Livro de daniel cap 9

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Livro de daniel cap 9

  1. 1. Daniel 8
  2. 2. 9:1 NO ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, Estamos aproximadamente no ano de 538 a.C. No ano primeiro de Dario Dario, reinou por 2 anos Babilônia. Daniel foi para babilônia em 605 a.C, já aproximadamente 67, 68 anos de
  3. 3. 9:2 No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. Este período achava-se agora quase expirando. entendi pelos livros Jeremias 29:10 “Porque assim diz o SENHOR: Certamente que passados setenta anos em Babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar”.
  4. 4. 9:2 No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. Embora ocupado com os negócios do estado, o profeta não cessou de estudar a Palavra de Deus. Daniel estava deprimido por cauda de uma discrepância entre sua visão, e os escritos de Jeremias. Em sua visão, ele tinha visto um longo período de vinte e três séculos antes do santuário ser purificado. Essa era a causa da agonia que constantemente o machucava. Ele fizera desse assunto, muita entendi pelos livros
  5. 5. 9:3 E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. Ajoelhado diante da janela aberta voltada para Jerusalém, Daniel aproximava-se do trono da graça com humildade, contrição e temor. Ao ouvirmos a oração fervorosa e intensa de Daniel, ao longo das páginas desse capítulo, dirigi o meu rosto ao Senhor O exemplo de oração e confissão de Daniel é dado para nossa instrução e encorajamento.
  6. 6. 9:3 E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. Em harmonia com o costume prevalecente em seus dias, Daniel enfatizou a profundidade dos desejos de sua alma não apenas mediante a escolha de palavras apropriadas, mas também com “jejum”e “pano de saco”. com oração e súplicas, com jejum, e Pano de saco era constituído de um tecido grosseiro, ou pêlos de camelo ou cabrito. Esse tecido era utilizado em tempo de grande tristeza e pesar, ou em ocasiões de grande agitação espiritual. Esse pano expressava, assim a sincera e profunda humildade por parte das saco e cinza
  7. 7. 9:4 E orei ao SENHOR meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Os versos 4 a 19 registram uma das mais expressivas orações do Velho Testamento. Daniel clama a favor do povo de Deus. E orei ao SENHOR que guardas a aliança Daniel começa a sua oração com um reconhecimento de fidelidade de Deus. Deus nunca deixa de cumprir suas promessas. Ele é um Deus que cumpre sua aliança.
  8. 8. 9:4 E orei ao SENHOR meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; O amor de Deus e a guarda dos seus mandamentos sempre vão juntos. Aqueles que amam a Deus são admoestados a demonstrarem o seu amor pela guarda dos Seus mandamentos (João 14:15). O amor a Deus resultara em contentamento e em obediência voluntaria. A verdadeira igreja no final do tempo, será distinguida pela guarda do Seus mandamentos (Apoc 17:17). os que te amam e guardam os teus mandamentos
  9. 9. 9:5 Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; Daniel identifica-se com o seu povo. Não há justiça própria na sua oração. Pecamos Daniel não culpou os perversos reis de Israel, ou o povo idólatra. Ele disse: “Pecamos”. Quis identificar-se com o povo, a quem amava profundamente. Ele compartilhara as conseqüências da idolatria, mesmo sem ter participado dela. Era como Moisés que não somente estava disposto a interceder pelo
  10. 10. 9:5 Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; Daniel entendeu a importância da confissão como uma parte da oração. Muitos anos antes, o salmista havia dito: Pecamos “Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá.” Sal 66:18. Daniel reconhecia que perdão e purificação do pecado deviam preceder a restauração da comunidade judaica. Em vista disso esta prece pode ser descrita como uma prece de confissão de pecado tanto como uma prece
  11. 11. 9:6 E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra. Fora dever dos profetas chamar a tenção do povo para a sua negligencia dos preceitos divinos, bem como dar instruções nas emergências presentes. Porém, a direção assim graciosamente concedida fora quase totalmente ignorada. O pecado do povo não foi devido a ignorância, mas à sua obstinada não demos ouvidos aos teus servos, os profetas
  12. 12. 9:7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como hoje se vê; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel, aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas rebeliões que cometeram contra ti. Daniel contrasta a justiça de Deus com a injustiça de Israel. Em todo o Seu trato com a raça humana em geral, e com Israel em particular, Deus tem sempre manifestado justiça. justiça
  13. 13. 9:8 Ó Senhor, a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. Israel sofreu no exílio por causa de sua infidelidade contra Deus. pecamos contra ti 9:9 Ao Senhor, nosso Deus, pertencem a misericórdia, e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, rebelamos 9:10 E não obedecemos à voz do SENHOR, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. não obedecemos à voz do SENHOR Misericórdia e perdão – Apesar da rebelião de Israel, Daniel continuou confiante em que Deus, por causa da Sua grande misericórdia, estava sempre pronto para perdoar aqueles que fosse a ele com um misericórdia, e o perdão
  14. 14. 9:11 Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele. Moisés predissera que uma maldição cairia sobre todo aqueles que fossem obstinadamente desobediente à Lei de Deus, invalidando, assim a sua ALIANÇA (Lev 26:14-41; Deut 28:15-68). Tal tratamento não foi maior que o que eles merecessem. se derramaram sobre nós ALIA NÇA
  15. 15. 9:12 E ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; porquanto debaixo de todo o céu nunca se fez como se tem feito em Jerusalém. 9:13 Como está escrito na lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face do SENHOR nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades, e para nos aplicarmos à tua verdade. 9:14 Por isso o SENHOR vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz.
