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10. Assumindo o compromisso com a vida
Viver em comunidade sempre será um desafio.
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um compromisso para fazer com que, no
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grupo e pela família de cada um.
12. Avaliação
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outras pessoas?
13. ORAÇÃO FINAL
Deus Pai enviou seu Filho Jesus para a salvação de
todos. Hoje, nós também somos enviados até os
confins da terra. Como discípulos missionários
apresentemos nossas preces dizendo.
Envia-nos Senhor, a anunciar em família, a
alegria do Evangelho!
1. Acompanhai, a vossa Igreja missionária. Fortalecei
com a vossa graça o Papa Francisco, os bispos,
padres, diáconos, religiosos e religiosas para que
vivam com fidelidade a missão que receberam,
rezemos.
2. Abençoai com sabedoria a nossa Pátria, os
governantes e todas as lideranças a serviço da
sociedade, para que administrem o bem comum com
honestidade e justiça, rezemos.
3. Neste Mês das Missões, tornai-nos generosos e
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que testemunham a alegria do Evangelho em
todo o mundo, rezemos.
15. BENÇÃO FINAL
Orientados pela Palavra
É verdade que ordens e críticas podem deixar
você irritado.
Mas pense no seguinte: se você nunca recebesse
conselhos ou disciplina, não acharia que seus
pais não se importam com você? (Hebreus 12:8)
Na verdade, a disciplina é uma demonstração de
que seus pais amam você. A Bíblia diz que o pai
repreende “o filho em quem tem prazer”.—
Provérbios 3:12.
Então, você pode ser grato por seus pais se preo-
cuparem com você a ponto de se esforçarem pa-
ra corrigi-lo. Afinal, você é jovem e relativamen-
te inexperiente. Mais cedo ou mais tarde, a cor-
reção ao será necessária. Sem orientação, você
poderia facilmente ser vencido pelos “desejos
pertinentes à mocidade”.—2 Timóteo 2:22.
Tente perdoar as falhas de seus pais. Lembre-se:
“Todos nós tropeçamos muitas vezes. Se alguém
não tropeçar em palavra, este é homem perfei-
to.”
—Tiago 3:2.
Como humanos imperfeitos, os pais também po-
dem sentir que não conseguem fazer nada direi-
to e sofrer com isso. De fato, as falhas que você
comete podem fazê-los sentir como se eles tives-
sem falhado. Por exemplo, uma mãe pode criti-
car a filha quando esta tira notas baixas. Mas, na
verdade, a mãe pode estar pensando: ‘Estou fra-
cassando como mãe por não conseguir motivar
minha filha a ser bem-sucedida?’
Terminada a partilha dos participantes,
cantam ou escutam a música
“Utopia” _Pe. Zezinho.
Material e Ambientação
Panos coloridos, flores, vela, Bíblia, utensílios
de uso domestico(avental, ferramentas, xíca-
ras antigas), terço, imagem da família de Naza-
ré. Um ambiente aconchegante agradável.
1. Acolhida
Enquanto os membros do grupo vão chegan-
do, toca-se a música “Tua família _Anjos de
Resgate”.
2. Oração
Oração do Mês Missionário 2017
Deus de misericórdia,
que enviaste o Teu Filho Jesus Cristo
e nos sustentas com a força do Espírito Santo,
ensina-nos a caminhar juntos
e, a exemplo de Maria, nossa Mãe Aparecida,
na celebração dos 300 anos do encontro da
imagem, sejamos, em toda a parte,
testemunhas proféticas
da alegria do Evangelho
para uma Igreja em saída. Amém.
3. Olhando para a realidade
Hoje nosso encontro será sobre
“relacionamento familiar”. Podemos contar
um pouco nesse início de encontro sobre co-
mo foi nossa convivência familiar nesta última
semana.
A família é a nossa primeira comunidade. Nela
crescemos e aprendemos a nos relacionar com
as outras pessoas. Porém, são cada vez mais
diversos os tipos e as configurações familia-
res. A maioria das famílias não se enquadra no
modelo familiar de marido-mulher-filhos/as.
Para iniciar essa conversa, vamos conhecer
um pouco mais da família de nossos/as amig-
os/as do grupo de jovens.
