Sociedade de Mediação
         Imobiliária, Lda              Ano XXII
         Licença n.º 1736 - AMI        N.º 677
  Av....
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    Mealhada
   Debate sobre Alzheimer

   “Somos todos potenciais doentes de ...
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   “Samba Lêlê” actua, mais        ...
Jornal da Mealhada - n.º 677 – 06.02.2008
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Versão integral da edição n.º 677 do semanário “Jornal da Mealhada”, que se publica na Mealhada, distrito de Aveiro, Portugal. Director: Nuno Castela Canilho. 06.02.2008.
Visite o site do “Jornal da Mealhada”, em http://www.jornaldamealhada.com

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Para saber mais sobre a arte e as técnicas de titular na imprensa, assim como sobre a “Intertextualidade”, visite http://www.mediatico.com.pt/manchete/index.htm (necessita de ter instalado o Java Runtime Environment), e www.youtube.com/discover747

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www.youtube.com/mediapolisxxi, www.youtube.com/fotographarte, www.youtube.com/tiremmedestefilme, www.youtube.com/discover747 ,
http://www.youtube.com/camarafixa, , http://videos.sapo.pt/lapisazul/playview/2 e em www.mogulus.com/otalcanal
Ainda: http://www.mediatico.com.pt/diasdecoimbra/ , http://www.mediatico.com.pt/redor/ ,
http://www.mediatico.com.pt/fe/ , http://www.mediatico.com.pt/fitas/ , http://www.mediatico.com.pt/redor2/, http://www.mediatico.com.pt/foto/yr2.htm ,
http://www.mediatico.com.pt/manchete/index.htm ,
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  1. 1. Sociedade de Mediação Imobiliária, Lda Ano XXII Licença n.º 1736 - AMI N.º 677 Av. 25 de Abril n.º 7 Preço: 0,60 euros 3050-334 Mealhada www. .com 966 047 177 964 206 118 231 202 387 Director: Nuno Castela Canilho Fax: 231 205 666 Director-adjunto: Afonso Simões Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 Engarrafamento daÁgua de Luso Carnaval da Bairrada 2008 Carnaval da Bairrada 2008 17 milhões de saiu à rua na terça-feira de Entrudo saiu à rua na terça-feira de Entrudo euros para levar engarrafamento para Vacariça Página 3 Política concelhia da Mealhada Calhoa defronta Marqueiro Custou... mas foi! Página 12 e 13 Marques demite-se? Páginas 2 e 3 E foi bom! Página 12 e 13 Hóquei Clube da Mealhada Séniores masculinos a Entrevista a Manuel Almeida dos Santos caminho da subida Página 20 O Carnaval é obra de muitas pessoas 4 Páginas 14 e 15 Restaurante quot;O Leitãozinhoquot; Santa Luzia Telefone e ffax: 239 918 110 elef a Dia dos Namorados - 14 de Fevereiro Ementa especial (para 2 pessoas) bebidas n/ incluídas Arroz de polvo mariscado - 20 euros Festival de Marisco - 27,50 euros Leitão à Bairrada - 20 euros Picanha - 19 euros Bife Grelhado - 18 euros COM MÚSICA AO VIVO (CONJUNTO SERENO & SERENATA)
  2. 2. Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 10 Mealhada Debate sobre Alzheimer “Somos todos potenciais doentes de Alzheimer”, afirmou Filomena Pinheiro Decorreu na quarta-feira, 30 de Janeiro, no auditório da Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL), uma sessão de esclarecimento sobre a doença de Alzheimer. Esta sessão foi promovida pela Câmara Municipal da Mealhada (CMM), no âmbito da Rede Social, em parceria com o Centro de Saúde de Mealhada, e contou com a colaboração da Alzheimer Portugal e da EPVL. Isabel Pinto Gonçalves, médica especialista em medicina geral, começou por dizer que “a doença de Alzheimer é, claramente, uma demência”. A médica enumerou alguns dos factores de risco que podem despoletar a doença. “A idade, o sexo – especialmente feminino -, a depressão, a incidência da doença na família - genética -, os problemas cardiovasculares, o tabagismo, a hipertensão arterial, a obesidade, o sedentarismo e os diabetes são, geralmente, os factores de maior risco para a doença”, enumerou. Depois duma breve explicação científica da doença e também dos fármacos mais usados para o estagnamento da doença, Isabel Gonçalves acrescentou: “Deve ter-se muita atenção quando notamos em alguém, por exemplo, perda de memória, dificuldade em executar tarefas diárias, perda de interesse e alteração de personalidade. Estes podem ser sinais de alerta”. A médica ainda afirmou: “Não existe cura conhecida para doença, mas há A sessão de abertura foi feita por Filomena Pinheiro, vice-presidente da CMM, sentada, medicamentos que aliviam muito e até a fazem estagnar. O problema é que estes à esquerda, Isabel Pinto Gonçalves, sentada ao lado e Rosária Cabral, em pé medicamentos são caros e provocam bastantes efeitos secundários”. Homeopatia, cuidador, não se trata de uma ofensa pessoal”. Por fim, Suse Simões disse o que um massagem, aromoterapia, musicoterapia, psicoterapia e fisioterapia foram tratamentos cuidador deve ter sempre: “Coragem, paciência e muito carinho para dar”. complementares sugeridos por Isabel Gonçalves. Carla Lemos, fisioterapia no Centro de Saúde de Pombal, falou sobre “O Papel da “O Apoio Social ao Doente de Alzheimer”, por Carla Pereira, assistente social da Fisioterapia no Doente de Alzheimer”. “A doença de Alzheimer é progressiva e crónica, e Associação Portuguesa de Familiares e Amigos dos Doentes de Alzheimer, foi o tema que as alterações motoras costumam ser muito evidentes, portanto, o processo de fisioterapia se seguiu. Regime contributo, pensão de velhice e pensão de invalidez foram as três deve ser iniciado o mais precocemente possível”. A fisioterapeuta ainda demonstrou, formas de apoio social de que falou a assistente social. através de imagens, alguns dos exercícios que os auxiliares, médicos e