  16. 16. 9:15 Agora, pois, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e ganhaste para ti nome, como hoje se vê; temos pecado, temos procedido impiamente. Daniel cita o primeiro grande livramento dos filhos de Israel da escravidão egípcia, e baseia a sua súplica sobre o grande ato de misericórdia exercido pelo Senhor no tempo do êxodo. tiraste o teu povo da terra do Egito
  17. 17. 9:16 Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porque por causa dos nossos pecados, e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós. Israel teria sido uma luz para o mundo, mas por causa de teimosa rebelião, Jerusalém e Israel, eram agora uma desonra, um vexame entre as nações. as tuas justiças Daniel não apresenta a sua súplica no fundamento de qualquer bondade de Seu povo; cita os benignos tratamentos do Senhor com Israel em tempos passados como uma base para a sua petição.
  18. 18. 9:17 Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor. A mente de Daniel centralizava-se sobre o santuário em Jerusalém, símbolo da glória e presença de Deus. Através dos muitos anos de cativeiro a cidade e o santuário tinha jazido em ruínas, e agora o tempo para reconstrução estava às portas. o teu santuário
  19. 19. 9:18 Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos, e ouve; abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias.
  20. 20. Daniel estava ansioso que a promessa de livramento não fosse retardada por muito tempo. O Senhor agrada-se ter nosso apelo nesse sentindo, pedindo-lhe que abrevie a sua promessa de salvação. 9:19 Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. age sem tardar; por amor de ti mesmo Daniel sabia que o tempo determinado para o cativeiro de Israel estava quase no fim; porém, não sentia que em virtude de Deus ter prometido livrá-los, não tivesse eles parte alguma a desempenhar.Com jejum e contrição , buscou ao senhor, confessando os seus próprios pecados e os do seu
  21. 21. 9:20 Estando eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face do SENHOR, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus,
  22. 22. Este é o mesmo ser que explicara as primeiras três seções da visão do capitulo 8. ele agora retorna com o propósito de completar a sua tarefa. 9:21 Estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio, voando rapidamente, e tocou-me, à hora do sacrifício da tarde. Gabriel As únicas duas outras visões anteriores foram a interpretação do sonho de Nabucodonosor e a visão do capitulo 7. Não há menção do anjo Gabriel em nenhuma desses visões. O significado das duas visões foi explicado em detalhes. Mas no capitulo 8,
  23. 23. 9:21 Estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio, voando rapidamente, e tocou-me, à hora do sacrifício da tarde. visão Visão=hazon - se refere à visão toda do capitulo 8. à hora do sacrifício da tarde Nenhum cordeiro fora oferecido em Jerusalém durante quase 50 anos, mas Deus honrou a porção do dia em que um cordeiro teria sido sacrificado se o santuário estivesse em funcionamento. Gabriel apareceu no momento mais apropriado possível, tendo-se em mente que ele veio para explicar uma profecia relativa ao santuário.
  24. 24. 8:26 E a visão da tarde e da manhã que foi falada, é verdadeira. Tu, porém, cerra a visão, porque se refere a dias muito distantes. visão da tarde e da manhã que foi falada, é A palavra “visão” é a tradução da palavra hebraica “mareh”. verdadeira Em Daniel 8:1 diz: “no ano terceiro do reinado de Belzasar, eu, Daniel tive uma visão...”. Aqui a palavra “visão”é a tradução da palavra hebraica “hazon”.“Mareh” e “Hazon”, são duas palavras distintas, mas foram ambas traduzidas para o português por “visão”.A palavra “hazon”, é usada para se referir a toda a visão do capítulo. No entanto, “mareh” só é usada por Daniel e pelo o anjo, quando se refere a visão dos
  25. 25. 8:26 E a visão da tarde e da manhã que foi falada, é verdadeira. Tu, porém, cerra a visão, porque se refere a dias muito distantes. se refere a dias muito distantes O anjo novamente focaliza a profecia dos 2.300 dias, mas não disse nada acerca desse período de tempo, seu início e fim. Tudo o que ele disse foi que iria se cumprir num futuro distante.
