DECISÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL  SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO     DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-TSíntese do Decreto 5.820, ...
INOVAÇÃO   "Os americanos têm necessidade de    telefones, mas nós não. Temos um monte    de mensageiros."    • Sir W. Pr...
INOVAÇÃO   "As pessoas vão ficar cansadas de olhar    para uma caixa de madeira todas as    noites."    • Darryl Zanuck, ...
PREMISSAS DO SBTVD-T   Adoção do sistema brasileiro de televisão digital    terrestre – SBTVD-T e a transição do sistema ...
RADIODIFUSÃO   Serviço de Radiodifusão: modalidade de    serviço de telecomunicações destinado à    transmissão de sons (...
RADIODIFUSÃO   O primeiro ato normativo que regulou o uso da    comunicação sem fio no Brasil foi o Decreto n.    3.296, ...
RADIODIFUSÃO   Foi Getulio Vargas quem estabeleceu a    primeira norma da área de    radiodifusão, qual seja, o Decreto n...
RADIODIFUSÃO   O marco legal vigente para a atividade    de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de    27 de agosto de 1962 - ...
RADIODIFUSÃO   O marco legal vigente para a atividade    de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de    27 de agosto de 1962 - ...
CONCEITOS   Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre –    conjunto de padrões tecnológicos a serem    adotados p...
MODULAÇÃO DO SBTVD-TMultiplexação em Único Canal      Modulação com segmentação                                   da band...
ESTRUTURA DE IMPLEMENTAÇÃO DO SBTVD-T   Comitê de Desenvolvimento composto por    Ministérios     definição de políticas...
POSSIBILIDADES DO SBTVD-T   O SBTVD-T possibilitará:    transmissão digital em alta definição - HDTV;    transmissão di...
POSSIBILIDADES DO SBTVD-T           Facilidades                                                          Imagem de Alta   ...
INTERATIVIDADE   Local (não requer canal de retorno)     Aproveita o próprio feixe de dados da radiodifusão para transpo...
INTERATIVIDADE             Interatividade   A interatividade possibilitará uma    nova forma de utilizar a televisão.    ...
INTERATIVIDADEEstação de TV                                                Casa                 Programa + dados          ...
SERVIÇOS         Serviços da TV DigitalAlta Definição      Multi-programação             InteratividadeImagem e som de    ...
DADOS   A transmissão de dados pode    oferecer informações adicionais.                         -Detalhes do    gol;     ...
DADOS   Os Guias Eletrônicos de Programação    (EPG) permitirão visualizarmos os    programas futuros, com atualizações  ...
DADOS   Receberemos noticiários e    informativos através da transmissão    de dados (data broadcasting).                ...
PORTABILIDADE                       Horário de almoçoÍndice de Uso                                               No retorn...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   Consignação de faixa de radiofreqüência adicional    com lar...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   Requisitos para autorização da freqüência de    6 MHz:    P...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   O requerimento de consignação de canal de    radiofreqüência...
SBTVD-T – TRANSIÇÃO      Tecnologia Analógica para Digital   O requerimento de consignação de canal de    radiofreqüência...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   Distribuição das consignações de canais    digitais de 6 MHz: 7 anos   Cronograma do MC...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   geradoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito    Federal:      até 29 de de...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   retransmissoras situadas nas capitais dos Estados    e no Distrito Federal: até 30 de ab...
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T   Após a consignação do canal digital de 6    MHz:    Projeto de instalação: 6 meses após...
PROJETO DE INSTALAÇÃO   O projeto de instalação da estação digital deverá    ser apresentado em conformidade com os    fo...
LICENÇA DE FUNCIONAMENTO   Instalada a estação digital, a exploradora    deverá requerer ao Ministério das    Comunicaçõe...
INÍCIO DA TRANSMISSÃO   O início da transmissão digital deverá ocorrer em    prazo não superior a dezoito meses, contado ...
TRANSMISSÃO   O canal de radiofreqüência utilizado para    transmissão digital deverá:    proporcionar a mesma cobertura...
DESINTERESSE NA TRANSIÇÃO     O não cumprimento pelas exploradoras dos    prazos caracterizará o desinteresse da    conce...
PLANO E NUMERAÇÃO   O Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de    Faixas de Freqüências e o PBTVD serão    adequ...
