O ano da fé

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uma breve apresentação organizada por Manoel Nerys sobre O ano da Fé 2013, com fundamentos da carta PORTA FIDEI de Bento XVI e abordagens breves sobre as pilastras da doutrina da Igreja Católica. Imagens sobre locais e figuras importantes da Igreja.

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O ano da fé

  1. 1. O QUE ÉO ANO DA FÉ
  2. 2. “é um convite para umaautentica e renovadaconversão ao Senhor,único salvador doMundo” ( Porta Fidei,6).
  3. 3. Quando questionada sobre sua fé, Marta responde a Jesus porocasião da morte de Lázaro (Jo 11,19-27): “Sim, Senhor, eucreio firmemente que Tu és o Messias, o Filho deDeus que devia vir ao mundo”. É à luz dessaproclamação de fé que nós somos convidados a refletir sobre a fécultivada em nosso interior.
  4. 4. Marta não apenas responde que crê, mas afirmaque crê firmemente, isto é, tem convicção doque acredita. Com o desejo de propiciar aos cristãostal convicção, a Igreja convida todos a dedicarem umano inteiro para falar da fé e aprofundá-la em seuscorações.
  5. 5. QUANDOINICIOU E QUANDOTERMINA?
  6. 6. O Ano da Fé foi iniciado dia 11 de outubro de 2012 e vai até 24 denovembro de 2013,
  7. 7. Por quenessasdatas?
  8. 8. Seguindo o mesmo gesto do papaPaulo VI que em 1967, proclamou um ano da Fé para comemorar os 1.900anos do martírio dos apóstolos Pedro e Paulo, o papa Bento XVI, no dia 11de outubro do ano passado anunciouo Ano da Fé novamente aproveitando- se do quinquagésimo aniversário do início do Concílio Vaticano II (1962- 1965).
  9. 9. É para celebrar também o 20ºaniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica.
  10. 10. O objetivo maior do evento: “dar um renovado impulso à missão detoda a Igreja, para conduzir os homenslonge do deserto no qual muitofrequentemente se encontram em suasvidas à amizade com Cristo que nos dásua vida plenamente”.
  11. 11. Na Carta Apostólica papaldenominada “A Porta da Fé”, BentoXVI afirma que “Teremosoportunidade de confessar a fé noSenhor Ressuscitado nas nossascatedrais e nas igrejas do mundointeiro, nas nossas casas e no meiodas nossas famílias, para que cadaum sinta fortemente a exigência deconhecer melhor e de transmitir àsgerações futuras a fé de sempre”.
  12. 12. O Papa convida para uma “autentica erenovada conversão ao Senhor, únicoSalvador do mundo”. Que cada cristão “possaredescobrir o caminho da fé para fazer brilhar,com evidencia sempre maior, a alegria e orenovado entusiasmo do encontro comCristo”.
  13. 13. Que meios assinalou o Santo Padre? 1. Intensificar a celebração dafé na Liturgia, especialmente naEucaristia;
  14. 14. 2. Dar testemunho daprópria fé
  15. 15. 3. Redescobrir osconteúdos da própria fé,expostos principalmenteno Catecismo;
  16. 16. Que pistas se propõe paravivenciar estes meios?
  17. 17. O Concílio Vaticano II 50 anos depoisUma das grandes mudanças instauradaspelo Concílio Vaticano II foi a renovaçãolitúrgica com a Constituição SacrosanctumConcilium.
  18. 18. O Concílio Vaticano II e a renovaçãolitúrgica. 50 anos depoisuma análise a partir do prisma litúrgico (Ione Buyst)– uma abertura maravilhosa nãosomente para dentro da IgrejaCatólica, como “volta às fontes” da fé(Bíblia, patrística...)
  19. 19. O Concílio Vaticano II e a renovação litúrgica. 50anos depois– principalmente – uma abertura para com o“mundo”, uma atenção aos grandes problemas dahumanidade. Só se pode celebrar a memória deJesus Cristo no espírito do Concílio quando setêm o coração e as janelas abertas para arealidade: da pessoa humana, da comunidade detodos os povos e culturas, do cosmos...
  20. 20. Perspectivas litúrgicas que se abriram a partir dodocumento conciliar Sacrosanctum Concilium ?– A Constituição conciliar SacrosanctumConcilium sobre a Sagrada Liturgia foi o primeirodocumento a ser votado e promulgado peloConcílio Vaticano II em 04-12-1963. - o Concílio assumiu a maior parte das propostasdo Movimento, como por exemplo:• participação ativa de todo um povo sacerdotal(pois, até então a liturgia era do domíniounicamente do clero);
  21. 21. Perspectivas litúrgicas• a liturgia como fonte daespiritualidade cristã; talvez o pontomenos compreendido e posto emprática;• substituição do latim pelo idiomapróprio de cada povo;
  22. 22. • devolução da Sagrada Escritura ao povode Deus, dentro e fora da celebraçãolitúrgica;a proclamação e interpretação da Palavrade Deus na liturgia no idioma de cadapovo e a restauração do salmoresponsorial, da homilia e da oraçãouniversal; fato importantíssimo nareaproximação com as Igrejas da ReformaProtestante;
  23. 23. • substituição do gregoriano por cantos natradição musical de cada região (ainda queisso tenha levado vários anos a seconcretizar);• introdução de ministérios litúrgicos nãoclericais: leitores, salmistas, acólitos,cantores... (onde antes, além do padre,havia somente coroinhas).
