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  Correção                              GEOGRAFIA A                                2012/02/16


11º Ano: Turma E

                                                   I

A figura representa a expansão dos subúrbios de cidades/aglomerados
populacionais contíguos e a formação das áreas metropolitanas.




                                       1.      A suburbanização…
                                            A. Constitui um processo ligado à evolução das
                                       cidades que se inicia na “fase centrípeta”.
                                            B. Consiste na expansão das cidades para além
                                       dos seus limite, invadindo áreas periféricas.
                                            C. Traduz-se no crescimento em altura, verificado
                                       nos centros das cidades mais dinâmicas.
                                            D. Constitui um processo de crescimento, ligado
                                       ao descongestionamento do tráfego automóvel no
                                       interior das cidades.


2. O crescimento dos subúrbios nas principais cidades portuguesas…
     A. Resulta exclusivamente da deslocação das atividades económicas para a
         periferia.
     B. Começou a verificar-se no início do século XX.
     C. Relaciona-se com o desenvolvimento dos transportes interurbanos e o
         aumento do número de automóveis por habitante.
     D. Destruiu totalmente o modo de vida característico das áreas rurais que
         invadiu.




                                                                                             1
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                                    Maria dos Anjos Poeira
3. Como consequência da suburbanização…
     A. Regista-se a diminuição dos movimentos pendulares.
     B. Verifica-se o aumento da qualidade de vida da população que vive no interior
         da cidade.
     C. Regista-se uma desvalorização dos terrenos ocupados com as novas
         urbanizações.
     D. Assiste-se, com frequência, à destruição de solos com boa aptidão agrícola.


4. A expansão suburbana e as consequentes dificuldades de acesso à habitação
     deram origem…
     A. … à degradação dos centros das cidades, com a desqualificação dos espaços
         públicos e ao envelhecimento da população residente.
     B. … ao aumento das situações de pobreza e marginalização, associados ao
         desemprego, e aumento de doenças do sistema nervoso.
     C. … a vastas áreas de génese ilegal, deficitárias em espaços públicos
         qualificados e desfavorecidas em equipamentos e serviços coletivos.
     D. …ao aumento da poluição atmosférica, resultante da intensificação dos
         movimentos pendulares entre a periferia e o centro da cidade.


5. Os processos de periurbanização e rurbanização têm como principais
     consequências…
     A. …o aumento da produção de resíduos urbanos, a intensificação dos
         movimentos pendulares e a ocupação de solos agrícolas e florestais.
     B. … a intensificação da atividade agrícola e o aumento do consumo de
         combustível decorrente dos movimentos pendulares.
     C. … o aumento das despesas com a instalação de infraestruturas, a ocupação
         de solos agrícolas e a decadência da atividade.
     D. … uma grande pressão sobre os transportes públicos e um aumento das
         despesas, da fadiga e do stresse associados às deslocações.




                                                                                      2
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                            Maria dos Anjos Poeira
II
Os movimentos pendulares nas áreas metropolitanas são muito intensos. A
figura mostra os movimentos diários, para o trabalho/para a escola, com destino
a Lisboa e com origem nos outros concelhos da Área Metropolitana de Lisboa.




1. Acessibilidade é o grau relativo de facilidade com que as pessoas…
     A. Circulam em transportes públicos coletivos entre o centro e a periferia da
          cidade, expresso em número de movimentos.
     B. Se deslocam diariamente, em automóvel próprio, de casa para o local de
          trabalho, expresso em horas.
     C. Se deslocam diariamente, em transportes públicos, entre casa e o local de
          trabalho, expresso em frequência de carreiras.
     D. Atingem um determinado lugar a partir de outro, expresso em tempo e/ou em
          custo de deslocação.


2. O número de movimentos diários para o trabalho/para a escola, com destino a
     Lisboa, é superior nos concelhos de…
     A.   Azambuja e Palmela.
     B.   Loures e Cascais.
     C.   Sintra e Loures.
     D.   Palmela e Sintra.




                                                                                    3
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                           Maria dos Anjos Poeira
3. O processo de expansão urbana que está associado ao incremento dos
     movimentos pendulares designa-se por…
     A. desconcentração.
     B. rurbanização.
     C. descentralização.
     D. suburbanização.