enfermeiros dos “Existe uma coisa que nunca nos podemos esquecer quando lidamos com um doente lares, centros de dia, de saúde, etc., devem fazer quando de deparam com estes doentes. de Alzheimer: Nós não conseguimos repor a memória”, disse Suse Simões, enfermeira. A “É muito importante também ensinar aos familiares os cuidados que devem ter e como enfermeira enumerou formas de como se deve proceder quando se está a cuidar dum podem ajudar na recuperação ou estabilização da doença”, concluiu Carla Lemos. doente de Alzheimer: “Criar um ambiente tranquilo, rotinas, relembrar, evitar chamar a Seguiu-se Célia Mendes, médica de família no Centro de Saúde de Figueiró dos Vinhos, atenção para erros, tratar a pessoa com respeito, demonstrar apoio e carinho, utilizar que falou sobre “O Médico de Família e o Doente de Alzheimer”. Célia Mendes disse: “O frases curtas e simples, ter paciência, não chamar a atenção para erros de linguagem, médico de família deve ser das pessoas mais atentas aos sintomas que os seus doentes aproximar-se do doente para falar com ele, olhá-lo nos olhos, transmitir segurança, apresentam. Os familiares devem também respeitar aquilo que o médico explica e estar atento às expressões e reacções da pessoa, e, por fim, agradecer sempre a ajuda aconselha”. prestada quando estes doentes se movimentam um pouco ou ajudam quando os estamos No final, Rosária Cabral, presidente da Alzheimer Portugal – delegação da zona a vestir, por exemplo”. Quando um doente foge, “não é fuga, é apenas desorientação! centro, falou sobre “A Doença de Alzheimer no seio da Família, divulgação da Alzheimer Deve haver muita segurança na casa, identificar roupas, colocar pulseira identificativa Portugal”, onde contou o caso pessoal, do seu marido que ficou doente, com alzheimer, e alertar vizinhos e pessoas como prevenção”. Quando o comportamento é agressivo, a aos quarenta e nove anos de idade e acabou por falecer pouco tempo depois. enfermeira explicou ainda: “Devemos ter calma e tranquilidade, evitar discutir, ralhar Filomena Pinheiro encerrou a sessão e disse: “Hoje tomámos consciência de que ou castigar. Não devemos interpretar a agressividade como sendo dirigida contra o somos todos potenciais doentes de Alzheimer”. Mónica Sofia Lopes Presidentes de junta unidos para Sernadelo podar e empar na rotunda de Baco Tentativa de Assalto a caixa ATM O s presidentes das juntas de freguesia do concelho da Mealhada, alguns membros D urante a madrugada do dia 31 de Janeiro, seis individuos, encapuzados, das Juntas e o Engenheiro Pita da Câmara Municipal da Mealhada (CMM), a tentaram assaltar a caixa de multibanco de um restaurante em Sernadelo. convite de Manuel Cardoso, presidente da Junta de freguesia de Casal Comba, A missão ficou, no entanto frustrada, dado que foram surpreendidos pelo podaram e emparam a vinha na rotunda de baco, no passado sábado. Após a conclusão vigilante do restaurante, que foi agredido, e passado uns minutos pela GNR, a quem do trabalho tiveram um almoço no parque conseguiram escapar, apesar da barreira policial e de uma perseguição. Plantada há dois anos, com cinco castas da região da Bairrada, esta é uma rotunda Os assaltantes arrombaram a porta principal do restaurante e começaram a cortar o cuja manutenção está a cargo da Junta de Freguesia de Casal Comba que trata das cofre da caixa ATM, quando foram surpreendidos pelo vigilante do restaurante que estava videiras, poda, empa e procede aos tratamentos químicos. A cargo da CMM está o na guarita do outro lado da estrada. O vigilante foi agredido com um soco, ficando com ajardinamento. “Este ano esperamos já ter vinho nas próximas vindimas, para que para dois hematomas, na cabeça, por um dos ladrões que estava de vigilância. O vigilante foi o ano na altura de podar e empar, possamos beber um copo de vinho destas videiras”, socorrido no local pelos Bombeiros Voluntários da Mealhada. disse Manuel Cardoso. RSG Uma patrulha da GNR passando frente ao restaurante apercebeu-se dos movimentos estranhos, provocando a fuga dos presumíveis assaltantes, em dois carros de matrícula Lameira de São Pedro espanhola, em direcção a Norte. Em Anadia, numa das rotundas, duas patrulhas tentaram interceptar os assaltantes fazendo uma barreira policial. Os assaltantes conseguiram escapar com a ajuda de um extintor que provocou uma enorme nuvem branca. Os GNR de Vítima mortal em acidente de viação Anadia e da Mealhada continuaram a perseguição aos assaltantes que se dirigiram à A25, em Albergaria- a- Velha, onde os assaltantes conseguiram escapar. Durante mais 12 quilómetros, pelo IC2 a GNR com a ajuda da BT, que percorreu a A25, Pelas 23h30m de sábado, 2 de Fevereiro, os Bombeiros Voluntários da Mealhada, tentou encontrar os assaltantes o que não se concretizou. RSG receberam o alerta de um despiste de um carro ligeiro na estrada nacional 234, estrada do Luso. Na viatura encontrava-se um indivíduo do sexo masculino de nacionalidade romena com cerca de trinta e cinco anos, que foi dado como morto pelo médico que se LOCAL DE VENDA do Jornal da Mealhada na Pampilhosa deslocou ao local.No local estiveram presentes duas ambulâncias, uma viatura de PAPELARIA MARIA DA CONCEIÇÃO DIREITO desencarceramento, uma viatura de apoio e um VRCI dos BVM, uma viatura VMER dos Hospitais da Universidade de Coimbra, a Brigada de Trânsito e a GNR. O carro, quando os bombeiros começaram o trabalho de desencarceramento, já estava frio levando a LOCAL DE VENDA DO Jornal da Mealhada crer que o acidente poderia ter ocorrido algum tempo antes. O trabalho dos bombeiros foi concluído cerca das 2 horas da madrugada. no Luso PAPELARIA S. JOÃO PAPELARIA S.