  24. 24. Agora temos uma vida litúrgica muitointeressante acontecendo, amadurecendo nasbases, com celebrações dominicais da Palavra,celebrações do Tríduo Pascal, celebrações dareconciliação, ofício divino das comunidades,vigílias de oração, unindo fé e vida, coordenadaspor leigos e leigas.
  25. 25. Documentos promulgados neste Concílio
  26. 26. O Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo BeatoJoão Paulo II, com os conteúdos fundamentais de nossa fé.
  27. 27. foi publicado umconteúdo do compêndiocom uma apresentaçãoaos jovens. Vamos daruma olhadinha nele?
  28. 28. O YOUCAT – O CATECISMO JOVEM
  29. 29. O YOUCAT – qual é a novidade
  30. 30. O YOUCAT – qual a finalidade
  31. 31. Por que podemos crerNós, seres humanos somos abertos a DeusDeus aproxima-Se de nós, seres humanosO ser humano responde a DeusO Credo cristãoCreio em Deus PaiCreio em Jesus Cristo, Filho Unigênito de DeusCreio no Espírito Santo
  32. 32. SEGUNDA PARTE Como celebramos o mistério cristão•Deus age em nós através de sinais sagrados•Deus e Sagrada Liturgia•Como celebramos os mistérios de Cristo•Os sete sacramentos da Igreja•Sacramento da Iniciação(Batismo,Confirmação e Eucaristia)•Sacramentos da Cura (Penitencia e Unção dosEnfermos)•Sacramento da comunhão e do Envio (Ordeme Matrimonio)•Outras celebrações litúrgicas
  33. 33. TERCEIRA PARTE A vida em Cristo•Para que estamos na Terra, o quedevemos fazer e como nos ajuda oEspírito Santo de Deus•A dignidade do ser humano•A comunhão humana•Os Dez Mandamentos•Ama o Senhor, teu Deus, com todoo coração, com toda a alma e comtodos os teus pensamentos•Ama o teu próximo como a timesmo
  34. 34. QUARTA PARTE Como devemos orar•A oração da vida Cristã•Orar: Como Deus nos doaa Sua presença•A fonte da oração
  35. 35. Ainda há muitoscristãos quedesconhecem asrazões de sua fé.
  36. 36. 3. Professar a fé hoje: De que modo e para quê? O papa Bento XVI recorda que os primeiros cristãos eram incentivados a aprender de memória o Credo, como oração diária, a fim de que não se esquecessem do compromisso quehaviam assumido com o batismo (cf. Porta Fidei, n. 09).
  37. 37. Diversas pessoas, atualmente,ainda mantêm o Credo nas suas orações cotidianas. No entanto, nas celebrações eucarísticas, a Profissão de Fé nem sempre é feita com amesma convicção do seu papel, pois professam-se as verdadesda fé sem se pensar naquilo que elas expressam.
  38. 38. Como todos sabem de memória, (pelo menos ,seespera)há o perigo constante dese fazer a Profissão de Fé sem a compreensão mínima do seu significado. Por isso, éimportante recordar para que o cristão é convidado a professar a sua fé.
  39. 39. Primeiramente, é bom lembrar que osprimeiros cristãos não apenas viviam sua fé, mas a testemunhavam com as palavras e com a vida. O que fez o Evangelho se espalhar por todos os cantos foi a convicção com que elespartilhavam com os outros o que a nova fé havia causado em seus corações. Umsegundo aspecto fundamental que deve ser lembrado é que o testemunhosincero de cada cristão converte outros,mas fortalece ainda mais a convicção de quem anuncia.
  40. 40. A cada dia também cresce o númerode pessoas que se declaram semreligião e que vivem sua religiosidadeao seu modo.
  41. 41. A primeira e maisbásica resposta àpergunta do títulopoderá, sem dúvida,ser formulada doseguinte modo: a fé éuma determinadaatitude dos humanos.
  42. 42. A atitude humanaque melhor podedescrever a atitudede fé é a daconfiança. Ter fé é,no sentido maisbásico,confiar em algo oualguém diferente denós mesmos.
  43. 43. Papa João Paulo II disseque “a fé diz respeito acoisas que ainda não sãopossuídas, pois seesperam e não se veemainda, senão como que‘num espelho, demaneira confusa’ (cf. 1Cor13,12)” (Catechesi Tradendae, n.60).
  44. 44. Cesárea de Filipe: a profissão de fé as ideias errôneas do de Pedro /Mt 16, 13-18/ cultivo da fé que vemos se propagando por aí não se coadunam com a proposta libertadora de Jesus, que não pregou uma fé que deve esperar recompensas e soluções imediatas, mas o compromisso com o Reino de Deus, mesmo se necessário passar pela cruz.«Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo»
  45. 45. “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minhaigreja, e as portas do inferno não prevalecerão contraela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo oque ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o quedesligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16, 18-19).
