Negocios_SMC

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Negocios_SMC

  1. 1. Out/2007 “O Negócio SMC”
  2. 2. Out/2007 O que é Automação  Automação (do inglês Automation), é um sistema automático de controle pelo qual os mecanismos verificam seu próprio funcionamento, efetuando medições e introduzindo correções, sem a necessidade da interferência do homem.  Existem diversas maneiras de explicar o que é pneumática, mas basicamente, observando as atuais aplicações, pneumática é a técnica de transformar a pressão e o deslocamento de ar em movimentos mecânicos  Automação pneumática, é utilizar de componentes pneumáticos (movidos por ar comprimido), para criar sistemas automáticos que facilitarão/dispensarão o auxílio do homem em processos de produção.
  3. 3. Out/2007 COMPOSIÇÃO DO AR ATMOSFÉRICO  O ar é um conjunto de gases formado por Oxigênio(21%), Nitrogênio(77%), Hidrogênio(1%), vapores de água, monóxido de carbono, dióxido de carbono, partículas sólidas e gases nobres como Argônio, Xenônio, Criptônio, Neônio, Radônio e Hélio(1%)  O ar não tem forma definida e se adapta facilmente a qualquer recipiente  O ar se deforma ao menor esforço aplicado sobre o mesmo  Estado físico da matéria:  SÓLIDO: Moléculas entrelaçadas sem espaço entre elas. Incompressível. Sua estrutura molecular é rígida.  LÍQUIDO: Praticamente incompressível. Sua estrutura molecular apresenta fluidez.  GASOSO: Moléculas separadas e com tendência a separação. Muito compressível.
  4. 4. Out/2007 O que é Ar comprimido  Uma das principais propriedades físicas do ar é a compressibilidade, que é a redução do volume da estrutura molecular. O AR, assim como todos os gases não tem forma definida e se adapta à qualquer recipiente, adquirindo seu formato. Assim podemos confiná-lo num recipiente com volume determinado e posteriormente provocar-lhe uma redução de volume usando de suas propriedades. As demais propriedades físicas do ar são:  ELASTICIDADE: Propriedade que possibilita o ar retornar ao seu volume inicial uma vez extinto o efeito (força) responsável pela redução de seu volume. Deformação elástica, é o inverso da compressibilidade
  5. 5. Out/2007 PROPRIEDADES FÍSICAS DO AR  DIFUSIBILIDADE: Propriedade do ar que lhe permite misturar-se homogeneamente com qualquer meio gasoso que não esteja saturado.  EXPANSIBILIDADE: Propriedade do ar que lhe possibilita ocupar totalmente o volume de qualquer recipiente,adquirindo seu formato
  6. 6. Out/2007 Histórico da evolução do ar comprimido  Origem da palavra – Pneumática  Pneuma (do grego – Alma/sopro)  Eventos importantes  250 aC – Ktesíbios: primeiro engenheiro da história, viveu em Alexandria e foi o primeiro homem a se interessar pela pneumática, ou seja. A utilização do ar para executar trabalhos do cotidiano  10 a 70 dC – Heron: engenheiro, matemático e geômetra, Heron criou uma série de dispositivos e equipamentos envolvendo a aplicação de ar comprimido e vapor. Dentre alguns de seus inventos estão o primeiro motor à vapor, as primeiras portas automáticas, o autômato de Heron, dentre outros.  1688 – Denis Papin – Primeira máquina à pistão – Panela de pressão  1762 – John Smeaton – Cilindro soprador (bomba de bicicleta)  1776 – John Wilkinson – Protótipo do compressor  1869 – Primeiro freio Pneumático – Westinghouse  1888 – Distribuição de ar em Paris – Victor Pop
  7. 7. Out/2007 Principais Vantagens da Pneumática  Simples construção dos elementos  Fácil armazenamento e transporte  Tecnologia limpa  Alta velocidade dos atuadores  Não possui propriedades explosivas  Variações de temperatura não influenciam nas características de funcionamento  Baixo custo dos elementos de automatização
  8. 8. Out/2007 Principais Aplicações da Pneumática  Atuação de válvulas de processo para vapor, água, produtos químicos, etc.  Movimentação de portas pesadas e/ou quentes  Siderurgia  Manipulações de peças e equipamentos nas industrias em geral  Industria de mineração  Industrias automobilística  Industrias Navais  Industrias Alimentícias  Industrias Químicas e farmacêuticas e muito mais... A Limitação está vinculada à criatividade do usuário.
