, desperta pessoas para que possamos realinhar a visão, diante de nossa frieza e mesquinhez, Deus nos chama a viver por fé, mostramos que de fato exercitamos nossa fé quando dispomos o nosso coração para convocar as nações a adorarem o mesmo Deus que adoramos. Esta convocação exige sacrifícios que talvez não estejamos dispostos a realizar, dentre eles está nossa disposição em orar, nosso compromisso em contribuir com missionários, até mesmo nossa ida. Não que isso seja impossível, mas, requer renuncia infelizmente algumas pessoas estão sendo educadas a serem conselheiras de Deus, colocarem Deus na parede para obter coisas, como se as coisas fossem mais importantes que pessoas. Que tipo de resposta temos dado a Deus, diante do chamado tão claro e objetivo: “Portanto, Ide e Fazei discípulos de todas as nações...” (Mateus 28.18) Se nossas atividades não estão focadas na transformação das nações estamos fadados ser tudo, menos uma casa de oração para os Povos.
  7. 7. 7 Uma Casa de Transformação Seria mais fácil ser um sacrifício morto! Mas, não é para isso que fomos chamados para ser, Deus nos convoca através das palavras de Paulo da seguinte forma: “Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês” (Romanos 12.1). Ao colocar um peixe morto em uma churrasqueira é muito fácil ver que ele não terá reação alguma, já experimente colocar um peixe vivo em uma churrasqueira, pode ter certeza que isso iria incomoda-lo muito. Não é muito diferente dessa ilustração nossa vida cristã, somos sacrifícios vivos, cheios áreas na vida onde não queremos mudar, medos, mentiras com as quais já estamos acostumados a viver, atitudes egoístas que não nos abandona mesmo tendo a ciência nas escrituras sobre como devemos agir, ainda assim, teimamos em continuar da mesma maneira. A carta aos crentes de Roma nesse capitulo trata atitudes de pessoas em busca de transformação, o mais interessante é a maneira como começa o Capitulo 12, tratando sobre o nível do nosso sacrifício e logo após retrata: “Não se amoldem ao padrão desse mundo, mas, transformem-se pela renovação de sua mente...” Somos uma casa de transformação, é preciso convocar pessoas a experimentar transformação de vida, por mais, que pareça comum existir tantos cristãos nominais, de nossa parteé desafiar as pessoas a não seremas mesmas, uma vez que se tem um encontro real com Cristo, nossa vida não pode continuar no mesmo rumo. De fato, isso não depende de nós, é o Espirito que por meio da Palavra que de fato é capaz de transformar pessoas, mas, de nossa parte é preciso incentivar que as pessoas busquem transformação, ofereçam suas vidas como sacrifício vivo. Ainda, que isso nos custe sermos vistos como moralistas ou chatos, nossa função é ser uma casa de transformação. Sacrifício Vivo e não Morto!
  8. 8. 8 Conclusão: Pode parecer impossível aos nossos olhos, mas, não é impossível para Deus, ser uma casa de oração para todos os Povos, Fiel é Ele que nos convoca apesar de toda nossa mesquinhez, Fiel é ele que Chama sua igreja e exercitar sua fé, confiar na graça libertadora de Cristo, que vai além de quatro paredes. Temos um chamado de influenciar nações da terra de diversas formas, por meio de nossas orações, nossa contribuição financeira, nossa ida por onde quer que Deus nos levar. Deus nos chama para Ser! Fazer sem Ser é a mesma coisa que não Fazer, assim, portanto que sejamos uma casa de oração para as nações da terra! Contatos: e-mail: oliveiramarceloedu@gmail.com
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