  3. 3. Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 11 Carnaval por todo o concelho da Mealhada... Cento e trinta alunos da EB1 de Ventosa do Bairro e Antes e as crianças O tema das máscaras das trinta e seis crianças do Jardim-de-infância Os alunos das Actividades de Tempos Livres, da Escola do Jardim-de-infância de Antes, Póvoa do Garção, Ventosa do Bairro e da Pampilhosa era a Água. Saíram à rua no dia 1 de Fevereiro, Básica 2,3 da Pampilhosa, realizaram um baile de Casal Comba, juntaram-se na Quinta dos Três Pinheiros, em Sernadelo, encontrando-se com as restantes escolas no Largo do Preto. no dia 31 de Janeiro, de manhã, para festejarem o Carnaval. máscaras. No final, houve um lanche partilhado. A Quinta dos Três Pinheiros recebeu, no dia 31 de Janeiro, cerca de 300 idosos de instituições O Centro Social de Casal Comba, APPACDM de Casal Comba, EB1 de Na Escola Profissional Vasconcellos Lebre, alunos, professores e de Avelãs de Cima, Avelãs de Caminho, Amoreira, Antes, Mogofores, Paredes do Bairro, Poutena, Casal Comba e Vimieira, Jardim de Infância de Casal Comba e Paraíso Social, Pedralva, Centro Social de Esgueira, Fermentelos, Nossa Senhora do Ó de funcionários fizeram um desfile de máscaras, que sofreu uma avaliação, e os alunos apresentaram um teatro onde imitaram os Vimieira, no dia 1 de Fevereiro, percorreram as ruas de Casal Comba, Aguim, Santa Casa da Misericórdia de Anadia, Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, Santa Casa da Misericórdia de Aveiro para os festejos de Carnaval, com música popular. seus professores. tendo no fim do desfile um lanche no Pavilhão dos Escuteiros. Na Escola Básica 1 de Barcouço os alunos e as A Associação dos Aposentados da Bairrada celebrou Os alunos da Escola Básica 1 e Jardim-de-Infância da professoras mascaram-se dos seus personagens Vacariça desfilaram pelas ruas desta localidade. pela primeira vez o Carnaval, no dia 1 de Fevereiro, preferidos dos livros infantis e desfilaram, de manhã, pelas ruas da localidade. na Quinta dos Três Pinheiros. Quarenta e seis crianças da CAAP da Pampilhosa saíram à Os alunos da Pré-Primária de Sant’Ana desfilaram na Com um pequeno desfile, as crianças do Jardim-de- rua na sexta-feira dia 1 de Fevereiro, mascarados. O tema manhã de sexta-feira, 1 de Fevereiro, pelas ruas da infância, no dia 1 de Fevereiro, mostraram as suas era o Campo e a Cidade. mascaras de Carnaval aos pais e avós que estiveram Mealhada. presentes. O tema era “Os cinco sentidos”. Os alunos da Escola Básica do 1º ciclo de Pampilhosa e da Escola Num cortejo extenso, os alunos da Escola Básica 1 e do Na sexta-feira, 1 de Fevereiro, as funcionárias da Biblioteca Básica 1º ciclo da Pampilhosa/ Entroncamento, juntaram-se, no dia Municipal da Mealhada ajudaram as crianças na de Fevereiro, no largo do Preto na sua vila para celebrarem o Jardim-de-Infância do Luso desfilaram, alegres, pelas Carnaval. Os alunos mascaram-se de Espantalhos. ruas do Luso acompanhados pelos pais e avós. construção de máscaras de Carnaval. O jardim-de-infância e a Escola Básica 1 do Travasso Na tarde de segunda-feira, 4 de Fevereiro, os alunos das Na EB1 da Mealhada, os alunos dos quatro anos, para Actividades de Tempos Livres da Santa Casa da Misericórdia mascararam-se, no dia 1 de Fevereiro, e percorreram as mostrarem os seus trajes de Carnaval, fizeram um desfile. ruas da sua aldeia, celebrando assim mais um Carnaval. da Mealhada desfilaram pelas ruas da Mealhada. Pastas Av 25 de Abril, nº 27 DE SCONTOS de é 30% arquivo 3050-344 MEALHADA Telefone: 231 202 649 Fax: 231 203 508 at durante o mês de FEVEREIRO
  4. 4. Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 12 CA R N A V A L D quot;É visível que este Carnaval só m D epois de no domingo, 3 de Fevereiro, o cortejo Marques, na Mealhada. Alexandre Borges, rei do Carnaval, espírito que estas pessoas têm e da forma como vivem o do Carnaval Luso-Brasileiro da Bairrada ter e Óscar Magrini, padrinho do Carnaval, foram os actores Carnaval”, disse Artur Ermida, elemento da direcção da sido cancelado, devido às más condições brasileiros protagonistas do Carnaval Luso-Brasileiro da ACB. Óscar Magrini, padrinho do Carnaval da Bairrada, climatéricas que se fizeram sentir, na terça-feira, 5 de Bairrada. acrescentou: “Foi uma tristeza ver que o trabalho das Fevereiro, dia de Entrudo, as escolas de samba puderam “ A decisão de, no domingo, cancelar o cortejo foi escolas não pode ser visto por todos, no domingo, devido apresentar o seu espectáculo no sambódromo Luís tomada, por unanimidade, entre os elementos da ao mau tempo. Foi também frustrante ter que devolver o Batuk'Arte, grupo de percussão do Luso Carro alegórico dos 30 anos do Carnaval Luso-Brasileiro da Bairrada Escola de samba Real Imperatriz, de Casal Comba Per'Curtir, grupo de percussão do norte Escola de samba Juventude de Paquetá Grupo de crítica de Sangalhos Associação de Carnaval da Bairrada (ACB) e os elementos dinheiro de cinco autocarros, que vieram de outras cidades das seis escolas de samba”, explicou Álvaro Miranda, do país, para ver este desfile. Eles iam muito tristes porque presidente da direcção da ACB. Apesar do cancelamento do queriam mesmo assistir. Contudo, a alternativa foi corso os elementos das escolas de samba fizeram a festa excelente. Houve muita festa dentro daquela tenda, com durante o resto da tarde apresentando os samba-enredos toda a gente muito feliz”. no palco da tenda gigante, colocada junto ao sambódromo. Na terça-feira, o tempo deu tréguas e os elementos das “Nunca imaginámos, quando as escolas nos pediram para escolas de samba puderam desfilar no sambódromo Luís fazer uma actuação de palco, que tivéssemos tanto público Marques. Juventude de Paquetá, Real Imperatriz, Amigos a assistir. Enchemos a tenda gigante e, apesar da tristeza de da Tijuca, Sócios da Mangueira, Samba no Pé e GRES não sairmos com o cortejo à rua, foi uma prova viva do Batuque foram as seis escolas de samba que se Foto Rei Rua Dr. José Cerveira Lebre, 81 Telf: 231 202 189 Mealhada