4. Dinâmica: O retrato da família
Cada participante é convidado a se aproximar do am-
biente ao centro e pegar um objeto símbolo que lhe
chamou atenção. Retornar com este objeto para seus
lugares.
Depois, junta-se em trios, refletir: por que escolheu o
objeto, que pessoas lhe vem a mente, como é seu re-
lacionamento com essas pessoas, e que influência
tem essas pessoas em sua vida.
1. Quais as diferentes configurações de família que
aparecem na sociedade hoje?
2. Qual a influência da família em minha vida, em
minhas características pessoais?
3. Como me sinto convivendo com as pessoas da mi-
nha família?
4. Em que sinto que sou importante para minha fa-
mília? Espaço para a partilha:
5. Papo jovem!
Como posso lidar com as críticas?
(alguém proclama essas falas em voz alta)
-“Minha mãe parecia um detetive—sempre
procurando falhas no que eu fazia. Antes de eu poder ter-
minar uma tarefa, ela inspecionava meu trabalho à procu-
ra de erros.”
-“Meus pais só me davam sermão. Diziam que parecia que
eu não conseguia me organizar. Escola, casa, igreja - eles
não me deixavam em paz.”
6. Entrevistar um ou mais jovem:
VOCÊ tem a impressão de que seus pais nunca ficam satis-
feitos com o que você faz?
Acha que todos os seus movimentos são examinados por
meio de uma lupa—que você esta sendo vigiado e avalia-
do constantemente, mas nunca é aprovado?
Seu quarto vive bagunçado?
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pais que você acha mais irritante?
7. Entrevistar pais e mães:
1. Como você gostaria que seus filhos agissem em casa?
2. Qual o tempo que você dedica para ouvir e conversar
com seus filhos?
3. Que tipo de programa você costuma assistir com seus
filhos?
4. Você acredita no potencial de seus filhos?
5. Você costuma orientar seus filhos sobre participar:
na missa, na comunidade?
6. Como você apresenta Jesus para seus filhos?
8. À luz da Palavra de Deus
Leitura: Lucas 2,41-52
(Motiva a reflexão:)
O que chamou a atenção no texto?
Por que Jesus agiu daquela forma com seus pais?
Em que a relação de Jesus com seus pais ilumina o
relacionamento com a nossa família?
Tempo para conversar
9. ILUMINAÇÃO BÍBLICA
Neste texto bíblico, vemos Jesus vivenciando na própria pele o
que diria mais tarde às moças e aos rapazes enfermos de seu
país. Em primeiro lugar, para os pais e mães que o amam pro-
fundamente, Jesus diz que acima deles/as está sua missão, isto
é, a realização por parte dele da vontade do Pai. Para as autori-
dades que o viam e ouviam, Jesus afirma claramente que o/a
jovem não vive somente de escutar, mas também de questio-
nar, propor e fazer perguntas. E o Evangelho é muito claro di-
zendo que “todos estavam maravilhados com a inteligência de
suas respostas” (Lc 2,47). Significa: o/a jovem não vive apenas
para obedecer; ele também é capaz de ser cidadão/ã e contri-
buir na construção da sociedade. Jesus não é alguém que aceita
passivamente o que recebeu de herança por parte do pai e da
mãe, nem aceita que somente os/as “sábios/as” sejam intér-
pretes da vontade do Pai. O que ele faz é “levantar-se”, “afirmar
-se” e ser protagonista, assumindo a sua própria identidade. O
que se constata, além disso, é que Jesus faz isso não com espíri-
to de revolta, mas com um equilíbrio invejável, sabendo dosar
autonomia e obediência, liberdade e respeito. Mesmo que te-
nha sido duro com sua mãe, sabe que é filho e, com a maior
naturalidade, desce com seus parentes para Nazaré, permane-
ce com eles/as, obedece-lhes e cresce em sabedoria, estatura e
graça. É isso que Jesus espera dos/as jovens de seu tempo.
