Caminho para o desenvolvimento 
A Fronteira Oeste e a Campanha estão entre 
as regiões com menor grau de desenvolvimento 
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Conquista que veio das ruas 
Até a publicação da Lei Federal nº 11.640, 
de 11 de janeiro de 2008, que criou a Unipam-pa, ...
Mobilização tomou as cidades 
A partir do primeiro ato, o movimento tomou 
os 23 municípios da área de abrangência das Ur-...
Do Brasil para...o Brasil 
Letícia Diniz, 17 anos, é o retra-to 
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Ajudar os pais a gerir melhor pequena propriedade 
Colegas de casa de estudante, Sandra Wilchen, 19 
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Universidade em construção 
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o então ministro da Educação, Fernando Ha-dad, 
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Recebendo 3.120 alunos por ano, a Uni-pampa 
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Revista Unipampa _Transforma Livramento_Revolução no Pampa_Pìmenta_Mainardi

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  1. 1. Caminho para o desenvolvimento A Fronteira Oeste e a Campanha estão entre as regiões com menor grau de desenvolvimento do País. Com a economia baseada na produção primária, apresentam um baixo grau de indus-trialização. Por isso, sofrem, ao longo das últimas décadas, de um grande esvaziamento. Muitos do que deixavam suas cidades partiam em busca da formação acadêmica, já que as universidades ali existentes eram todas privadas. Por tudo isso, era um ambiente favorável para sediar uma das 18 novas universidades fe-derais criadas pelos governos Lula/Dilma dentro do Programa de Expansão do Ensino Universitário. O Brasil mudou muito nos últimos anos. São sete milhões de alunos nas universidades, 49 mil escolas em tempo integral, 422 escolas técnicas federais, além de mais de R$ 200 bilhões que serão destinados à educação nos próximos 10 anos, com o investimento em educação chegando a 10% do PIB (hoje ele é de 6,4%). As pessoas também puderam ser mais bem qualificadas por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec), que já ofertou oito milhões de vagas, com R$ 14 bilhões de in-vestimento e 6,8 milhões de inscritos. E a nossa região, a partir da conquista da Unipampa, instalada em dez municípios, também começa a mudar. Afinal, como disse o presidente Lula, em Bagé, no dia 27 de julho de 2005, quando anun-ciou a criação de nossa universidade: “Atrás de uma universidade vai o conhecimento, vai a pos-sibilidade de desenvolvimento, vai a geração de emprego e vai a formação de gente pobre que nunca sonhou fazer uma universidade”. Nas próximas páginas contaremos a história da conquista e as transformações que a Unipam-pa está produzindo no Pampa Gaúcho.
  2. 2. Conquista que veio das ruas Até a publicação da Lei Federal nº 11.640, de 11 de janeiro de 2008, que criou a Unipam-pa, um longo caminho precisou ser percorrido. A ampla mobilização popular realizada entre os me-ses de abril e julho de 2005 em 23 municípios da Fronteira Oeste e Campanha, que levou mais de 70 mil pessoas às ruas, foi decisiva. Tudo começou quando a direção da Univer-sidade da Região da Campanha (Urcamp), bus-cando alternativas para enfrentar uma das piores crises da instituição em seus 50 anos de vida, procurou o então prefeito de Bagé, Luiz Fernando Mainardi, e o deputado federal Paulo Pimenta. O professor Arno Cunha, que ocupava a reitoria, re-latou a Mainardi e Pimenta a aflitiva situação no dia 27 de fevereiro de 2005. Os dois entraram em campo e marcaram agenda com Tarso Genro, que era ministro da Educação. A Urcamp queria apoio para um plano de estabilização que possibilitasse encaminhar solução para a dívida de R$ 50 milhões e permi-tisse captar recursos para um programa de inves-timentos que levassem à modernização. No encontro do dia 10 de março, Tarso pro-pôs duas medidas. A curto prazo, com apoio dos técnicos do MEC, a elaboração de um plano de captação de verbas juntos às agências oficiais de financiamento. A médio prazo, a mobilização para incluir a universidade no Plano de Expansão do Ensino Universitário, que começava a ser gestado pelo Governo Federal. As propostas foram apresentadas ao Conse-lho da Fundação Atilla Taborda, mantenedora da Urcamp, no dia 24 de março e uma semana de-pois estava formada a Comissão de Mobilização. O primeiro ato público pela federalização da Ur-camp aconteceu no Ginásio Corujão, em Bagé, no 16 de maio, reunindo cerca de três mil pessoas.