4. O maior número de movimentos diários para o trabalho/para a escola de cada
     concelho, em direção a Lisboa, está relacionado, entre outros aspetos, com …
     A. O menor número de habitantes e a maior capacidade de emprego de cada
         concelho.
     B. O maior número de habitantes e a menor capacidade de emprego de cada
         concelho.
     C. A qualidade dos transportes públicos e o maior afastamento em relação a esta
         cidade.
     D. O número de pessoas que têm transporte próprio e o afastamento em relação
         a esta cidade.


5. Uma solução para minimizar os problemas resultantes dos movimentos
     pendulares que a figura evidencia é…
     A. Criar emprego nos concelhos à volta da cidade de Lisboa.
     B. Deslocalizar as indústrias do concelho de Lisboa para o interior do país.
     C. Eliminar as portagens na Área Metropolitana de Lisboa.
     D. Densificar as redes ferroviária e rodoviária.




                                                                                      4
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                             Maria dos Anjos Poeira
III


As imagens da figura são representativas de vários problemas urbanos.




1. As áreas urbanas enfrentam alguns problemas que contribuem para diminuição da
     qualidade de vida. Esta afirmação é verdadeira porque...
     A. Os projetos de planeamento urbanístico não impedem o aparecimento de
         problemas.
     B. Se verifica a incapacidade de resposta das infraestruturas a partir de um dado
         ponto.
     C. Porque a requalificação urbana não tem sido eficaz para melhorar a qualidade
         de vida.
     D. Porque os problemas urbanos ocorrem em todos os centros urbanos de
         grande dimensão


2. São vários os problemas que resultam do crescimento urbano, entre eles….
     A. Congestionamentos de trânsito, envelhecimento da população e falta de
         espaços verdes.
     B. Diminuição da taxa de desemprego, aumento da pobreza e diminuição dos
         espaços verdes.
     C. Congestionamentos de transito, rejuvenescimento da população e aumento da
         pobreza.
     D. Aumento dos problemas ambientais, falta de estacionamento e diminuição da
         criminalidade.

                                                                                     5
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                            Maria dos Anjos Poeira
3. Os Planos Municipais de Ordenamento do Território são….
     A. PMOT, o PRAUD e o PDM.
     B. PRAUD, o PDM e o PU.
     C. PDM, o PU e o PP.
     D. POLIS, o PU e o PP


4. O POLIS é um programa de parceria, entre…
     A. As Camaras Municipais e as Juntas de Freguesia, que só utiliza fundos
         nacionais.
     B. O Estado e as Camaras Municipais, que utiliza fundos nacionais e
         comunitários.
     C. O Estado e as Camaras Municipais, que só utiliza fundos nacionais.
     D. As Camaras Municipais e as Juntas de Freguesia, que utiliza fundos nacionais
         e comunitários.


5. A recuperação da qualidade de vida nas cidades passa pela implementação de
     processos de…

     A. Requalificação, formação e inovação urbanas.
     B. Reabilitação, requalificação e renovação urbanas.
     C. Renovação, regeneração e requalificação urbanas.
     D. Reabilitação, inovação e formação urbanas.

E. Para reduzir os problemas urbanos devem ser tomadas medidas como…

     A. Requalificar espaços ou edifícios e promover a pressão sobre as
         infraestruturas.
     B. Reabilitar as áreas degradadas, requalificar os espaços e incentivar a pressão
         construtiva.
     C. Criar condições para a fixação de população jovem e reabilitar as áreas
         degradadas.
     D. Criar condições para a fixação de população idosa e requalificar espaços
         degradados.




                                                                                     6
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                            Maria dos Anjos Poeira
IV
Lê o texto seguinte.

Ainda nos anos 60 do seculo XX, em paralelo com a progressão das urbanizações, começa a
assistir-se ao loteamento ilegal de importantes áreas da periferia urbana com poucas
expectativas de urbanização, por razão da fraca acessibilidade, más condições topográficas e
de exposição ou impedimentos urbanísticos.
Num período de forte crescimento demográfico, grandes bloqueios no mercado habitacional e
acentuada especulação muitos desses lotes serão utilizados para construção, neles surgindo
prédios de elevado numero de andares, em resultado de práticas de corrupção, suborno e
especulação. Nascem, assim, os bairros clandestinos, que se multiplicam como cogumelos
nos anos seguintes

                                                     Fonte: Teresa Barata Salgueiro – A Cidade em Portugal.