  46. 46. “ Ide por todo o mundo e... Manacapuruproclamai o Evangelho a toda criatura“ (Mc 16,15)
  47. 47. Sucessores dos Apóstolos... IGREJA – POVO DE DEUS Paulo a Timóteo “o convido a reavivar o dom de Deus que está em você pela imposição de minhas mãos. De fato, Deus não nos deu um espírito de medo, mas um espírito de força, de amor e de sabedoria. Não se envergonhe, portanto, de dar testemunho de nosso Senhor. Ele nos salvou e nos chamou com uma vocaçãoΟ Απόστολος Τιμόθεος santa “ (2Tm 1,6-9)
  48. 48. HOJE EM DIA NUMEROSOS CRISTÃOS CONTINUAM A OBRA REDENTORA DE JESUS TESTEMUNHANDO E Igreja = Corpo Místico PREGANDO O EVANGELHO...de Cristo 1 Cor 12, 12-14
  49. 49. Pedro não viveriaeternamente nestemundo, e por issomesmo precisou sersucedido por outroPapa.
  50. 50. Obviamente os primeiroslíderes do cristianismo nãoeram chamados ainda de"Papas". A palavra papa -que vem do grego pappas,e significa o "pai"espiritual de umacomunidade, - foi, durantevários séculos, usada paradesignar todos os Bisposdo Ocidente.
  51. 51. No ano 1073, por ordemde Gregório VII, tornou-sede uso exclusivo para oBispo de Roma, quesempre foi, desde Pedro,a autoridade máxima daIgreja Católica na Terra.
  52. 52. Assim como o costume dechamar de Papa ao SumoPontífice, isto é, o Bispode Roma e legítimosucessor de Pedro, setornou uma tradição quepermanece até os nossos dias.
  53. 53. A Missão de Cristo é continuada pela IgrejaCom a morte do último apóstolo, João em Éfeso,termina a era apostólica, porém Deus já haviacapacitado homens para cuidar de sua Igreja, ecomeçou uma nova era para o cristianismo.
  54. 54. Os sucessores apostólicos1. 2005 -2013 ... - Bento XVI (Joseph Ratzinger) 17. 1769 - 1774 - Clemente XIV (Lorenzo Ganganelli) 18. 1758 - 1769 - Clemente XIII (Carlo Rezzonico)2. 1978 - 2005 - João Paulo II (Karol Woityla) 19. 1740 - 1758 - Bento XIV (Prospero Lambertini)3. 1978 - 1978 - João Paulo I (Albino Luciani) 20. 1730 - 1740 - Clemente XII (Lorenzo Corsini)4. 1963 - 1978 - Paulo VI (Giovanni Battista Montini) 21. 1724 - 1730 - Bento XIII (Pietro Francesco Orsini)5. 1958 - 1963 - João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli) 22. 1721 - 1724 - Inocêncio XIII (Michelangelo Conti)6. 1939 - 1958 - Pio XII (Eugenio Pacelli) 23. 1700 - 1721 - Clemente XI (Giovanni Francesco Albani) 24. 1691 - 1700 - Inocêncio XII (Antonio Pignatelli)7. 1922 - 1939 Pio XI (Achille Ratti) 25. 1689 - 1691 - Alexandre VIII (Pietro Ottoboni)8. 1914 - 1922 - Bento XV (Giacomo Marchese della 26. 1676 - 1689 - Inocêncio XI (Benedetto Odescalchi) Chiesa)9. 1903 - 1914 - Pio X (Giuseppe Sarto) 27. 1670 - 1676 - Clemente X (Emilio Altieri)10. 1878 - 1903 - Leão XIII (Giocchino Vincenzo de Pecci) 28. 1667 - 1669 - Clemente IX (Giulio Rospigliosi) 29. 1655 - 1667 - Alexandre VII (Fabio Chigi)11. 1846 - 1878 - Pio IX (Giovanni Conte Mastai-Ferretti) 30. 1644 - 1655 - Inocêncio X (Giambattista Pamphili)12. 1831 - 1846 - Gregório XVI (Bartolomeo Cappellari) 31. 1623 - 1644 - Urbano VIII (Maffeo Barberini)13. 1829 - 1830 - Pio VIII (Francesco Saverio 32. 1621 - 1623 - Gregório XV (Alessandro Ludovisi) Castiglioni) 33. 1605 - 1621 - Paulo V (Camillo Borghesi)14. 1823 - 1829 - Leão XII (Annibale della Genga) 34. 1605 - Leão XI (Alessandro Ottaviano de Medici)15. 1800 -1823 - Pio VII (Luigi Barnaba Chiaramonti) 35. 1592 - 1605 - Clemente VIII (Ippolito Aldobrandini) 36. 1591 - Inocêncio IX (Giovanni Antonio Facchinetti)16. 1775 - 1799 - Pio VI (Giovanni Angelo Conte Braschi)