  3. 3. Mobilização tomou as cidades A partir do primeiro ato, o movimento tomou os 23 municípios da área de abrangência das Ur-camp. Caminhadas, carreatas, mateadas e comí-cios foram realizados em toda a região, levando milhares de pessoas às ruas para reivindicar a fe-deralização da Urcamp. Foi, sem dúvidas, o maior movimento popular já realizado na região. Diante das dificuldades legais e institucio-nais de federalização da Urcamp, a luta foi dire- O grande dia O dia 27 de julho de 2005 vai entrar para a História da região. Nesta data, Lula, diante de aproximadamente 40 mil pessoas, reunidas na Praça Silveira Martins, anunciou a criação da Uni-pampa, hoje considerada uma das maiores obras já realizadas por um governo em favor do desen-volvimento da Metade Sul do Rio Grande do Sul. Bagé se preparou e se enfeitou para receber as milhares de pessoas que vieram de 22 municí-pios e que estavam integradas ao movimento que superou barreiras ideológicos, religiosas e até clu-bísticas. Era uma luta de todos e para todos. Mais de 250 ônibus se dirigiram para Bagé levando pessoas que queriam ser protagonistas de uma cionada para a conquista de uma Universidade Federal para a região. O movimento deu certo. Mainardi, Pimenta e Arno, acompanhados de Tarso, mantiveram, au-diência com Lula no dia 14 de junho, em Brasília, data em que foi confirmada a ida do presidente da República a Bagé no dia 27 de julho para anunciar a criação da Universidade Federal do Pampa. conquista que mudaria suas vidas, as vidas de suas cidades e a vida da região. Em Bagé, Mainardi decretou ponto faculta-tivo na Prefeitura e garantiu passe livre no trans-porte municipal. O comércio e os bancos fecha-ram no início da tarde. O povo não se decepcionou. Lula anunciou, naquela tarde ensolarada de inverno, que Bagé e região teriam uma universidade com campus em outros nove municípios. Foi uma grande festa que os que lá estavam até hoje não esquecem e nem esquecerão.
  4. 4. Do Brasil para...o Brasil Letícia Diniz, 17 anos, é o retra-to da juventude que tem desbravado o Brasil em busca do sonho de cursar uma universidade pública. Até 12 anos atrás, antes da expansão das univer-sidades federais e do Enem, jovens como ela viam o futuro esbarrando na falta de condições de ingressar numa faculdade privada. De Cerquilho, no interior de São Paulo, viajou 1,4 mil quilômetros até chegar em Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai, onde hoje estuda Relações Internacionais na Uni-versidade Federal do Pampa (Unipam-pa). A decisão de perseguir um ideal teve apoio total da mãe, com quem mo-rava, e do pai, que não vivia com ela. Ainda assim não foi fácil trocar de Estado e ir para uma cidade da qual Comércio foi um dos primeiros setores a sofrer impacto da Unipampa, diz empresário formado na universidade Nascido e criado em Santana do Livramento, o empresário do setor lojis-ta, Raed Shweiki, 36 anos, não tem ad-jetivos para explicar o quanto a Univer-sidade Federal do Pampa (Unipampa) influenciou na sua vida. Formado em administração na segunda turma, uniu a oportunidade de fazer um curso gratuito e de qualidade e levar os conhecimentos para o comér-cio que dirige com a família. Frequentar uma faculdade pública na própria cida-de era algo inatingível oito anos atrás. Na fronteira com o Uruguai, a quase 500 quilômetros da Capital, en-trar em um curso superior gratuito em outra cidade era privilégio de poucos. Ao contrário de hoje, que existem bol-sas moradia, alimentação, instalação, e outras à disposição de alunos de baixa renda, não bastava apenas ser aprova-do no vestibular. Os cursos sempre foram de gra-ça, mas, no entanto, custos extras como transporte, alimentação, moradia, en-cargos relacionados à faculdade, por exemplo, inviabilizavam o ingresso de quem teria que sair do interior. Para Shweiki, que chegou a ten-tar medicina algumas vezes, a Unipam-pa tem revolucionado e transformado a cidade do ponto de vista cultural e eco-nômico. Na percepção dele, os impac-tos imediatos aconteceram no comércio e na prestação de serviços, que preci-nunca ouvira falar. Concluindo o pri-meiro semestre, a saudade e a angús-tia das primeiras semanas ficaram de lado e deram lugar a uma certeza: “Es-tou fazendo o que quero. Conheci pes-soas sensacionais que também vieram de longe. Ajudamos uns aos outros. Estou bem adaptada e contente com a universidade”, diz ela. Na casa do estudante, a primei-ra dos dez campi, além dela têm outros 24 meninos e meninas, mais ou menos da mesma idade, cujos objetivos são os mesmos: ter um diploma, conseguir um bom emprego e poder ajudar a fa-mília. No caldeirão de culturas mistu-rado ao regionalismo gaúcho, eles vão conhecendo pedaços de um País que lhes tem proporcionado experiências de cidadania jamais imaginadas. saram se expandir e se qualificar para atender à nova demanda. “Ganharam a cidade, a região, os próprios moradores e quem vem de fora. A troca de culturas, principalmente em regiões fronteiriças, ajuda a ampliar a visão de mundo para além do próprio chão. Os maiores reflexos serão percebi-dos daqui um tempo”, avalia. Fora Bagé, cujo perfil já mudou, nos outros nove campi entre 50 e 60% dos alunos ainda são de fora das ci-dades- sede e até mesmo do Estado. O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), substituto do vestibular, foi o responsável pela integração do Brasil como próprio Brasil. Universidades federais no inte-rior normalmente recebiam estudantes de regiões do entorno, o que não gerava modificações no ramo imobiliário e so-bretudo cultural.