  9. 9. Out/2007 Sistema Pneumático Básico  Um Sistema Pneumático Básico é composto por dois subsistemas: Produção Consumo Compressor Motor Elétrico PressostatoVálv. Retenção Reservatório Manômetro Dreno Automático Válv. Segurança Secador de Ar Filtro de linha Ponto de rede Dreno Automático Unidade de prep. ar Válv. Direcional Cilindro Regulador de Fluxo
  10. 10. Out/2007 Sistema de Produção de Ar  01 – Compressor – equipamento que irá pegar o ar atmosférico e comprimi-lo à pressão de trabalho dos sistemas pneumáticos.Transforma a energia mecânica em energia pneumática.  02 – Motor elétrico – Fornece a energia mecânica para o compressor. Transforma a energia elétrica em energia mecânica.  03 – Pressostato – responsável pelo acionamento e desacionamento do motor elétrico, de acordo com a pressão do ar comprimido dentro do tanque reservatório.  04 – Válvula de retenção – Impede que o ar comprimido do reservatório retorne para o compressor  05 – Reservatório – Tem a função de armazenar o ar comprimido, reduzir a pulsação do fornecimento de ar proveniente do compressor de pistão e é responsável por aumentar a pressão do ar.  06 – Manômetro – Indica a pressão do ar no reservatório.  07 – Dreno automático – Drena o condensado do reservatório, sem supervisão  08 – Válvula de segurança – Caso a pressão do reservatório esteja superior aos valores de segurança, ela liberará para exaustão o ar do reservatório.  09 – Secador de ar por refrigeração – Reduz a temperatura do ar comprimido para evidenciar a umidade relativa e eliminá-la da rede.  10 – Filtro de linha – Ajuda a eliminar partículas, água e óleo da rede de ar comprimido
  11. 11. Out/2007 Sistema de Consumo de Ar  01 – Ponto de rede – É a saída de ar da tubulação principal e ocasionalmente pode conduzir alguma impureza, umidade e óleo.  02 – Dreno automático – Elimina o condensado acumulado no ponto mais baixo da rede. Há alguns diferentes modelos de dreno para diferentes tipos de aplicação.  03 – Unidade de preparação de ar / FRL – equipamento responsável por filtrar, regular ajustando à pressão de trabalho o ar comprimido da rede e ocasionalmente, quando necessário, adicionar lubrificante ao ar comprimido  04 – Válvula Direcional – É o equipamento que irá direcionar o fluxo de ar para determinadas utilizações  05 – Atuador – É o equipamento que irá transformar o ar comprimido em energia mecânica / movimentos retilíneos, angulares ou rotativos.  06 – Controladores de velocidade / Reguladores de fluxo – Responsável por controlar a velocidade dos atuadores pneumáticos.
  12. 12. Out/2007 Distribuição do Ar  Rede em circuito Aberto:  Rede em Anel:
  13. 13. Out/2007 1. Compressor 2. Resfriador posterior ar/ar 3. Separador de condensados 4. Reservatório 5. Purgador automático 6. Pré-filtro coalescente 7. Secador 8. Purgador automático eletrônico 9. Pré-filtro coalescente grau x 10. Pré-filtro coalescente grau y 11. Pré-filtro coalescente grau z 12. Separador de água e óleo Distribuição do Ar
  14. 14. Out/2007 Equipamentos para Tratamento de Ar
  15. 15. Out/2007 Tratamento do Ar Qualidade do Ar Entrada do compressor – Ar Atmosférico
  16. 16. Out/2007 Tratamento do Ar Qualidade do Ar Saída do compressor – Ar Atmosférico
  17. 17. Out/2007 Unidade de preparação de Ar
  18. 18. Out/2007 - Grande variedade de acessórios - Grau de filtragem padrão de 5µm (opções 40µm, 0,3µm e 0,01µm) - Diversas possibilidades de montagem modular - Manômetro embutido opcional - Dreno automático opcional - Fácil montagem/desmontagem - Tamanho compacto - Trava para a manopla do regulador opcional - Válvula de fechamento com possibilidade de travamento com cadeado Unidade de Preparação de Ar – F.R.L.