1.1.    Diz o que entendes por bairros ou habitação clandestina.
Resp. - imóvel construído sem autorização, não obedecendo às regras legais de
licenciamento, que, além de conferirem existência legal ao imóvel, obrigam à
observação de determinados requisitos que Têm em vista dotá-lo de
infraestruturas fundamentais para a qualidade de vida dos que o habitam.
1.2.   Indica a localização preferencial das urbanizações clandestinas.
Resp. – as urbanizações clandestinas localizam-se, preferencialmente, nos
subúrbios, em zonas de solos de baixo valor, frequentemente de difícil
acessibilidade, em loteamentos ilegais.
1.3.  Explica a proliferação dos bairros clandestinos nas áreas suburbanas.
Resp. – os bairros clandestinos proliferaram especialmente nos anos 60 do
século XX, num período de forte expansão urbanística, em que o mercado da
habitação não dava resposta à procura e em que a especulação imobiliária criou
verdadeiros obstáculos `aquisição de habitação. Este surto fez-se sentir,
especialmente, nas grandes cidades do litoral, a viverem um intenso processo
de industrialização, traduzido num fluxo demográfico e num crescimento natural
sem paralelo.
2. Elabora um texto onde aborde os problemas que condicionam, atualmente, a
    qualidade de vida da população residente nas grandes cidades do nosso país.
Resp. – a resposta deve ser estruturada apresentando:
        - referência à habitação;
        - referência ao transito;
        - referência à poluição;
        - Referência aos lixos.




                                                                                                          7
As áreas urbanas: dinâmicas internas
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V
A população residente nos concelhos de Lisboa e do Porto e nas respetivas
áreas metropolitanas teve uma rápida evolução durante o seculo XX, conforme
está patente no quadro que se segue.




1. Descreve a evolução, em percentagem, da população residente no concelho de
    Lisboa, relativamente à respetiva Área Metropolitana.
Resp. – a descrição da evolução deve contemplar a existência de:
    Um crescimento lento e/ou estagnação da população entre 1900 e 1940;
    Uma diminuição contínua da população entre 1950 e 2001.
2. Apresenta dois exemplos de situações que mostrem a insuficiente
    implementação de medidas de ordenamento de território na Área Metropolitana de
    Lisboa.
Resp. – a resposta deve apresentar dois dos seguintes exemplos ou outros
considerados relevantes:
    Acentuado desordenamento urbanístico das áreas periféricas;
    Acentuado despovoamento e degradação dos centros históricos das
      cidades, com especial incidência no de Lisboa
    Existência de áreas subequipadas e/ou desqualificadas;
    Desarticulação e/ou ineficiência das redes de transportes;
    Crescimento urbano em «mancha de óleo», que deu origem a
      transformações funcionais penalizadoras de usos não urbanos dos solos.

3. Expõe, recorrendo aos dados do quadro, o processo de expansão urbana da
    Área Metropolitana do Porto, considerando:
    - as características das fases centrípeta e centrifuga;
    - a localização, no tempo, das duas fases.



                                                                                       8
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                              Maria dos Anjos Poeira
Resp. – a resposta deve expor as características da fase centrípeta e as da fase
centrifuga do crescimento da Área Metropolitana do Porto, que os dados
mostram, ou seja:
    De 1900 a 1981 – fase centrípeta – caracterizada por um aumento da
       população no concelho do Porto e uma integração dos aglomerados
       urbanos periféricos, cuja organização e funcionamento ficaram
       dependentes de um sistema de transportes e comunicações que garante
       a integração de toda a área;
    De 1981 a 2001 – fase centrífuga – caracterizada por uma diminuição da
       população no concelho do Porto, terciarização crescente do centro,
       expansão urbana, migração para a periferia de funções residenciais e
       industriais e localização difusa das mesmas funções.