CONDIÇÕES PARA TRANSIÇÃO DO              SBTVD-T   A transmissão digital de sons e imagens incluirá,    durante o período...
SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS   4 CANAIS DIGITAIS PARA EXPLORAÇÃO DIRETA UNIÃO    FEDERAL. Art. 21, inciso XII da CR/88     ...
SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL      SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS             TERRESTRE – SBTVD-T   O Canal da Cidad...
SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL       COMPETÊNCIA–DO MINICOM             TERRESTRE SBTVD-T   O Ministério das Com...
PRÓXIMOS PASSOS          Os Próximos Passos   Fórum do SBTVD-T: Câmara Executiva do Comitê    de Desenvolvimento do Siste...
URGÊNCIA – LEI DE COMUNICAÇÃO           Desafios         ELETRÔNICA    Novo marco legal para     preparar o país e as    ...
HISTÓRICO DA CONVERÊNCIA       Histórico da Convergência Tecnológica                                                      ...
CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA -        CONCEITO   A Comissão Européia ao abordar o tema no    “Green Book”, de dezembro de 199...
CONVERGÊNCIA   TIPOS:    CONVERGÊNCIA FUNCIONAL;    CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA;    CONVERGÊNCIA ECONÔMICA;    CONVERGÊN...
CONVERGÊNCIA FUNCIONAL   Oferta de mais funções (serviços) do que    originalmente projetado.    Ex: Telefonia Móvel (Voz...
CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA   Fusão de tecnologias em direção a um    processo convergente, seja nos terminais de    acesso ...
CONVERGÊNCIA ECONÔMICA   Concentração oligopolista ou monopolista    em que poucas empresas são capazes de    ofertar uma...
CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA   Diretamente ligada ao processo de    “mundialização”, onde as tecnologias    romperam barreiras...
CONVERGÊNCIA POLÍTICA   Formação de blocos entre nações e    aumento da importância de autoridades de    telecomunicações...
PLATAFORMA PLATAFORMAS (1/3)        CONVERGÊNCIA DAS DOS ANOS 90                            Conteúdo   Conteúdo     Vídeo ...
CONVERGÊNCIA DAS PLATAFORMAS (2/3)          PLATAFORMAS DO FUTURO  Conteúdo                                       :       ...
SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL        MUITO OBRIGADO         TERRESTRE – SBTVD-T                 FIM    Marcelo.b...
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Marcelo Bechara apresenta o sistema brasileiro de televisão digital terreste.

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  1. 1. DECISÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-TSíntese do Decreto 5.820, de 29 de junho de2006 e da Portaria 652, de 10 de outubro de 2006
  2. 2. INOVAÇÃO "Os americanos têm necessidade de telefones, mas nós não. Temos um monte de mensageiros." • Sir W. Preece, engenheiro-chefe do Escritório Postal Britânico (1878) "Não há razão para que alguém ter um computador em casa" • Ken Olsen, presidente e fundador da Digital Equipment Corp. (DEC)
  3. 3. INOVAÇÃO "As pessoas vão ficar cansadas de olhar para uma caixa de madeira todas as noites." • Darryl Zanuck, produtor de cinema, sobre o futuro da TV (1946) "Tudo que podia ser inventado já foi inventado." • Charles H. Duell, oficial do escritório de patentes dos EUA (1899)
  4. 4. PREMISSAS DO SBTVD-T Adoção do sistema brasileiro de televisão digital terrestre – SBTVD-T e a transição do sistema de transmissão analógica para o sistema de transmissão digital do serviço de radiodifusão de sons e imagens e do serviço de retransmissão de televisão. O SBTVD-T será assegurado de forma livre e gratuita e para o acesso público em geral O SBTVD-T adotará o padrão de modulação de sinais do sistema ISDB-T (padrão japonês) com inovações brasileiras.
  5. 5. RADIODIFUSÃO Serviço de Radiodifusão: modalidade de serviço de telecomunicações destinado à transmissão de sons (radiodifusão de sons, radiofonia ou radiodifusão sonora) ou de sons e imagens (radiodifusão de sons e imagens, radiotelevisão ou radiodifusão de televisão), por ondas radioelétricas, para serem direta e livremente recebidos pelo público em geral.”