  26. 26. 8:27 E eu, Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então levantei-me e tratei do negócio do rei. E espantei-me acerca da visão, e não havia quem a entendesse. enfraqueci Daniel caiu enfermo. O anjo havia dado toda a verdade que ele podia suportar naquele momento. Ele teria que esperar futuras instruções.
  27. 27. 9:22 Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido.agora saí para fazer-te entender o sentido Gabriel já havia explicado para Daniel a parte do significado da hazon que Daniel podia suportar, que tratava sobre o carneiro o bode e o chifre pequeno. Agora, ele volta para completar a sua explicação, esclarecendo o
  28. 28. 9:23 No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão. Que mareh? visão Apalavra “visão” é a tradução da palavra hebraica “‫מראה‬ ” mareh. Evidentemente a mareh dos 2300 dias que Daniel não havia compreendido no capítulo anterior.Nas suas ultimas palavras a Daniel ao tempo da sua anterior visita, Gabriel afirmara que a visão das 2300 tardes e manhãs era verdadeira. Assim no cap 9:24 o instrutor
  29. 29. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Setenta semanas Uma semana = 7 dias Os comentaristas concordam de forma praticamente unânime que Gabriel se refere a um período de 490 anos 70 semanas = 70 x 7 anos 490 anos 490 anos 7 anos
  30. 30. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. determinadas “Determinadas” vem da tradução da palavra “‫“חתך‬ châthak, que segundo A Concordância Strong a raiz desta palavra é “cortar”.Portanto, a profecia das setenta semanas é cortada. Para que isso seja possível, deve ser cortada de alguma coisa, e a única possibilidade seria uma profecia de tempo maior, ou seja, a profecia dos 2300 dias, da visão anterior, à qual se referiu ao falar com Daniel.
  31. 31. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. sobre o teu povo 490 anos, que é o total das 70 semanas, é o período de graça que Deus deu à nação judaica. Passado este tempo, caso não se arrependessem, os israelitas seriam rejeitados como nação santa, povo escolhido de Deus. Setenta semanas estão cortadas para o teu povo
  32. 32. Daniel 9:24-27 e Isa 52:13 a 53:12 destacam- se como as duas maiores profecias messiânicas: a de Daniel indicando o tempo do aparecimento do Messias e a de Isaías, a maneira e o propósito de Seu sofrimento.
  33. 33. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. para cessar a transgressão Essa expressão descreve de maneira apropriada a persistente rejeição de Israel aos mandamentos de Deus. Eles encheram o seu cálice de iniqüidade quando rejeitaram e crucificaram o seu Messias. Somente membros da comunidade de Israel podiam se tornar “transgressores” ao quebrar a aliança que os ligava com Deus.
  34. 34. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. para cessar a transgressão Essa primeira frase que focaliza o problema do pecado tem seu paralelo em Isa 53: 10 e 12, “foi transpassado pelas as nossas transgressões”.
  35. 35. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. para dar Hebreus 9:26 está escrito: “... Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.” fim aos pecados João Batista disse: “...Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” João 1:29 Em Isaias 53: 10 e 12: “ quando a sua alma se puser por expiação do pecado”
  36. 36. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. para expiar a iniqüidade Por uma só maneira foi provido a expiação (remoção da culpa, reconciliação): o sacrifício vicário de Cristo sobre o calvário, que trouxe a reconciliação para todos aqueles que aceitarem o Seu sacrifício Em Isaias 53: 5 e 6: “o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados... mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.”
  37. 37. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Cristo veio a Terra para reconciliar o homem com Deus, veio para que fosse possível imputar, repartir a sua justiça com o pecador penitente. Quando os homens o aceitam, Ele coloca sobre eles a veste de sua justiça e permanecem na presença de Deus como se nunca tivessem pecado. trazer a justiça eterna Pela Sua vida, morte e ressurreição, Cristo tem feito justiça eterna e eficaz para cada filho de Adão que, com fé simples, estiver disposto a aceita-la.