  5. 5. Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 13 D A B A IR R AD A melhoraquot;, afirmou Óscar Magrini apresentaram no chamado mega desfile de Carnaval. Um “Podia ter estado mais público se o tempo tivesse ajudado. Está tudo muito bonito, o povo todo alegre, todos com carro alegórico, alusivo aos trinta anos do Carnaval, com Apesar de tudo ter corrido bem na nossa escola, a muita garra para fazer esse desfile inesquecível e fotografias das personalidades que mais marcaram esta organização do Carnaval da Bairrada tem que ‘montar’ o maravilhoso”. Acerca do povo mealhadense, o rei do festa ao longo dos anos, fez a abertura deste desfile, depois corso e pensar que tem seis escolas de samba para colocar Carnaval, apenas disse: “O público mealhadense está da passagem dos grupos de percussão “Per’Curtir”, do a desfilar. Para a próxima, têm que perceber como funciona sambando porque hoje é dia de festa”. norte do país, e “Batuk’Art”, do Luso. Entre as escolas de uma escola de samba”. Henrique Salvador, dos Sócios da Questionado se o Carnaval teve prejuízo e se haverá Escola de samba Amigos da T ijuca, de Enxofães Escola de samba Sócios da Mangueira Escola de samba Samba no Pé, de Sepins Alexandre Borges, rei, e Stephanie Ribeiro, miss Bairrada'07 Grupo de crítica, quot;Sapatadaquot;, da Mealhada Escola de samba GRES Batuque samba apresentaram-se também dois grupos de crítica, Mangueira, afirmou: “Correu lindamente, o espectáculo foi alguma iniciativa para o suprir Álvaro Miranda respondeu: um grupo de Sangalhos com referências ao bom e penso que as pessoas ficaram satisfeitas”. Da escola “Ainda temos de fazer contas. Se houver necessidade vamos encerramento das urgências do Hospital de Anadia e o Samba no Pé, Filipe Figueiredo acrescentou: “Foi um organizar outro evento para poder colmatar os prejuízos grupo mealhadense “Sapatada”, com referências à Carnaval muito bonito, correu tudo muito bem”. “Como que tivemos com o cancelamento do cortejo no domingo”. ASAE, ao encerramento de maternidades e à nova lei estivemos a desfilar só damos conta do ponto de vista de do tabaco. quem actua. Desse lado correu tudo muito bem!”, disse Texto de Mónica Sofia Lopes No final, os presidentes das direcções das escolas de Jorge Pedrosa da Real Imperatriz. Fotografias de Rosa Santos Gonçalves samba afirmaram ao Jornal da Mealhada, de modo No final do corso, Álvaro Miranda afirmou: “Hoje foi unânime, que tudo tinha corrido bem e dentro das extremamente positivo. O expectativas esperadas. “Foi excelente. O pessoal da cortejo correu muito bem escola teve sempre muito animado e o público até cantou como estávamos à espera”. as nossas letras”, disse Pedro Mamede, presidente da Óscar Magrini fez um ARMÉNIO E. S. BAPTISTA,Lda direcção da escola Amigos da Tijuca. Fátima Silva, da balanço do Carnaval ao Juventude de Paquetá, disse também: “Valeu a pena todo o longo dos seis últimos esforço que tivemos e o tempo também deu uma grande anos. “O Carnaval tem ajuda”. Ricardo Ferreira, da escola GRES Batuque declarou: melhorado, há uns anos só tinha quatro escolas, agora já são seis a desfilar. As PUBLICIDADE roupas são melhores, os carros estão maiores, por *Serigrafia * Brindes publicitários exemplo. É visível que este Empresa da região centro / norte Carnaval só melhora”, Procura agentes / revendedores disse. TRANSPORTES Alexandre Borges, rei do ALUGUER DE MÁQUINAS Carnaval da Bairrada em ALUGUER DE CONTENTORES| SURRIVAS Na zona de Cantanhede, 1996 e, novamente em 2008, fez uma comparação: “Da Mealhada e Águeda última vez que aqui estive desfilei no centro da cidade, Rua da Vacariça_ Reconco_3050-381 Mealhada este ano, estou a estrear-me no sambódromo. É uma 231 202 736 968 045 778 / 965 506 203 Contacto: 968 518 205 231 208 551 experiência nova para mim. armeniobatista@hotmail.com
  6. 6. Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 14 Entrevista a Manuel Almeida dos Santos, membro da primeira comissão d “ Para a semente do Carnaval ter germinado havia, portanto, terra propícia.” M anuel Almeida dos Santos é professor últimos entremezes de Car- aposentado, antigo director do Jornal naval, realizados até aos anos 50 do século passado, da Mealhada, sernadelense de gema e eram, normalmente, organi- mealhadense de coração. Fez parte da mordomia zados na Póvoa da Mealhada. da festa de Sant’Ana de 1970 que daria origem à Representavam-se em vários primeira comissão organizadora do Carnaval Luso– pontos. Dois deles eram o entroncamento da Rua dos Brasileiro da Bairrada, que teve a sua primeira edição Carris — que hoje se chama em Fevereiro de 1971. Conhecedor profundo, o Rua Padre António Breda — melhor, dizemos nós, da história do Carnaval que se com a Rua Dr. Costa Simões e faz na Mealhada há bastante mais de trinta anos, a Rua José Cerveira Lebre, em contou-nos o que poderíamos chamar a história da frente ao Café Central. fundação do Carnaval da Bairrada. Não se realizavam entremezes em Sernadelo? Em Sernadelo, lembro-me O Carnaval na Mealhada grupos de fantasiados. de um entremez de Carnaval, nasce por acidente ou por Refere-se ao desfile de 1914? em 1940 ou 1941, representado necessidade? Sim. António Breda com um formato de revista. Quando, em 1970, foi Carvalho, na monografia da Tinha também cantigas. decidido organizar e realizar sua autoria intitulada Houve mais, segundo me na Mealhada os festejos de “Mealhada — A escrita no disseram pessoas mais Carnaval em moldes moder- tempo”, cita, de um jornal, a velhas do que eu, mas este é Sant’Ana de 1970 era cons- estavam previstos para mais António Castanheira Melo, nos, ninguém inventou nada. reportagem de um cortejo o único de que tenho tituída por vinte mordomos. dois dias. Foi deliberado, António Alves, António A Bairrada tinha uma rica carnavalesco realizado na conhecimento e a que assisti. Era uma comissão inteli- depois, continuar a festa em Ferreira, António Inácio e José tradição de celebrações Mealhada em 1914. Da Foi realizado por iniciativa da gentemente formada, com Outubro, aproveitando um fim- Tavares — e quase todos eles populares carnavalescas. minha lembrança recordo, família das “Tecedeiras” — a elementos provenientes de de-semana que incluía o aderiram de corpo e alma e Havia jogos próprios para a como disse, duas iniciativas Ti’Maria Tecedeira e os seus diversos sectores sociais e feriado de 5 de Outubro. que acabaram por mobilizar ocasião, havia a circulação de carnavalescas do mesmo filhos eram naturais da que incluía representantes no mesmo sentido as mascarados pelas ruas, Mas então como é que tipo, organizadas com vista Palhaça, terra onde haveria de Sernadelo, do Cardal e do esposas e outros membros individualmente