Sugestão de resposta
O crescimento das cidades faz-se a partir do núcleo central. O seu poder polarizador
vai atraindo população e atividades económicas e a ocupação do espaço densifica-se
em direção ao centro. Esta fase designa-se por fase centrípeta e corresponde a
períodos, regra geral, marcados por um fraco desenvolvimento dos transportes, que
obriga a uma aproximação entre o local de trabalho e o local de residência.
A contínua ocupação do centro acarreta problemas, desde escassez do solo, aumento
do seu valor, degradação das condições ambientais passando pelo aumento do
tráfego, entre vários outros que também se poderiam apontar.
Como consequência, desencadeia-se um fenómeno inverso, através de movimentos
divergentes, do centro para a periferia, numa fase designada por fase centrífuga.
O centro esvazia-se de população, a qual se vai fixando em áreas cada vez mais
afastadas dele e que vão sendo progressivamente urbanizadas. Assiste-se à
suburbanização dessas áreas, podendo o crescimento dos subúrbios dar origem à
formação das áreas metropolitanas, isto é, a extensas áreas urbanizadas, com uma
cidade principal e vários aglomerados periféricos ligados entre si por intensos fluxos
de pessoas, bens, capitais e informação.
Segundo os dados do quadro, registam-se, na formação da AMP, essas duas fases. A
primeira decorre de 1900 a 1981 e caracteriza-se pelo aumento da população no
concelho do Porto e pela integração de outros aglomerados periféricos, cuja
organização e funcionamento ficaram dependentes do desenvolvimento do sistema de
transportes. A segunda fase, de 1981 a 2001, é assinalada pelo esvaziamento
demográfico do concelho do Porto, pela crescente terciarização da sua área mais
central, pela deslocação para a periferia da população e de atividades ligadas à
indústria, que se implantam segundo um modelo de localização difusa. Esta fase
corresponde a um período de grande desenvolvimento dos transportes (privados e
públicos).




                                                                                    9
As áreas urbanas: dinâmicas internas
                                                           Maria dos Anjos Poeira
VI
Lê o texto seguinte.
A requalificação urbana constitui uma das áreas temáticas sujeitas a maior atenção, aceitação
e expressão em anos recentes. O forte crescimento urbano, a ritmos diferenciados entre
vários espaços urbanos, deu lugar a descolagens entre as qualidades das áreas, culminando
na desqualificação de partes significativas do conjunto urbano. Muito em especial, o centro da
cidade industrial foi sujeito a um processo de esvaziamento, quer populacional, quer funcional,
enquanto cumulativamente foi diminuindo o interesse de investidores, na medida em que ele
aumentou em áreas de expansão recente. O carácter limitado de meios disponíveis,
nomeadamente financeiros, a estabilização e a consolidação paralisante destas áreas
urbanas, tendeu a favorecer um processo, por vezes rápido e difícil de estancar, de
estagnação e declínio de muitos centros urbanos.

                Fonte: J. Fernandes e L. Martins - «Metropolização, Terciarização e Revitalização Urbana», GEDES, FLUP, 2004.



1. Define requalificação urbana.
Resp. – a requalificação urbana constitui um processo através do qual as
condições físicas de edifícios ou espaços urbanos são melhoradas, podendo
(ou não) a função primitiva ser alterada.
2. Apresenta três motivos que justifiquem a “estagnação e o declínio de muitos
    centros urbanos”.
Resp. – a estagnação e o declínio de muitos centros urbanos podem ser
justificados através da degradação ambiental, da degradação do parque
habitacional que conduz ao abandono dessas áreas, fenómeno reforçado pelo
desenvolvimento dos transportes e pela diminuição do preço das habitações na
periferia.
3. Explica em que consiste o processo de expansão urbana recente a que o texto faz
    referência.
Resp. – trata-se do processo de suburbanização que consiste no crescimento
das cidades para além dos seus limites. Neste processo, que conduz ao
crescimento dos subúrbios, observa-se a deslocação de população e das
atividades económicas (ligadas aos sectores secundário e terciário) para a
periferia.
4. Elabora um texto onde exponhas as razões que obrigam muitas industrias
    urbanas a procurara novas localizações, em contraponto com outras que
    continuam a ter na cidade o seu local privilegiado de implantação.
Resp. – a resposta deve referir que muitas indústrias mudam a sua localização
para a periferia porque aí têm mais espaço disponível e a preços mais
económicos. Por outro lado, a sua permanência no interior da cidade torna-se
cada vez mais difícil e é incompatível com outras funções urbanas,
nomeadamente com a residencial, devido à poluição que provocam. Finalmente,
a circulação no interior das cidades é hoje muito difícil para veículos de grandes