  5. 5. Ajudar os pais a gerir melhor pequena propriedade Colegas de casa de estudante, Sandra Wilchen, 19 anos, não veio de tão longe como Letícia. Saiu de Porto Xa-vier, no Noroeste do Estado, para estudar administração. Fi-lha de agricultores familiares, está no 5º semestre e pretende seguir carreira na área de finanças. Mesmo que não volte a morar no campo, quer con-tribuir na melhoria da gestão da pequena propriedade. Os pais não tiveram a mesma oportunidade. Estudaram só até a quarta série. Na época deles era comum fazer uma opção: estudar ou trabalhar. Como precisavam sobreviver e sustentar os três filhos, escolheram a segunda alternativa. Sandra está ciente da responsabilidade. Confiam tanto nela que a emanciparam aos 17 anos, depois de chegar em Livramento. “Para poder resolver as mi-nhas coisas na cidade sem precisar que eles fossem e vol-tassem a toda hora. Eles sabem que estou correndo atrás da minha vida, das coisas nas quais acredito. Tive todo o apoio, assim como também deram para meus dois irmãos”. Conexão Capital Federal/Santana do Livramento A integração dos alunos de outros estados com os gaúchos e a própria cidade já faz parte do dia a dia de Natan Bueno, 18 anos, outro morador da casa do estudante. Vindo de Brasília, na Capital Federal, não é só o aces-so à universidade que o permite continuar os estudos. O Governo Federal também lhe concede bolsa moradia, com a qual paga a casa. A ajuda de custo serve àqueles que se encaixam nas condições de baixa renda e são de fora do Estado ou de regiões distantes de onde residem e estudam. Faz parte do Programa Auxílio Moradia, do Ministério da Educação (MEC).
  6. 6. Universidade em construção Desde o dia 15 de setembro de 2006, quan-do o então ministro da Educação, Fernando Ha-dad, hoje prefeito de São Paulo, proferiu a aula inaugural da Unipampa, no município de Bagé, a universidade vem num constante processo de construção. Muitas obras já foram feitas. Muitos equipamentos adquiridos. Mas ainda há um caminho a percorrer, que vem sendo palmilhado de acordo com a grandeza do projeto. Não é uma universidade qualquer. É, na verdade, uma universidade que se constrói na diversidade do Pampa, com interação para além dos dez municípios em que está instalada, pois desenvolve ações em todo o seu entorno. Somente entre os anos de 2009, época em que a Unipampa se desvinculou das Universida-des Federais de Santa Maria e Pelotas, e o pri-meiro semestre de 2014, já foram investidos R$ 238.799.142,36, dos quais R$ 129.563.838,78 em obras e R$ 109.235.303,58 em equipamentos. A folha de pagamento saiu de R$ 1.400.898,95 em agosto de 2008 para R$ 12.807.291,82 no mês de agosto deste ano. Cresceu mais do que dez vezes, o que bem dimensiona a expansão da Unipampa. Os reflexos são sentidos de forma direta em todas as cidades em que estão instalados os campus da nova universidade. E não são apenas de ordem econômica. Lideranças empresariais e políticas atestam que houve grandes transforma-ções sociais e culturais nos municípios. Estrutura básica está montada A estrutura física básica da Uni-pampa já está montada. Prédios e la-boratórios, com equipamentos de pri-meira linha, funcionam a pleno. Neste momento, estão sendo montados os restaurantes universitários e já come-çaram a ser construídas as casas de estudantes. Quatro restaurantes já estão fun-cionando e, até o final do ano, come-çam a operar mais dois restaurantes, um em Bagé e outro em Dom Pedrito. Para o campus de Uruguaiana, que funciona em prédio adquirido da PUC, está em fase de contratação de empre-sa que servirá as refeições a preços subsidiados. As obras das casas dos estudan-tes já estão acontecendo. Cada cam-pus terá uma casa. Em Santana do Livramento, cidade onde a instituição não possui terreno, foi locado um imó-vel, que já está em funcionamento.