  55. 55. Os sucessores apostólicos37. 1590 - 1591 - Gregório XIV (Niccolo Sfondrati) 52. 1492 - 1503 - Alexandre VI (Rodrigo de Bórgia38.1590 - Urbano VII (Giambattista Castagna) 53. 1484 - 1492 - Inocêncio VIII (Giovanni Battista Cibo)39. 1585 - 1590 - Sisto V (Felici Peretti) 54. 1471 - 1484 - Sisto IV (Francesco della Rovere)40. 1572 - 1585 - Gregório XIII (Ugo Boncompagni) 55. 1464 - 1471 - Paulo II (Pietro Barbo)41. 1566 – 1572 - Pio V (Michele Ghislieri) 56. 1458 - 1464 - Pio II (Enea Silvio de Piccolomini)42. 1559 - 1565 - Pio IV (Giovanni Angelo de Medici)43. 1555 - 1559 - Paulo IV (Gianpetro Caraffa) 57. 1455 - 1458 Calisto III (Alfonso de Bórgia) 58. 1447 - 1455 Nicolau V (Tomaso Parentucelli)44. 1555 - Marcelo II (Marcelo Cervini) 59. 1431 - 1447 Eugênio IV (Gabriel Condulmer)45. 1550 - 1555 - Júlio III (Giovanni Maria del Monte) 60. 1417 - 1431 Martinho V (Odo Colonna)46. 1534 - 1549 - Paulo III (Alessandro Farnese) 61. 1406 - 1417 Gregório XII (Angelo Correr) 62. 1404 - 1406 Inocêncio VII (Cosma de47. 1523 - 1534 - Clemente VII (Giulio de Medici) Migliorati) 63. 1389 - 1404 Bonifácio IX (Pietro Tomacelli)48. 1522 - 1523 - Adriano VI (Adriano de Utrecht) 64. 1378 - 1389 Urbano VI (Bartolomeo Prignano)49. 1513 - 1521 - Leão X (Giovani de Medici) 65. 1370 - 1378 Gregório XI (Pedro Rogerii)50. 1503 - 1513 - Júlio II (Giuliano della Rovere) 66. 1362 - 1370 Urbano V (Guillaume de51. 1503 - Pio III (Francesco Todeschini-Piccolomini) Grimoard)
  56. 56. Os sucessores apostólicos67. 1352 - 1362 - Inocêncio VI (Etienne Aubert) 87. 1241 - Celestino IV (Gaufredo Castiglione)68. 1342 - 1352 - Clemente VI (Pierre Roger de Beaufort) 88. 1227 - 1241 - Gregório IX (Hugo, conde de Segni)69. 1334 - 1342 - Bento XII (Jacques Fournier) 89. 1216 - 1227 - Honório III (Censio Savelli) 90. 1198 - 1216 - Inocêncio III (Lotário, conde de Segni)70. 1316 - 1334 - João XXII (Jacques Duèse) 91. 1191 - 1198 - Celestino III (Jacinto Borboni-Orsini)71. 1305 - 1314 - Clemente V (Bertrand de Got) 92. 1187 - 1191 - Clemente III (Paulo Scolari)72. 1303 - 1304 - Bento XI (Nicolau Boccasini) 93. 1187 - Gregório VIII (Alberto de Morra)73. 1294 - 1303 - Bonifácio VIII (Bento Gaetani) 94. 1185 - 1187 - Urbano III (Humberto Crivelli)74. 1294 - Celestino V (Pietro del Murrone) 95. 1181 - 1185 - Lúcio III (Ubaldo Allucingoli) 96. 1159 - 1180 - Alexandre III (Rolando Bandinelli de75. 1288 - 1292 - Nicolau IV (Girolamo Masei de Ascoli) Siena)76. 1285 - 1287 - Honório IV (Giacomo Savelli) 97. 1154 - 1159 - Adriano IV (Nicolau Breakspeare)77. 1281 - 1285 - Martinho IV (Simão de Brion) 98. 1153 - 1154 - Anastácio IV (Conrado, Bispo de78. 1277 - 1280 - Nicolau III (Giovanni Gaetano Orsini) Sabina) 99. 1145 - 1153 - Eugênio III (Bernardo Paganelli de79. 1276 - 1277 - João XXI (Pedro Juliani) Montemagno)80. 1276 - Adriano V (Ottobono Fieschi) 100. 1144 - 1145 - Lúcio II (Gherardo de Caccianemici)81. 1276 - Inocêncio V (Pedro de Tarantasia) 101. 1143 - 1144 - Celestino II (Guido di Castello)82. 1271 - 1276 - Gregório X (Teobaldo Visconti) 102. 1130 - 1143 - Inocêncio II (Gregorio de Papareschi)83. 1265 - 1268 - Clemente IV (Guido Fulcodi) 103. 1124 - 1130 - Honório II (Lamberto dei Fagnani) 104. 1119 - 1124 - Calisto II (Guido de Borgonha,84. 1261 - 1264 - Urbano IV (Jacques Pantaleon de Troyes) Arcebispo de Viena)85. 1254 - 1261 - Alexandre IV (Reinaldo, conde de Segni) 105. 1118 - 1119 - Gelásio II (João de Gaeta)86. 1243 - 1254 - Inocêncio IV (Sinibaldo Fieschi) 106. 1099 - 1118 - Pascoal II (Rainério, monge de Cluny)