                                                                                                                          10
As áreas urbanas: dinâmicas internas
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dimensões que são utilizados no transporte de matérias-primas, produtos
acabados e até maquinaria das várias indústrias.




                                                                          11
As áreas urbanas: dinâmicas internas
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Correção teste5 fev

  • 1. Ficha de Avaliação Correção GEOGRAFIA A 2012/02/16 11º Ano: Turma E I A figura representa a expansão dos subúrbios de cidades/aglomerados populacionais contíguos e a formação das áreas metropolitanas. 1. A suburbanização… A. Constitui um processo ligado à evolução das cidades que se inicia na “fase centrípeta”. B. Consiste na expansão das cidades para além dos seus limite, invadindo áreas periféricas. C. Traduz-se no crescimento em altura, verificado nos centros das cidades mais dinâmicas. D. Constitui um processo de crescimento, ligado ao descongestionamento do tráfego automóvel no interior das cidades. 2. O crescimento dos subúrbios nas principais cidades portuguesas… A. Resulta exclusivamente da deslocação das atividades económicas para a periferia. B. Começou a verificar-se no início do século XX. C. Relaciona-se com o desenvolvimento dos transportes interurbanos e o aumento do número de automóveis por habitante. D. Destruiu totalmente o modo de vida característico das áreas rurais que invadiu. 1 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 2. 3. Como consequência da suburbanização… A. Regista-se a diminuição dos movimentos pendulares. B. Verifica-se o aumento da qualidade de vida da população que vive no interior da cidade. C. Regista-se uma desvalorização dos terrenos ocupados com as novas urbanizações. D. Assiste-se, com frequência, à destruição de solos com boa aptidão agrícola. 4. A expansão suburbana e as consequentes dificuldades de acesso à habitação deram origem… A. … à degradação dos centros das cidades, com a desqualificação dos espaços públicos e ao envelhecimento da população residente. B. … ao aumento das situações de pobreza e marginalização, associados ao desemprego, e aumento de doenças do sistema nervoso. C. … a vastas áreas de génese ilegal, deficitárias em espaços públicos qualificados e desfavorecidas em equipamentos e serviços coletivos. D. …ao aumento da poluição atmosférica, resultante da intensificação dos movimentos pendulares entre a periferia e o centro da cidade. 5. Os processos de periurbanização e rurbanização têm como principais consequências… A. …o aumento da produção de resíduos urbanos, a intensificação dos movimentos pendulares e a ocupação de solos agrícolas e florestais. B. … a intensificação da atividade agrícola e o aumento do consumo de combustível decorrente dos movimentos pendulares. C. … o aumento das despesas com a instalação de infraestruturas, a ocupação de solos agrícolas e a decadência da atividade. D. … uma grande pressão sobre os transportes públicos e um aumento das despesas, da fadiga e do stresse associados às deslocações. 2 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 3. II Os movimentos pendulares nas áreas metropolitanas são muito intensos. A figura mostra os movimentos diários, para o trabalho/para a escola, com destino a Lisboa e com origem nos outros concelhos da Área Metropolitana de Lisboa. 1. Acessibilidade é o grau relativo de facilidade com que as pessoas… A. Circulam em transportes públicos coletivos entre o centro e a periferia da cidade, expresso em número de movimentos. B. Se deslocam diariamente, em automóvel próprio, de casa para o local de trabalho, expresso em horas. C. Se deslocam diariamente, em transportes públicos, entre casa e o local de trabalho, expresso em frequência de carreiras. D. Atingem um determinado lugar a partir de outro, expresso em tempo e/ou em custo de deslocação. 2. O número de movimentos diários para o trabalho/para a escola, com destino a Lisboa, é superior nos concelhos de… A. Azambuja e Palmela. B. Loures e Cascais. C. Sintra e Loures. D. Palmela e Sintra. 3 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 4. 