  6. 6. RADIODIFUSÃO O primeiro ato normativo que regulou o uso da comunicação sem fio no Brasil foi o Decreto n. 3.296, de 10 de julho de 1917, durante o governo de Venceslau Brás. Ficou ali estabelecido que são “da exclusiva competência do Governo Federal os serviços radiotelegraphico e radiotelephonico no território brasileiro”. Definiu também ser da competência do Ministério da Viação e Obras Públicas, em caso civil, e do Ministério da Guerra e Marinha, em caso de defesa nacional, o estabelecimento e exploração das estações “radiotelegraphicas”.
  7. 7. RADIODIFUSÃO Foi Getulio Vargas quem estabeleceu a primeira norma da área de radiodifusão, qual seja, o Decreto nº 20.047, de 27 de maio de 1931, primeiro diploma legal que define radiodifusão como "serviço de interesse nacional e de finalidade educativa".
  8. 8. RADIODIFUSÃO O marco legal vigente para a atividade de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 1962 - que aprovou o Código Brasileiro de Telecomunicações. A referida norma, como se depreende do próprio nome, conjugava e disciplinava os dois serviços – telecomunicações e radiodifusão
  9. 9. RADIODIFUSÃO O marco legal vigente para a atividade de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 1962 - que aprovou o Código Brasileiro de Telecomunicações.
  10. 10. CONCEITOS Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre – conjunto de padrões tecnológicos a serem adotados para transmissão e recepção de sinais digitais terrestres de radiodifusão de sons e imagens; e ISDB-T – Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial – serviços integrado de radiodifusão digital terrestre (por padrões tecnológicos internacionais definidos na União Internacional de Telecomunicações - UIT).
  11. 11. MODULAÇÃO DO SBTVD-TMultiplexação em Único Canal  Modulação com segmentação da banda (BST-COFDM) HDTV Portátil HDTV permite flexibilidade para transmissões dentro de um12 Segmentos 1 SegmentoCompressão Compressão único canal. MPEG4 H.264  Maior robustez na recepção com antena interna, móvel e portátil. Conteúdo Original
  12. 12. ESTRUTURA DE IMPLEMENTAÇÃO DO SBTVD-T Comitê de Desenvolvimento composto por Ministérios  definição de políticas  aprovação de inovações tecnológicas  aprovação de especificações técnicas  aprovação de plano de desenvolvimento e implantação do SBTVD-T  estímulo à formação do Fórum Fórum do SBTVD-T  instância consultiva do Comitê de Desenvolvimento  composto, entre outros, por representantes do setor de radiodifusão, industrial e sociedade científica
  13. 13. POSSIBILIDADES DO SBTVD-T O SBTVD-T possibilitará: transmissão digital em alta definição - HDTV; transmissão digital em definição padrão – SDTV; transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil, e interatividade.
  14. 14. POSSIBILIDADES DO SBTVD-T Facilidades Imagem de Alta Definição Som com Qualidade 10 Para Televisores Para Televisores 11 de Tela Grande de Tela Grande 0 R Esportes ・・ ad Di ・ io g it d i al fu sã o Notícias Em casaServiços: TV de Alta Definição. Desastres (HDTV=1080i) Ônibus Recepção Móvel. Recepção Portátil. Centro de informações. Na rua Trem Em qualquer lugar a qualquer momento Para Terminais Portáteis Para Terminais Portáteis
  15. 15. INTERATIVIDADE Local (não requer canal de retorno)  Aproveita o próprio feixe de dados da radiodifusão para transportar informações adicionais à programação (armazenadas na URD)  Exemplo: escolha de ângulo de câmera Intermitente (requer canal de retorno)  Informações geradas pelo usuário podem ser temporariamente armazenadas na URD para posterior envio ao provedor do serviço  Exemplos: correio eletrônico, t-commerce, etc. Permanente (requer canal de retorno)  Informações geradas pelo usuário são imediatamente enviadas ao provedor do serviço  Exemplos: acesso à Internet, t-commerce, t-gov, etc.
  16. 16. INTERATIVIDADE Interatividade A interatividade possibilitará uma nova forma de utilizar a televisão. Um serviço interativo com um canal de retorno permitirá programações com efetiva participação dos telespectadores.
  17. 17. INTERATIVIDADEEstação de TV Casa Programa + dados Interatividade a o st e sp ão R t aç li ci Internet So Envio de Internet solicitaçãoServidor de Conteúdo (Portal) •Participar de pesquisas. •Obter informações...