  19. 19. Out/2007 Filtros Modulares O filtro modular têm a função de proteger os equipamentos que estão instalados nos dispositivos pneumáticos. Para uma melhor compreensão os filtros modulares são normalmente divididos em duas categorias : filtros padrão e filtros coalescentes. O filtro padrão é o mais largamente aplicado na indústria, e tem seu grau de filtragem variando de 5 a 40 µm. Os filtros coalescentes são mais específicos e são utilizados para aplicações onde se requer uma maior qualidade no ar, como por exemplo aplicações em instrumentos de precisão, salas limpas,
  20. 20. Out/2007 Filtro Padrão - AF O Filtro Padrão utiliza o princípio de ciclone, motivo pelo qual também é conhecido com filtro ciclônico ou de turbilhão. O ar entra no filtro e passa pelo defletor superior, que gera um movimento ciclônico do ar. Este movimento arremessa as partículas mais pesadas e as gotículas de água que estiverem sendo carregadas pelo ar contra a parede do copo. O defletor inferior impede que o ar comprimido carregue as partículas e a água acumulada no fundo do copo e força o ar a subir, passando pelo elemento filtrante (de fora para dentro).
  21. 21. Out/2007 Filtro Coalescente – AFM/AFD O filtro coalescente é utilizado para filtragem mais fina do ar comprimido. O ar passa pelo elemento filtrante de dentro para fora. O elemento possui várias camadas que possibilitam atingir um grau de filtragem de até 0,01 µm. O grau de filtragem atingido pelos filtros coalescentes é indicado para aplicações que requerem maior qualidade do ar comprimido, tais como : instrumentação, processos de pintura de alta qualidade, salas limpas, processos de embalagem e transporte de pó.
  22. 22. Out/2007 Regulador de Pressão - AR O Regulador de Pressão é um equipamento indispensável para qualquer aplicação onde se utiliza o ar comprimido como fonte de energia. Suas funções básicas é a regulagem da pressão do ar comprimido a ser utilizado e sua estabilidade.
  23. 23. Out/2007 Regulador de Pressão de Precisão - IR O regulador de Pressão de Precisão é um equipamento indispensável para aplicações onde não pode haver variação na pressão do ar comprimido. Suas funções básicas é a regulagem da pressão do ar comprimido a ser utilizado em equipamentos precisos (posicionadores precisos,equipamentos de teste e etc...)
  24. 24. Out/2007 Tratamento do Ar Filtro-Regulador
  25. 25. Out/2007 Filtro Regulador AW  Função  Eliminar o condensado e filtrar impurezas  Regular a pressão de rede para pressão de utilização  Grau de filtragem – 5 microns  Pressão de funcionamento - de 0.1 a 1.0Mpa (1 a 10 bar)  Modelos  AW1000 M5  AW2000 1/8 1/4  AW3000 1/4 3/8  AW4000 1/4 3/8 1/2  AW4000-06 3/4  Fluido – Ar comprimido  Temperatura de trabalho – de -5°C a 60°C  Tamanho reduzido  Montagem modular  Vazões de 150 a 4000 l/min
  26. 26. Out/2007 Lubrificador para Ar Comprimido - AL O Lubrificador (AL) é utilizado para enviar o lubrificante até os componentes internos moveis equipamentos pneumáticos diminuindo assim o atrito entre eles e tendo como conseqüência o aumento do rendimento e sua vida útil. Utilizar Lubrificantes somente em equipamentos que realmente necessitam, e sempre usando instruções do fabricante do mesmo. Obs: O lubrificante além do custo é prejudicial ao meio ambiente.
  27. 27. Out/2007 Válvula Manual 3/2 vias com Trava de Segurança - VHS Válvula utilizada para a despressurização segura de sistemas pneumáticos. Este equipamento é indispensável na aplicação de sistemas automatizados que visa a segurança dos equipamentos de manipulação e operadores.