3. O processo de expansão urbana que está associado ao incremento dos movimentos pendulares designa-se por… A. desconcentração. B. rurbanização. C. descentralização. D. suburbanização. 4. O maior número de movimentos diários para o trabalho/para a escola de cada concelho, em direção a Lisboa, está relacionado, entre outros aspetos, com … A. O menor número de habitantes e a maior capacidade de emprego de cada concelho. B. O maior número de habitantes e a menor capacidade de emprego de cada concelho. C. A qualidade dos transportes públicos e o maior afastamento em relação a esta cidade. D. O número de pessoas que têm transporte próprio e o afastamento em relação a esta cidade. 5. Uma solução para minimizar os problemas resultantes dos movimentos pendulares que a figura evidencia é… A. Criar emprego nos concelhos à volta da cidade de Lisboa. B. Deslocalizar as indústrias do concelho de Lisboa para o interior do país. C. Eliminar as portagens na Área Metropolitana de Lisboa. D. Densificar as redes ferroviária e rodoviária. 4 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 5. III As imagens da figura são representativas de vários problemas urbanos. 1. As áreas urbanas enfrentam alguns problemas que contribuem para diminuição da qualidade de vida. Esta afirmação é verdadeira porque... A. Os projetos de planeamento urbanístico não impedem o aparecimento de problemas. B. Se verifica a incapacidade de resposta das infraestruturas a partir de um dado ponto. C. Porque a requalificação urbana não tem sido eficaz para melhorar a qualidade de vida. D. Porque os problemas urbanos ocorrem em todos os centros urbanos de grande dimensão 2. São vários os problemas que resultam do crescimento urbano, entre eles…. A. Congestionamentos de trânsito, envelhecimento da população e falta de espaços verdes. B. Diminuição da taxa de desemprego, aumento da pobreza e diminuição dos espaços verdes. C. Congestionamentos de transito, rejuvenescimento da população e aumento da pobreza. D. Aumento dos problemas ambientais, falta de estacionamento e diminuição da criminalidade. 5 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 6. 3. Os Planos Municipais de Ordenamento do Território são…. A. PMOT, o PRAUD e o PDM. B. PRAUD, o PDM e o PU. C. PDM, o PU e o PP. D. POLIS, o PU e o PP 4. O POLIS é um programa de parceria, entre… A. As Camaras Municipais e as Juntas de Freguesia, que só utiliza fundos nacionais. B. O Estado e as Camaras Municipais, que utiliza fundos nacionais e comunitários. C. O Estado e as Camaras Municipais, que só utiliza fundos nacionais. D. As Camaras Municipais e as Juntas de Freguesia, que utiliza fundos nacionais e comunitários. 5. A recuperação da qualidade de vida nas cidades passa pela implementação de processos de… A. Requalificação, formação e inovação urbanas. B. Reabilitação, requalificação e renovação urbanas. C. Renovação, regeneração e requalificação urbanas. D. Reabilitação, inovação e formação urbanas. E. Para reduzir os problemas urbanos devem ser tomadas medidas como… A. Requalificar espaços ou edifícios e promover a pressão sobre as infraestruturas. B. Reabilitar as áreas degradadas, requalificar os espaços e incentivar a pressão construtiva. C. Criar condições para a fixação de população jovem e reabilitar as áreas degradadas. D. Criar condições para a fixação de população idosa e requalificar espaços degradados. 6 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 7. IV Lê o texto seguinte. Ainda nos anos 60 do seculo XX, em paralelo com a progressão das urbanizações, começa a assistir-se ao loteamento ilegal de importantes áreas da periferia urbana com poucas expectativas de urbanização, por razão da fraca acessibilidade, más condições topográficas e de exposição ou impedimentos urbanísticos. Num período de forte crescimento demográfico, grandes bloqueios no mercado habitacional e acentuada especulação muitos desses lotes serão utilizados para construção, neles surgindo prédios de elevado numero de andares, em resultado de práticas de corrupção, suborno e especulação. Nascem, assim, os bairros clandestinos, que se multiplicam como cogumelos nos anos seguintes Fonte: Teresa Barata Salgueiro – A Cidade em Portugal. 