(Jesus Cristo e os Jovens - Pe. Hilário Dick)

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Folder smj encontro dia 29 11 Família e juventude

  • 1. 10. Assumindo o compromisso com a vida Viver em comunidade sempre será um desafio. Solicitar aos participantes que procurem alguém no encontro que seja seu parente, e num abraço assuma um compromisso para fazer com que, no relacionamento familiar, possam superar conflitos e fortificar o carinho, o cuidado e a convivência fraterna. 11. Celebrando a vida Os participantes são motivados a partilhar os compromissos assumidos. Fazer preces espontâneas pelos participantes do grupo e pela família de cada um. 12. Avaliação A temática trabalhada neste ponto ajudou no relacionamento familiar? E com as outras pessoas? 13. ORAÇÃO FINAL Deus Pai enviou seu Filho Jesus para a salvação de todos. Hoje, nós também somos enviados até os confins da terra. Como discípulos missionários apresentemos nossas preces dizendo. Envia-nos Senhor, a anunciar em família, a alegria do Evangelho! 1. Acompanhai, a vossa Igreja missionária. Fortalecei com a vossa graça o Papa Francisco, os bispos, padres, diáconos, religiosos e religiosas para que vivam com fidelidade a missão que receberam, rezemos. 2. Abençoai com sabedoria a nossa Pátria, os governantes e todas as lideranças a serviço da sociedade, para que administrem o bem comum com honestidade e justiça, rezemos. 3. Neste Mês das Missões, tornai-nos generosos e solidários com os missionários e missionárias que testemunham a alegria do Evangelho em todo o mundo, rezemos. 15. BENÇÃO FINAL Orientados pela Palavra É verdade que ordens e críticas podem deixar você irritado. Mas pense no seguinte: se você nunca recebesse conselhos ou disciplina, não acharia que seus pais não se importam com você? (Hebreus 12:8) Na verdade, a disciplina é uma demonstração de que seus pais amam você. A Bíblia diz que o pai repreende “o filho em quem tem prazer”.— Provérbios 3:12. Então, você pode ser grato por seus pais se preo- cuparem com você a ponto de se esforçarem pa- ra corrigi-lo. Afinal, você é jovem e relativamen- te inexperiente. Mais cedo ou mais tarde, a cor- reção ao será necessária. Sem orientação, você poderia facilmente ser vencido pelos “desejos pertinentes à mocidade”.—2 Timóteo 2:22. Tente perdoar as falhas de seus pais. Lembre-se: “Todos nós tropeçamos muitas vezes. Se alguém não tropeçar em palavra, este é homem perfei- to.” —Tiago 3:2. Como humanos imperfeitos, os pais também po- dem sentir que não conseguem fazer nada direi- to e sofrer com isso. De fato, as falhas que você comete podem fazê-los sentir como se eles tives- sem falhado. Por exemplo, uma mãe pode criti- car a filha quando esta tira notas baixas. Mas, na verdade, a mãe pode estar pensando: ‘Estou fra- cassando como mãe por não conseguir motivar minha filha a ser bem-sucedida?’ Terminada a partilha dos participantes, cantam ou escutam a música “Utopia” _Pe. Zezinho.