  38. 38. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. O cumprimento de todas as especificações da profecia, ao fim das 70 semanas, atestaria a autenticidade da visão, colocando o selo de confirmação na profecia. Um selo é um documento de autenticidade. Selar a visão, não no sentido de dar-lhe fim, mas no sentido de confirmá- la. selar a visão e a profecia
  39. 39. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo.para ungir o Santíssimo
  40. 40. 9:24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo.para ungir o Santíssimo
  41. 41. 9:25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Este verso dá o ponto de partida da profecia. desde a saída da ordem Ao tempo em que esta visão foi dada, Jerusalém e o templo achavam-se em ruínas. Os céus anunciavam que uma ordem seria promulgada para reconstrução e restauração, e que a partir daquela data um numero definido de anos atingiria até o Messias, que era esperando por muito tempo.
  42. 42. 9:25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Os monarcas persas proclamaram três decretos para reconstrução de Jerusalém. O primeiro foi de Ciro, no ano 536 a.C., (Esdras 1). Só que ao ser iniciada a reconstrução do templo, os inimigos dos judeus impediram e parou tudo. desde a saída da ordem O segundo decreto foi de Dario, no ano 519 a.C, (Esdras 6). Reiniciou-se a obra paralisada e também não deixaram continuar. Os inimigos não permitiram o avanço do projeto. Parou tudo outra vez.
  43. 43. 9:25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. desde a saída da ordem Mas, com o decreto de Artaxerxes em 457 a.C, a obra foi concluída. A cidade, muros casas, o templo e até mesmo o governo civil dos judeus foi restabelecido com a vigência de suas leis. Cem por cento. Este é o decreto que a profecia reclama para reconstrução de Jerusalém. (Esdras 7: 12-26)
  44. 44. INÍCIO 457 a.C 1844 d.C2300 anos Purificação do Santuário
  45. 45. 9:25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. até ao Messias, o Príncipe Em 27 d.C, o Espírito Santo desceu em forma visível, e uma voz do Céu declarou: “Este é o Meu Filho amado” (Mateus 3:17). Foi neste instante que Jesus foi ungido para o seu ministério. A palavra "Messias" significa "Ungido", nome dado ao Libertador prometido que viria algum dia ao povo de Israel como seu grande Salvador, Redentor, "ungido" como Profeta, Sacerdote e Rei da parte de Deus.
  46. 46. 9:25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. até ao Messias, o Príncipe Cristo significa Ungido em grego O nome Jesus Cristo significa "Jesus, o Messias" ou "Jesus, o Ungido.” Messias significa Ungido em hebraico A palavra "Cristo" (em grego Χριστός, Christós, "O Ungido" ou "O Consagrado") é uma tradução para o grego do termo hebraico "mashiach".
  47. 47. 9:25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas INÍCIO 457 a.C 69 semanas ou 483 anos Até ao Messias, o Príncipe 27 d.C Batismo de Jesus
  48. 48. Quantos anos Jesus tinha quando foi batizado? Em que ano Ele foi batizado? Outono de 27 d.C 30 anos
  49. 49. Os romanos começaram a contagem dos anos a partir da fundação de Roma, em 753 a. C (era romana). Este sistema foi usado também por povos conquistados pelos romanos por muito tempo. No século VI d.C., um monge grego chamado Dionísio propôs que se iniciasse a partir do nascimento de Cristo. Para tanto, ele fez cálculos para saber em que ano Cristo teria nascido, o que era uma tarefa muito difícil. Ao final, sugeriu que se começasse a era cristã a partir do ano 754 da fundação de Roma. Passados 1.200 anos de Dionísio, os cronometristas
  50. 50. 9:26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. Após as 69 semanas, Cristo seria morto. será cortado o Messias Em Isaias 53:8 diz: “...foi cortado da terra dos viventes, por causa da transgressão do meu povo, foi Ele ferido”.
  51. 51. INÍCIO 457 a.C 69 semanas ou 483 anos 1844 d.C 9:26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. será cortado o Messias 70 ªsemana O Messias seria morto Até ao Messias, o Príncipe 27 d.C Batismo de Jesus
  52. 52. 9:26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. o povo do príncipe Provavelmente, o príncipe é o general Tito, filho de Vespasiano, imperador Romano.
  53. 53. 9:26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. destruirá a cidade e o santuário Uma total destruição do templo e da cidade de Jerusalém, é aqui predito. Isto foi cumprido pelos soldados romanos, comandados pelo general Tito, em 70 d.C.
  54. 54. 9:26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. seu fim será com O fim da cidade e do santuário foi com uma inundação de soldados, que mataram mais de um milhão de judeus, e muitos outros foram vendidos como escravos.“E espalhar-vos-ei entre as nações, e desembainharei a espada atrás de vós; e a vossa terra será assolada, e as vossas cidades serão desertas”. Lev 26:33 uma inundação até ao fim haverá guerra Até o fim – sugere que a igreja passaria por tempos de tribulação até o fim.