1.1. Diz o que entendes por bairros ou habitação clandestina. Resp. - imóvel construído sem autorização, não obedecendo às regras legais de licenciamento, que, além de conferirem existência legal ao imóvel, obrigam à observação de determinados requisitos que Têm em vista dotá-lo de infraestruturas fundamentais para a qualidade de vida dos que o habitam. 1.2. Indica a localização preferencial das urbanizações clandestinas. Resp. – as urbanizações clandestinas localizam-se, preferencialmente, nos subúrbios, em zonas de solos de baixo valor, frequentemente de difícil acessibilidade, em loteamentos ilegais. 1.3. Explica a proliferação dos bairros clandestinos nas áreas suburbanas. Resp. – os bairros clandestinos proliferaram especialmente nos anos 60 do século XX, num período de forte expansão urbanística, em que o mercado da habitação não dava resposta à procura e em que a especulação imobiliária criou verdadeiros obstáculos `aquisição de habitação. Este surto fez-se sentir, especialmente, nas grandes cidades do litoral, a viverem um intenso processo de industrialização, traduzido num fluxo demográfico e num crescimento natural sem paralelo. 2. Elabora um texto onde aborde os problemas que condicionam, atualmente, a qualidade de vida da população residente nas grandes cidades do nosso país. Resp. – a resposta deve ser estruturada apresentando: - referência à habitação; - referência ao transito; - referência à poluição; - Referência aos lixos. 7 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 8. V A população residente nos concelhos de Lisboa e do Porto e nas respetivas áreas metropolitanas teve uma rápida evolução durante o seculo XX, conforme está patente no quadro que se segue. 1. Descreve a evolução, em percentagem, da população residente no concelho de Lisboa, relativamente à respetiva Área Metropolitana. Resp. – a descrição da evolução deve contemplar a existência de:  Um crescimento lento e/ou estagnação da população entre 1900 e 1940;  Uma diminuição contínua da população entre 1950 e 2001. 2. Apresenta dois exemplos de situações que mostrem a insuficiente implementação de medidas de ordenamento de território na Área Metropolitana de Lisboa. Resp. – a resposta deve apresentar dois dos seguintes exemplos ou outros considerados relevantes:  Acentuado desordenamento urbanístico das áreas periféricas;  Acentuado despovoamento e degradação dos centros históricos das cidades, com especial incidência no de Lisboa  Existência de áreas subequipadas e/ou desqualificadas;  Desarticulação e/ou ineficiência das redes de transportes;  Crescimento urbano em «mancha de óleo», que deu origem a transformações funcionais penalizadoras de usos não urbanos dos solos. 3. Expõe, recorrendo aos dados do quadro, o processo de expansão urbana da Área Metropolitana do Porto, considerando: - as características das fases centrípeta e centrifuga; - a localização, no tempo, das duas fases. 8 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 9. Resp. – a resposta deve expor as características da fase centrípeta e as da fase centrifuga do crescimento da Área Metropolitana do Porto, que os dados mostram, ou seja:  De 1900 a 1981 – fase centrípeta – caracterizada por um aumento da população no concelho do Porto e uma integração dos aglomerados urbanos periféricos, cuja organização e funcionamento ficaram dependentes de um sistema de transportes e comunicações que garante a integração de toda a área;  De 1981 a 2001 – fase centrífuga – caracterizada por uma diminuição da população no concelho do Porto, terciarização crescente do centro, expansão urbana, migração para a periferia de funções residenciais e industriais e localização difusa das mesmas funções. Sugestão de resposta O crescimento das cidades faz-se a partir do núcleo central. O seu poder polarizador vai atraindo população e atividades económicas e a ocupação do espaço densifica-se em direção ao centro. Esta fase designa-se por fase centrípeta e corresponde a períodos, regra geral, marcados por um fraco desenvolvimento dos transportes, que obriga a uma aproximação entre o local de trabalho e o local de residência. A contínua ocupação do centro acarreta problemas, desde escassez do solo, aumento do seu valor, degradação das condições ambientais passando pelo aumento do tráfego, entre vários outros que também se poderiam apontar. Como consequência, desencadeia-se