 Missionária da primeira hora!
 Partiu para a América como responsável
pela Primeira Expedição missionária FMA
no dia 14...
 Cheia de amor por Deus e pelo próximo.
 Uma vida de dedicação absoluta e total
obediência.
 Protagonista de uma vida missionária
generosa, disponível ao dom de si, pronta ao
sacrifício, humilde, audaz, imbatível ...
«É verdade que a distância que agora nos separa é enorme, mas
consolemo-nos: esta vida é tão curta! Logo chegará o dia em ...
«Armem-se de coragem, minhas queridas Irmãs! Jesus deve ser toda a força
de vocês. Com Jesus, os pesos se tornam leves, os...
«Você me diz que tem muito o que fazer, e eu fico muito contente com isso,
porque o trabalho é o pai das virtudes. Trabalh...
«Portanto, coragem, imitemos o nosso queridíssimo Jesus em tudo, mas
especialmente na humildade e na caridade, para valer,...
«Minha cara Irmã Angiolina, tenha coragem, fique
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Irmãs estejam alegres....
«Portanto minhas Irmãs, quando vocês quiserem me visitar, não devem
mais ir a Mornese, mas vir aqui a Nizza. Pobres filhas...
«Agora, digam-me: vocês todas se
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«Agora minha Angiolina querida, não me resta senão dizer-lhe que se arme
de muita coragem e não tenha o coração tão aperta...
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«Você, minha querida Irmã Angiolina, fique tranquila;
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Roma, 17 de agosto de 2014
Centenário da morte de Ir. Angela Vallese
Âmbito Missão ad/inter gentes
Fotografias: Arquivo PE...
Centenario di Sr Angela Vallese 1914-2014_por
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Centenario di Sr Angela Vallese 1914-2014_por

  1. 1.  Missionária da primeira hora!  Partiu para a América como responsável pela Primeira Expedição missionária FMA no dia 14 de novembro de 1877.  Alma rica de fé.
  2. 2.  Cheia de amor por Deus e pelo próximo.  Uma vida de dedicação absoluta e total obediência.
  3. 3.  Protagonista de uma vida missionária generosa, disponível ao dom de si, pronta ao sacrifício, humilde, audaz, imbatível – como o vento da Patagônia – ao enfrentar toda e qualquer dificuldade nos seus 36 anos de vida missionária.
  4. 4. «É verdade que a distância que agora nos separa é enorme, mas consolemo-nos: esta vida é tão curta! Logo chegará o dia em que nos veremos de novo na eternidade, se tivermos observado com exatidão a nossa Santa Regra. Embora exista um mar imenso que nos separa, a cada momento podemos nos ver e estar uma perto da outra, no Sacratíssimo Coração de Jesus; podemos sempre rezar umas pelas outras: assim, nossos corações estarão sempre unidos.» (C 22. À diretora da casa de Montevidéu – Villa Colón, Ir. Angela Vallese. Nizza, 9 de abril 1879)
  5. 5. «Armem-se de coragem, minhas queridas Irmãs! Jesus deve ser toda a força de vocês. Com Jesus, os pesos se tornam leves, os cansaços suaves, os espinhos se convertem em doçuras... » (C 22. À diretora da casa de Montevidéu – Villa Colón, Ir. Angela Vallese. Nizza, 9 de abril de 1879)
  6. 6. «Você me diz que tem muito o que fazer, e eu fico muito contente com isso, porque o trabalho é o pai das virtudes. Trabalhando, os grilos fogem, e a gente está sempre alegre. Ao mesmo tempo que lhe recomendo o trabalho, lembro que também deve cuidar da saúde, como também recomendo a todas que trabalhem sem qualquer ambição, somente para agradar a Jesus. Gostaria de que você instilasse no coração de todas essas queridas Irmãs o amor ao sacrifício, o desprezo de si mesmas e um absoluto desapego da própria vontade. Nós nos fizemos religiosas para garantir nosso lugar no Paraíso; mas, para conquistar o Paraíso, são necessários alguns sacrifícios; levemos a cruz com coragem, e um dia estaremos contentes.» (C 25. À diretora da casa de Montevidéu – Villa Colón, Ir. Angela Vallese. Nizza, 22 de julho 1879)
  7. 7. «Portanto, coragem, imitemos o nosso queridíssimo Jesus em tudo, mas especialmente na humildade e na caridade, para valer, né? Rezem por mim, para que eu também possa fazer o mesmo. Estejam alegres, né?.. e alegres sempre; nunca se ofendam mutuamente, pelo contrário, assim que perceberem que alguma está precisando de ajuda, apressem-se em ir ao encontro dela, e auxiliem-se reciprocamente, né?...» (C 26. Às irmãs da casa de Montevidéu - Villa Colón. Nizza, 11 de setembro de 1879)
  8. 8. «Minha cara Irmã Angiolina, tenha coragem, fique alegre, e faça com que todas essas minhas queridas Irmãs estejam alegres. O Senhor lhes quer muito bem: cabe a vocês aceitar esse amor, não é mesmo?» (C 27. À diretora Ir. Angela Vallese e às Irmãs das casas de Montevidéu – Villa Colón e Las Piedras. Nizza, 20 de outubro de 1879)
  9. 9. «Portanto minhas Irmãs, quando vocês quiserem me visitar, não devem mais ir a Mornese, mas vir aqui a Nizza. Pobres filhas, estamos distantes demais para fazer isso! É melhor irmos ao Coração de Jesus, e lá podemos nos dizer tudo. Eu lhes garanto que todas as manhãs converso com vocês, nesse adorável Coração, e lhes falo na S. Comunhão, e digo tantas coisas para cada uma de vocês. Vocês gostam de que nos visitemos desse jeito? Façam o mesmo vocês também, de verdade, heim? Combinado?» (C 27. À diretora Ir. Angela Vallese e às Irmãs das casas de Montevidéu – Villa Colón e Las Piedras – Nizza, 20 de outubro de 1879)