  28. 28. Out/2007 Equipamentos para instrumentação Transdutores de fluxo Pressostatos Reguladores de pressão proporcional
  29. 29. Out/2007 Transdutores de fluxo PF2W/PF2A  Medidor / indicador de fluxo(variável do ar comprimido responsável pela velocidade dos atuadores pneumáticos)  Transforma um sinal programado de fluxo em sinal elétrico  Interface amigável de fácil e rápida programação  Sinal de saída digital e/ou analógico  Melhor opção custo/benefício do mercado  Medição “In Line” do fluxo, sem desperdício do ar comprimido (Rotâmetro)
  30. 30. Out/2007 Pressostatos/Vacuostatos ISE30/ZSE30  Medidor/indicador de pressão(variável do ar comprimido responsável pela força dos atuadores pneumáticos)  Transforma o sinal de pressão ou vácuo em sinal elétrico  Design compacto – facilita instalação  Função de manômetro/vacuômetro  Display de 2 cores que pode ser programado de acordo com a aplicação  Interface amigável de fácil e rápida programação  Saída digital ou analógica  Para ar comprimido, gases inertes e gases não inflamáveis  Classe de proteção IP40
  31. 31. Out/2007 Reguladores de pressão proporcional ITV  Controle de regulagem de pressão mediante a uma variação analógica  Possui sensor para calibração  Classe de proteção IP65  Display de LED – fácil visualização  Não possui consumo de ar em condições de equilíbrio  Interface amigável de fácil e rápida programação  Melhor custo/benefício do mercado  Saída analógica ou digital  Dimensões reduzidas  Comunicação com protocolo DEVICENET ou CClink  Montagem em bloco manifold para até 8 válvulas  Opção para controle de vácuo  Alta velocidade de resposta: menos de 0.1 segundo  Alta estabilidade
  32. 32. Out/2007 Conceito “Energy Saving”
  33. 33. Out/2007 Redução de Consumo de Energia Energy Saving
  34. 34. Out/2007 O ar comprimido é uma importante forma de energia, insubstituível em diversas aplicações. Atualmente cerca de 5 bilhões de toneladas de ar são comprimidas por ano em todo planeta , gerando um consumo de 400 bilhões de kWh a um custo de 20 bilhões de dólares. ( Aproximadamente 32.2 bilhões de reais ) São números astronômicos, que provocam um grande impacto no meio ambiente , mas que poderiam ser substancialmente reduzidos com medidas racionais. O sistema pneumático é uma transmissão de energia e um sistema de consumo sendo assim pesquisas e desenvolvimentos de sistemas de redução de consumo de energia é um tema muito importante do ponto de conservação ambiental. A SMC como fabricante de componentes pneumáticos fornece componentes altamente avançados e diversificados onde um dos principais focos é o baixa potência de consumo dos produtos eletro/eletrônicos e a máxima eficiência dos equipamentos pneumáticos. Introdução
  35. 35. Out/2007 Introdução ao SMC “ Energy Saving”  O conceito do energy saving foi criado em 1997 pelo “Professor” Nakamura, baseado no protocolo de Kyoto buscando a redução de emissão de CO2.  Desde esse período a SMC Mundial, tem informado seus clientes sobre as vantagens em economia de energia que os produtos SMC aferecem  Clientes nos EUA, Japão, Coréia, Europa e América do Sul, através da implantação dos produtos SMC Energy Saving, tem coneguido resultados significativos na economia de energia elétrica.
  36. 36. Out/2007 Qual o custo do ar comprimido?
  37. 37. Out/2007 (Custos de 10 anos de um sistema de ar comprimido) Custo dos equipamentos e instalações (compressores, filtros, etc): Custos de manutenção do sistema de compressão no período: Custo de energia elétrica consumida pelo sistema no período: 80% 15% 5%
  38. 38. Out/2007 Custo dos Vazamentos 1 - Para calcular os custos de uma vazamento de ar é necessário saber a pressão na qual estamos trabalhando, e utilizar a tabela abaixo para sabermos qual o consumo de energia para então convertermos o consumo em gastos com desperdício VAZAMENTO EM l/min PRESSÃO DE TRABALHO 0,6 MPa CV KW 1 60 0,4 0,3 3 600 4,2 3,1 4 1600 11,2 8,3 10 6300 44 33 φ DO FURO (mm) POTÊNCIA GASTA PARA COMPRESSÃO Como calcular o desperdício : Volume em m3 * taxa de conversão de KW * horas trabalhadas * dias trabalhados * Preço do kWh Taxa de conversão : Para gerar 1000 l/min a 0,6 MPa são necessários 5,17 KW
  39. 39. Out/2007 Capítulo 5 Atuadores Pneumáticos
  40. 40. Out/2007 Atuadores Pneumáticos  São os equipamentos que irão transformar o ar comprimido em deslocamento, energia mecânica.  Através dos atuadores pneumáticos, é possível conseguir movimentos retilíneos giratórios e angulares.