  55. 55. 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. Quem firmará a ALIANÇA ??? Ele Ao longo dos séculos alguns estudiosos da bíblia têm mantido a errônea suposição de que “ele” seja o principe desolador, e não o Messias, o Príncipe.O comentarista romano Hipólito cometeu esse erro no terceiro século, concluindo que seria um futuro anticristo – e não Jesus Cristo – que faria cessar os sacrifícios.A passagem inteira é centrada em Cristo, referindo-se ao Messias, e a conclusão lógica ALIA NÇA
  56. 56. 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. Não há nenhuma dificuldade para ver quem faz “aliança”. firmará aliança A Bíblia de Jerusalém e a King James diz: O sentido aqui da palavra “firmará”, é fazer prevalecer. O sentido seria que Cristo fez prevalecer, em face de todos os obstáculos, Seu concerto de graça com a humanidade.
  57. 57. “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos Em seu sermão no dia de Pentecostes, Pedro fez lembrar a seus ouvintes a promessa que lhes fora feita: Aliança é uma promessa. Jesus veio à Terra para honrar o Seu compromisso. Nada, nem mesmo a própria morte poderia impedi-Lo de cumprir esse propósito. Essa profecia encerra também sua ressurreição, mostrando que Ele continuaria mantendo a Sua promessa, aliança, mesmo depois de crucificado.
  58. 58. Três mil judeus aceitaram a mensagem de Cristo no dia de Pentescostes (Atos 4:41) e, depois, mais 5 mil creram (Atos 4:4). Pedro disse ao judeus:“Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus fez com nossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência
  59. 59. Esta aliança foi ratificada, feita firme pelo sangue de Cristo. Jesus faria prevalecer Seu concerto com muitos judeus durante toda a septuagésima semana, ou seja, durante os anos de 27 a 34 d.C., mesmo depois que os líderes judaicos O tivessem executado na cruz.
  60. 60. 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. por uma Gabriel não especificou qualquer evento especial para marcar o fim das setenta semanas. Gabriel não mencionou o ato ou transação particular que deveria marcar o encerramento do período profético de 490 anos destinas a conservar o privilégio dos semana
  61. 61. Sabemos, entretanto que uns poucos anos depois da crucifixão – vários comentaristas têm situado o evento em torno do ano 34 d.C – a liderança dos judeus confirmou sua 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. por uma semana
  62. 62. Os líderes judeus anti-cristãos, promoveram uma perseguição contra os crentes judeus, compelindo-os a fugir de Jerusalém. Acossados pela perseguição, os cristãos de Jerusalém “iam por toda parte pregando a palavra”. Atos 8:4 Portanto, a rejeição de Cristo por parte dos judeus – a qual foi simbolizada pelo apedrejamento de Estevão – conduziu diretamente à proclamação do evangelho
  63. 63. 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. metade da semana fará cessar o sacrifício Como vimos, Jesus foi batizou no ano 27 d.C. no ano 31 d.C, exatamente na metade da semana profética Ele foi crucificado.
  64. 64. 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. metade da semana fará cessar o sacrifício INÍCIO 457 a.C ª ª 69 semanas ou 483 anos Batismo de Jesus 27 d.C 1844 d.C 1 semana, 7 anos ª 31 d.C O Messias foi morto 34 d.C Morte de Estevão Fim das 70 semanas
  65. 65. 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. asa das abominações virá o Em Mateus 24:15-19, Cristo diz: “Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda; Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; E quem estiver sobre o telhado não desça a tirar alguma coisa de sobre a assolador
  66. 66. 9:27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. sobre a asa das abominações virá o Neste dois textos fica claro que “asa das abominações” faz referência ao exército romano vindo para assolar a Judéia e Jerusalém. assolador está determinado O próprio assolador, Roma pagã, e Roma cristã, também serão destruídos. Isto é, o fim que viria sobre toda a nação judaica. Triste foi o destino daqueles que rejeitaram a esperança da salvação.
  67. 67. Agora, vamos analisar a data final da profecia maior, as 2300 tardes e manhãs. INÍCIO 457 a.C Terminou 1844 d.C
  68. 68. Vamos voltar, então a Daniel capítulo 8: 13 e 14 8:13 Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício contínuo, e da transgressão assoladora, para que sejam entregues o santuário e o exército, a fim de serem pisados? 8:14 E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.santuário será purificado.
  69. 69. O capítulo 8 de Daniel, continua o tema. A purificação do santuário é o mesmo evento do julgamento de Daniel 7.

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