um fenómeno inverso, através de movimentos divergentes, do centro para a periferia, numa fase designada por fase centrífuga. O centro esvazia-se de população, a qual se vai fixando em áreas cada vez mais afastadas dele e que vão sendo progressivamente urbanizadas. Assiste-se à suburbanização dessas áreas, podendo o crescimento dos subúrbios dar origem à formação das áreas metropolitanas, isto é, a extensas áreas urbanizadas, com uma cidade principal e vários aglomerados periféricos ligados entre si por intensos fluxos de pessoas, bens, capitais e informação. Segundo os dados do quadro, registam-se, na formação da AMP, essas duas fases. A primeira decorre de 1900 a 1981 e caracteriza-se pelo aumento da população no concelho do Porto e pela integração de outros aglomerados periféricos, cuja organização e funcionamento ficaram dependentes do desenvolvimento do sistema de transportes. A segunda fase, de 1981 a 2001, é assinalada pelo esvaziamento demográfico do concelho do Porto, pela crescente terciarização da sua área mais central, pela deslocação para a periferia da população e de atividades ligadas à indústria, que se implantam segundo um modelo de localização difusa. Esta fase corresponde a um período de grande desenvolvimento dos transportes (privados e públicos). 9 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 10. VI Lê o texto seguinte. A requalificação urbana constitui uma das áreas temáticas sujeitas a maior atenção, aceitação e expressão em anos recentes. O forte crescimento urbano, a ritmos diferenciados entre vários espaços urbanos, deu lugar a descolagens entre as qualidades das áreas, culminando na desqualificação de partes significativas do conjunto urbano. Muito em especial, o centro da cidade industrial foi sujeito a um processo de esvaziamento, quer populacional, quer funcional, enquanto cumulativamente foi diminuindo o interesse de investidores, na medida em que ele aumentou em áreas de expansão recente. O carácter limitado de meios disponíveis, nomeadamente financeiros, a estabilização e a consolidação paralisante destas áreas urbanas, tendeu a favorecer um processo, por vezes rápido e difícil de estancar, de estagnação e declínio de muitos centros urbanos. Fonte: J. Fernandes e L. Martins - «Metropolização, Terciarização e Revitalização Urbana», GEDES, FLUP, 2004. 1. Define requalificação urbana. Resp. – a requalificação urbana constitui um processo através do qual as condições físicas de edifícios ou espaços urbanos são melhoradas, podendo (ou não) a função primitiva ser alterada. 2. Apresenta três motivos que justifiquem a “estagnação e o declínio de muitos centros urbanos”. Resp. – a estagnação e o declínio de muitos centros urbanos podem ser justificados através da degradação ambiental, da degradação do parque habitacional que conduz ao abandono dessas áreas, fenómeno reforçado pelo desenvolvimento dos transportes e pela diminuição do preço das habitações na periferia. 3. Explica em que consiste o processo de expansão urbana recente a que o texto faz referência. Resp. – trata-se do processo de suburbanização que consiste no crescimento das cidades para além dos seus limites. Neste processo, que conduz ao crescimento dos subúrbios, observa-se a deslocação de população e das atividades económicas (ligadas aos sectores secundário e terciário) para a periferia. 4. Elabora um texto onde exponhas as razões que obrigam muitas industrias urbanas a procurara novas localizações, em contraponto com outras que continuam a ter na cidade o seu local privilegiado de implantação. Resp. – a resposta deve referir que muitas indústrias mudam a sua localização para a periferia porque aí têm mais espaço disponível e a preços mais económicos. Por outro lado, a sua permanência no interior da cidade torna-se cada vez mais difícil e é incompatível com outras funções urbanas, nomeadamente com a residencial, devido à poluição que provocam. Finalmente, a circulação no interior das cidades é hoje muito difícil para veículos de grandes 10 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira
  • 11. dimensões que são utilizados no transporte de matérias-primas, produtos acabados e até maquinaria das várias indústrias. 11 As áreas urbanas: dinâmicas internas Maria dos Anjos Poeira