  41. 41. Out/2007 Atuadores Pneumáticos  Cilindros de ação simples Nos atuadores de ação simples, o ar comprimido executa uma única tarefa, um único movimento, o de avanço ou o de retorno. Quando interrompemos o fluxo de ar para o cilindro pneumático, uma mola se encarrega de reposicionar o atuador à sua posição inicial. Dessa forma, classificamos os atuadores de duas formas: Cilindro de ação simples – Retorno por mola Cilindro de ação simples – Avanço por mola
  42. 42. Out/2007 Atuadores Pneumáticos  Cilindros de ação dupla Nos atuadores de ação dupla, o ar comprimido é responsável pelos dois movimentos do atuador, o de avanço e o de retorno. Os atuadores de ação dupla podem ser construídos seguindo diversas normas internacionais, dentre elas as normas ISO-6431, ISO-6432, DIN-24562, dentre outras, essas são as principais. Os atuadores/cilindros pneumáticos também podem ser construídos com algumas características especiais, como haste passante, sistema anti-giro, guias lineares, compactos, sem haste... Dentre outros, visando atender as reais necessidades do usuário.
  43. 43. Out/2007 Atuadores Pneumáticos Descrição das partes de um cilindro pneumático Haste Raspador da Haste Cabeçote Dianteiro Cabeçote Traseiro Bucha de amortecimento Camisa Conexão de avanço Conexão de retorno Tirantes Embolo Vedação do amortecimento Anel Magnético Anel guia da Haste Vedação do Embolo Anel guia do Embolo
  44. 44. Out/2007 CILINDRO SEM HASTE MY3A/3B
  45. 45. Out/2007 Atuadores Pneumáticos  Cilindro Sem Haste Neste tipo de construção de atuadores de ação dupla, não há uma haste que se movimenta e sim um carrinho preso ao corpo do cilindro
  46. 46. Out/2007 Cilindro sem haste MY3A/3B  Design diferenciado – maior resistência à cargas de torção  Opcional de rótula de compensação Mecânica  Redução da altura em até 36% se comparado com os concorrentes  Redução do comprimento total em até 140mm  Opcionais de amortecimento de final de curso elástico ou pneumático  Diâmetros de 16 a 63mm  Velocidade média de funcionamento de até 300mm/seg.  Curso de até 3000mm
  47. 47. Out/2007 Atuadores Pneumáticos Possibilidades de fixação dos atuadores pneumáticos Flange Cantoneira Basculante Traseiro Basculante Intermediário Fixação Roscada Fixação Traseira Fixação Dianteira Ponteira Oscilante
  48. 48. Out/2007 Atuadores Pneumáticos Garras Pneumáticas  Garras de Abertura Angular Dedos Pistão Pontos Giratórios
  49. 49. Out/2007 TECNOLOGIA DE GRAMPOS PNEUMÁTICOS
  50. 50. Out/2007 Grampos Pneumáticos CKZT - Opções Com ângulo ajustavel Com alavanca manual Com sensor pneumático Com ângulo Fixo
  51. 51. Out/2007 Capítulo 6 Válvulas Direcionais
  52. 52. Out/2007 Válvulas Direcionais As válvulas direcionais são responsáveis pelo direcionamento do fluxo de ar para a condição de trabalho do sistema pneumático. São as válvulas direcionais que irão determinar se um atuador irá avançar ou retornar, girar no sentido horário ou anti- horário. As válvulas direcionais também podem ser utilizadas para acionar outras válvulas, de acordo com as condições do circuito de comando do sistema pneumático. São classificadas pelo número de vias, número de posições, tipo de acionamento, característica construtiva e bitola.
  53. 53. Out/2007 Função : Direcionar o fluxo de ar para a execução de uma tarefa Informações necessárias para se identificar uma válvula : - Número de vias - Número de Posições - Informações Adicionais * - Tipo de Acionamento - Tipo de retorno *
  54. 54. Out/2007 Vias : Pontos de pressão , utilização e escape de ar de uma válvula As vias, são os caminhos por onde passará o fluxo de ar comprimido Posições : Quantidade condições que a válvula pode assumir, passagem do fluxo para a saída A ou B da válvula.