  7. 7. Cursos estão em fase de consolidação Recebendo 3.120 alunos por ano, a Uni-pampa saiu de 30 cursos de graduação que fun-cionavam em 2006 para os atuais 63. Estes se encontram em fase de consolidação. Os que fo-ram avaliados até agora obtiveram notas entre 4 e 5. Uma excelente avaliação que tem como nota máxima o 5. Hoje são cerca de 12 mil alunos, sendo 11 mil em cursos de graduação e mil na pós-gradu-ação. Mas, ainda há espaço físico para abrigar novos estudantes. Para isso, é necessário obter sucesso nas pactuações negociadas junto ao Mi-nistério da Educação para aumentar a oferta de cursos noturnos. No horizonte da criação de novos, a univer-sidade trabalha com a perspectiva de montar cur-sos de Medicina e Direito. Cerca de 2.500 alunos formados A Unipampa, que conta, hoje, com 716 pro-fessores e 696 servidores, já formou 2.481 alunos desde 2010. Somente em 2013 foram graduados 727 estudantes. Com 63 cursos de graduação, a universidade tem hoje com cerca de 9,9 mil estu-dantes, devendo abrigar, quando estiver efetiva-mente implantada, 12 mil estudantes. A instituição mantem 781 alunos bolsistas, sendo 208 na área de ensino, 251 na extensão e 322 em pesquisa. O acervo das bibliotecas é de aproximadamente 190 mil exemplares, entre livros, periódicos e outras mídias. Em todas as unidades, funcionam 81 grupos de pesquisas que desenvolvem 803 projetos, 16 cursos de especialização e a produção científica já alcançou a soma de 2.681 trabalhos.
  8. 8. A Unipampa é de todos e para todos Se tem uma coisa de que nós não nos arrepende-mos é do nosso envolvimento no processo que resultou na conquista de uma Universidade Federal para nossa região. Este era um sonho de nossa geração que se transformou em bandeira de lutas desde à época em que, jovens estu-dantes, liderávamos o movimento estudantil em Santa Ma-ria e Bagé. E uma possibilidade concreta para impulsionar o crescimento da Campanha e da Fronteira Oeste. Quando aceitamos o desafio proposto pelo ministro Tarso e passamos a coordenar a ampla mobilização que to-mou conta da região estávamos convencidos de que esta era uma das mais importantes contribuições que podería-mos oferecer para o nosso desenvolvimento. Foi com esta certeza que nos jogamos de cabeça e corpo nesta emprei-tada, cientes do papel de homens públicos comprometidos com as transformações necessárias para que o Brasil e o Rio Grande avancem cada vez mais. Percorremos milhares de quilômetros viajando por 23 cidades. Participamos de dezenas de reuniões nos mu-nicípios, em Porto Alegre e Brasília. Estivemos com o pre-sidente Lula, com o então ministro Tarso Genro e seus as-sessores no Ministério da Educação. Mas, não cansamos. Pelo contrário, cada atividade nos dava a certeza de que o caminho era esse e que estávamos no rumo certo. No dia 27 de julho de 2005, em Bagé, quando ou-vimos o presidente Lula anunciar a criação da Unipampa, vibramos junto com as 40 mil pessoas que tomavam a Pra-ça Silveira Martins e várias quadras da Avenida Sete de Se-tembro. Hoje, ao percorrer estes municípios e presenciar os avanços já produzidos em menos de uma década, conversar com pessoas que mudaram suas vidas, receber agradeci-mentos de pais e familiares que conseguiram ver os sonhos de filhos e parentes realizados, nos damos conta da grande-za do que foi a conquista da Unipampa. Não devemos e nem podemos esquecer o apoio estimulador do atual governador Tarso Genro. Foi ele que, na condição de ministro de Educação orientou os nossos passos, fazendo com que o nosso norte estivesse em con-sonância com a política do Governo Federal. Tarso é parte importante desta conquista. Devemos, por outro lado e por um dever de justiça, reconhecer que não fosse a sensibilidade do presidente Lula não teríamos esta conquista. Um operário, portador de diploma de curso técnico, que vislumbrou nos investimen-tos em educação uma alternativa para o desenvolvimento do País e, acima de tudo, de inclusão social, é o grande res-ponsável por tudo isso. Política, aliás, que tem continuidade com a presiden-ta Dilma, que ampliou os repasses para a educação e que também sabe da importância da emancipação dos pobres e menos favorecidos, caminho que fica mais curto com a formação e qualificação profissional. A Unipampa, portanto, é uma vitória de todos nós. A Unipampa é de todos e para todos. Luiz Fernando Mainardi Deputado Estadual Paulo Pimenta Deputado Federal

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