ou em surgiu a ideia de um cortejo de à angariação de fundos para também esse costume. Reconco, para além dos da das suas famílias. António grupo, alguns fazendo troça Carnaval? o Grupo Desportivo da Mealhada. Eu era um Costa e Toninho do Carlos de pessoas ou de factos E os bailes de Carnaval onde Na segunda-feira de Mealhada, e realizadas nos desses elementos. A comis- Lopes, por exemplo, foram, sociais, havia os entremezes se realizavam? Sant’Ana, 27 de Julho de 1970, anos de 1957 e de 1958. são começou a trabalhar mais tarde, a partir de 1979, a humorísticos e de crítica, havia Eram acontecimentos de exactamente, tinham aca- António José Madeira de com bastante antecedência, alma do Grupo dos Velhos, um os apupos nocturnos, que forte relevância social. Há bado as corridas de ciclismo Oliveira, o Macaca, foi o ainda em 1969, e arranjou importante agrupamento que eram também formas de memória de bailes no salão e um grupo de mordomos grande protagonista nessas muito dinheiro. A festa foi durante anos um dos critica social. Era costume do “Theatro da Mealhada” — entre os quais eu me contava duas iniciativas. Numa delas estava programada para principais animadores dos também, nos bailes de hoje Theatro Café —, em trocava impressões acerca da era um “valente toureiro”, durar cinco dias. Faziam cortejos carnavalescos e um Carnaval, que se faziam um tempos mais recuados, no festa na Avenida Dr. Manuel noutra era o Leefkick, o chefe parte do programa uma dos seus principais atra- pouco por todo o lado, salão do Rancho dos Unidi- Louzada. Esta avenida fazia de um grupo de “escoceses”, prova de ciclismo em várias ctivos. Manuel Coleta, Antó- participarem pessoas fanta- nhos, no quartel dos Bom- parte do circuito das corridas. trajados a rigor, de visita à ruas da vila, uma de perícia nio Gradim, António Macha- siadas, raparigas princi- beiros, no salão do Grupo Em certa altura da conversa Mealhada. Ficou célebre o automóvel, na Avenida Dr. do contam-se também entre palmente. Estas, se não Desportivo da Mealhada e no eu disse: “Temos aqui um discurso de Leefkick profe- Manuel Louzada, um con- os aderentes activos. tinham posses para ir mais Cineteatro Messias. Havia excelente circuito para um rido duma das janelas da curso de vestidos de chita, além, apresentavam-se, pelo bailes para todos e bailes cortejo de Carnaval”. Luís Tem ideia de onde se terá sede do Grupo Desportivo da no Cineteatro Messias, duas menos, com um lenço de para classes mais favo- Marques agarrou-me rapida- realizado a primeira reunião da Mealhada, que era no garraiadas, uma no domingo fantasia, muito garrido, pelas recidas, por convite. Esses mente no braço e perguntou- comissão de Carnaval? primeiro andar do edifício e outra na segunda-feira, costas. Nesse lenço o realizavam-se, duma manei- me: “Professor, vamos fazer o Depois da festa de onde hoje está instalado o numa praça de touros vermelho era, em geral, a cor ra geral, no salão nobre do Carnaval?”. Eu respondi: Sant’Ana e da adesão dos Supermercado Cerveira. Para desmontável, espectáculos predominante. A partir dos Cineteatro Messias. “Vamos fazer o Carnaval”. mordomos e de outras pessoas a semente dos actuais nocturnos com orquestras e anos cinquenta do século XX Prontificaram-se a colaborar realizou-se uma reunião no festejos de Carnaval germi- Em 1970 estas iniciativas ranchos de nomeada, no passou a falar-se muito dos na organização dos festejos Café Central, na sala onde hoje nar e dar fruto havia, por- ainda perduravam? recinto da feira, um cortejos carnavalescos do carnavalescos apenas sete funciona o ciberespaço, e aí tanto, terra propícia. Em 1970 os bailes conti- espectáculo teatral para Porto, organizados pelo Clube mordomos: Luís Marques, eu, foram estabelecidas as linhas nuavam a ser realizados mas crianças pelo Teatro dos dos Fenianos e, pouco tempo Carlos Pereira Teles, Cesário gerais dos festejos. No A festa do galo não era tam- já não se faziam os entre- Estudantes da Universidade depois, dos de Ovar. Terão Cerveira, Álvaro Xabregas, Domingo Magro, à tarde, bém uma tradição de Carnaval? mezes e a maior parte das de Coimbra (TEUC), no Jardim sido estes cortejos que Albino Saldanha e Joaquim chegada do rei e respectivas Era uma tradição carnava- outras formas de festejar o Costa Simões, para além inspiraram um grupo de Luís. cerimónias e garraiada lesca para crianças. Era hábito Carnaval. Os festejos do das festividades religiosas, pessoas da Mealhada a carnavalesca; à noite, baile. No na Mealhada e em Sernadelo Carnaval da Mealhada — naturalmente, no domingo e E constitui-se assim a organizarem dois cortejos Domingo Gordo e na Terça-feira as crianças da escola levarem Carnaval da Bairrada ou na segunda-feira. primeira comissão de carnavalescos, bastante de Entrudo, cortejo carnava- à casa da sua professora ou Carnaval Luso-Brasileiro da organização do Carnaval? pequenos mas muito interes- Mas nessa festa nem tudo lesco, de tarde, e baile à noite. do seu professor um galo Bairrada — acabaram por ser Não propriamente. Luís santes, nos anos cinquenta correu como esperavam. num carrinho enfeitado. Era uma forma de preenchi- Marques, mais tarde, conta- Quem foi o primeiro rei? do referido século XX? Correu muito bem no a festa do galo. As crianças mento de um vazio, de ctou dois amigos seus, Foi um senhor lisboeta sábado, no domingo e na Não terá a gente do conce- desfilavam atrás desse satisfação de uma neces- companheiros de passeios que trabalhava na Junta segunda-feira. Na segunda- lho da Mealhada propensão carrinho organizadas em sidade da população, princi- no jardim municipal, José Nacional do Vinho — mais feira, 27 de Julho de 1970, o especial para esse tipo de coluna e cantando. Muitas palmente no que diz respeito Castanheira e José Eduardo tarde Instituto da Vinha e do antigo presidente do Con- realizações? delas iam fantasiadas. ao Carnaval de rua. Gonçalves. Eu falei também Vinho — que toda a gente selho, António de Oliveira Eu penso que sim. Há a várias pessoas, espe- tratava por Cerejo. Era um O que seriam os entre- A história do Carnaval Luso- Salazar, faleceu e, na terça- notícia de que se realizou na cialmente aos que comigo homem encorpado, gordo, com mezes de Carnaval? Brasileiro da Bairrada começa feira, de manhã, depois de vila da Mealhada, já na constituíam o grupo do grande sentido de humor e boa Eram representações com uma festa de Sant’Ana… uma advertência do tenente segunda década do século XX, “snooker” — António Costa, presença. Foi o rei Momo I. teatrais com uma forte com- Pode dizer-se que sim. Coronel Ferreira ao gaiteiro um cortejo de Carnaval com António Fernandes (Toninho ponente de crítica social de das Carvalheiras, achámos por Como é que nasce o nome alguma imponência tanto em Pode contar-nos essa história? do Carlos Lopes), Manuel índole local. Na Mealhada os bem cancelar os festejos que de Carnaval Luso-Brasileiro da carros alegóricos como em A Comissão da Festa de Alves Cruz, Fernando Pires,
