FACULDADE DO BAIXO PARNAÍBA-FAP
CURSO: PEDAGOGIA
Ms. ROSINALVA CARDOSO
COMPONENTES:
Magno
Lucilene
Socorro
Tamires
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se a discutir a relação entre
leitura, literatura e escola e
aventar uma possível didátic...
Tratando-se de leitura, é possível observar
que há uma preocupação consciente em se
desenvolver e aprimorar essa atividade...
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No entanto, este processo
descrito nos PCN’s não está se
concretizando nas aulas de
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É importante que o trabalho com o texto literário
esteja incorporado às práticas cotidianas da sala de
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A literatura pode ser tudo (ou pelo
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Sinopse
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Literatura Infanto Juvenil - LITERATUA INFANTIL NA ESCOLA

  1. 1. FACULDADE DO BAIXO PARNAÍBA-FAP CURSO: PEDAGOGIA Ms. ROSINALVA CARDOSO COMPONENTES: Magno Lucilene Socorro Tamires Daniela Luzieva Chapadinha 2014 I Seminário de Literatura Infanto Juvenil A literatura na escola
  2. 2. A segunda parte do livro propõe- se a discutir a relação entre leitura, literatura e escola e aventar uma possível didática para o ensino de literatura a alunos da educação básica. Essa decisão de propor uma didática para a literatura infantil insere-se na direção apontada pela pedagogia histórico-crítica, formulada pelo professor Saviani, em Pedagogia histórico-crítica."
  3. 3. Tratando-se de leitura, é possível observar que há uma preocupação consciente em se desenvolver e aprimorar essa atividade no cotidiano das escolas. Os PCN’s, enfatizam de forma bem explícita essa preocupação, como pode ser visto no seguinte fragmento: Socorrinha
  4. 4. A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto, etc. (...) Um leitor competente é alguém que, por iniciativa própria, é capaz de selecionar, dentre os trechos que circulam socialmente, aqueles que podem atender a uma necessidade sua. (...) Formar um leitor competente supõe formar alguém que compreenda o que lê; Socorrinha
  5. 5. No entanto, este processo descrito nos PCN’s não está se concretizando nas aulas de português. A partir de uma comparação realizada entre os resultados das provas aplicadas pelo Saeb nos anos de 1995 até 2003, indica que “todas as regiões, estão abaixo da média mínima satisfatória, que é 200 pontos. Tamires
  6. 6. Afinal, a partir desses dados existentes, observou-se que a escola e a leitura caminham para direções contrárias, uma vez que a grande maioria dos estudantes brasileiros não é capaz de compreender um texto na sua completude. Tamires
  7. 7. Ler é saber. Quando lemos, estabelecemos um diálogo com a obra, compreendendo intenções do autor. Somos levados a fazer perguntas e procurar respostas. Ler é exercitar o discernimento. Quando lemos, colocamo-nos de modo favorável ou não aos pontos de vista. Ler é ampliar a percepção. Ler é ser motivado à observação de aspectos da vida que antes nos passavam despercebida. (FOELKER, 2007) Dessa forma, é importante considerar o que afirma a escritora Rita Foelker: Luzieva
  8. 8. É importante que o trabalho com o texto literário esteja incorporado às práticas cotidianas da sala de aula. A questão do ensino da literatura ou da leitura literária envolve, portanto, esse exercício de reconhecimento das singularidades e das propriedades compositivas que matizam um tipo particular de escrita. Com isso, é possível afastar uma série de equívocos que costumam estar presentes na escola em relação aos textos literários, ou seja, tratá-los como expedientes para servir ao ensino das boas maneiras, dos hábitos de higiene, dos deveres do cidadão, dos tópicos gramaticais, das receitas desgastadas do “prazer do texto”, etc. (PCN’s, Língua Portuguesa, ensino fundamental, p. 29-30) Os PCN’s ressaltam as especificações com o trabalho a respeito do texto literário: Tamires
  9. 9. Em síntese, o documento oficial defende que trabalhar o texto literário em sala de aula é pertinente desde que este seja explorado nas suas mais diversas significações. Leitura e Literatura na escola Tamires
  10. 10. A literatura pode ser tudo (ou pelo menos muito) ou pode ser nada, dependendo da forma como for colocada e trabalhada em sala de aula. (SILVA, 1990,p.43) Da mesma forma defende Ezequiel Theodoro da Silva, quando cita que Daniela
  11. 11. Como já foi exposto, é fato que a maioria dos estudantes brasileiros não são capazes de compreender um texto na sua completude. (ARAÚJO & LUZIO, 2005, p. 38). Literatura infanto-juvenil na escola: Lucilene
  12. 12. Os autores de livros didáticos também menosprezama inteligência dosalunos. Literatura infanto- juvenil na escola: O que se quer deixar claro é que a literatura é sempre e inevitavelmente escolarizada, quando dela se apropria a escola; (SOARES, 2006, p. 25) . Como afirmou Magda Soares:
  13. 13. Nesse casoé importante considerarque a leitura literária é essencialna vida de todos os estudantes e principalmente de todasas crianças, uma vez quea literatura permite leituras de mundo mais abrangentes que outros textos. Por issoa importância do trabalhoadequadocoma literatura infanto- juvenil na escola. E nãopor simplespretextosmoralizantesou de metalinguagem. Somente dessa maneira, os índicesde proficiência em leitura dos estudantes brasileirosserãomelhores e a (re) construçãoda relaçãodas atividades de leitura – Literatura (infantil e juvenil) – escola aconteça de uma forma prática e satisfatória. Literatura infanto- juvenil na escola: Magno
  14. 14. Sinopse "O livro compõe-se de duas partes. Na primeira, constam as proposições teórico-históricas. São discutidos o conceito e a natureza da literatura chamada infantil, em suas múltiplas dimensões - estética, histórica e pedagógica - gêneros e categorias literárias. Ainda nessa primeira PARTE, faz-se um necessário resgate das literaturas que, desde a Antiguidade, demonstram ter havido, ao longo da história, uma preocupação com a infância, muito embora algumas teorias contemporâneas afirmem o contrário.

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