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• Quem sabe: Em vez de tablets e computadores para leitura, que a criança 
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Apresentação de tecnófobo para Disciplina extra de Psicologia, online.

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atividade4ManuelaDuarteAlmeidaPinto

  1. 1. Manuela Duarte Almeida Pinto Tecnófoba
  2. 2. A infância virtual e seus contratempos educacionais • Diversas são as formas de tecnologia encontradas, hoje, dentro das escolas. • As crianças, antes mesmo de aprender a andar, já sabem tirar uma “selfie” ou passar as fotos em um celular. • Entretanto, se tantos são os benefícios, se o acesso às informações são tão práticos e rápidos, por que parece que, cada vez mais, os jovens não sabem efetuar pesquisas, escrevem mal, têm preguiça de leituras mais densas e, muitas vezes, não conseguem argumentar ou debater sobre determinados assuntos?
  3. 3. A crença dos benefícios do uso de computadores em escolas • Ouve-se muito que adicionar os computadores ao ambiente escolar é necessário por diversos fatores, incluindo: 1) Melhoria de rendimento dos alunos; 2) Aceleração do desenvolvimento da criança; 3) Conhecimento tecnológico do futuro; • Entretanto, esses fatores são rebatidos por nós, tecnófobos, com os seguintes argumentos: 1) Qual rendimento será melhorado? Matemático? Físico? De leitura? 2) Até que ponto isso seria positivo? Pular fases ou passar por elas de maneira desnaturada seria um benefício à criança? 3) A criança não teria nenhum outro acesso às tecnologias?
  4. 4. A crença dos benefícios do uso de computadores em escolas 4) Ambiente menos rígido para o aprendizado; 5) Aumentam o interesse dos estudantes por outras culturas; 6) Inserção na sociedade contemporânea; 7) Acesso mais rápido e completo à todo tipo de informação; 4) Mas o ambiente escolar não é o segundo principal local onde as crianças aprendem os valores das regras e disciplinas? 5) Interesse online e não interesse quando pessoalmente? 6) A criança será menos inserida em sociedade se sua escola não tiver computadores? 7) Qual informação é essencial e absolutamente importante para o conhecimento das crianças?
  5. 5. • Como foi possível observar, as questões colocadas como benéficas para o uso dos computadores em escolas são várias, entretanto são para se pensar. • Apesar da melhoria de rendimento para algumas matérias, por despertar a atenção do indivíduo com suas cores e sua praticidade, observa-se alunos escrevendo com erros de português grotescos ou utilizando o muito comum Ctrl+C, Ctrl+V, incapazes ou com dificuldades enormes de escrever e de desenvolver uma redação.
  6. 6. • Observa-se, também, a grande incidência na procura de psicólogos e psiquiatras para os transtornos que vem aparecendo. Autismos, Hiperatividade, uso de medicamentos como Ritalina, ou “droga da obediência”. A criança deve acompanhar o grande número de informações, ter horários para tudo, ser hiper ativa, mas ao mesmo tempo se fecha em seu mundo tecnológico, sem livros para ler e criar com o pensamento, e sem amigos reais para conversar. Seria uma coincidência?
  7. 7. • As escolas sempre tiveram o papel de acrescentar à educação já recebida em casa. Seria possível uma criança nascer e ficar 100% sem conhecimento algum sobre os novos aparelhos eletrônicos ou sobre a internet? • As escolas podem entrar com o papel de mostrar que as duas coisas podem andar juntas, sem, contudo, mergulhar no mesmo abismo de limitações em telas pequenas, que barram imaginação e pensamento.
  8. 8. • Quem sabe: Em vez de tablets e computadores para leitura, que a criança tenha livros? Em vez de computadores e calculadora para fazer contas, que ela use o lápis e a borracha? Em vez de textos digitados, que ela escreva à mão e aprenda o que está errado ou certo através de um ser humano que, com atenção profissional, pode ensiná-la? • Assim, quando for necessário que a criança faça uso do computador, ela não será dependente dele. Utilizará com precisão e segurança. Saberá escrever por si mesma, terá seus próprios argumentos e o aparelho será apenas um facilitador ou instrumento de trabalho. Não será sua vida.
  9. 9. Referências SETZER, Valdermar W. Uma revisão de argumentos a favor do uso de computadores na educação elementar. São Paulo, nov. 1998. Disponível em: <http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/argsport.html>. Acesso em: 25 de setembro de 2014. ALVES, A. S. Os computadores e a Educação: aspectos gerais. Folha informativa do Projeto Computação no Ensino da Matemática, nº 5, mai. 1987. Disponível em: <http://www.mat.uc.pt/~jaimecs/nonius/nonius5_1.html>. Acesso em: 25 de setembro de 2014. Imagens retiradas do site Google.

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