  55. 55. Out/2007 Válvulas Direcionais Tipos de acionamento  A válvula direcional pode ter quatro tipos de acionamento  Acionamento Muscular: é todo acionamento que o operador irá acionar  Acionamento Mecânico: é todo acionamento que a máquina/dispositivo irá acionar  Acionamento Elétrico: é o acionamento por uma bobina/solenóide – corrente elétrica  Acionamento Pneumático: é o acionamento por ar comprimido - piloto
  56. 56. Out/2007 Válvulas Direcionais Tipos de acionamento  Acionamento Muscular
  57. 57. Out/2007 Válvulas Direcionais Tipos de acionamento  Acionamento Mecânico
  58. 58. Out/2007 Válvulas Direcionais Tipos de acionamento  Acionamento Pneumático
  59. 59. Out/2007 VÁLVULAS DE ACIONAMENTO PNEUMÁTICO (PILOTADAS) O acionamento da válvula é feito através da conexão de pilotagem. Quando o piloto é acionado, o carretel se movimenta e a pressão é direcionada para a via desejada. CONEXÕES DE PILOTAGEM CONEXÃO DE PILOTAGEM
  60. 60. Out/2007 Válvulas Direcionais Tipos de acionamento  Acionamento Elétrico – Direto ( Solenóide )
  61. 61. Out/2007 Válvulas Direcionais Tipos de acionamento  Acionamento Elétrico (Indireto) Servo-acionamento ( Solenóide )
  62. 62. Out/2007 Válvulas Direcionais Tipos de acionamento  Acionamento Elétrico (Indireto) Servo-acionamento, com piloto externo ( Solenóide )
  63. 63. Out/2007 TIPOS DE VEDAÇÃO Quanto ao tipo de vedação as válvulas podem ser: - VÁLVULAS COM VEDAÇÃO METÁLICA: A vedação é feita entre duas peças de aço inoxidável com folga de 0,03mm. Possui um vazamento interno normal na ordem de 1 l/min. A durabilidade destas válvulas pode atingir os 200 milhões de ciclos. - VÁLVULAS COM VEDAÇÃO EM BORRACHA: A vedação é feita por anéis de borracha. Devido ao desgaste a durabilidade este tipo de válvula é menor, porém pode alcançar os 50 milhões de ciclos.
  64. 64. Out/2007 VÁLVULAS DE VEDAÇÃO EM BORRACHA
  65. 65. Out/2007 VÁLVULAS DE VEDAÇÃO METÁLICA
  66. 66. Out/2007 TIPOS DE MONTAGENS ELÉTRICAS  Corpo Roscado – Para montagem direta  Montagem em Base – Com ligações elétricas individuais  Montagem em Base – Com ligações elétricas Plug-in
  67. 67. Out/2007 VÁLVULAS DE CORPO ROSCADO As válvulas de Corpo Roscado podem tanto ser utilizadas sozinhas como montadas em “manifold’s” ou “ilhas de válvulas”.
  68. 68. Out/2007 VÁLVULAS PARA MONTAGEM EM BASE As válvulas para montagem em base deve ser montadas em bases individuais (sub plate) ou em “manifold’s” ou “ilhas de válvulas”
  69. 69. Out/2007 VÁLVULAS PARA MONTAGEM PLUG-IN A montagem em base ligações plug-in dispensa as ligações elétricas individuais das válvulas. O manifold recebe uma única ligação elétrica de entrada e a distribuição para as válvulas é feita por dentro do bloco, através de fiação ou de conectores elétricos.
  70. 70. Out/2007 Quais as vantagens de utilizar equipamentos SMC ?
  71. 71. Out/2007 Abaixo temos um quadro comparativo do desempenho de equipamentos de diferentes fabricantes Fabricante Série Consumo (W) Resposta Tempo de vida útil em ciclos SY 0,35W 10ms 50 000 000 VQC vedação metálica 1,0W (0,5W) 10ms 200 000 000 CPE 1,5W 16ms 15 000 000 CPV 1,5W 16ms 15 000 000 MFH 4,5W 10ms 15 000 000 B3 1,2W 22ms 15 000 000 PVL 1,2W 22ms 15 000 000 SMC Válvulas solenóide 1/8 Concorrente nº2 Concorrente nº1
  72. 72. Out/2007 Em um sistema com os seguintes componentes 500 válvulas com acionamentos em 1Hz , 24h 500 x 4,5 = 2,250kW x 24h = 54 kWh/dia x 30dias = 1620 kWh kWh/mês x R$0,25 = Válvulas de outros fabricantes 4.5W R$405,00 por mês! R$4.860,00 por ano! Valor por cada kWh: R$0,25 Válvulas SMC série VQC vedações metálicas 0.5W: 500 x 0,5 = 0,25KW x 24h = 6 KWh/dia x 30dias = 180 KWh/mês x R$0,25 = R$45,00 por mês!!! R$540,00 por ano!
  73. 73. Out/2007 “Obrigado e boa sorte a todos”

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