  18. 18. SERVIÇOS Serviços da TV DigitalAlta Definição Multi-programação InteratividadeImagem e som de Múltiplos programas dentro Interação com aelevada qualidade de um único canal programação Dados Recepção Móvel e PortátilRecepção de dados Recepção móvel e portátil com qualidade
  19. 19. DADOS A transmissão de dados pode oferecer informações adicionais. -Detalhes do gol; -Estatísticas da partida; etc.
  20. 20. DADOS Os Guias Eletrônicos de Programação (EPG) permitirão visualizarmos os programas futuros, com atualizações em tempo-real. As atualizações refletirão nos agendamentos de gravação automaticamente.
  21. 21. DADOS Receberemos noticiários e informativos através da transmissão de dados (data broadcasting). Últimas notícias, previsões de tempo, a outras informações de utilidade pública através do controle remoto.
  22. 22. PORTABILIDADE Horário de almoçoÍndice de Uso No retorno a casa. 1.0 0.9 Assistir a TV 0.8 fora de casa 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.0 0:00 3:00 6:00 9:00 12:00 15:00 18:00 21:00 24:00 Horário
  23. 23. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital Consignação de faixa de radiofreqüência adicional com largura de banda de 6 MHz, a fim de permitir a transição para a tecnologia digital sem interrupção da transmissão de sinais analógicos. Processo de transição:  Sem interrupção dos sinais analógicos  Garantia de 6 MHz às prestadoras dos serviços  Cronograma para implantação  Observância do Plano Básico de Distribuição de Canais de TV Digital (ANATEL)
  24. 24. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital Requisitos para autorização da freqüência de 6 MHz: Prestadora regularmente em operação Celebração de instrumento legal Digitalização da geração antes da correspondente retransmissão Prazo para utilização plena do canal, sob pena da revogação da consignação prevista Condições técnicas mínimas para a utilização do canal consignado
  25. 25. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital O requerimento de consignação de canal de radiofreqüência para transmissão digital deverá ser instruído com os seguintes documentos:  laudo de vistoria das instalações da estação geradora ou retransmissora analógica, conforme regulamento técnico para a prestação dos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de transmissão de televisão, aprovado pela Resolução ANATEL n o 284, de 7 de dezembro de 2001, alterado pela Resolução ANATEL no 398, de 7 de abril de 2005;  certidão negativa de débito com a seguridade social;
  26. 26. SBTVD-T – TRANSIÇÃO Tecnologia Analógica para Digital O requerimento de consignação de canal de radiofreqüência para transmissão digital deverá ser instruído com os seguintes documentos:  quando se tratar de concessionária de serviço de radiodifusão de sons e imagens, declaração assinada pelo representante legal na qual conste a composição societária e o percentual de participação de cada sócio no capital social.  O Ministério das Comunicações poderá solicitar documentos complementares ou realizar diligências para verificar a regularidade das informações prestadas, bem como da exploração dos serviços.  A exploradora deverá estar em situação regular perante o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações – FISTEL.
  27. 27. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T Distribuição das consignações de canais digitais de 6 MHz: 7 anos Cronograma do MC definirá a distribuição:  Estações geradoras nas capitais e no DF;  Estações geradoras nos municípios;  Retransmissoras nas capitais e no DF;  Retransmissoras nos municípios.
  28. 28. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T geradoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito Federal:  até 29 de dezembro de 2006: cidade de São Paulo; e  após 29 de junho de 2007:  Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador: até 30 de novembro de 2007;  Belém, Curitiba, Goiânia, Manaus, Porto Alegre e Recife: até 31 de março de 2008;  Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Maceió, Natal, São Luís e Teresina: até 31 de julho de 2008;  Aracaju, Boa Vista, Florianópolis, Macapá, Palmas, Porto Velho, Rio Branco e Vitória: até 30 de novembro de 2008. geradoras situadas nos demais Municípios: de 1o de outubro de 2007 até 31 de março de 2009.
  29. 29. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T retransmissoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito Federal: até 30 de abril de 2009; e retransmissoras situadas nos demais Municípios: até 30 de abril de 2011. A permissionária ou autorizada de serviço de retransmissão de televisão somente poderá requerer a consignação de que trata o art. 2o após o início da transmissão digital, em caráter definitivo, da estação geradora cedente da programação, observado os prazos fixados no cronograma.