  10. 10. «Agora, digam-me: vocês todas se querem bem? Têm caridade uma com a outra? Espero que sim, mas, também nessas coisas há o que aperfeiçoar. Então para dar prazer à nossa querida Mãe, Maria SS.ma, tenham toda a caridade umas para com as outras, ajudem-se nos trabalhos, corrijam-se com doçura, e aceitem de bom grado as correções que lhes forem feitas. Coragem, minhas filhas, esta vida passa depressa e, no momento da morte, nada nos resta a não ser as nossas obras; o grande é que tenham sido bem feitas.» (C 27. À diretora Ir. Angela Vallese e às Irmãs das casas de Montevidéu – Villa Colón e Las Piedras. Nizza, 20 de outubro de 1879)
  11. 11. «Agora minha Angiolina querida, não me resta senão dizer-lhe que se arme de muita coragem e não tenha o coração tão apertadinho, mas um coração generoso, bem grande, e sem tantos temores, entendeu? Estejam todas alegres.» (C 27. À diretora Ir. Angela Vallese e às Irmãs das casas de Montevidéu – Villa Colón e Las Piedras – Nizza, 20 de outubro de 1879)
  12. 12. «E você, minha querida Irmã Angiolina, tenha coragem e reze muito. Da oração receberá aqueles auxílios que lhe são necessários para cumprir bem os seus deveres. Dê sempre bom exemplo às suas filhas, observando a Santa Regra. Esteja sempre alegre: a sua alegria seja sempre superior em todas as suas aflições.» (C 47. À diretora da casa de Carmen de Patagones Ir. Angela Vallese e comunidade – Nizza, 21 de outubro de 1880)
  13. 13. «Você, minha querida Irmã Angiolina, fique tranquila; li o seu "rendiconto". Pense que os seus defeitos são a tiririca da sua horta, e é preciso humilhar-se e combatê-los com coragem. Nós somos miseráveis, e não podemos ser perfeitas; portanto, humildade, confiança e alegria.» (C 55. Às Irmãs da casa de Carmen de Patagones - Argentina. Nizza, 20 de dezembro de 1880)
  14. 14. «Eu, porém, meu bom pai, me sinto tão incapaz... Imagine que tenho de dirigir duas casas: esta de Villa Colón e a de Las Piedras... e pensar que não me sinto preparada para governar sequer uma... Peço-lhe, pois, que reze muito por mim.» (Carta a Dom Bosco - Villa Colòn, 20 de outubro de 1879)
  15. 15. «Espero também que nos mandem Irmãs sadias e santas, entre as quais uma que carregue a minha cruz, para que, em vez de mandar eu tenha só que obedecer, pois me parece ser mais fácil ir para o céu pelo caminho da obediência do que pelo comando. Mas, se faça em tudo a Santa vontade de Deus e dos meus Superiores.» (Carta a Dom Bosco - Villa Colòn, 20 de outubro de 1879)
  16. 16. «Estamos preparando vestidinhos e outras roupas para as nossas pobres índias e parece-nos que o Senhor nos esteja aprontando muito trabalho. Nós o desejamos ardentemente, para salvar tantas pobres almas que jazem sepultadas nas trevas da ignorância. Ah! Reverendo Pai, se visse quantas índias existem aqui e quão miseráveis são de corpo e de alma! Verdadeiramente elas nos fazem compaixão e sentimos não poder ajudá-las, a todas, pois somos muito poucas e muito pobres.» (Carta a Dom Bosco - Carmen de Patagones, 6 de outubro de 1880)
  17. 17. «Antes de encerrar esta página, desejaria pedir a V. Revma. um favor, ou melhor, dois: recomende- nos de modo especial a Maria Auxiliadora, nossa Mãe dulcíssima, a fim de que, já que viemos a estas longínquas terras, para fazer conhecer o nosso celeste Esposo Jesus, que lhe sejamos fiéis até a morte. Todas nós quatro desejamos nos fazer santas e esperamos de conseguir se V. Revma. rezar por nós.» (Carta a Dom Bosco - Carmen de Patagones, 6 de outubro de 1880)
  18. 18. «O outro favor é que nos mande algumas Irmãs para nos ajudar, a fim de que possamos levar à salvação um maior número de índias. Já nos haviam prometido, dizendo que esperássemos que nos teriam mandado. Oh! Como demora este dia!» (Carta a Dom Bosco - Carmen de Patagones, 6 de outubro de 1880)
  19. 19. «O centenário da morte de Ir. Angela Vallese seja para nós estímulo a vivermos com novo entusiasmo a marca missionária deixada por Dom Bosco ao Instituto e assumida por Madre Mazzarello com verdadeiro ardor apostólico. Hoje, somos convocadas a um sério mas alegre compromisso missionário que se reforça através do Magistério de Papa Francisco. Somos convidadas a sair, a ir ao encontro dos últimos, dos pequenos e dos pobres para dar- lhes esperança e fazer com que experimentem a bondade misericordiosa de Deus Pai.»
  20. 20. «Com o entusiasmo missionário das origens, assumido com amor por cada FMA, o Instituto continua a escancarar as portas do Carisma rumo a novos horizontes missionários. O sonho de Dom Bosco e de Maria Domingas Mazzarello continua vivo hoje na nossa resposta generosa e sem medidas: “vado io!”» (Roma, 1 de janeiro de 2014)
  21. 21. Roma, 17 de agosto de 2014 Centenário da morte de Ir. Angela Vallese Âmbito Missão ad/inter gentes Fotografias: Arquivo PEM 2013

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