  7. 7. Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 15 são do Carnaval Luso-Brasileiro da Bairrada ado e ter dado origem aos festejos actuais Bairrada? naval o actor Jaime Barcelos, mestra da comissão. Penso basquetebol dessa associa- que o preço por metro preparatório da Mealhada. Na referida reunião do Dr. Ezequiel na telenovela que, sem Luís Marques, ção. As basquetebolistas e quadrado fixado pelo Minis- No ano seguinte participou Café Central ficou assente que brasileira “Gabriela”, em dificilmente arrancaria a os basquetebolistas mea- tério da Agricultura era um grupo mas só de crianças aos festejos se daria o nome exibição na RTP, que era a realização do Carnaval da lhadenses, jogando já em bastante elevado. da escola primária. Nos de Carnaval da Bairrada. única estação de televisão Mealhada na altura, pelo campeonatos oficiais, não anos seguintes, já sem existente em Portugal.. Mas mesmo assim o qualquer grupo infantil a Pensou-se que os cortejos menos, em que ela se tinham, na Mealhada, espa- pavilhão construiu-se. desfilar, houve sempre, em poderiam ser mais animados verificou. Ele fez escola, ele ços apropriados nem para E porquê Jaime Barcelos e Com o dinheiro que tinha se neles participassem foi lição. Outros se lhe jogar nem para treinar. cada cortejo, um carro não outro? — o que resultou do Carnaval estudantes da Universidade seguiram na liderança. E Havia também, na vila, uma alegórico destinado a A comissão, correspon- de 1978 e dos anteriores — a de Coimbra. Nesse sentido tiveram tanto mais êxito equipa de hóquei em patins crianças. Quando 1979 foi dendo a uma ideia já antiga, comissão decidiu comprar um falámos com alguns estu- quantos mais próximos com um nível desportivo declarado Ano Interna- deliberou incluir nos festejos terreno. Como não era pos- dantes universitários mea- estiveram dessa lição. muito apreciável. Treinava cional da Criança, a a chamada Festa do Vinho. O sível adquirir qualquer frac- lhadenses e eles prontifi- numa eira e jogava, nas comissão do Carnaval Dr. Ezequiel era um homem ção dos Viveiros Florestais, caram-se a estabelecer Em 1976 e 1977 não houve competições oficiais, no deliberou tomar parte nas da noite, um homem alegre e Luís Marques sugeriu que se contactos com alguns colegas desfile de Carnaval. Porquê? pavilhão de Sangalhos, à celebrações desse ano com grande bebedor, um boémio, comprasse um terreno junto da Academia. Após algumas Durante esses anos, os semelhança do que acon- a realização do primeiro uma figura que se adequava do campo de futebol da diligências, um deles cha- mais quentes da Revolução tecia com os e as basque- Carnaval Infantil da Bair- perfeitamente ao Carnaval e Mealhada. E assim se fez. O mou a atenção para a exis- de Abril, muitas das pessoas tebolistas da JUM. A rada, no Domingo Magro. à Festa do Vinho que se iria Carnaval de 1979 deu um tência, na cidade de Coimbra, que faziam parte da Mealhada precisava, por- Constou de um cortejo inaugurar na Mealhada. lucro de mais de três mil de um grande número de comissão do Carnaval esta- tanto, de um pavilhão carnavalesco infantil cons- contos e, agora com terreno, tituído por grupos apeados estudantes brasileiros e lem- Terão sido os brasileiros da vam implicadas, de diversas gimnodesportivo. “Por que a comissão iniciou a cons- e carros alegóricos, e de um brou que eles, como naturais Universidade de Coimbra e o maneiras, no processo não aplicar os lucros do trução do pavilhão. lanche convívio oferecido do país do samba, poderiam seu samba a provocar o apare- político em curso, tanto a nível Carnaval na construção dar uma melhor ajuda, par- cimento de escolas de samba oficial como particular. E não desse pavilhão?” — per- Iniciou mas não concluiu. pela comissão do Carnaval ticipando nos cortejos, do que na Mealhada? dispunham de tempo para guntou Luís Marques à Foram bastante lucrati- a todos os participantes. os estudantes portugueses. Talvez. De qualquer outras tarefas. comissão do Carnaval. E a vos os Carnavais de 1978 e Tomou parte no cortejo a maneira, só em 1978 é que, comissão entendeu que de 1979. Os lucros obtidos quase totalidade das E eles participaram… Em 1978 voltou a haver escolas do concelho da pela mão de um grupo de aplicar esse lucro em tal nos seguintes, porém, foram Três membros da comis- festejos carnavalescos na Mealhada e muitas de jovens em que se destaca obra era uma excelente bastante inferiores e foi-se são do Carnaval falaram Mealhada. concelhos limítrofes, in- João Fernando Oliveira, surge medida. E, a partir daí, verificando que, mantendo- com alguns desses estu- Em 1977, a Dr.ª Odete Isabel, cluindo o de Coimbra. a primeira escola de samba tornou-se público que o se a tendência para lucros dantes, em representação presidente da Câmara mealhadense e, porventura objectivo da realização dos baixos, a Associação do dos restantes, no Café Municipal da Mealhada, eleita Como é que nasceu a de Portugal — os Sócios da festejos do Carnaval era a Carnaval — a comissão Samambaia, no Bairro Mare- em Dezembro do ano anterior, Associação do Carnaval da Mangueira. Está aí, creio, a construção do pavilhão tinha-se transformado em chal Carmona — hoje Bairro solicitou a Luís Marques que se Bairrada? origem do tipo de cortejos gimnodesportivo da Me- associação no ano de 1979 Norton de Matos — e foi lá dispusesse a liderar uma Disse bem. Chama-se carnavalescos que hoje se alhada. — nuca poderia concluir o que ficou combinada a vin- comissão que retomasse a Associação do Carnaval da realizam na Mealhada e pavilhão. Foi proposto, por da deles. A comissão asse- realização dos festejos do Isso não seria obrigação da Bairrada e não de Carnaval noutras partes do país. isso, à Câmara que gurava-lhes alimentação