  57. 57. Os sucessores apostólicos107. 1088 - 1099 - Urbano II (Odo, Cardeal-Bispo de Óstia)108. 1086 - 1087 - Vítor III (Desidério, abade de Monte Cassino) 127. 999 - 1003 - Silvestre II (Gerberto de Aurillac)109. 1073 - 1085 - Gregório VII (Hildebrando, monge) 128. 996 - 999 - Gregório V (Bruno de Carínthia)110. 1061 - 1073 - Alexandre II (Anselmo de Baggio) 129. 985 - 996 - João XV111. 1059 - 1061 - Nicolau II (Geraldo de Borgonha, Bispo de Florença) 130. 983 - 984 - João XIV (Pedro Canipanova)112. 1057 - 1058 - Estevão X (Frederico, abade de Monte Cassino) 131. 974 – 983 - Bento VII113. 1054 - 1057 - Vitor II (Geraldo de Borgonha, Bispo de Florença) 132. 972 – 974 - Bento VI114. 1049 - 1054 - Leão IX (Bruno, conde de Egisheim-Dagsburg) 133. 965 - 972 - João XIII (João de Nardi)115. 1048 - Dâmaso II (Poppo, conde de Brixen) 134. 964 - Bento V116. 1047 - 1048 - (Teofilato de Túsculo) - 3º Pontificado 135. 963 - 965 - Leão VIII 136. 955 - 964 - João XII117. 1046 - 1047 - Clemente II (Suidgero de Morsleben)118. 1045 - 1046 - Gregório VI (João Graciano Pierleone) 137. 946 - 955 - Agapito II119. 1045 - Bento IX (Teofilato de Túsculo) - 2º Pontificado 138. 942 - 946 - Marino II (ou Martinho III)120. 1045 - Silvestre III, romano 139. 939 - 942 - Estevão IX121. 1033 - 1045 - Bento IX (Teofilato de Túsculo) - 1º Pontificado 140. 936 - 939 - Leão VII122. 1024 - 1032 - João XIX (conde de Túsculo) 141. 931 - 935 - João XI123. 1012 - 1024 - Bento VIII (conde de Túsculo) 142. 928 - 931 - Estevão VIII124. 1009 - 1012 - Sérgio IV (Pietro Buccaporci) 143. 928 - Leão VI 144. 914 - 928 - João X (João de Tossignano, Arcebispo de125. 1003 - 1009 - João XVIII (João Fasano de Roma) Ravena)126. 1003 - João XVII (Giovanni Sicco) 145. 913 - 914 - Lando 146. 911 - 913 - Anastácio III
  58. 58. Os sucessores apostólicos128.904 - 911 - Sérgio III129.903 - Leão V 148.824 - 827 - Eugênio II130.900 - 903 - Bento IV 149.817 – 824 - Pascoal I131.898 - 900 - João IX 150.816 – 817 - Estevão V132.897 - Teodoro II 151.795 – 816 - Leão III133.897 - Romano 152.772 – 795 - Adriano I 153.768 – 772 - Estevão IV134.896 - 897 - Estevão VII 154.757 – 767 - Paulo I135.896 - Bonifácio VI 155.752 – 757 - Estevão III136.891 - 896 - Formoso 156.752 - Estevão [II] (pontificado de apenas 4137.885 - 891 - Estevão VI dias)138.884 - 885 - Adriano III 157.741 – 752 – Zacarias139.882 - 884 - Marino I (ou Martinho II) 158.731 – 741 - Gregório III140.872 - 882 - João VIII 159.715 – 731 - Gregório II141.867 - 872 - Adriano II 160.708 – 715 - Constantino142.858 - 867 - Nicolau I 161.708 - Sisínio143.855 - 858 - Bento III 162.705 – 707 - João VII 163.701 – 705 - João VI144.847 - 855 - Leão IV 164.687 – 701 - Sérgio I145.844 - 847 - Sérgio II 165.686 – 687 - Cônon146.827 - 844 - Gregório IV 166.685 – 686 - João V147.827 - Valentim 167.683 – 685 - Bento II
  59. 59. Os sucessores apostólicos168. 682 – 683 - Leão II 188. 556 – 561 - Pelágio I169. 678 – 681 - Agatão 189.537 – 555 - Vigílio170. 676 – 678 - Dono 190.536 – 537 - Silvério171. 672 – 676 - Adeodato II (ou Deusdedite II) 191.535 – 536 - Agapito I (ou Agapeto)172. 657 – 672 - Vitaliano 192.533 – 535 - João II173. 654 – 657 - Eugênio I 193.530 – 532 - Bonifácio II174. 649 – 655 - Martinho I 194.526 – 530 - Félix III175. 642 – 649 - Teodoro I 195.523 – 526 - João I176. 640 – 642 - João IV 196.514 – 523 - Hormisdas177. 638 – 640 – Severino 197.498 – 514 – Símaco 198.496 - 498 - Anastácio II178. 625 – 638 - Honório I 199.492 - 496 - Gelásio I179. 619 – 625 - Bonifácio V 200.483 - 492 - Félix II180. 615 – 618 - Adeodato I (ou Deusdedite I) 201.468 - 483 - Simplício181. 608 – 615 - Bonifácio IV 202.461 - 468 - Hilário (ou Hilaro)182. 606 – 607 - Bonifácio III 203.440 - 461 - Leão I Magno183. 604 – 606 - Sabiniano 204.432 - 440 - Sisto III184. 590 – 604 - Gregório I Magno 205.422 - 432 - Celestino I185. 579 – 590 - Pelágio II 206.418 - 422 - Bonifácio I186. 575 – 579 - Bento I 207.417 - 418 - Zózimo187. 561 – 574 - João III