  • 2. Material e Ambientação Panos coloridos, flores, vela, Bíblia, utensílios de uso domestico(avental, ferramentas, xíca- ras antigas), terço, imagem da família de Naza- ré. Um ambiente aconchegante agradável. 1. Acolhida Enquanto os membros do grupo vão chegan- do, toca-se a música “Tua família _Anjos de Resgate”. 2. Oração Oração do Mês Missionário 2017 Deus de misericórdia, que enviaste o Teu Filho Jesus Cristo e nos sustentas com a força do Espírito Santo, ensina-nos a caminhar juntos e, a exemplo de Maria, nossa Mãe Aparecida, na celebração dos 300 anos do encontro da imagem, sejamos, em toda a parte, testemunhas proféticas da alegria do Evangelho para uma Igreja em saída. Amém. 3. Olhando para a realidade Hoje nosso encontro será sobre “relacionamento familiar”. Podemos contar um pouco nesse início de encontro sobre co- mo foi nossa convivência familiar nesta última semana. A família é a nossa primeira comunidade. Nela crescemos e aprendemos a nos relacionar com as outras pessoas. Porém, são cada vez mais diversos os tipos e as configurações familia- res. A maioria das famílias não se enquadra no modelo familiar de marido-mulher-filhos/as. Para iniciar essa conversa, vamos conhecer um pouco mais da família de nossos/as amig- os/as do grupo de jovens. 4. Dinâmica: O retrato da família Cada participante é convidado a se aproximar do am- biente ao centro e pegar um objeto símbolo que lhe chamou atenção. Retornar com este objeto para seus lugares. Depois, junta-se em trios, refletir: por que escolheu o objeto, que pessoas lhe vem a mente, como é seu re- lacionamento com essas pessoas, e que influência tem essas pessoas em sua vida. 1. Quais as diferentes configurações de família que aparecem na sociedade hoje? 2. Qual a influência da família em minha vida, em minhas características pessoais? 3. Como me sinto convivendo com as pessoas da mi- nha família? 4. Em que sinto que sou importante para minha fa- mília? Espaço para a partilha: 5. Papo jovem! Como posso lidar com as críticas? (alguém proclama essas falas em voz alta) -“Minha mãe parecia um detetive—sempre procurando falhas no que eu fazia. Antes de eu poder ter- minar uma tarefa, ela inspecionava meu trabalho à procu- ra de erros.” -“Meus pais só me davam sermão. Diziam que parecia que eu não conseguia me organizar. Escola, casa, igreja - eles não me deixavam em paz.” 6. Entrevistar um ou mais jovem: VOCÊ tem a impressão de que seus pais nunca ficam satis- feitos com o que você faz? Acha que todos os seus movimentos são examinados por meio de uma lupa—que você esta sendo vigiado e avalia- do constantemente, mas nunca é aprovado? Seu quarto vive bagunçado? Você assiste demais televisão? Você fica acordado até muito tarde? Você nunca se levanta na hora certa? Qual a crítica ou a cobrança feita por seus pais que você acha mais irritante? 7. Entrevistar pais e mães: 1. Como você gostaria que seus filhos agissem em casa? 2. Qual o tempo que você dedica para ouvir e conversar com seus filhos? 3. Que tipo de programa você costuma assistir com seus filhos? 4. Você acredita no potencial de seus filhos? 5. Você costuma orientar seus filhos sobre participar: na missa, na comunidade? 6. Como você apresenta Jesus para seus filhos? 8. À luz da Palavra de Deus Leitura: Lucas 2,41-52 (Motiva a reflexão:) O que chamou a atenção no texto? Por que Jesus agiu daquela forma com seus pais? Em que a relação de Jesus com seus pais ilumina o relacionamento com a nossa família? Tempo para conversar 9. ILUMINAÇÃO BÍBLICA Neste texto bíblico, vemos Jesus vivenciando na própria pele o que diria mais tarde às moças e aos rapazes enfermos de seu país. Em primeiro lugar, para os pais e mães que o amam pro- fundamente, Jesus diz que acima deles/as está sua missão, isto é, a realização por parte dele da vontade do Pai. Para as autori- dades que o viam e ouviam, Jesus afirma claramente que o/a jovem não vive somente de escutar, mas também de questio- nar, propor e fazer perguntas. E o Evangelho é muito claro di- zendo que “todos estavam maravilhados com a inteligência de suas respostas” (Lc 2,47). Significa: o/a jovem não vive apenas para obedecer; ele também é capaz de ser cidadão/ã e contri- buir na construção da sociedade. Jesus não é alguém que aceita passivamente o que recebeu de herança por parte do pai e da mãe, nem aceita que somente os/as “sábios/as” sejam intér- pretes da vontade do Pai. O que ele faz é “levantar-se”, “afirmar -se” e ser protagonista, assumindo a sua própria identidade. O que se constata, além disso, é que Jesus faz isso não com espíri- to de revolta, mas com um equilíbrio invejável, sabendo dosar autonomia e obediência, liberdade e respeito. Mesmo que te- nha sido duro com sua mãe, sabe que é filho e, com a maior naturalidade, desce com seus parentes para Nazaré, permane- ce com eles/as, obedece-lhes e cresce em sabedoria, estatura e graça. É isso que Jesus espera dos/as jovens de seu tempo. (Jesus Cristo e os Jovens - Pe. Hilário Dick)