e o Carnaval Luso-Brasileiro da Câmara? da Bairrada. Quando, em comprasse à associação o 1978, foi comprado o terreno transporte e eles animariam Qual a importância de Luís Bairrada, e Luís Marques Penso que os dirigentes terreno e a estrutura para construir o pavilhão, o cortejo e os bailes. Ante a Marques na fundação do aceitou. tanto da JUM, como do grupo metálica que ela lá tinha houve necessidade de uma promessa de que eles Carnaval da Bairrada? que praticava hóquei em Nas primeiras edições do instalado. A Câmara, então entidade, com personali- participariam, a comissão O Carnaval Luso-Brasileiro patins, teriam já falado ao Carnaval mealhadense qual era presidida pelo Dr. Rui dade jurídica, que pudesse resolveu juntar ao nome dos da Bairrada é obra de muitas presidente da Câmara, Dr. a colaboração da Câmara Marqueiro, aceitou a ser a proprietária desse festejos o adjectivo luso- pessoas, quantas delas com António Dias dos Santos, no Municipal da Mealhada? proposta. terreno, e, mais tarde, a brasileiro. E o nome daí muito trabalho realizado sentido de a autarquia a que A Câmara Municipal da dona do pavilhão e sua resultante foi, como ainda responsavelmente e sem ele presidia construir o Mas, juntamente com a Mealhada colaborou sem- administradora. Pareceu- é, Carnaval Luso-Brasileiro nunca ninguém as mencionar. pavilhão. E penso que o Dr. venda, não foi celebrado um pre, não com subsídios, mas nos que, em face da lei, a da Bairrada. Não é, portanto, uma obra de Santos não deu luz verde à contrato de comodato com a com o trabalho do seu comissão do Carnaval não Luís Marques, só. Ele, porém, ideia. A comissão do Car- Câmara Municipal? E a participação dos pessoal — vedações do cir- teria força legal para isso. A foi sempre, nas mais diversas naval, por sua vez, deu-lhe A Associação do Carnaval brasileiros deu bons frutos… cuito, instalações eléctricas, uma associação, porém, situações, e quantas delas de conhecimento da deli- da Bairrada e a Câmara da Durante cinco anos, nos disponibilização do salão como tem personalidade grande complicação e preocu- beração que tinha tomado Mealhada fizeram um festejos de 1971 a 1975, eles nobre dos Paços do Con- jurídica, isso já seria pação, o líder incontestado de e solicitou-lhe que disponi- contrato de comodato no foram as estrelas principais celho para reuniões, etc. possível. E foi a partir daí que todos aqueles que bilizasse ou adquirisse um qual se estabelecia que a dos bailes cantando e surgiu a ideia de constituir trabalharam para a Foi a Associação do terreno para a construção do Associação do Carnaval da tocando o samba e magne- uma associação que seria realização dos festejos Carnaval que iniciou a cons- pavilhão. A Câmara daria o Bairrada poderia usufruir, tizando todas as pessoas responsável pela realização carnavalescos mealhaden- trução do Pavilhão Gimno- terreno e a comissão do para os seus fins com os sons e o ritmo das dos festejos de Carnaval na ses. O seu dinamismo, as suas desportivo da Mealhada. Foi em Carnaval faria as obras. O Dr. estatutários, das modinhas que interpretavam. Mealhada e, ao mesmo palavras e atitudes, sempre 1978 que surgiu a ideia de Santos também não aprovou instalações do antigo Em 1978, ano em que se de optimismo e de alento construir tal equipamento a ideia. A comissão teria que quartel dos Bombeiros tempo, pela construção do retomaram os festejos, após para todos, a sua disposição desportivo? comprar o terreno e fazer a Voluntários da Mealhada pavilhão gimnodesportivo. dois anos de interrupção, ainda constante para trabalhar, Não. A ideia vem já de obra. Mas não desistiu da por um período de cinquenta Houve o cuidado de redigir participaram brasileiros nos fosse qual fosse a tarefa, a 1971. Inicialmente, porém, ideia. Em 1978 foi pedido à anos. os estatutos de forma a que bailes e nos cortejos? prontidão com que punha à essa ideia não continha tal Câmara, presidida pela Dr.ª o seu funcionamento fosse disposição do Carnaval a sua Odete Isabel, que adquiris- Foi também em 1979 que semelhante ao da comissão Nesse ano já não havia finalidade. Na nossa opini- pessoa, as instalações e as se um terreno nos Viveiros nasceu o Carnaval da Criança? do Carnaval. É por isso que estudantes brasileiros na ão, dotar a Mealhada e o viaturas do armazém de que Florestais para a construção Uma das preocupações os estatutos estabelecem Universidade de Coimbra. seu concelho de uma festa era sócio, para além do do pavilhão. Os lucros do de Luís Marques, como de que é competência exclusiva de Carnaval do tipo da que Mas o Carnaval continuou telefone e material de Carnaval desse ano tinham outros membros da comis- da assembleia-geral a se fazia em Ovar era já algo a chamar-se luso-brasileiro… escritório, e o seu automóvel, ultrapassado os mil contos são, era a participação de tomada de qualquer deli- de muito importante. Luís Pois claro. Como já não era sem cobrança de qualquer e seriam suficientes para crianças no cortejo de beração da associação. A Marques, porém, apesar de possível dispor da partici- importância para gasolina ou iniciar as obras. Mas faltava Carnaval. Logo no primeiro direcção não tem poder de quase septuagenário, fazia pação dos estudantes brasi- desgaste de material, entre o terreno. A Câmara respon- ano, em 1971, participou no deliberar. É apenas exe- parte da JUM (Juventude leiros, um elemento da comis- outras coisas, faziam dele um deu que não tinha capa- cortejo um grupo de crianças cutante das deliberações da Unida da Mealhada) e era são do Carnaval propôs que guia e um apoio de eleição cidade financeira suficiente da escola primária (terceira assembleia. um dos responsáveis mais se convidasse para rei do Car- para todos nós. Ele era a trave para essa compra, uma vez e quarta classes) e do ciclo activos pela secção de