  60. 60. Os sucessores apostólicos208. 402 - 417 - Inocêncio I209. 399 - 402 - Anastácio I210. 384 - 399 - Sirício211. 366 - 384 - Dâmaso I 228. 236 - 250 - Fabiano212. 352 - 366 - Libério 229. 235 - 236 - Antero213. 337 - 352 - Júlio I 230. 230 - 235 - Ponciano214. 336 - Marcos 231. 222 - 230 - Urbano I215. 314 - 335 - Silvestre I 232. 217 - 222 - Calisto I216. 310 - 314 - Melcíades 233. 199 - 217 - Zeferino217. 309 - 310 – Eusébio 234. 189 - 199 - Vítor I 235. 174 - 189 - Eleutério218. 307 - 309 - Marcelo I 236. 166 - 174 - Sotero219. 296 - 304 - Marcelino 237. 154 - 165 – Aniceto220. 282 - 296 - Caio221. 274 - 282 - Eutiquiano222. 268 - 274 - Félix I223. 260 - 268 - Dionísio224. 257 - 258 - Sisto II225. 254 - 257 - Estevão I226. 253 - 254 - Lúcio I227. 251 - 253 - Cornélio
  61. 61. Os sucessores apostólicos238. 143 - 154 - Pio I239. 138 - 142 - Higino240. 125 - 138 - Telésforo241. 116 - 125 - Sisto I242. 107 - 116 - Alexandre I243. 101 - 107 - Evaristo244. 90 - 101 - Clemente I245. 79 - 90 - Anacleto (ou Cleto)246. 64 - 79 - Lino
  62. 62. NOSSA PROFISSÃO DE FÉ
  63. 63. quando lhes disse: “Ide por todomundo;Eles partiram e começou adesenvolver-se no mundo o “NovoPovo de Deus”, formado por todos osbatizados, que acreditam em Deus,procurando fazer o que Ele (Cristo)mandou.
  64. 64. O “Novo Povo de Deus” é a Igreja Católica. Pedro e osapóstolos são escolhidos para dirigirem a Igreja, comoseus representantes na terra. A igreja é portanto o “NovoPovo de Deus” formado pelo Santo Padre, Bispos,Sacerdotes e Cristãos de todo o mundo.
  65. 65. A Igreja fundada por Cristo chama-secatólica, apostólica, romana.Católica (Universal) – estende-se a todo omundo( Mt 28,19).Apostólica – porque vem dos apóstolos.“Sobre esta pedra (Pedro) edificarei a minhaigreja”.Romana – porque tem a sua sede e o seuchefe em Roma.“Chefes” da Igreja: Papa, Bispos, Sacerdotes.
  66. 66. Santo AtanásioAinda que os católicos fiéis àTradição se reduzam a umpunhado, são eles a VerdadeiraIgreja de Jesus - 373 d.C
  67. 67. Papa – “Chefe visível da Igreja”, sucessorde Pedro.Bispos – sucessores dos apóstolos, dirigemdioceses.Padres – auxiliares dos bispos, na pregaçãodo Evangelho e santificação do povo,distribuindo pelos homens dons divinos;batizam; absolvem penitentes; celebram aEucaristia; pregam a Boa Nova (Evangelho);aconselham e orientam as pessoas nocaminho do bem.
  68. 68. No Credo professamos a nossa fé na Igreja Una:porque há um só Cristo, que é a cabeça do corpomístico – que é único – também a Igreja por Elefundada tem de ser UNA.Igreja Santa: é santa na sua origem e por instituiçãodivina.Cristo fundou-a santa, infundindo nela o EspíritoSanto. É santa não porque os seus membros sãosantos, impecáveis, mas porque Deus atua nela eporque Ele é santo.
  69. 69. Os apóstolos foram testemunhasoculares da missão de Cristo.Transmitiram, pela imposição dasmãos, aos seus sucessores, a mesmamissão e os mesmos poderes, queantes lhes tinham sido concedidospelo próprio Cristo. Deste modo, osbispos são seus sucessores.
  70. 70. O Santo Padre – sucessor de Pedro – dirige aIgreja universal a partir da cidade de Roma,assistido pelo colégio dos bispos, seuscolaboradores.É o pastor supremo da Igreja, que representaCristo na terra e é a garantia da unidade daIgreja. É a autoridade máxima no planopastoral, doutrinal e disciplinar.
  71. 71. Crer em Jesus é crer em seu Deus Pai e Mãe, o Deus da Bíblia• Trata-se de saber se o Deus que adoramos é realmente o de Jesus ou um ídolo mascarado. A pergunta, portanto, vai além das boas intenções do individuo, da comunidade ou da Igreja como instituição.
