David Hume

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Apresentação dos alunos para a disciplina de FIlosofia Geral - Curso de Engenharia de Pesca e Aquicultura - Universidade Federal de Rondônia

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David Hume

  1. 1. DAVID HUME• Curso : Engenharia de Pesca.• Acadêmicas: Aparecida Bruna, Gleiciely, Valdinéia.
  2. 2. Filosofia da Ilustração ou Iluminismo• Iluminismo (meados do século XVIII ao começo do século XIX)• Foi o fim da Monarquia• É a filosofia das luzes (a luz da razão, inteligência, esclarecimento)• Revolução Francesa
  3. 3. David Hume
  4. 4. David Hume• David Hume nasceu em Edimburgo, na Escócia, 7 de maio de 1711.• Joseph Home de Chirnside, advogado, e de Katherine Falconer.• Como revelava certa precocidade intelectual, Hume foi enviado para a Universidade de Edimburgo antes dos doze anos de idade.• Foi um filósofo e historiador escocês.• Hume nunca se casou
  5. 5. Obras• Tratado da Natureza Humana (1739- 1740)• Investigação sobre o Entendimento Humano (1748)• Investigação sobre os Princípios da Moral (1751)
  6. 6. • Diálogos sobre a Religião Natural (póstumo)• Ensaios: Morais, Políticos e Literários (editados pela primeira vez em (1741-1742)• A História da Grã-Bretanha (1754- 1762)• História Natural da Religião (1757)
  7. 7. Frases e Pensamentos de David Hume• A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla.• David Hume• O hábito... é o grande guia da vida humana.• David Hume• Se nos cai nas mãos um volume, por exemplo, de teologia ou de metafísica escolástica, perguntamo- nos: Contém alguma argumentação abstracta sobre a quantidade ou os números? Náo. Contém alguma argumentação experimental sobre questões de fato e existência? Não. Então, que seja jogado ao fogo, pois contém apenas sofismas e ilusões.
  8. 8. • David Hume• O coração do homem existe para reconciliar as contradições mais notórias.• David Hume• Todas as nossas ideias ou percepções mais fracas são imitações de nossas mais vivas impressões ou percepções.
  9. 9. A Importância do Filósofo na História• David Hume foi um filósofo empirista.• cético em relação á metafísica e utilitário altruísta em assuntos morais e políticos.• Concebeu a filosofia como ciência indutiva da natureza humana• Hume lançou para o desenvolvimento de uma teoria da significação.
  10. 10. O problema da causalidade Causalidade é a relação entre um evento (a causa) e um segundo evento (o efeito), sendo que o segundo evento é uma conseqüência do primeiro.
  11. 11. O problema da Indução• Indução em filosofia é considerada o método de pensamento ou raciocínio com o qual se extraem de certos fatos conhecidos, mediante observação, alguma conclusão geral que não se acha rigorosamente relacionada com eles.• 1º necessidade lógica, o futuro tem de ser semelhante ao passado• 2º raciocínio circular em tentar justificar a indução meramente repetindo-a, trazendo-nos de volta por onde começamos.
  12. 12. A Teoria do Eu como feixe• Hume compara a alma ao povo de uma nação (commonwealth), que retém a sua identidade não em virtude de uma substância básica permanente, mas que é composto de muitos elementos relacionados, mas em permanente mutação.
  13. 13. A razão prática:Instrumentalismo e Niilismo• Niilismo (do latim nihil, nada) é um termo e um conceito filosófico que afeta as mais diferentes esferas do mundo contemporâneo .Movimento de idéias ocorrido na Rússia em meados do séc. XIX.
  14. 14. • Instrumentalismo- Doutrina que considera a inteligência e as teorias como instrumentos destinados à ação.
  15. 15. Anti-realismo moral e motivação• As crenças morais estão intrinsecamente motivantes.• A razão vai preparar o caminho para os nossos sensíveis julgamentos por análise da matéria moral em questão.
  16. 16. Livre-arbítrio vs. Indeterminismo• Livre arbítrio - - é a crença ou doutrina filosófica que defende que a pessoa tem o poder de escolher suas ações.• Indeterminismo- Concepção segundo a qual alguns acontecimentos não têm causas: limita-se a acontecer e nada há no estado prévio do mundo que os explique
  17. 17. Hume e o Problema da religião• Consideremos os exemplos:• *O célebre Ensaio Sobre os Milagres.• *Os Diálogos sobre a Religião Natural.
  18. 18. O problema do ser - dever ser• Hume notou que muitos escritores falam do que deve ser, na base de enunciados acerca do que é. Mas parece haver uma grande diferença entre enunciados descritivos (o que é) e enunciados prescritivos (o que deveria ser).• Nunca sem se dar uma explicação de como o enunciado- "deve ser" é suposto seguir ao enunciado- "é". Mas como exatamente é que se pode derivar o "deve" de um "é" ?
  19. 19. O problema dos milagres• Uma forma de apoiar a religião é por apelo a milagres. Mas Hume argumentou que no mínimo, os milagres não poderiam conferir muito apoio à religião.• Um argumento é o de que é impossível violar as leis da Natureza.• Outro argumento afirma que o testemunho humano nunca poderia ser suficientemente fiável para contra-ordenar a evidência que temos das leis da Natureza
  20. 20. • Outro argumento, menos irredutível, mais defensável, é que devido à forte evidência que temos das leis da natureza, qualquer pretensão de milagre está sobre pressão desde o início e precisa de provas fortes para derrotar as nossas expectativas iniciais.
  21. 21. O argumento teleológico• Um dos argumentos mais antigos e populares para a existência de Deus é o argumento teleológico.• Que toda a ordem e "objetivo" do mundo evidencia uma origem divina. Hume usou o criticismo clássico do argumento teleológico, e apesar do assunto estar longe de estar esgotado, muitos estão convencidos de que Hume resolveu a questão definitivamente.
  22. 22. Sociologia da Religião de Hume• David Hume ficou conhecido sobretudo pelas contribuições na filosofia. Mas não menos dignas de destaque são as observações na análise da religião. Pode falar-se de idéias pioneiras para a sociologia da religião, que ficam patentes na obra de 1757, The Natural History of Religion.
  23. 23. Teoria da Oscilação• Na verdade, Hume acredita que o que a história mostra é antes um oscilar irracional entre politeísmo e monoteísmo.• "a mente humana mostra uma tendência maravilhosa para oscilar entre diferentes tipos de religião: eleva-se do politeísmo para o monoteísmo para voltar a afundar-se na idolatria"
  24. 24. Do politeísmo para o monoteísmo• Os povos que adoram vários deuses com poderes limitados podem facilmente conceber um Deus com um poder mais extenso, ainda mais digno de veneração do que os outros.
  25. 25. Do monoteísmo para o politeísmo• Esse Deus único, todo poderoso, é porém igualmente um Deus distante e de difícil acesso para o comum dos mortais (sobretudo se estes são analfabetos - e na Europa da Idade Média, a esmagadora maioria da população era analfabeta).• Uma função para os santos, relíquias, … "Estes semi- deuses e intermediários, que são vistos pelos homens como parentes e lhes parecem menos distantes, são objeto da adoração e assim, a idolatria está de volta…"
  26. 26. Fontes Bibliográficas:• http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Hume• http://www.mundodosfilosofos.com.br/hume .htm• http://pensador.uol.com.br/autor/david_hum e/biografia/• http://esas.pt/dfa/determinismo_ind.htm• http://educacao.uol.com.br/filosofia/logica--- inducao-casos-particulares-se-tornam-lei- geral.jhtm

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