  8. 8. Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008 16 CA R N A V A L D A B A I R R A D A “Samba Lêlê” actua, mais Sócios da Mangueira um Carnaval, na Mealhada fizeram Carnaval em Vouzela O grupo “Samba Lêlê” é o mais antigo grupo de samba em Portugal, tendo sido formado em 1973 por estudantes Q uinze elementos da escola de samba brasileiros da Universidade de Coimbra. Na sexta-feira, 1 de Sócios da Mangueira fizeram uma Fevereiro, e a fazer abertura do fim-de-semana de Carnaval, o grupo pequena actuação no passado actuou na Tenda Gigante do sambódromo Luís Marques. domingo, 27 de Janeiro, em Vouzela. A festa, que Constituído por seis elementos – Xando (fundador do grupo, voz principal, cavaco e percussão geral), Pirússas (pandeiro, voz e caixa), juntou idosos dos vários lares do concelho, foi Xandinho (bateria, voz e cuíca), Lula (surdo, pandeiro e voz), Salú (baixo organizada pela Câmara Municipal de Vouzela e voz) e Maciel (tam-tam e voz) –, o grupo percorre o país de norte a sul e contou, para a animar, com alguns elementos do país. “Para além dos espectáculos que temos no Carnaval, temos da bateria e algumas sambistas da escola de também espectáculos de pré-Carnaval que têm início em Setembro. O samba Sócios da Mangueira. Ao Jornal da grupo tem contratos com as Câmaras e Juntas de Freguesia de Soure, Mealhada, Henrique Salvador afirmou: “A folia, Lousã, Resende, Estarreja, Ovar, Vouzela, etc., ou seja, há aquelas festas neste dia, foi tão grande que esta autarquia ficou do ano em que já sabemos que vamos actuar nestas localidades. de nos contactar, novamente, em Novembro”. Temos também um mercado muito grande nas escolas de samba por Também na segunda-feira, 4 de Fevereiro, esse país fora”, explicou Xando, fundador da banda. Questionado se a banda começa a pensar em sair do país e abranger outros públicos alguns elementos desta escola fizeram um internacionais, o líder do “Samba Lêlê” afirmou: “No dia em que desfile de Carnaval pelas ruas de Vila Nova de actuámos na Mealhada, 1 de Fevereiro, tínhamos um convite para ir Famalicão. MSL tocar na Galiza e onde faríamos parte também dum programa da TV Juventude de Paquetá Galiza, mas já tínhamos estabelecido contrato com a Associação de Carnaval da Bairrada e não íamos falhar, obviamente. Contudo, o nosso próximo passo é ir para o mercado espanhol”. A gravação de um cd é um projecto que os elementos da banda querem concretizar em breve. “Queremos gravar um disco com algumas músicas originais e outras com as letras das músicas que tocamos nos nossos espectáculos de grupos conhecidos do nosso público. Aliás faz sucesso na Lousã um dos nossos critérios vai ser que o nosso público nos diga o que A mais gosta de ouvir para colocarmos nesse cd”. lg uns elementos da escola de samba O grupo, que em 29 de Janeiro de 2005 foi apadrinhado pelo grupo “Juventude de Paquetá”, da Mealhada, brasileiro “Fundo de Quintal”, ganhou também uma madrinha, em desfilaram na sexta-feira, 1 de Julho de 2007, Beth Carvalho, que fez duas actuações em Portugal no Fevereiro, pelas ruas da Lousã. “Logo de Verão passado – Ovar e Mealhada. “Ser ‘amadrinhado’ por Beth Carvalho manhã vieram dois autocarros da Câmara é muito especial para qualquer grupo de samba. Ela é a madrinha do Municipal da Lousã buscar-nos. Quando lá samba e trouxe muitos nomes conhecidos do Brasil às luzes da ribalta”, chegámos fomos conhecer a cidade e de concluiu Xando. Recentemente, os fãs do “Samba Lêlê” já podem ver seguida almoçámos na Pousada da Juventude. actualizadas todas as informações do grupo, no sítio da internet: Tudo isto pago pela Câmara da Lousã”, disse www.sambalele.com.pt. Mónica Sofia Lopes Fátima Silva, presidente da direcção da escola de samba. À tarde, os quarenta e oito elementos da “Pagode da Tijuca” animou escola de samba “Juventude de Paquetá” desfilaram pelas ruas da Lousã. “Fizemos um as noites de Carnaval desfile de duas horas e, no fim, o público 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 ainda pediu uma actuação de palco, que 4321098765432121098765432109876543210987654321 fizemos no jardim municipal. Eram imensas as pessoas que nos estavam a ver ”, acrescentou a presidente da direcção da Pensão Astória 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 Restaurante O Selas 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 escola. Fátima Silva ainda concluiu: “O 4321098765432121098765432109876543210987654321 sucesso que fizemos nesta cidade foi tão 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 grande, que à noite quando viemos embora, Confeccionamos 4321098765432121098765432109876543210987654321 LUSO trouxemos connosco cinco pessoas da Câmara 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 da Lousã, que fizeram questão de vir assistir à apresentação das escolas que foi feita na doces tradicionais 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 Tenda Gigante no Sambódromo Luís Marques”. MSL Contacto: 231 939 182 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 4321098765432121098765432109876543210987654321 O grupo de samba “Pagode da Tijuca” foi criado há dois anos, no Sim! Nós existimos. seio da escola de samba “Amigos da T ijuca”, de Enxofães. No fim-de-semana de Carnaval actuou, no sábado, 2 de Fevereiro, no “Theatro Café”, na Mealhada, e, na segunda-feira, 4 de Fevereiro, actuou na Tenda Gigante do sambódromo Luís Marques. E-N OS Somos, VISIT O grupo é constituído por Fredy (pandeiro, repique e voz), Inácio (rebolo e voz), Pedro (surdo e voz), T iago (bateria e voz), Vitinho (percussão e voz), João (tamborim, xico-xico e voz) e Hugo (cavaco e voz principal). “No primeiro ano da nossa escola de samba fizemos uma festa e ANFERLUX - Electrodomésticos, Ld.ª convidámos um grupo de pagode que existia na escola de samba ‘Sócios da Mangueira’. No segundo ano, quisemos fazer a mesma coisa, ARMAZENISTAS mas já não existia o grupo dos ‘Sócios da Mangueira’. Para convidar um outro grupo ficava um orçamento mais elevado, então resolvemos Temos os melhores preços nas marcas que distribuímos: ARISTON, INDESIT, Whirlpool, pegar em alguns elementos da nossa escola e fazer uma actuação nessa festa. Foi assim que nasceu o ‘Pagode da T ijuca’”, explicou IGNIS, VULCANO, GRUNDIG, House Line, ROWENTA, KRUPS, TEFAL, entre outras. Hugo Idalécio, um dos elementos do grupo. Com garantia de 2 anos O grupo de samba já fez algumas actuações por algumas localidades do país, incluindo, Tábua, Vagos, Mealhada, Cantanhede, Arganil e Avelãs de Cima. “O ano passado actuámos na Tenda Gigante e, este ano, voltámos a ser convidados”, disse Hugo Idalécio. Vendas ao público C/pequenos toques Os interessados em contactar a banda para actuações, ou o público que queira conhecer um pouco mais do “Pagode da Tijuca”, pode ir ao Em Grada - Anadia telf - 231 209 800 sítio da internet http://amigosdatijuca.blog.pt/.

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