  72. 72. Como é este Deus que nos foi revelado em Jesus? Como é o Deus cristão em quem cremos?• Cremos no Deus de Jesus — o Deus que nos foi revelado em sua carne, obras, palavra e história viva;• Cremos no Deus do Reino’• Cremos no Deus encarnado• Cremos no Deus da história• Cremos no Deus da vida• Cremos no Deus dos pobres• Cremos no Deus libertador• Cremos no Deus de todos os nomes• Cremos no Deus Pai e Mãe• Cremos no Deus Trindade• Cremos no Deus em luta contra os ídolos da morte.
  73. 73. 1. A IDENTIDADEDE JESUS CRISTO
  74. 74. O “SER” DEJESUS CRISTO
  75. 75. A síntese maravilhosa da identidade de Jesus Cristo se encontra no Símbolo Niceno- Constantinopolitano (325 e 381), onde se professa: “Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus (Filho de Deus)... que se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgemJesus, como a lua tem as duas Maria, e se fez homemfaces: uma visível (JesusCristo da História) e a outra (Filho do Homem)” .invisível (Jesus Cristo da Fé).
  76. 76. JESUS CRISTOÉ O VERDADEIRO HOMEM
  77. 77. NAZARÉ O LUGAR DA ANUNCIAÇÃO E DA ENCARNAÇÃO (Lc 1, 26-38)
  78. 78. A nave central da basílica
  79. 79. O subsolo da basílica com a gruta da anunciação
  80. 80. Maria visitaa Isabel Lc 1, 39-56
  81. 81. Ain Karem: Visitação de Maria na Casa de Isabel (Lc 1, 39-56)
  82. 82. De Nazaré até Ain Karem são cerca de 100 km de distância
  83. 83. Placa marcando o local tradicional do nascimento de João Batista
  84. 84. Rocha atrás da qual foi escondido João Batista durante o massacredos inocentes, na Igreja da Visitação
  85. 85. 2. A data e o local do nascimento - Belém, no tempo do rei Herodes, na Palestina (Lc 2, 1-20)Jesus não nasceu 25 dedezembro. Data 25 dedezembro é uma datareligiosa, porémsimbólica. A data donascimento de Jesuspodemos estabeleceraproximadamente,levando emconsideração o contextohistórico daquele tempo.
  86. 86. A CIDADE DEBELÉM FICA HÁ 10Km DE JERUSALÉM
  87. 87. A BASILICA DA NATIVIDADE DE JESUS CRISTO
  88. 88. Basílica da Natividade - Belém
  89. 89. Hic de Virgine Maria Jesus Christus Natus Est O Sim da Virgem Maria nos deu o nascer de Jesus Cristo.
  90. 90. 3. Os pais de Jesus Cristo
  91. 91. MARIA Em gr. Μαρία Hebr. Maryam Nome hebraico – Significa Senhora, soberanaÉ nome de origem hebraica,a que se associa o nome deorigem egípcia Myriam dairmã de Moisés. Das maisde 60 interpretaçõesetimológicas, parececoncluir-se que o sentidomais seguro é o de“Senhora”.
  92. 92. JOSÉNome hebraico e significa: Aquele que acrescenta "O sonho de José", (1765-70) José Luzán
  93. 93. “ Os pais voltarampara Nazaré, suacidade, que ficavana Galiléia. Omenino crescia eficava forte, cheiode sabedoria. E agraça de Deusestava com ele”(Lc 2, 39-40).
  94. 94. 5. A educação e a vida pública de Jesus Jo 2, 1-12 Mt 3, 13-17
  95. 95. JESUS REZA...(Mc 6, 46; Lc 9, 28-29)
  96. 96. 6. JESUS TEM OS AMIGOS: Marta, Mariae Lázaro (Lc 10, 38-42)
  97. 97. 8. Jesus “brabo” Mc 11, 15-18
  98. 98. 9. Jesus – Homem das dores Jo cap. 17-19
  99. 99. 10. A morte na cruz é a prova maior da humanidade de Jesus Lc 23, 44-56
  100. 100. 11. Maria chora a morte do Filho
  101. 101. 12. Jesus é colocado no túmulo Mt 27,57-61
  102. 102. A Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém
  103. 103. A igreja do Santo Sepulcro – Conforme a tradição Jesus aquifoi crucificado e sepultado.
  104. 104. O FIM DA VIDA DE JESUS CRISTO - HOMEM
  105. 105. JESUS CRISTO É SÓ O VERDADEIRO HOMEM?
  106. 106. JESUS CRISTO VERDADEIRO DEUS
  107. 107. 2. Na hora do nascimento “Hoje na cidade de Belém nasceu-vos o Messias” /Lc 2, 13-14/ (Basílica em Belém)
  108. 108. 3. A adoração dos Magos (Mt 2, 1-11) “Os magos se ajoelharam diante de Jesus e o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram- lhe como presentes: ouro, incenso e mirra”.