  30. 30. PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T Após a consignação do canal digital de 6 MHz: Projeto de instalação: 6 meses após consignação Início da transmissão digital: 18 meses após aprovação Transição do sistema de transmissão analógica para o SBTVD-T: 10 anos
  31. 31. PROJETO DE INSTALAÇÃO O projeto de instalação da estação digital deverá ser apresentado em conformidade com os formulários padronizados de informações técnicas, constantes dos Anexos III e IV da Portaria 652/2006. O projeto de instalação da estação digital deverá garantir a equivalência da área de cobertura com a do sinal analógico, observado o estabelecido no PBTVD. Publicada a portaria de aprovação do projeto de instalação da estação será expedida, pela ANATEL, a autorização para uso do canal consignado para transmissão digital.
  32. 32. LICENÇA DE FUNCIONAMENTO Instalada a estação digital, a exploradora deverá requerer ao Ministério das Comunicações a expedição de Licença para Funcionamento de Estação, acompanhado de laudo de vistoria da estação, elaborado por engenheiro habilitado, comprovando que a instalação encontra-se em conformidade com o projeto aprovado e o pagamento do FISTEL.
  33. 33. INÍCIO DA TRANSMISSÃO O início da transmissão digital deverá ocorrer em prazo não superior a dezoito meses, contado a partir da data de publicação da portaria de aprovação do projeto, podendo a a exploradora poderá operar em caráter experimental com a finalidade de testar os equipamentos instalados e o sistema irradiante, nos termos dos arts. 38 e 39 do Regulamento dos Serviços de Radiodifusão, aprovado pelo Decreto no 52.795, de 31 de outubro de 1963.
  34. 34. TRANSMISSÃO O canal de radiofreqüência utilizado para transmissão digital deverá: proporcionar a mesma cobertura que o atual canal utilizado para transmissão analógica, observado o disposto no instrumento de outorga; propiciar gerenciamento eficaz das transmissões analógicas e digitais; e prevenir interferências.
  35. 35. DESINTERESSE NA TRANSIÇÃO O não cumprimento pelas exploradoras dos prazos caracterizará o desinteresse da concessionária, permissionária ou autorizada na exploração do serviço para transmissão digital.
  36. 36. PLANO E NUMERAÇÃO O Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências e o PBTVD serão adequados ao cronograma, devendo a ANATEL prosseguir na expansão do PBTVD. O Ministério das Comunicações formulará, ouvida a Câmara Executiva do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre, o plano de numeração para identificação do canal de transmissão digital pelo usuário de forma a atender o disposto nesta Portaria.
  37. 37. CONDIÇÕES PARA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T A transmissão digital de sons e imagens incluirá, durante o período de transição, a veiculação simultânea da programação em tecnologia analógica. Os canais utilizados para transmissão analógica serão devolvidos à União após o prazo de transição. A partir de 1o de julho de 2013, o Ministério das Comunicações somente outorgará a exploração do serviço de radiodifusão de sons e imagens para a transmissão em tecnologia digital.
  38. 38. SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS 4 CANAIS DIGITAIS PARA EXPLORAÇÃO DIRETA UNIÃO FEDERAL. Art. 21, inciso XII da CR/88  CANAL DO PODER EXECUTIVO – Transmissão de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos do Poder Executivo.  CANAL DA EDUCAÇÃO – Desenvolvimento e aprimoramento do ensino à distância;  CANAL DA CULTURA – Produções culturais e programas regionais;  CANAL DA CIDADANIA – Transmissão de programações das comunidades locais, divulgação de atos, trabalhos, projetos, etc. dos poderes públicos estadual e municipal.
  39. 39. SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS TERRESTRE – SBTVD-T O Canal da Cidadania oferecerá aplicações de serviços públicos de governo eletrônico no âmbito federal, estadual e municipal. Os canais de exploração direta poderão ser compartilhados com os poderes legislativo e judiciário. O Ministério das Comunicações estimulará a celebração de convênios necessários à viabilização das programações do Canal de Cidadania.
  40. 40. SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL COMPETÊNCIA–DO MINICOM TERRESTRE SBTVD-T O Ministério das Comunicações expedirá normas complementares necessárias à execução e operacionalização do SBTVD-T previsto neste Decreto e no Decreto nº 4.901, de 2003.
  41. 41. PRÓXIMOS PASSOS Os Próximos Passos Fórum do SBTVD-T: Câmara Executiva do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre. Portaria nº 571/2006, da Casa Civil Definição das Normas técnicas. Instrumentos pactuais. Preparação da infra-estrutura pelos radiodifusores. Projeto e produção de receptores pelos fabricantes. Testes de campo TV Digital “no ar”
  42. 42. URGÊNCIA – LEI DE COMUNICAÇÃO Desafios ELETRÔNICA  Novo marco legal para preparar o país e as empresas para uma realidade de convergência.
  43. 43. HISTÓRICO DA CONVERÊNCIA Histórico da Convergência Tecnológica 5 4 3 2 11970 1980 1990 2000 2010 2030 1. Década de 70, início da convergência entre a computação e as telecomunicações. 2. Década de 80 concretização da convergência entre a computação e telecomunicações 3. Consolidação da convergência entre a computação e telecomunicações. Exemplo: telefones celulares que suportam protocolo WAP para conexão na Internet, a integração entre o telefone e a computação – CTI, utilizado nas Centrais de Atendimento, entre outros; 4. Convergência tecnológica com utilização da computação, telecomunicações, captura e difusão de informações e Internet 5. Computação Pervasiva (ublíqua)
  44. 44. CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA - CONCEITO A Comissão Européia ao abordar o tema no “Green Book”, de dezembro de 1997, entende convergência como: “capacidade de diferentes plataformas de rede servirem de veículo a serviços essencialmente semelhantes, ou a junção de dispositivos do consumidor como o telefone, a televisão e o computador pessoal” .
  45. 45. CONVERGÊNCIA TIPOS: CONVERGÊNCIA FUNCIONAL; CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA; CONVERGÊNCIA ECONÔMICA; CONVERGÊNCIA POLÍTICA; CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA.
  46. 46. CONVERGÊNCIA FUNCIONAL Oferta de mais funções (serviços) do que originalmente projetado. Ex: Telefonia Móvel (Voz, Wap, GPRS, SMS, MMS, etc)
  47. 47. CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA Fusão de tecnologias em direção a um processo convergente, seja nos terminais de acesso ou nos meios de transporte e distribuição. Ex: Internet (VoIP, IPTV) em fibra ótica, cable, satélite, etc.
  48. 48. CONVERGÊNCIA ECONÔMICA Concentração oligopolista ou monopolista em que poucas empresas são capazes de ofertar uma gama de serviços. Pode ocorrer por fusões entre grupos econômicos cujo objetivo é prestar o máximo de serviços pelo menor preço.
  49. 49. CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA Diretamente ligada ao processo de “mundialização”, onde as tecnologias romperam barreiras regionais e global, possibilitando a oferta de serviços de forma remota, em grandes distâncias.
  50. 50. CONVERGÊNCIA POLÍTICA Formação de blocos entre nações e aumento da importância de autoridades de telecomunicações em âmbito regional. Ex: Citel, OMC, UIT.
  51. 51. PLATAFORMA PLATAFORMAS (1/3) CONVERGÊNCIA DAS DOS ANOS 90 Conteúdo Conteúdo Vídeo Web Dados Voz ÁudioInfra-estrutura CaboInfra Rede fixa Rede fixa ou Rádios Redes TV VHF/UHF OC/OT/OM/FM e Acesso Satélite (cobre) móvel Transporte Internet Terminal TV PC Telefone Rádio Usuários usando dispositivos separados com funções distintas
  52. 52. CONVERGÊNCIA DAS PLATAFORMAS (2/3) PLATAFORMAS DO FUTURO Conteúdo : Todo tipo de conteúdo multimídia:Voz, Vídeo, Áudio e DadosInfra-estrutura Redes com capacidades equivalentes para a transmissão e banda larga Redes xDSL, Cable Modem, Fibra Ótica, BPL(PLC), Satélite, FWA(WIFI/WIMAX), e Acesso 3G,DTV Transporte PDA Telefone Eletro Console Terminal iTV PC Celula domésticos vídeo gam r e Usuário utilizando uma série de dispositivos interconectados e intercambiáveis
  53. 53. SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL MUITO OBRIGADO TERRESTRE – SBTVD-T FIM Marcelo.bechara@mc.gov.br

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