  109. 109. Mirra =humanidade
  110. 110. Ouro =realeza
  111. 111. Incenso =divindade
  112. 112. 4. Na hora da consagração no templo: Ana e Simeão /Lc 2, 25-32/
  113. 113. Simeão disse: «Agora, Senhor, conforme atua promessa, podes deixar o teu servopartir em paz. Porque meus olhos viram atua salvação, que preparaste diante detodos os povos: luz para iluminar as naçõese glória do teu povo, Israel.» (Lc 2, 28-32)
  114. 114. Ana chegou nesse instante,louvava a Deus, e falava domenino a todos os queesperavam a libertação deJerusalém. (Lc 2,38)
  115. 115. E do céu veio umavoz, dizendo:«Este é o meuFilho amado, quemuito me agrada»
  116. 116. 7. Jesus e a Samaritana (Jo 4, 1-26)A mulher disse a Jesus: «Eu sei que vai chegar um Messias(aquele que se chama Cristo); e quando chegar, ele nos vaimostrar todas as coisas.» Jesus disse: «Esse Messias sou eu,que estou falando com você.»
  117. 117. 8. A Transfiguraçãode Jesus / Mt 17, 6-7/
  118. 118. Nisso lhesapareceram Moisés eElias, conversandocom Jesus. E danuvem saiu uma vozque dizia: «Este é omeu Filho amado, quemuito me agrada.Escutem o que elediz.»
  119. 119. 9. Cesaréria de Filipe A profissão de féde Pedro /Mt 16, 13-18/
  120. 120. 10. A Ressurreição de Lázaro (Jo 11, 1-44)
  121. 121. Jesus disse: “Eu sou aressurreição e a vida.Quem acredita em mim,mesmo que morra, viverá”
  122. 122. 12. Domingo de Ramos Mc 11,1-10«Hosana! Bendito aquele que vem em nome do Senhor! Benditoseja o Reino que vem, o reino de nosso pai Davi! Hosana nomais alto do céu!»
  123. 123. 13. A ULTIMA CEIA – INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA (1Cor 11, 23-27) «Isto é o meu corpo que é para vocês; façam isto em memória de mim.» Do mesmo modo, após a Ceia, tomou também o cálice, dizendo: «Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; todas as vezes que vocês beberem dele, façam isso em memória de mim.»
  124. 124. E Jesus continuou: «Eu sou o pão vivo que desceu do céu.Quem come deste pão viverá para sempre. E o pão que eu voudar é a minha própria carne, para que o mundo tenha a vida.»/Jo 6, 51/
  125. 125. DA RESSURREIÇÃO NASCE A MISSÃO
  126. 126. ELE ESTÁ VIVO!
  127. 127. Verba movent, exempla trahunt:As palavras movem, os exemplos arrastam. (4.2) A ética do discipulado “Aderindo a Jesus Cristo, o discípulo assume como norma de conduta o exemplo e o caminho do Mestre. Nas diversas circunstâncias da vida, o Evangelho deverá orientar o seu agir” (n.65).
  128. 128. O apóstolo São Tiagonos lembrou: “Sedepraticantes da Palavra enão meros ouvintes,enganando-vos a vósmesmos” (Tg 1, 22).
  129. 129. 2. No início da vida pública Jesus vence a tentação do demônio (Lc 4, 1-14)
  130. 130. 3. JESUS CHAMA OS DISCIPULOSLc 5, 1-11
  131. 131. 4. Jesus acolhe os pecadores.O Filho Pródigo (Lc 15, 11-32)
  132. 132. 5. Jesus abençoa as crianças (Mt 19, 13-14)
  133. 133. 6. Jesus cura o cego (Jo 9,1- 41)
  134. 134. 7. A cura da mulher com a hemorragia (Mc 5,25-34)
  135. 135. 8. A CURA DO LEPROSO (Mc 1, 40 - 45)
  136. 136. 9. A CURA DO PARALITICO“Os teus pecados estãoperdoados... Levanta-te, pega tua cama e vaipara tua casa!” (Mc 2,9-11)
  137. 137. 10. Jesus conversa com a samaritana – com a mulher pagã /Jo 4, 1-30/
  138. 138. 11. A ressurreição de Lázaro Jo 11,1- 45
  139. 139. 12. A multiplicação dos pães /Jo 6, 1-13/
  140. 140. 13. LAVA-PÉS /Jo 13, 2-20/
  141. 141. 13. JESUS CELEBRA A EUCARISTIA
  142. 142. Tomai e comei, isto é meu corpo /Mt 26, 26/
  143. 143. Tomai e bebei, isto é o meu sangue /Mt 26, 27/
  144. 144. 14. O BOMSAMARITANO Lc 10, 29-37
  145. 145. Jesus era tão bom quenos prometeu o EspíritoSanto: “Eu vos enviareio Consolador, o Divino Espírito Santo” (Jo 14,26) PROMETE E FAZ!
  146. 146. O ENVIO - MISSÃOJesus Ressuscitado disse: “Portanto, vão e façam com quetodos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os emnome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os aobservar tudo o que ordenei a vocês. Eis que eu estarei comvocês todos os dias, até o fim do mundo.” mt
  147. 147. “JESUS PASSOU A VIDA FAZENDO O BEM” (At 10,38)
  148. 148. AS EXIGÊNCIASDO REINO DE DEUS

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